Coisa q certamente ocorreu no Planeta do Super Homem Bizarro (aquele com ‘Z’ no peito) e lá na realidade paralela (purgatório?) da “ilha” de “Lost”. Só ñ se esperava q tivesse tb “acontecido” nesta dimensão, neste planeta, nesta existência.
O anúncio bastante consolador lamentando a eliminação da Seleção Brasileira ontem!
Publicado hoje na Folha De S. Paulo, em seu caderno de Esportes, vejam:
Já falei bastante por aqui do Exílio Rock, site em q venho escrevendo semanalmente há 7 meses, na seção “blog”. Volta e meia cometo umas pautas por aqui citando ali, ou pautas ali fazendo crossover com o Thrash Com H cá, coisa e tal.
E, duns tempos pra cá, por lá, constato escrever sozinho: sei lá se por preguiça ou falta de assunto dos outros colunistas. E um pouco tb por a galera q freqüenta o boteco dali preferir trocar idéia no fórum. Meio q o lugar vai virando um Thrash Com H Cover ahah
Embora eu tenha pretensões de, vez ou outra, escrever coisas lá q ñ escreveria aqui. De vez em quando, consigo; vez ou outra, fica parecendo aqueles projetos “paralelos” de nego do Dream Theater duns anos atrás: repleto de coisas q se podia fazer no espaço titular, mas ñ faziam.
Tudo isso como pretexto besta pra recomendar a mim mesmo na pauta q perpetrei por ali ontem, sobre a Rock Brigade oitentista e algo do Black Sabbath da “era” Tony Martin, sempre polêmica, nunca resolvida. Pintem por ali, qualquer coisa, pra dar uma olhada.
Em: www.exiliorock.com.br/blog
E o vídeo abaixo só posto pq adoro esse som (ainda mais a versão editada do clipe. A original tem uns trechos q, pro meu gosto, estragam o clima sombrio da coisa) e pq FINALMENTE alguém o postou com alguma qualidade no You Tube. Hail!
E tb pra propor especularmos pq raios o Iommi tem tanto espasmo pescoçal num trecho ou outro mais evidente: coisa de uso de droga, de Satã se manifestando, ou de o casaco de couro ficar pinicando a nuca?
Após ler a nota (citada uns trechos) abaixo, fiquei me perguntando se esse Shamerda ainda existia. Pelo jeito, sim.
E nota de pauta recorrente por aqui no Thrash Com H copiada por 2 motivos díspares: 1) melancolia e solidariedade com relação às vítimas da presepada; 2) satisfação em ver bandas pondo a cara pra bater e rebatendo supostos ídolos, tvz quebrando o regime de Capitanias Hereditárias dum certo heavy metal brasileiro.
(se é q os reclamantes ñ têm pretensão maquiavélica de ‘se fazerem’ em cima do ocorrido. Torço pra q ñ)
Nota tirada do www.novometal.com sobre banda do RS, Das Reich, q passou poucas e boas pra (ñ) abrir pro Shamerda numa sebunda à noite, na cidade gaúcha de Canelas:
Na quinta-feira passada, dia 10 de junho, a Das Reich foi convidada para tocar com a banda Shaman no Positive Music Bar, em Canela, RS. Embora tivéssemos show na sexta-feira em cidade próxima, aceitamos, porque achávamos que seria mais uma oportunidade para tocarmos para nosso público na região, onipresente, e para conhecer mais uma banda, que entendíamos como decente em seus princípios. Na verdade, foi-nos informado que eles desejavam tocar por aqui e precisavam de local e público. E que a Das Reich seria uma boa banda para abrir o show.
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O horário do show foi estipulado para cedo (o bar seria aberto antes das 21h), uma vez que o dia marcado era uma segunda-feira (14 de junho), data difícil devido ao início da semana, por ser meio de mês (grana curta) e por que inverno na Serra não é brincadeira, como todos sabemos. Pois bem: elaborados os cartazes, corremos atrás de marketing, chamando o público, ligando para amigos e conhecidos, enviando e-mails, comunicando de todas as formas possíveis e imagináveis para obtermos resultados.
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No dia do show, chegamos cedo, como é praxe, para organizar a estrutura e auxiliar nos preparativos para os shows. A Shaman chegou atrasada (perderam-se em Porto Alegre – onde haviam chegado ao meio-dia – devido ao GPS…(!!!) – segundo eles próprios). Remoeram, fizeram hora, e começaram a montar o equipamento tarde. O público estava na porta, ainda, às 22h, num frio infernal, sem poder entrar, porque os “grandes artistas” não terminavam o serviço. E não estavam nem aí para o que estava acontecendo. Como se não bastasse, ainda reclamaram e quiseram nos dizer que não havíamos feito o suficiente para chamar o pessoal para o show!!! O mesmo pessoal que deixavam na rua congelando por descaso! Surpreendentemente, pronto o equipamento, viraram as costas e saíram, dizendo que tocaríamos depois deles (!!!) e que voltariam “após a janta”(!!!). Não pudemos sequer montar nosso equipamento! Nós, obviamente, discordamos, reclamamos e viramos as costas com a atitude idiota e inacreditável da Shaman, com parte da nossa banda saindo do bar às 10h45min sem que qualquer nota tivesse efetivamente sido tocada.
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Em 2º lugar, deixar o público na rua, naquele frio miserável, por descaso da Shaman, foi um desrespeito monstruoso. Alguns acabaram desistindo e indo embora. Nunca fizemos isso, discordamos da atitude e comunicamos ao pessoal do bar o que estava acontecendo, o que provocou uma ação imediata por parte do proprietário, que abriu as portas para que o pessoal entrasse e se abrigasse.
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Em 3º lugar, muitos foram até lá para a assistir a Das Reich, não a Shaman. Vieram de longe (como um dos nossos guitarristas, que viajou 80 km para vir tocar), investiram dinheiro, mesmo sabendo que teriam que acordar cedo para trabalhar no dia seguinte. E reclamaram porque não subimos ao palco. Com razão. Em 4º lugar, o que foi combinado é uma questão de palavra. Acreditamos que trabalharíamos com gente séria, e nos enganamos redondamente. A Shaman não tem respeito por ninguém, nem palavra, nem vergonha na cara. São divas que acham que podem fazer o que quiserem. Mas não podem.
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Não somos uma banda que vem de berço privilegiado. Pelo contrário, trabalhamos duro em nossas vidas particulares e damos sangue para sustentar a banda, tirando dinheiro do próprio bolso para gravar e tocar. Não temos grana para investir pesado em equipamento ou marketing. Não somos endorsees. Não temos patrocinadores. Apenas a própria banda, e nossos público, fazem com que tudo funcione, exista, e cresça.
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Por isso, não podemos aceitar esse tipo de comportamento de “estrelinhas” que acham que, porque estão numa cidade não-metropolitana, crêem que podem tratar o público e outros músicos como lixo. Na verdade, esse tipo de atitude é irresponsável e típica desses grupelhos de 3ª categoria cujas formações têm mais rotatividade que motel de beira de estrada, e que vivem sob a sombra de músicos que fizeram a banda e deixaram um nome que nada mais representa em relação à estrutura original. Acham-se a cereja do bolo, mas não passam de mais um grupinho entre tantos, que desfruta de suas horas de fama ignorando o que têm de mais importante: o público. Vão sumir, como tantas outras sumiram. E ninguém mais lembrar que existiram. Já aconteceu antes. Vai acontecer de novo.
Só um nome não faz uma banda. Jamais o fez. Tanto é fato que são inúmeras as que afundam no tempo e que vem e vão sem conseguirem se sustentar em autenticidade. O público, o banger autêntico, permanece, e sabe diferenciar o que é e o que não é verdadeiro.
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É por causa desse tipo de atitude que o cenário Heavy Metal no Brasil está ruim. Falta profissionalismo, falta respeito, falta vergonha na cara. Já havíamos passado por experiências desrespeitosas antes, cheias de promessas e nenhum cumprimento, mas nunca dessa forma. E ACABOU! Chega de ajudar a sustentar irresponsáveis.
Não temos que pedir desculpas ao nosso público. A Shaman tem que fazê-lo. Mas sabemos que não vai acontecer. Porque os “deuses do metal” não fazem esse tipo de coisa. Ainda mais com o público do interior.
Caio no risco do descrédito em falar agora q tive a idéia esses dias mesmo.
Q idéia?
A q o miguxo Yulo acabou por sugerir no post ali atrás sobre o Andreas Beijador: ranqueamento de discografias.
Até pq minhas idéias pra listas temáticas têm rumado prum esgotamento. Só havia pensado em começar a nova modalidade daqui a algumas semanas, iniciando com o Black Sabbath. Vamos com o Slayer, e o devido crédito pro miguxo, belê?
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DISCOS DO SLAYER PRA MIM:
1. “Reign In Blood” 2. “Seasons In the Abyss” 3. “Haunting the Chapel” 4. “Divine Intervention” 5. “World Painted Blood” 6. “Hell Awaits” 7. “Live Undead” 8. “South Of Heaven” 9. “Christ Illusion” 10. “Diabolus In Musica”
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CODA: passou meio batido, mas há uma pauta implícita no post sobre o Iron Maiden (“Dando Uma De Rock Brigade”), de semana retrasada. Sobre o setlist lado b ideal pra show da Donzela. Quem quiser prosseguir na idéia por aqui, sem pobrema.
formação: Kate French (lead and backing vocals, electric rhythm guitars, bass, keyboards), David T. Chastain (electric lead and rhythm guitars, 6 and 12 string acoustic guitars, bass, keyboards, backing vocals, roland CR-1 guitar synth), Dennis Lesh (drums, keyboards)
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Esse tal David T. Chastain, fosse outra coisa q ñ um shredder de 3ª divisão, causaria maior (alguma?) comoção em face dos projetos múltiplos a q se dedica: a carreira solo punheteira (David T. Chastain propriamente), plenamente ativa, o Southern Gentlemen (banda de hard blues q curto bastante, ainda q tendo só os 2 primeiros) e o Chastain, q nos 80’s virou lenda, coisa e tal, tb por conta da tal Leather Leone vocalista.
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Tempos de rei em Terra de Cegos, já q bandas com muié cantando praticamente inexistiam; pelo menos ñ no sentido do PESO.
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E aí, quando eu supunha q o tal projeto Chastain tinha virado bolor, eis encontrar este “Sick Society” por 1,90. E toda uma crença q tenho, de jamais julgar música como algo “datado”, ou coisa do tipo, vai pro saco por aqui: começa-se com a capa amadora, de computação ridícula (q faz a do “Dance Of Death” do Iron Maiden parecer afresco renascentista), visando claramente vender a banda como a banda da loira “gostosa” – Kate French – na capa… Só q, epa, mal dá pra ver a guria!…
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E sobre ser ou ñ gostosa, digo ser muito relativo e, em tempos de internet, coisa pra se procurar foto e, supostamente, ficar babando: ficar comprando disco de guitarrista pra ver mulher no encarte?…
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No sentido musical, por sua vez, a maior culpa é DELA MESMA deste troço ser tão chato e maçante: a muié só sabe cantar com drive – imaginem Courtney Love nos refrões, somada a Joan Jett – o TEMPO INTEIRO!
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Até backings e dobras q faz na própria voz têm drive, catso! Como sendo a típica candidata “roqueira” pro “American Idol”. Parece ter esquecido de cantar pelo nariz apenas nas quase baladas “Every Emotion” e “Angel Falls” derradeira: muito pouco, muito pouco mesmo, pra 12 sons.
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Os outros 30% de culpa do disco ser chato é do T. Chastain, guitarrista, q parece ter feito o disco só por fazer, quem sabe a pedido de alguém, ou tvz pra ver se a banda ainda engrenaria nalguma onda revival… Ñ há variação de distorção guitarrística – é o mesmo timbre o disco inteiro, sem partes de guitarras limpas, ou mesmo de guitarras diferentes – e o trampo de cozinha (baixo, bateria) é simplesmente INDOLENTE: reto em demasia, só pra constar, e isso se dá quando lemos no encarte de o disco ter sido gravado em cidades diferentes, certamente sem os integrantes tocando juntos.
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Bateria gravada, e mixagem ocorrida, em Cincinnati; guitarras de 12 cordas e edição digital feitas em Atlanta; vocais gravados em Sacramento. A cozinha é certinha, sem falhas, mas, p.ex., conta-se nos dedos duma mão do Lula as viradas baterísticas (Dennis Lesh é tb baterista no S.G., onde faz trampo básico, mas ñ TÃO básico. E melhor timbrado), o baixo fica escondido, e o q há de teclado creditado tb fica nas entrelinhas, fazendo “caminha”. O típico disco q uma melhor produção, ou uma PRODUÇÃO DE FORA, q ñ a de T. Chastain e French, daria jeito.
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Sobretudo em sons com potencial, como “The Price Of War” (fosse dum Dave Mustaine, a lotaria de solos entre as estrofes, e ficaria do cacete), “Every Emotion”, “Sugarcaine” e a q acho mais legal, “I Know the Darkness” inicial, cuja cadência e jeito sombrio sei lá pq me remetem ao Annihilator de “The Box” (do foderoso “King Of the Kill”) e um tanto a “Zero the Hero” (do fodástico porém polêmico “Born Again”).
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Há partes de solos interessantes, e q ñ parecem apenas coisa pra guitarrista: digo q o T. Chastain sabe usar bem um wah-wah sem torrar o saco – deveria dar umas aulas pro Kirk Hammett. Exemplos: em “Violence In Blame” e em “To the Edge”.
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Desconheço o Chastain oitentista, mas suponho q fosse algo mais hard e quiçá mais versátil e INTERESSANTE: o digo por conta dos sons por aqui serem TODOS mais cadenciados (apenas “Destructive Ground” variando, mas bem pouquinho), meio bluesy, até com jeito Black Sabbath (palhetadas gordas arrastadas), q em alguns momentos funciona – vide o q opinei acima sobre produção melhor: alguém q aparasse arestas – mas ñ todo o tempo.
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Outro defeito é o TOTAL ESQUEMATISMO do álbum, das músicas. Parecendo Seleção Alemã na Copa, q o zagueiro ñ dá chutão pro atacante: toca 1º pro meio-campista, q daí lança pro atacante. Nenhum som foge do esquema intro + duas estrofes e refrão + solo + volta pra estrofe e refrão. Supostamente coisa de quem gravou longe um do outro: ñ há improvisação, e quando existem variações, são muito poucas e apenas na guitarra. Um baterista q estivesse no mesmo estúdio q o dono certamente firularia um pouquinho mais pra temperar melhor o menu.
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Letras são todas muito parecidas, falando em solidão e existencialismo banais, apenas “The Vampire”, “The Price Of War” e “Sugarcaine” destoando: a última, falando em alguma moça viciada e indo pra cucuia; a 2ª, supostamente citando a covardia de envio de soldados às guerras longínquas, e a 1ª, obviamente tratando de vampirismo. Mas nada q fará o pessoal Wicca idolatrar o chefe ou a moça da banda.
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Pra resumir bem resumido: “Sick Society” é o caso de álbum q deverá agradar somente a quem for MUITO FÃ, fã doente à beira da insânia, de Chastain, David T. Chastain ou Kate French.
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CATA PIOLHO CLXXXIII – ia ouvindo Death Angel esses dias, matando saudade do controverso “Act III”, e me dando conta do quão irritante o vocal era (e ainda é) influenciado por Joey Belladonna. Minhas lembranças tb são constantes no q tange a chupins de Metallica, q eles sempre perpetraram volta e meia. E o q ñ é um chupim tremendo, mas enrustido, da intro acústica de “Battery” em “A Room With A View”??
fase Cliff (3 primeiros)
melhor: “Ride the Lightning”
pior: ñ tem
“… And Justice For All” ou “Metallica”? JUSTICE
“Load” ou “Reload”? LOAD
considera “S&M” interessante, útil ou relevante? Ñ: ENCHEÇÃO DE LINGÜIÇA
considera “St Anger” música? Ñ
mas o ouviu inteiro? INFELIZMENTE, SIM
“Death Magnetic” faz jus ao “Metallica véio”? SIM
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QUESTÕES PERIFÉRICAS:
* Cliff, Jason ou Trujillo? CLIFF
* considera Lars baterista no mesmo patamar de Dave Lombardo, Charlie Benante, Tom Hunting ou Nick Menza? Ñ
* melhor das 4 instrumentais: “Anesthesia (Pulling Teeth)” – MESMO Ñ SUPORTANDO OUVÍ-LA NUNCA MAIS!
* acha q os caras se venderam aonde? No “Metallica”
* “The Unforgiven” original, a II ou a III? ORIGINAL
* “Nothing Else Matters” ou “Mama Said”? THE UNFORGIVEN
* jurou algum dia nunca mais ouvir a banda? SIM
melhor formação: James, Lars, Cliff e Kirk pior formação: James, Lars, Jason e Kirk
2 melhores clipes: “I Disappear” e “Until It Sleeps” 2 piores clipes: “Mama Said” e “Frantic”
2 melhores capas: “Kill ‘Em All” e “S&M” 2 piores capas: “Metallica” e “Reload”