Auto-análise: jamais fui deslumbradamente fanático por Iron Maiden, ao menos ñ a ponto de comprar as tantas versões já re-lançadas dos álbuns ou coletâneas a rodo. Por isso, algum espanto em eu, há algumas semanas, ter prontamente adquirido isto aqui
Insight a caminho: provavelmente o fiz embalado por aquilo q os posts cronofágicos recentes de Guns N’Roses e Metallica (em 9 de setembro e 13 de agosto últimos, retro e respectivamente) geraram de discussão acerca de um “Load” ou dum “Use Your Illusion” únicos e ainda mais clássicos.
Pô, os melhores sons do Iron Maiden dos últimos 20 anos. Do “No Prayer For the Dying” ao “The Final Frontier”. Fase menor dos caras, até concordo. Mas o conjunto dos sons achei bem interessante. Q ficou assim nos cd’s (é duplo):
CD 01
1. “The Wicker Man”
2. “Holy Smoke”
3. “El Dorado”
4. “Paschendale”
5. “Different World”
6. “Man On the Edge” (ao vivo)
7. “The Reincarnation Of Benjamin Breeg”
8. “Blood Brothers”
9. “Rainmaker”
10. “Sign Of the Cross” (ao vivo, do Rock In Rio)
11. “Brave New World”
12. “Fear Of the Dark” (ao vivo, do Rock In Rio)
CD 02
1. “Be Quick Or Be Dead”
2. “Tailgunner”
3. “No More Lies”
4. “Coming Home”
5. “The Clansman” (ao vivo, no Rock In Rio)
6. “For the Greater Good Of God”
7. “These Colours Don’t Run”
8. “Bring Your Daughter to the Slaughter”
9. “Afraid to Shoot Strangers”
10. “Dance Of Death”
11. “When the Wild Wind Blows”
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De q lanço algumas impressões:
1) o Maiden, ou sua assessoria, são da gente mais conservadora possível, em set-lists de show e em coletâneas. Entraram todos os hits e singles possíveis, ainda q inexpressivos. “Tailgunner”, “Afraid to Shoot Strangers”, p.ex.
2) achei SACANAGEM com o Blaze os 3 sons de “seus” discos constarem ao vivo com o Bruce
No mais, acho q remontaria assim a coletânea, de acordo com a proporção estabelecida – com 3 sons do “No Prayer For the Dying” e “Fear Of the Dark”, 2 do “The X-Factor”, 1 do “Virtual XI”, 3 do “Brave New World”, 4 do “Dance Of Death” e “A Matter Of Life And Death” e 3 do “The Final Frontier”:
* sairia “Tailgunner”, entrando “Public Enema Number One” ou “No Prayer For the Dying” (esta, num Universo Paralelo!)
* tiraria “Afraid to Shoot Strangers”, substituindo por “From Here to Eternity”. Até pro título do catadão fazer algum sentido. E incluiria a versão de “Fear Of the Dark” do “A Real Live One” (pra mim, a melhor versão gravada), q como o “A Real Dead One”, são do período e foram sumariamente ignorados
* tal exclusão (senão, a de “Different World”, abaixo) tvz livrasse espaço pra incluir “Futureal” q, pombas, foi single!
* “Brave New World” (música sem graça, q acho totalmente piloto automático) rancaria fora, pra pôr “Out Of the Silent Planet”, q foi single tb
* “Rainmaker” foi single, tudo bem. Mas me é um som irritante, incômodo. Chato. Pusessem a pesada “Montségur” no lugar. Divagação outra: esta, precedida de “The Fallen Angel” (do “Brave New World”) funcionaria como “Jogo dos 7 erros” ahah
* do disco dos tanquinhos eu tvz rancasse “Different World” (no q tvz coubesse a “Futureal”) e ñ tenho reais críticas, a ñ ser “Brighter Than A Thousand Suns” caindo melhor no lugar de “These Colours Don’t Run”, sei lá
* enquanto q do “The Final Frontier”, eu juntaria “Isle Of Avalon”, ainda q ñ sobrasse espaço, uma vez q as 3 representadas eu ñ consigo objetar.
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O q eu imaginei com este post, enfim, foi tentar levantar q 23 outros sons – independentemente da proporção q segui – caberiam num catadão semelhante pro pessoal por aqui. Se é q alguém se interessaria em montar uma coletânea imaginária da fase…
Cólera foi uma banda q eu juro q tentei gostar, mas nunca rolou. Mesmo assim, reconheço a tremenda importância dos caras (os primeiros a sair em turnê européia) e ñ poderia deixar de externar algum mal-estar pela morte do Rédson.
Vi João Gordo postando algo como “morreu a maior figura do punk brasileiro”, ou coisa q o valha. Sim, foi. Punk de verdade, e da mesma cepa de figuras como Clemente (Inocentes) e Fábio (Olho Seco), quase q um ideólogo do movimento no país.
Além de pioneiro na abordagem pacifista e ecológica do tal movimento. Hoje é modinha todo mundo (modo de dizer) jogar lixo no lugar certo e arrotar termos como “sustentabilidade”. Ele já preconizava isso tudo há tempos.
É mais uma dessas figuras emblemáticas de q continuaremos vendo irem, um após outro.
E naquilo q se diz em ocasiões de luto, de q “passam os homens, as obras ficam”, TORÇO IMENSAMENTE pra q toda uma nova geração de punks danoninhos-chapinha no cabelo alguma hora (ou, por curiosidade, a partir deste momento), descubram vida e obra – imiscíveis – do cara.
Mas foi como se eu tivesse ido. “Virtual” ñ é o novo paradigma? Então.
Fiz assim: ressuscitei o videocassete (procurar por uma fita sábado à tarde pra eu comprar renderia um outro post eheh) pra gravar o Motörhead no Multishow. E por tabela, acabei acompanhando algumas coisas, das quais lanço opiniões pra discussões.
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STONE SOUR, SNOW PATROL e RED HOT CHILI PEPPERS
Tudo bem, foram no sábado, ñ são metal, mas comento:
Stone Sour = Capital Inicial em inglês, com vocalista melhor. Sonzinho genérico, nada demais. Ah, o Porretnoy tava lá, certo? Até percebi, como percebi o downsizing baterístico (e sem patrocínio). Mas fosse qualquer outro baterista anônimo, daria no mesmo.
Uns deslumbrados no whiplash ficam louvando q o cara tirou os sons em poucos dias. Esse tipo de som o sujeito provavelmente tira cagando, e ouvindo só uma vez…
Snow Patrol: indie europeu, gente sensível, músicos tacanhos, escalação equivocada q poderia ter dado merda, algumas boas melodias. Gostei mais – por achar mais autêntico – q do Stone Sour. Mas ñ pegaria disco dos caras nem em saldão de 5 contos.
Chili Peppers: Flea é foda, mas Chad Smith é MUITO FODA. Fez o único solo baterístico relevante dos últimos 400 anos. Apostaram no seguro, q foram os hits. Uns lados b tb, como “Throw Away Your Television”, foram legais. “Higher Ground” me surpreendeu.
O guitarrista novo, a laRamones quando entrou o CJ, é um clone do Frusciante. Ainda ñ embarangado com goró e droga, e piorzinho q o anterior. Quanto ao vocalista, q dessem algum Red Bull pro sujeito entrar no palco: estava com freio de mão puxado e fazendo show no automático. Imagino-o batendo cartão atrás do palco, no fim, e indo à tesouraria pegar o cachê.
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GLÓRIA
A prova cabal de q houve gente comprando lugar no festival. Monte de playboy nojento (redundância), velhos demais pra serem emo, e q até anteontem provavelmente tocavam new metal. Ridículo demais, uma merda total. DARÃO EM NADA após o showzinho comprado. Q o Multishow cortou sem dó (a pedidos na net?) pra passarem o Sepultura.
Era o namoradinho do André Chatos – o tal Casagrande – na bateria? Revelação baterística, é? Pra tocar aquilo?!?!? Com esse nome, vão fazer muito bem em virar gospel e irem encher o saco de quem, por excelência, mais enche o saco no mundo: dos evangélicos!
Saudade do Charlie Brown Jr.
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COHEED AND CAMBRIA
Nunca tinha ouvido falar. Com o guilherme depondo por aqui, já é a SEGUNDA pessoa q eu vejo q conhece. (A outra é uma amiga capixaba, q esteve por lá TB pra vê-los). Ñ achei ruim (bons riffs), nem bão (músicas muito longas demais). Batera firmão, lembrou no visual o do Machine Head (mas só no visú). O vocal (um dos, tvz ñ tenha sido o samambaia) me lembrou o cara do White Stripes, irritante.
É stoner isso? Mastodon (q nunca ouvi) tem a ver? Ñ achei q tivesse a ver com o Rock In Rio, ainda mais palco principal, mas provavelmente vieram pq empresário deve ser o mesmo de alguma das outras bandas. Compro um disco se achar por 5 ou 10 conto, em promoção.
Trechinho da “The Trooper” acordou a galera. Curti, mesmo sendo pra mim das piores músicas do Maiden. Consolo de ao menos ñ serem banda da moda ou armada.
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MOTÖRHEAD
Infelizmente, a banda mais louvada em vão – como dizia domingo um amigo no Facebook, “hoje é dia de quem não conhece Motörhead falar que é fã da banda e postar no Facebook” – e a mais genérica, gratuita e equivocadamente elogiada. Fizeram praticamente o mesmo set do show em abril, limados 4 sons (“Rock Out”, “The Thousand Names Of God”, “I Got Mine” e – ufa! – “Just ‘Cos You Got the Power”), em lamentável e exígüa 1 hora e 5 minutos de show.
O Deus Lemmy percebe-se estar com a pilha fraca, sim. Infelizmente. Músicas em andamento letárgico-mastodôntico (a “Iron Fist” inicial virou um boogie-woogie), fora o solo de bateria, pro Homem poder agüentar. Teve treta com o ampli de baixo, sim, na “I Know How to Die” (tornada prog – ñ q alguém tenha percebido. Aposto q meia dúzia ali conhecia o som! – com Phil Campbell segurando a onda como nunca), mas temo em pensar q Ele está bem prestes a perder o posto de LENDA VIVA…
Percebi algo errado na “One Night Stand” anterior ao som tornado gigante: Lemmy rateou/vacilou no refrão final. Era indício dos problemas técnicos, confirmados por Mikkey Dee na entrevista seguinte (pras minas lá da tv) e meio q abafados pelo Campbell, q sugeria ao câmera ñ filmar Lemmy dando esporro num cara ali da técnica, findo o show.
Mesmo assim, me gelaram a espinha a “In the Name Of Tragedy” tocada em andamento tal qual do disco (temi q Lemmy tivesse um treco ali. Ñ teve, segurou), a própria “One Night Stand” e a “Overkill” derradeira. Com Andreas Beijador participando – com guitarra emprestada – e aparentemente dando umas notas erradas (eu, q toco bateria, meio percebi. Provavelmente rolou). Mas a galera só conhecia e pedia “Ace Of Spades”. Uh, déja-vu.
A prova do q o amigo no Facebook postou encontra-se a granel por lá. Monte de gente falando q foi do caralho (ñ achei), e todos os clichês de quem conheceu Motörhead BAIXANDO a meia dúzia de sons mais óbvios. Assim como a resenha mais pau mole q já vi alguém do whiplash parir. Revoltante, abjeta, em: http://whiplash.net/materias/news_847/138882-motorhead.html
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SLIPKNOT
O show disparadamente mais visualmente impressionante. Mais pirotécnico. Mais Broadway from Hell, mais show de golfinhos zumbis em Miami. Ñ conheço a fundo os sons, nem acho q curto a banda (passei da idade. Se os tivesse conhecido com 15 anos, usaria máscara na rua e cueca com código de barra), mas curti.
Tocar com máscara é um puta álibi pra se fazer as maiores atrocidades. Tipo o didjêi dando moshs suicidas toda hora. O peso é evidente, de banda a ser separada do modismo imbecil new metal. A bateria girando, impressionante, do baterista igualmente impressionante, deve ter rendido uns 10 dólares de copyright pro Tommy Lee.
Uma pena o despreparo dos apresentadores (o guitarrista posteriormente entrevistado foi bem grosseiro com as apresentadoras, q prontamente tentaram abafar) e a BOSTA de som na tv, q tornou as coisas um pouco mais cacofônicas do q se deveria. Ah, e a lição pra molecada: aquele monte de barril (descontado um de chope legítimo) é cenográfico, com tambores de bateria de verdade dentro. Ainda q servindo mais pros percussionistas ociosos ficarem brincando de elevador, q realmente tocando.
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METALLICA
“Ride the Lightning” (puta merda, tocada inteira!!) e “Orion” (idem!) valeram o show. Estivesse lá, apelo ao clichê de crônica futebolística: teria saído fora e pagado ingresso pra entrar de novo!
Os caras estão nitidamente mais profissas na execução: a guitarra do Kirk, surpreendentemente bem timbrada (bem melhor q nos dvd’s Big 4 e mexicano recentes). Minha impressão é a de q o Trujillo deu sangue novo à banda, proporcionando a eles um olhar de fora, de fã. Isso explica as músicas muitíssimo bem executadas, insisto, bem mais do q do jeito “pau mole” (banda cover ruim de si própria) q predominou tempos atrás.
Fala-se mal do Lars, q ñ está agüentando, coisa e tal. Pra mim, outro clichê idiota. Minha sugestão é ouvir os sons sem olhar pra imagem; parece haver um pouco de POSE do cara nisso. Homenagem ao Cliff – Hetfield falando dele ao fim da “Orion” – soou demagógica na hora, mas ñ: está fazendo HOJE 25 anos da morte dele. Por outro lado, rolou demagogia barata no lidar com o público (esse papo de “família Metallica“ acho bem cretino) e em louvar o Deus Lemmy (aposto q ninguém ali viu o show do trio). A tal jam, q muitos idiotas internéticos cravavam como certa, ñ rolou; ñ q os babacas irão lembrar, pra “cobrar”…
E o repertório supreendentemente contemplou pouco o black album. Achei bão tb por isso. Metade do “Ride the Lighning” tocado, uau. “Welcome Home (Sanitarium)” me foi tb inesperada. Só q os caras lançaram muito dvd recente, por isso me ficou uma certa redundância de sons – “One” é legal, mas já ñ agüento ouvir/ver mais, por exemplo.
Platéia entregue, jogo ganho desde o início, o Metallica honrou os próprios bagos e fez valer o dinheiro dos headbangers.
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Por fim, apenas algumas menções HORRENDAS:
1) o tal MITO de q os Chili Peppers homenagearam filho morto de global. Vão se foder!
Provavelmente contaram a história pros caras – e daí q o moleque era muito fã e tinha banda cover dos caras?? – e impuseram (ou sei lá se ñ pagaram?) pra banda botar a camiseta feia com a cara do moleque, ali pro fim do show. Ñ vi nem ouvi qualquer menção da banda ao rapaz. O tipo de factóide q parte da imprensa noticia e ACREDITA. Daqui 20 anos, vão lembrar desse show por essa HOMENAGEM IMAGINÁRIA. Q a mãe vá fazer um pouco de terapia. Ajuda.
2) KORZUS
Os caras têm 30 anos de banda. Se acham pioneiros, e o fato de sobreviverem esse tempo todo parece lhes dar a CERTEZA disso. Mas, naquele q seria o ponto alto de suas carreiras, fazem show mezzo coverpunk em palco secundário do festival (ñ acho q teriam q estar no principal. O Sepultura – apesar dos pesares, e do Derrick), com uns convidados meia boca dos quais nem vi sombra na transmissão.
No entanto, o memorável momento, a redefinir para sempre o conceito de VERGONHA ALHEIA, foi Marcelo “Grecin 2000” Pompeu (tá pintando o cabelo na cara dura!!) entoar o “Hino Nacional” nalgum momento. Por conta daquele raciocínio obtuso de louvar cena brasileira e misturar com patriotismo zagállico.
A tintura no cabelo deve ter entrado pelo couro cabeludo e aplacado os poucos neurônios q (inexplicavelmete) sobreviveram nele com o passar dos anos. Daqui 10 anos, tocarão no próximo Rock In Rio e ele certamente rezará o “Pai Nosso”.
1. Max saindo mimimi do Sepultura 2. Dave Lombardo saído/demitido do Slayer
3. segunda debandada de Dio do Black Sabbath [“Dehumanizer”: coito interrompido] 4. Steven Adler demitido do Guns N’Roses [pra mim, o início do fim] 5. Bruce Dickinson saindo esquisito do Iron Maiden
6. Tarja demitida covardemente do Nightwish
7. Marty Friedman puxando o carro do Megadeth
8. Jon Lord anunciando aposentadoria do Deep Purple
9. Würzel, na surdina, saindo/demitido do Motörhead
10. Steve Souza saído/demitido a caminho de show do Exodus por aqui, ocorrido com um tremendo idiota substituto q ñ sabia as letras
Bônus Faixa de Gaza: Uli Küsch saindo brigado do Helloween pra dar… em quê??
E valendo a regra atávica de sempre: empatar 2 sons em APENAS 2 ÁLBUNS. Ñ mais.
E, de minha parte, repleta de omissões. Q eu nunca fui assim fã do sujeito solo.
“Blizzard Of Ozz” – ñ tenho “Diary Of A Madman” – “S.A.T.O.” “Speak Of the Devil” – ñ tenho “Bark At the Moon” – ñ tenho “The Ultimate Sin” – ñ tenho “Tribute: Randy Rhoads” – “Mr. Crowley” “No Rest For the Wicked” – “Miracle Man” e “Tatooed Dancer” “Just Say Ozzy” – ñ tenho “No More Tears” – “I Don’t Want to Change the World” e “Mama I’m Coming Home” “Live & Loud” – ñ tenho “Ozzmosis” – ñ tenho, mas ouvi: “Perry Mason” mesmo “The Ozzman Cometh” – ñ tenho “Down to Earth” – ñ tenho “Live At Budokan” – “I Don’t Know” e “No More Tears” “Under Cover” – ñ tenho “Black Rain” – ñ tenho “Scream” – ñ tenho
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QUESTÕES PERIFÉRICAS OUTRAS:
* deveria ter aposentado? FAZ TEMPO. MAS SEGUE ESCOLA ROLLING STONES e KISS DE “ÚLTIMA TURNÊ”
* deveria voltar ao Black Sabbath original? Ñ. A ESTA ALTURA, PRA QUÊ?
* Randy Rhoads, Jake E. Lee, Bernie Torme, Zakk Wylde, Joe Holmes ou Gus G? Ñ TENHO A MÍNIMA IDÉIA!
* “Speak Of the Devil”, “Live & Loud” ou “Live At Budokan”? BUDOKAN, PQ É ÚNICO Q TENHO/OUVI
* melhor cover? “HELLRAISER” É ESFORÇADINHA…
* por ordem, morre quem 1º: Ozzy, Lemmy, Bento 16 e Sharon Osbourne? BENTO 16, OZZY, SHARON e LEMMY
periférica adicional:
* consegue ainda pôr pra ouvir “Crazy Train”? NEM!!!
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melhor formação: sei lá eu pior formação: ???
3 melhores capas: “No Rest For the Wicked”, “Blizzard Of Ozz” e “Live & Loud” 3 piores capas: “Bark At the Moon”, “Live At Budokan” e “Down to Earth”
3 melhores clipes: “Miracle Man” (corrigindo), “Perry Mason” e “Gets Me Through” 3 piores clipes: um oitentista com lantejoulas (ñ sei nome), “No More Tears” e “Bark At the Moon”
Ouvi uma nova do Dream Theater ae. Nem lembro o nome. A impressão q me ficou foi a de q ñ mudaram coisíssima alguma. Tanto auê pra soarem igual a antes?
Mas daí cheguei à conclusão de q realmente mudar baterista ñ mudaria em nada a banda. Vai mudar – e pra pior – a hora q rancarem o Jordan Rudess ou o Gralha LaBrie de lá.
Em conversinha à tôa tida com o miguxo Rodrigo no Facebook, ponderava ele sobre o Mike Porretnoy estar quebrando a cara: a banda continuou sem ele – cagaram e andaram em compasso 9/16 – e, pra piorar, andam tocando ao vivo qualquer som q ñ tenha letras dele.
O sujeito vem tentando emplacar alguma banda nova, no mesmo naipe das bandas prog virtuais brasucas: tentando causar alguma coisa na net. Cara de q ñ sairá muito coelho desse mato. Aposta antipática minha.
E aí começa a apelação: notas whipláshicas (q nem li), dando conta do sujeito estar processando a ex-banda. Por q catso? Pra aparecer. Ou pq ñ lhe devolveram as cuecas q ficaram dentro dum dos bumbos, sei lá.
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Os demais, na minha opinião, adotaram a postura mais sábia e sóbria: tirando uma ou outra alfinetada pra cima do MALA, vão é deixando o seboso se enforcar, e por tabela entregar os reais motivos da cisão.
(Ah, sujeito vem num freela com o Stone Sour – quem??? – tocar por aqui, tirar uns trocados).
E minha conclusão é a de estarmos assistindo ao nascimento dum novo Paul Di’Anno, sujeito mequetrefe q passará os próximos anos tentando manchar a ex-banda, mas só conseguindo PROMOVÊ-LA e afastar ainda mais os fãs ñ totalmente xiitas. Poderia aprender (aliás, verbo por ele pouco conjugado) com o Charlie Sheen, q fora ganhar indenização da tv pela demissão, ainda saiu falando bem da série sem ele, desejando – hipocritamente ou ñ – boa sorte a quem ficou. Posa de bonzinho e a longo prazo vai se mantendo.
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Chequinho com royalties vai chegar uma vez por ano.
Os trocentos projetos paralelos/tangenciais/co-secantes/perpendiculares continuarão com a devida repercussão nula (no máximo, com selinho de “ex-Dream Theater“ na capinha dos cd’s), de quem CONTINUA desesperado pra tocar com quem quer q seja, até meio sem critério.
E aí, ao invés das comparações recorrentes e estéreis com Neil Peart, fico aqui pensando: se o mundo fosse realmente como aquele filme do M. Night Shayamalan, “Corpo Fechado”, o Porretnoy certamente seria o AVESSO dum Dave Grohl.
O q tem o Dave Grohl?
Toca com monte de gente e ñ soa seboso. Soa gente boa, q se oferece de boa pra tocar com os outros. Ou q é convidado, sem bajulações. E toca/tocou com Queens Of the Stone Age, Killing Joke, Juliette & the Licks, Garbage, Nine Inch Nails, Them Crooked Vultures e sei lá mais quem. Ou mesmo em jams acháveis no You Tube, com pessoal do Rush ou do Led Zeppelin.
Porretnoy, o mais perto q chegou do Rush foi CAGAR nas músicas q executou (sim, duplo sentido!) em “Working Man”; do Led Zeppelin, montar banda cover. Toca com monte de gente? Sim, monte de gente q toca prog, comunidade mais autista q aqueles amish estadunidenses.
O q quero concluir: Porretnoy toca MUITO MELHOR q Grohl. Mas periga virar fóssil de revista de baterista. Grohl simplesmente saiu da acomodação de ter feito banda duma puta banda (gostando-se ou ñ, o Nirvana foi grande. E o sujeito poderia viver da fama de “ex-Nirvana“) e montou outra – sem qualquer viuvice ou sentimentalismo atroz – ainda mais bem-sucedida.
Ah, gravou o 1º do Foo Fighters sozinho, sem ninguém o chamar de punheteiro.
Enfim.
No mais, um link dum gringo esculachando o sujeito (Porretnoy, ñ o Grohl), q achei bem interessante. E nada dado a totemizações:
No q aproveito o ensejo pra perguntar aos especialistas de plantão:
* guilherme: é banda conhecida? True? Posers?
* Rodrigo: quem toca teclado e bateria é menino ou menina? ahah
De minha parte, nem curti. Fazem o Poison parecerem os mendigos daqui da rua. O Mötley Cü parecer o Tribo de Jah…
Fico tb pensando q é tudo mentira esses caras do Franga dizendo q estouram no Japão. A ñ ser q se encham de maquiagem, pra tirarem rapidinho quando voltam.
Mas encontrei, por conta e risco, outro som, q quase curti. (Curti a bateria).
Ñ MILITASSEM NA MÚSICA, NOMES Q ESTARIAM EM MANCHETES COMO SERIAL-KILLERS DE PLANTÃO
(OU Ñ)
1. Jeff Hanneman [Slayer] 2. Trent Reznor [Nine Inch Nails] 3. Phil Anselmo [Pantera, Down, Superjoint Ritual…] 4. Layne Staley [Alice In Chains, Mad Season] 5. Chuck Mosely [ex-FNM] 6. Dino Cazares [ex e atual Fear Factory] 7. Martin Gore [ahah Depeche Mode] 8. Johnny Lee Middleton [Savatage] 9. Ahrue Luster [ex-Machine Head] 10. Robert Trujillo [Metallica e ex um monte]