dezembro 2008
LILKER IT OR NOT
Cara de boas, às vezes excelentes barra (/) memoráveis, entrevistas, é Dan Lilker, o nômade e auto-proscrito do thrash.
Ñ foi diferente desta vez, na nova edição do zine Rock Brigade, q conta com entrevista com o próprio falando de (nova) volta do Brutal Truth, com álbum já intitulado (“Evolution Through Revolution”) a caminho.
[Aliás, será pauta pra ano q vem uma coisa: algumas novidades e mudanças editoriais brigadeanas q me soaram bastante interessantes nessa nova ae, q comprei acho q pq a fila na Saraiva do Shopping Ibirapuera andava meio grande, e eu precisava de algo pra ler…]
[Aliás outro: Tucho, tem como vc mandar aquele link daquela entrevista gringa epistemológica com o sujeito? É q ñ lembro em q post vc a postou…]
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Trechos sinceros e esclarecedores de alguém q jamais teve rabo preso (q a única mancha no currículo, pra mim, foi voltar com o S.O.D.) ou comungou do politicamente correto:
RB – O q vc acha deste ‘thrash revival’, em voga nos últimos anos?
LILKER – Acho legal! Isso mostra q se trata de música duradoura, com verdadeiro poder de fogo. Cá entre nós, vc ñ vai ouvir falar de Limp Bizkit em 20 anos! Às vezes converso com garotos nos shows, ou em qualquer lugar q seja, e me dizem q se ñ fosse por mim, eles ñ teriam uma banda, e etc. É muito bom ouvir esse tipo de coisa!
RB – E o Nuclear Assault?
LILKER – Acho q a banda realmente parou desta vez. O John é professor de história numa escola. Até cortou o cabelo, para se parecer com uma pessoa normal (risos).
RB – Mas vcs vieram recentemente ao Brasil, ñ? O q lembra dos shows?
LILKER – Foram bons. Acho q a última vez foi em 2005. Tocamos em São Paulo, Brasília, Belo Horizonte. Teve outra vez, acho q em 2002, q começaram a jogar coisas no palco durante uma jam com os caras do Sepultura… Ñ entendi aquilo. O John até perdeu o tênis, quando voltou do mosh! Mas eu ñ ligo muito pra isso, contanto q ninguém me esfaqueie (risos)!
RB – Por q vc dediciu formar o Brutal Truth enquanto ainda estava no Nuclear Assault?
LILKER – Estava meio entediado tocando aquele tipo de música. Precisava de um som mais extremo. Vc vê, aquelas músicas como “Hang the Pope” era o máximo q eu podia fazer para levar a banda a um patamar mais extremo (risos). Uma banda de thrash tem seus limites.
(…)
RB – Vc ainda morava em NY no dia dos atentados 9/11?
LILKER – Sim! Trabalhava numa farmácia. Mas era no Queens, afastado de Manhattan; então ñ tive de me preocupar em encontrar minha família, ou chegar em casa a salvo. Claro q foi horrível, mas apenas assistimos a cobertura pela TV e dissemos ‘puta q pariu’! Foi isso.
(…)
RB – Então vc ñ segue nenhuma religião? O q acha do satanismo?
LILKER – Ñ, ñ quero me filiar a nenhuma religião! Se vc for ver, o satanismo do La Vey é totalmente baseado no humanismo. Ouço música satânica só pra irritar as pessoas (risos).
HEAVY METAL
MELHORES SONS REDUNDANTES DA VEZ:
1) “Heavy Metal Do Senhor”, Zeca Baleiro (“Por Onde Andará Stephen Fry?”)
2) “Heavy Metal Hamsters”, Helloween (“Pink Bubbles Go Ape”)
3) “Heavy Metal Universe”, Gamma Ray (“Powerplant”)
4) “The Gods Made Heavy Metal”, Manowar (“Louder Than Hell”)
5) “Heavy Metal (Is the Law)”, Helloween (“Walls Of Jericho”)
6) “Heavy Metal”, Judas Priest (“Ram It Down”) *
7) “Heavy Metal: The Black And Silver”, Blue Öyster Cult (“Fire Of Unknown Origin”)
8) “Heavy Metal Breakdown”, Grave Digger (“Heavy Metal Breakdown”)
9) “Heavy Metal Angels (In Metal And Leather)”, Heavy Load (“Death Or Glory”)
10) “Heavy Metal Soldiers”, Iron Angel (“Hellish Crossfire”)
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* álbum resenhado por aqui neste blog
AINDA NATAL…
Pq Roberto Carlos é o cacete!
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=vVUAuNffCSA[/youtube]
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O NATAL E O METAL
Singelo conto escrito pelo comparsa e apóstolo Marcio Baron (dos tempos de psicografia do “Evangelho Segundo Lemmy”) por conta da data festiva de hoje, de louvarmos o Messias…
… e seus 63 anos convictos.
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James Hetfield ainda pivete, praticante assíduo do headbanging, feliz morador da Bay Area, estava ansioso.
Ansioso para esperar o Papai Noel, pois aquele ano ele havia feito um pedido muito especial.
Horas passam, e o jovem cabeludo adormece, e é claro que nessa hora é que o bom velhinho aparece.
Porém, este Papai Noel estava um pouco mais impaciente… entrou tropeçando, praguejando e resmungando de tudo. James, acordou com o barulho e reparou que o bom velhinho era velhinho, mas não usava vermelho, não tinha barba branca, nem ao menos era simpático:
“PUTA QUE PARIU, É O LEMMY O PAPAI NOEL!”
exclamou o jovem banger. E na mesmo hora já levou um pescotapa e um esporro:
“Cacete, pivete, eu tô tão gordo assim??? Eu não sou o Papai Noel, eu sou o Lemmy!”
O James travou, igual ao Chaves, depois começou a endoidar de vez:
“Cáspita! o Lemmy me deu um pescotapa! E dentro da minha casa! UUAAAUUU!”
E nesse momento é abençoado com outro pescotapa.
Depois de uma olhada mais séria de Lemmy, daquelas que põem juízo em gay, James se recompõe e pergunta o que carabolas o Deus Lemmy fazia dentro de sua casa.
Lemmy responde com clareza:
“O barrigudo do Noel pediu pra quebrar essa pra ele. Ele foi ontem no Show do ZZ Top e travou. Agora tenho eu que carregar os presentes e andar por aí nesse trenó de menininha que ele tem.
E o pior não é isso, o pior são as renas. Tô quase assando uma.”
James, ainda impressionado com a presença de Lemmy em sua casa, e não com o fato de ser amigo do Papai Noel, pede autógrafos, apertos de mão, cosquinha na verruga etc., aquela tietagem baitola de se esperar. Mas Lemmy o interrompe.
“Ô, pivete, tá legal, valeu a frescura toda aí, mas tem mais gente esperando os presentes. Vai, desembucha o que tu pediu pro véio barrigudo.”
James fica vermelho, roxo, preto, magenta… treme, geme, contorce. Enfim, tava se borrando todo.
Por quê? Simples, aquele ano James pedira algo para ficar mais parecido com seu Deus, algo bastante singular… ele pediu uma verruga igual a de Lemmy.
“Então… équi…équiiii…”
Lemmy estressa:
“Fala, PoRRA!”
“Bem… eu pedi uma verruga igual a sua.”
Lemmy olha de novo com o olhar de pôr juízo em gay e anuncia:
“Á MULEEEKKEEEEE!!!”
E James leva outro pescotapa, só que no nível Chuck Norris de dar, porra.
“Pequeno viadinho, você quer uma verruga igual á minha?!?! Sem chance, isso é exclusivo e inimitável! Ninguém vai ter uma veruga igual à minha! Entendeu? Ou precisa de outra porrada???”
James nem abre a boca, apenas responde com a cabeça.
“Toma aqui. Leva esse boneco do Falcon que tá tudo certo. Tchau aí por que eu já demorei demais aqui.”
E vai embora resmungando:
“Molecada do caralho… querendo uma verruga igual á minha. Vai levar é umas porradas pra aprender…”
Mesmo com uma dor no pescoço considerável, que durou até a turnê do ‘Master’, este foi o Natal mais feliz de sua vida. E seria de muitos outros tambem, como você.
E assim termina o melhor Natal de James, contado em: ‘O Natal e o Metal’.
“Lemmy bless you”
“Lemmy Saves”
GELAAAAAAAAAADO!!
Dizem estar vendendo pra caralho isso nos EUA:
Como se vender nos EUA fosse alguma coisa ainda.
De qualquer modo, a pergunta da vez por aqui é:
E AE? OPINIÕES A RESPEITO??
Dou uma minha, por ora:
fora “Smash’n’Grab”, q gostei por o riff me lembrar Rush véio, de “War Machine” (q acho q ao vivo ficará o bicho) e “Stormy May Day” (com o riff western inspirado, q a mim corroeu um tanto a lenda – mas tb o restante do álbum – de q o AC/DC ñ muda de som jamais. Mesmo q por acidente), minha DECEPÇÃO é a de alguém q esperou bastante pra q os caras relançassem o “Fly On the Wall”…
“MÚSICA PRA LIMPAR A BUNDA”
Mesmo estando estupefato ante saber q há gente q elege trilha sonora até mesmo pra isso…
E mesmo sabendo q o prazo de validade dos Slipbozos vai caducando (ñ lançaram álbum aí, meio ignorado?), ñ posso deixar de registrar ter adorado a declaração impoliticamente correta do tal Corey Taylor sobre o Coldplay, seu álbum recente e a serventia devida, postada ali no whiplash.
Em: http://whiplash.net/materias/news_880/081446-slipknot.html
No entanto, mesmo abominando Coldplay, e ciente de q a horda vil e sanguinária dos leitores deste Thrash Com H simplesmente ABOMINA ou IGNORA Slipbozos (eu ñ. E embora ñ seja fã declarado, digo q passei a respeitá-los; sobretudo por causa daquele monstro – ops! – q é o baterista), lanço cá a indagação:
e a música do Slipknot serviria pra quê?
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(a melhor, ou mais criativa, ou mais ignominiosa resposta, ñ ganha nada. Apenas risos soltos de todos por aqui, e a certeza de levantar o astral nessa época meio combalida)
SEM NÚMEROS UM POUCO
MELHORES SONS CANINOS:
1) “Dog-Face Boy”, Motörhead (“Sacrifice”)
2) “Dog Years”, Rush (“Test For Echo”)
3) “Evelyn, A Modified Dog”, Frank Zappa (“One Size Fits All”)
4) “Dog Faced Gods”, Testament (“Low”)
5) “Moondog”, Golpe De Estado (“Forçando A Barra”)
6) “Dog Eat Dog”, AC/DC (“Let There Be Rock”)
7) “By-Tor And the Snow Dog”, Rush (“Fly By Night”)
8) “Dog Day Sunrise”, Fear Factory (“Demanufacture”)
9) “Too Many Puppies”, Primus (“Frizzle Fry”)
10) “Sleeping With the Dog”, Jethro Tull (“Catfish Rising”)
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faixa-bônus pra versão japa da lista: 11) “Bark At the Moon”, Ozzy Osbourne (“Bark At the Moon”) ahahah
SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA THRASH COM H
“Yersinia Pestis”, Torchbearer, 2004, Metal Blade/Cold Records
sons: ASSAIL THE CREATION * / SOWN ARE THE SEEDS OF DEATH * / DEAD CHILDREN, BLACK RATS / FAITH BLED DRY * / BEARER OF THE TORCH / PEST COMETH / FAR ADVANCED CLOSURE * / THUS CAME DYING UNTO KAFFA * / SHORESPREAD GOD / FAILURE’S DAWN *
formação: Pär Johansson (vocals), Christian Älvestam (guitar), Mikael Degerman (bass), Henrik Schönström (drums), Patrik Gardberg (guitar)
additional guitar solo by Thomas Johanson
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Fenômeno q muito me aconteceu era o de cair em mãos algum cd desconhecido, de banda igualmente desconhecida, cuja apreciação gerou surpresa e sede de sangue. Em tempos de internet, a ocorrência vinha caindo a praticamente zero.
Até semana passada, onde encontrei este “Yersinia Pestis” na mesa do meu irmão, e, munido de curiosidade + compulsão por copiar cd’s no hd, me deparei com daqueles álbuns q tb valem o clichê “jamais julgue um livro pela capa”. Pois analisando-a precipitadamente, a impressão é de alguma banda lendária obscura dos 80’s e/ou sub-Grave Digger (q os titulares já são sub-Judas o bastante pra mim…), cuja única discrepância visível era o logotipo meio true.
Ñ só. O som tb é do cacete!
Foi rolando a “Assail the Creation” inicial – e q outra alvissareira surpresa ouvir cd cuja faixa inicial ñ é violãozinho, barulhinho de trovão ou intro tecladística pernóstica! – e a consulta aos Metal Archieves (necessária por conta de ser cd pirata, sem informação alguma) foi me revelando ser esses Torchbearer banda ativa, sueca, e q mescla black, death e thrash melódico. Sim e ñ.
Pricipalmente ñ a última parte. Pq sendo vc tb alguém indignado perante a diluição e deterioração q se tornou o death/thrash melódico – de bandas muitas vezes wannabe new metal, porcamente pegadoras de inspiração no Carcass no mais superficial das guitarras graves harmonizadas – digo q aqui ñ há aquele ímpeto equivocado de quererem ser o novo Arch Enemy ou In Flames: este álbum é vertinginoso, urgente, preciso, de cair o queixo. De fazer jus a mais outro clichê: um PETARDO.
Tem riff cáustico pra cacete aqui, tem solos ríspidos tb, e alguns acima da média (realmente ótimos), partes de 2 bumbos, blasts beats à vontade (e ainda mid-blasts, q é como chamo a batida ENTRE a thrash e o blast), tem vocal urrado, vocal rasgado (aliás, parece às vezes ter 3 vocalistas a banda – como o início de “Sown Are the Seeds Of Death”, com 3 urros iniciais diferentes), existem partes cadenciadas conduzidas em ride (tipo Dave Lombardo no “Reign In Blood”), e tb algumas em crashes (sem soarem chatas nem pula-pula, pq sempre com 2 bumbos. Jamais rappeadas) e tem até harmonizações guitarrísticas – poucas e propriamente thrash melódico (em “Dead Children, Black Rats” sobretudo) – q ñ soam flácidas, bem pelo contrário.
Nenhum dos 10 sons começa lentinho pra daí engrenar: todos vão direto ao assunto, com riff na cara, base contundente ou passagem baterística (“Faith Bled Dry”). Assim como os finais, q nenhum é em fading. Como se os caras estivessem realmente necessitados de mostrar serviço. James Hetfield recentemente declarou de Rick Rubin haver instigado o Metallica a cometer o “Death Magnetic” como estivessem pra conseguir o 1º contrato de suas vidas: discutível isso enquanto resultado, mas “Yersinia Pestis” cabe nesse espírito, nessa atitude. Até por ser a estréia de fato da banda, q consta ter ainda outro álbum, “Warnaments” (2006), conceitual sobre batalhas navais da 1º Guerra, com capa q achei belíssima.
Observação conceitual outra: yersinia pestis é o nome científico da bactéria hospedeira dos ratos durante os anos infecciosos da Peste Negra na Europa, e as letras do álbum giram em torno dela, o q o torna conceitual sobre o mesmo mórbido período, o q além de true soa óbvio: como é q me parece nenhuma banda tê-lo feito até hoje?
Pra opositores de plantão tb cabe dizer serem os elementos black bem sutis: uns momentos vocais horrendos climáticos – em “Black Children, Dead Rats” ou “Shorespread God” – e ainda partes guitarrísticas harmonizadas – ufa!, no lugar de teclados – porém pertinentes (em “Far Advanced Closure” e “Pest Cometh”), embora menos constantes na receita coesa q é isto aqui. Álbum q soa feito por gente q SABE TOCAR, tirar timbre legal (a ñ ser q o produtor tenha sido aquela “mãe”) e gravar bem (mesmo o baixo se ouve regularmente), além de nitidamente gostar de várias veretentes no metal extremo, bem mais do q quererem atingir públicos-alvo diversos.
Pq a descrição das constantes variações nos sons (abaixo) com outras bandas poderia soar assim. Ainda outra coisa surpreendente: ñ soa disco feito em Pro Tools, q se usado, o foi discreta e cirurgicamente.
Enfocando os sons por aqui numa outra perspectiva: soam inversos àqueles álbuns – de q ñ recordo nenhum no momento pra exemplificar (sugiram ae!) – compostos de poucos sons contendo trocentas partes, dos quais às vezes reclamamos pensando “tivessem feito 3 sons diferentes, ao invés de 1 apenas com o tanto de riffs e passagens, o trabalho seria (ainda mais) do caralho”. É tudo muito sucinto e cativante, justamente por isso. Poucas são as variações composicionais das faixas, mas o resultado ñ é o dum catadão monótono de faixas parecidas. Sempre com algum riff thrash (predominantes) ou death (floridense, ñ sueco) conduzindo as coisas e as batidas alternantes entre o thrash, o mid-blast, blast e o cadenciado num mesmo som, sem soarem maçantes nem automáticas.
Pessoalmente me agrada muito o trampo do baterista Schönström de, em muitos sons, fazer batidas (com andamentos) diferentes às vezes prum mesmo riff, q “Pest Cometh” sobretudo reflete; ou em “Failure’s Dawn”, quando taca blast numa levada mais cadenciada, sem soar forçado. Ñ chega a ser o destaque instrumental – q eu atribuiria por muito pouco ao trampo guitarrístico e à versatilidade vocal – mas ainda as constantes viradas, todas muito justas e objetivas (sujeito sabe tocar, mas ñ quer ostentá-lo, ao mesmo tempo q ñ consegue ser mais xucro), constituem trunfo no material.
Pequenos detalhes outros de sons, pra instigar audição/download: 1) “Assail the Creation” entra comendo solta, com solos alavancados já de cara. E tem uns riffs thrash cativantes q me remetem a algo – sem ser chupim – q ñ consegui ainda precisar; 2) “Bearer Of the Torch” tem a única BREVE parte com guitarra limpa, ñ sendo exatamente limpa (sem efeito), e dá a deixa dum trabalho de duas guitarras o tempo todo bem interessante e variado: percebe-se a atuação de Älvestam e Gardberg nada redundantes entre si; 3) “Far Advanced Closure” entra de cara com blast e contém trampo baterístico de chimbaus abertos em contratempo bem legal. Fora uns riffs numas paradinhas q denotam influência de Slayer antigo e Death; 4) “Shorespread God” contém o único blast a la Cannibal Corpse no trampo, junto de partes de solo, fora pegada Testament na levada mais cadenciada; 5) “Failure’s Dawn” tem batida no vocal q quase q arrasta/atrasa as coisas (tipo “Atitude Zero”, do Ratos De Porão), e aí o riff quebra ficando seco em paradas bruscas junto do vocal algumas vezes. Por outro lado, soa esquisita em conter um solo de bateria quase ao fim (!?!?).
Posso estar enganado, ou andei distraído, mas ñ me recordo de qualquer resenha ou entrevista com o Torchbearer ou sobre qualquer um de seus álbuns nas revistas magnas nacionais, o q é algo q me soa no mínimo contraproducente: tanta banda tranqueira e/ou derivativa e/ou sem gana e/ou projeto de estúdio e/ou marqueteira q vem sendo incensada…
Claro q o material decantado por aqui ñ é em absoluto original (ñ há ruptura de paradigmas ou tentativas de se criar novo estilo), ao mesmo tempo em q ñ é assim uma porcaria – mesmo alguns riffs thrash, geradores dalgum deja-vu, ñ soam imaturidade chupinhada de bandas consagradas – com a banda soando SINCERA e coerente na plenitude dos 36 minutos nada exígüos deste disco, de modo q, além de indicar à freguesia tchaptchura deste blog, eu tb o recomendaria com muito amor no coração à gente órfã do The Haunted 2 primeiros álbuns e a headbangers q consideram o Torture Squad meio água & óleo em seu amálgama técnico.
Pra fechar com o último clichê: grata revelação!
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CATA PIOLHO CLXXIV – Bizarro: “Pretty Hate Machine”, estréia fonográfica do Nine Inch Nails, quando ouvido na ordem vai revelando nenhuma das batidas (programadas) de nenhum dos sons contar com qualquer espécie de pratada/crash. No entanto, o álbum ñ fica totalmente isento disso – o q certamente o credenciaria à menção no Guinness Book – mas das 10 músicas de q é feito, a única vez em q acontece é na penúltima, “The Only Time”. Piada involuntária??
GUITAR HEROES, PORRA!
Tá, Kerry “Burger” King tvz nem se encaixe tanto na categoria. No máximo, de Rei dos Solos Alavancados Sem Sentido. Mas o Marty Friedman…
E coisa pra ficar pensando na lástima em ñ haver esse tipo de programa na tv brasileira. Karaokê de guitarristas. (Tudo bem q, em havendo, só haveria Ardanuy e Ki-Cu. Mas um Hélcio Aguirra a cada ano bissexto valeria assistir). Como assim?
Vídeo roubado do orkut, dum cara q postou tirado do You Tube. Programa de tv japonês, com Marty Friedman meio de apresentador/entrevistador…
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=5n9fpNRGFyw[/youtube]
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E fora bradar “videogame de cu é rola”, uns detalhes aleatórios a mim chamativos:
1) o babaca sub-apresentador, ou claque, ocidental, completamente bobão. Aliás, já vi programas em tv japonesa, e o q nunca entendi foi por q colocar ocidentais tanto assim no ar…
2) Burger King recusando (será q sabe?) tocar “Hotel California”
3) Burger King tocar praticamente um terço de “No Remorse” (Metallica) e demorar quase meia hora pra conseguir lembrar o NOME do som.
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Bizarro, perturbador, mas tb reconfortante perceber alguém com o mesmo mal q eu ahahah
Pelo menos NISSO eu teria requisito pra tocar no Slayer!



