Pra coroar a semana meio murrinha e desinteressante (visto a carapuça, sim, Cassio!), segue um vídeo.
Q eu poderia intitular “Manhê, Eu Tô No You Tube”, mas melhor ñ.
E q é uma historinha besta de mesa de bar assim: em 11 de Janeiro último, comemorei (alguns só bebemoraram) meu aniversário numa esfiharia ao lado duma Igreja Renascer (q é onde estavam as mesas na calçada, em frente dela).
E aí o papo, sei lá por q, foi pra Caco, o Sapo, aquele do Muppets, e a imitação tosca q faço dele… Com o adendo de imitar tb o Dave Murray, q o miguxo Inácio insiste em achar q a cara de um é focinho (literalmente) do outro ahah
A miguxa Danny Poser estava com celular, daí deu o q deu…
Algumas dando conta de q Jim Martin volta junto, outras q ñ, outras dizendo q Mike Patton teria confirmado a terceiro, umas de q o baterista ñ atrapalharia a vida com o Ozzy, outras dando conta de q o baixista ñ está sabendo de nada…
O q sei é o CHEIRO DE PICARETAGEM no ar!
Pq o elemento comum é dizerem da volta pra “festivais” europeus tão somente. E aí me vêm as impressões:
1) boato picareta de organizador de “festival” tentando vender ingresso
ou
2) alguém ex FNM (tipo o tecladista, condenado desde o fim da banda ao Ostracismo) se aproveitando pra chamar atenção
ou
3) vão voltar mesmo, e meio na surdina, pq alguém da banda deve estar com câncer, ou devendo a mãe pra traficante, e aí rolaria uma beneficência.
Mas seriamente DUVIDO de tudo isso.
E, em acontecendo, seria tremenda decepção. Justamente por ser banda q eu curto pra cacete. Sabe aquela intuição de q, se rolar, vai macular o passado??
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Sem truezice. E apenas pq sou contrário a qualquer retorno de banda, exceto a da Plebe Rude em 2000 (pro disco ao vivo, ñ pro “R Ao Contrário” com o Clemente dos Inocentes) e a do Sex Pistols, praquela turnê assumidamente caça-níqueis e o “Filth Lucre Live”. Por motivos q acho q ñ sei explicar. Licença poética tvz.
E acho q vou tentar votar. Lunático por lunático, por q ñ esses caras? ahah
E se Lemmy já é nome de fóssil dinossáurico…
Enfim: q HAL 9000 o quê!!
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Tirado do whiplash:
O Dia Nacional da Força Tarefa Slayer está chamando todos os fãs da banda no mundo para votar no nome da próxima Estação Espacial Internacional da NASA. A agência do espaço americana criou um website com uma enquete que permite deixar um voto por dia. Não é necessário registrar-se, então é simples e fácil participar.
JT, o co-diretor da NDoS, declarou: “Nós podemos agir juntos para faze-los nomear a estação com algo próximo do coração de todos os metaleiros… Slayer“.
Vá até o site para votar, então selecione a última opção para sugerir um nome: digite Slayer na caixa e clique em “Vote”.
Todos votando para o Slayer mostrarão que existe uma cultura do Metal que não pode ser ignorada – e possivelmente, poderemos ter um pedaço da história espacial com o nome de uma grande banda de metal.
“Just Another Crime… In Massacreland”, Ratos de Porão, 1994, Roadrunner
sons: MONEY * / MASSACRELAND / DIET PARANOIA / SATANIC BULLSHIT* / BREAKING ALL THE RULES (Peter Frampton)* / C.R.A.C.K. (CRIMINAL RATS ARE CHILDREN KILLERS)* / VIDEO MACUMBA* / THE RIGHT SIDE OF A WRONG LIFE / SUPOSICOLLOR* / REAL ENEMIES / QUANDO CI VUOLE CI VUOLE / BAD TRIP / ULTRA SEVEN NO UTA (tema do “Ultra Seven”)
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Quem, como eu, acompanha o R.D.P. anterior ao Gordo virar VJ, sabe q o melhor disco deles é “Brasil” (de 1989), com uma veia thrash metal nunca antes – nem nunca mais – destilada. Claro q com muitas bases inspiradas/chupinhadas do Kreator (culpa do então produtor Harris Johns apenas?), mas tudo bem…
(a hora q me faltarem “Cata Piolhos”, recorrerei a ele)
“Just Another Crime… In Massacreland”, por sua vez, é um puta disco e, ao mesmo tempo, o pior dos caras. Q me lembre, ñ vingou nem pegou nada por conta de sua MAIOR MANCADA: letras em inglês (daí o “pior”. 10 sons em inglês, 1 em italiano, 1 em japonês e só “Suposicollor” – ñ por acaso, o melhor do disco – em português). Ñ dá, R.D.P. em inglês é o mesmo q escola de samba desfilar em finlandês na avenida: ñ rola identificação, é esquisito, fora o fato da maioria delas serem pra lá de clichê. E dá-lhe:
“money runs all the world / money, money keeps you so blind…” (“Money”); “you can’t react / they kill for money / they kill for drugs / just for fun / they use the guns…” ( “Massacreland”); “my name is crack / living in the streets / I kill poor people / they die greeting me, oh yeah!” (“C.R.A.C.K.”); “my brain is melting down / everybody is staring at me / it’s too late, there’s no way / oh my god, set me free!!!”(“Bad Trip”)
Provavelmente por falta de inspiração, e por ilusão de uma carreira gringa (algo confirmado em entrevistas posteriores – precisavam?), fizeram isso; só faltou alguma letra com “last night I had a dream”…
(a propósito: uma pá de banda de metal nacional já cometeu letras com isso, tipo o Volkana e o Mosh…)
“Diet Paranoia”, num pseudo-humor sobre o Gordo precisar emagrecer, tb é ridícula. E foi single/clipe (tosco, com uma geladeira acorrentada a cadeados). Já viu, né?…
A outra mancada é haverem tentado aproveitar o massacre do Carandiru pra conceito de disco – o então Sepultura fez o som definitivo a respeito, “Manifesto” (no “Chaos A.D.”): o resto é farofa.
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Só q pra falar do som, a conversa é outra. É, sim, o “puta disco”. TODOS OS SONS merecem destaque – ñ digo q os sons q ñ asterisquei ñ prestam: só ñ são tão geniais. Pra comparar ainda com o Sepultura, q na mesma época lançava o “Chaos A.D.” e embarcava na viagem de ‘menos é mais’, na qual está até hoje, “… Massacreland” é ousado, bem gravado (produzido pelo tal Alex Newport, genro/parceiro de Max Cavalera no Nailbomb; o Sepultura devia ter gravado com ele…), e, sobretudo BEM TOCADO.
Traz os melhores momentos de Jão e Boka, pra calar quem sempre considerou o R.D.P. tosco. Ñ é pouca bosta: a proposta crossover do Ratos encontra aqui o auge de sua forma (mesmo “Video Macumba”, e “Suposicollor”, as mais propriamente hardcore,ñ são só isso), e o q é melhor: com uma cara completamente própria.
Montes de riffs e bases inspirados (“Money” e “C.R.A.C.K.”), solos (“Real Enemies”), guitarras dobradas (“Satanic Bullshit”- perfeita, e exceção à ressalva q fiz às letras, em sua crítica ao satanismo metálico babaca), passagens com pedal duplo (“The Right Side Of A Wrong Life”, “Quando Ci Vuole Ci Vuole”), dissonâncias pouco estereotipadas, viradas e paradas bruscas thrash (“Satanic…”, “Massacreland”), timbragens diferentes de caixa num mesmo som, intros e efeitos e saturações, músicas maiores q o comum – e ñ cansativas como eram as do anterior “Anarkophobia” (“Money” quase chega a 6 minutos) – e uma demonstração de TÉCNICA e VONTADE q os caras ñ + cometeram (há até o Gordo tocando percussão em “Video Macumba”, fora as vocalizações diferenciadas, porém inteligíveis, q até hoje mantém): hoje viraram banda ‘cult’, pioneiros, “lendas” – e só repetem, diluídamente, algumas coisas surgidas daqui. Se acomodaram, enfim.
Os covers: “Breaking All the Rules” soa melhor q a do “Ultra Seven”, pq foi gravada e arranjada a sério (entra no conceito do disco, afinal), ao contrário da 2ª, q pareceu mais zoeira. Chegou a tocar no rádio, e deveria voltar a: é fiel ao original e ao mesmo o supera. O encarte, curioso, traz fotos de ditadores como Mussolini, Duvalier, Franco e Hitler ainda bebês, e ilustra tb o papo sobre crianças pobres, vitimadas ou corrompidas pela sociedade.
“Suposicollor” vale postar tb a letra [segue no ‘so let it be written’]: fala do Fernandinho “cheirador” Collor, e sua corja de marajás, ministros e puxa-sacos corruptos. Além de aludir a seu vício crônico em cocaína q, segundo denúncias do próprio irmão, Pedro Collor, incorria em uso de supositórios de cocaína tb com freqüência.
Outra letra ñ tão dispensável é a de “Video Macumba”, referente a Mike Patton e um video assim intitulado, por ele trazido em alguma turnê do Faith No More, repleto de baixarias, coprofagia, zoofilia e gosto pelo bizarro e sexo pervertido.
Disco ignorado (como a maioria do q resenho por aqui), “Just Another Crime… In Massacreland” é o elo perdido do Ratos De Porão e do q poderia se tornar uma tendência no heavy metal nacional. Falta ser redescoberto (ñ sei se tem em cd…).
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CATA PIOLHO 39 (tributo a Dave Mustaine, parte 2 de 3) – na linha do q o ainda Metallica fez ao lançar “Metallica”, Mustaine desovou “Countdown to Extinction”, q só ñ é literalmente chupação de conceito, por ñ se chamar “Megadeth” (aí seria demais). Mas de resto, é a mesma receita: todos os sons têm refrão, baterias retas, gravação/produção moderna. Fora isso, o q é aquele início de baixo distorcido crescente em “This Was My Life”: inspiração em “Phantom Lord”, ou o quê?
Pauta besta arrumada de última hora. Hora em q eu ia desligar o computador por falta de assunto. E besta ñ por bestice minha (ñ desta vez ahaha), mas pela matéria ridícula.
E como faz tempo q a gente por aqui ñ fala mal do sujeito, aí vai.
Do whiplash, citando matéria do jornal A Tribuna, de Santos:
Homens revelam o que fariam se fossem mulheres por um dia.
Depoimento de Andre Matos:
“Cantaria como uma mulher. Puxando para o lado da música que é minha área, adoraria poder cantar como uma mulher. Sou fã da voz feminina. Acho mais bonita que a voz masculina. Inclusive, tenho uma coleção de discos de cantoras.
Então, se eu fosse mulher por um dia, aproveitaria meu dom para cantar coisas que, como homem, não consigo. Gostaria também de aproveitar esse dia para subir no palco, numa ópera, e ser a soprano. Essa seria uma realização para mim se eu fosse mulher por um dia.
(Ou, como organizar um show com algum público garantido. Se valendo da ingenuidade alheia)
(uma leitura complementar de “10 Motivos para Odiar os ‘rock Bar'”, no www.exiliorock.com.br, é sugerida após a deste post)
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Primeiro show no ano, 1º em q ganhei ingresso. E lá fui. Intuindo a presepada.
Q me parecia pelo fato de haver 5 (CINCO) bandas de abertura, mal disfarçadas sob o nome “Extreme Hate Festival” (devem ocorrer uns 300 pelo Brasil todo, com esse mesmo nome criativo). E q fui confirmando, ao chegar às 15h15min (o email me falando do brinde falava em chegar às 15h pra pegá-lo) e ver as portas ainda fechadas.
E umas 30 pessoas do lado de fora, sendo 90% gente das bandas do interior – 4 das 5 q abriram o evento – e agregados, vindos todos em vans e mini-ônibus, certos de quererem fazer bonito aqui na capital. Humpf.
Mais ou menos de fora, ouvia-se alguma passagem de som, e a porta do lugar (Tribe House, uma Fofinho melhorada, mas com problema igual: tendo apenas UMA entrada/saída, em pegando fogo lá dentro, metade morre queimada/sufocada, a outra pisoteada) foi pontualmente aberta às 17h20min. Fui o 1º a entrar e ser revistado…
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Passo às bandas de abertura e suas circunstâncias:
* tocou primeiro um certo Kross, de Jundiaí, se dizendo thrash. Até q sim e, pra mim, a banda promissora da noite. Colocados num estúdio, com produção legal aparando certas arestas, os moleques se virarão bem. Guitarras bem legais e entrosadas – em q pese 1 dos sons ter riff chupim do de “Heartwork”, no q me pareceu homenagem consciente – e um baterista ñ tão dado aos taco-taco thrash, preferindo mais levadas de bumbos e alguns blasts (no q soaram bem mais coerentes sonoramente q Andralls e Claustrofobia, q forçam a barra nesse sentido), ainda assim meu destaque vai pro vocal, q alternou vozes melódicas com guturais sem forçação de barra nem pedantismo.
Teve hora q achei q tinha backing vocal nas mudanças de voz, e ñ: era o cara mesmo.
* daí veio de São José dos Campos o Chaos Synopsis. Tremendo ARREGAÇO e, pra mim, a banda da noite. Triozão posando de mau, mas competentes pra cacete. Um híbrido sonoro conciso de Death com Torture Squad e Krisiun, ñ tendo tanto blast assim, mas todos duma competência técnica tremenda.
Q o diga um dos solos de guitarra ter tido base no baixo em tapping (a laKrisiun). E tb momentos de harmonização das cordas bem a ver. O baterista foi o destaque, comendo tudo, sendo um diferencial ao Torture Squad por as firulas soarem pertinentes ao som, e ñ jogadas, como o Amílcar muitas vezes faz (mesmo tendo diminuído no “Hellbound”). Músicas ao mesmo tempo tendo partes thrash, vocais death, vocais rasgados (cortesia do guitarrista), partes blast, tudo muitíssimo bem costurado.
Ñ agüentei e peguei a demo dos psicopatas, “Garden Of Forgotten Shadows”, à disposição por ridículos 5 contos, e q ñ honra (gravação meio abafada – sobretudo da bateria, q mal se ouve as conduções de ride – e só de 6 sons) a CARNIFICINA q propagaram em palco (com som de Kataklysm no fim, contando com 2 amigos subindo ao palco e cantando certinho, e direito a mosh do baixista ainda durante o mesmo).
Ao amigo Yulo, amante do underground, vai aí a dica, de buscar o site da banda, www.chaossynopsis.com.br. De minha parte, a espera por um álbum de verdade, com som de verdade. “Caralho, caralho, caralho”, era o q um cara ali da beira do palco dizia ao fim. E ñ consigo dizer algo melhor.
* veio o Ophiolatry sob aclamação. São de Pindamonhangaba, e um pouco por serem os mais experientes (tiozinhos barrigudos), outro tanto por já terem lançado álbuns por selo floridense (o 2º nem saiu por aqui ainda), todos por ali – todo o público importado do interior (a q me referirei adiante) – os louvava com sinceridade. No entanto, ñ achei legal: a despeito do baixista/vocalista bem comunicativo e pouco estereotipado, e do bom guitarrista de presença estereotipada (metido a querer fazer frases de efeito tipo “quando o umbral era mais embaixo”, “temos q tocar o hell pra frente”), e das músicas curtas e grossas, o baterista zoou tudo.
Nitidamente ñ sabia tocar blast, tentando cozinhar alguma coisa mais ou menos. Nem aqui, nem lá, e ñ tão a ver com os sons do “Anti-Evangelistic Process”. Treinou bumbo – o mano é rapidíssimo nisso – pra cacete, mas esqueceu de treinar caixa. Pra mim, a banda desperdício da noite. E q tenham melhor sorte numa próxima.
* veio daí a banda largada da noite, o Laconist, de Campinas. Q nem era tão ruim de som – um híbrido de thrash (e das bandas da noite, a de momentos thrash com maior propriedade) com death – mas nitidamente INEXPERIENTES em palco: aquela banda q começa a tocar e leva 2 minutos entre som e outro, pra escolherem o próximo. Achei q faltou profissionalismo ali: vocal acendendo cigarro, baterista dando risada dos problemas técnicos, baixista tiozão meio nem aí pra coisa etc. Tivessem acordado de q estavam fazendo abertura pra banda gringa, e ñ tocando pra amigos (se bem q estavam…), eu tvz tivesse gostado mais.
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Aqui levanto a bola do público garantido espertamente pelo promotor do evento. Q fez o q rola aqui em São Paulo de monte, tanto em festival de bandas true de som próprio, com em baladas de bandas cover a granel: juntam-se de 5 a 10 bandas duma vez (sempre chamando o lance de “Festival”, claro), e, em cada uma trazendo meia dúzia de agregados, já se tem algum público. Somados os integrantes das 5 bandas, eram 19; estimativa modesta de cada 1 trazendo namorada + amigo, já tinha 57 no lugar. Sendo q me parece ñ haver juntado no total 300 pessoas.
E aí, me alternei entre DÓ e RAIVA quando esses caras tocando saudavam “e aí, São Paulo?”, “do caralho, São Paulo!”, “muito foda vir tocar pra vcs”. Porque esse pessoal do interior estava tocando pra – exceção a mim e a uns 2 ou 3 – eles mesmos!
A diferença desse pessoal – mais tranqüilo, menos metido – é q, ao contrário das baladas de 10 bandas por aqui, as q começam ficam vendo até a última…
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A última banda de abertura ANTIPATIZEI POR COMPLETO, o tal de Itself. Pq levaram o tempo q as outras bandas tinham de set (e isso, outra diferença pra galera de interior: combinam meia hora, 40 minutos, tocam meia hora, 40 minutos, sem embaço) pra montar o equipo, sendo q levaram cabeçote e bateria de 2 bumbos pro palco. E por mais q isso se revelasse expediente de instalar o equipo pro Sinister (q tocou com esse equipo melhor), simplesmente ñ aturei os caras.
Se dizendo fastthrash, mas sendo um híbrido de coisa meio experimental, com alguns blasts, alguma coisa meio pula-pula e alguma coisinha thrash. E pq ñ gosto de baterista (tb vocalista e nitidamente dono da banda) com EGO (tempão passando som, arrumando equipo, ainda se achava no direito de reclamar de deficiências técnicas; por sinal, a única banda a tê-las, por quererem, além de tudo, tocar MUITO ALTO). E pq foi a única banda – fora os gringos – q ñ interagiu com nenhuma outra: na hora em q cheguei, os vi no carro onde chegaram. E ficaram no carro, sem nem entrar na casa, até a hora de tocar.
(o tipo de gente q daqui uns tempos vai reclamar da falta de “união” da “cena”…)
Moral da estória: esses caras findaram o curto set (q me pareceu ñ contar tb com tanta aclamação dos poucos q lá ficaram vendo) e passou mais de uma hora pro Sinister entrar. Puta embaço pra arrumar som, passar som (cadê profissionalismo??), neguinho segurando uma cortina pra fazer suspense, e aí, faltando 5 minutos pras 23h, os holandeses entraram.
Fiquei só duas músicas: uma, “Enffffram duuu cotobleargh”, do álbum “Blaaaaaaaargh”. A outra, “Crããããñzu Fuuuuu Du Xuuuuu”. Som meio embolado, baterista sem muita pegada, vocalista com quilos de efeito (mais q o Derrick Green), mas a certeza – aliada a cansaço, dor de cabeça, fome e mau humor generalizado – de q ñ serão banda de q me lamentarei futuramente ñ ter ficado o show inteiro, me motivou a ir embora.
E ñ querer mais ser tratado como GADO. E jurando nunca mais ser assim ingênuo (deveria ter chegado, como muitos – né, Wagner? né, Marcão? – ali prumas 8 da noite, quando acabava o Laconist).
Disse-me o Wagner q a presença de público ali (q cresceu a partir do Itself, e ñ por causa deles) seria condição pra vinda do Benediction ainda este ano. Tomara q dê certo, e tomara q existam bandas no interior bastante disponíveis pra engrossar esse caldo. Bastante disponíveis em divulgarem o som na capital pra eles mesmos. E mesmo assim ainda bastante competentes (tirando minhas ressalvas) e bem mais “sangue nos óio” q as bandas da capital.
Quem já leu o whiplash alguma vez, vai entender do q se trata.
Quem for mais tiozinho (acho q molecada miguxa ñ freqüenta o Thrash Com H, de qualquer jeito! eheh), melhor ainda.
Luiz Caldas, aquele baiano supostamente axéxelento, q andou sumido depois de “Tieta”, é guitarrista acima da média e fã de metal.
Daí q o whiplash esses dias publicou (citando dum blog por aí q nem fui conferir) um 2º post a respeito dele, e sobre estar pra lançar uma pá de álbuns diferentes, incluído um de Heavy Metal.
Enfim.
Aí, o Adônis Holt (miguxo pra lá de bissexto por aqui. Q acho uma pena), mandou email pra mim e outros true a respeito. Abaixo. Com link pra My Space do cara. Vale a conferida!
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Bom, sou fã do cara desde 89 quando vi o fdp tocando no Bem Brasil lá na USP!!!!
Parece que tem até uns alemaes que viraram fã do cara!!hahahahaa
Oucam a musica “maldicao”!!!