Essa vcs verão no whiplash daqui uns 10 dias, obviamente com passagens equivocadas e erros de tradução:
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Turnê do Motörhead pelos States…
… terá Matt Sorum (Guns’n’Roses and The Cult) nas baquetas…
Mikkey Dee irá fazer a abertura em alguns shows em solo americano e sairá para participar em um reality show da Suécia pelos lados da Ásia…
Quem lançou esta foi fonte confiabilíssima em Motörhead, o Marco Loiacono, colecionador incurável de material da horda de Lemmy, e q ñ faria bobeira de lançar esse tipo de coisa em vão.
Nem fui ao site oficial ver se procede. Pq achei tudo isso simplesmente lamentável.
Teco de entrevista com Dave Lombardo no whiplash, naquele padrão já há muito ali consagrado: pega-se trecho de matéria, sem muito contextualizar, e se posta traduzido. E ainda q resulte tosco, muitas vezes oferece conteúdo bem mais DENSO q entrevistas diretas feitas por gente baba-ovo daqui…
Naquele roteiro já manjado e conhecido: 1) é bão o disco novo mesmo?; 2) como foi fazê-lo?; 3) o q vc lembra da última vinda pro Brasil?; 4) quando virá pra cá (de novo)?
Wormwood Chronicles: Mesmo no final dos anos oitenta, você pensou que estariam fortes em 2009?
Dave Lombardo: Não mesmo, isso nunca foi um pensamento. Eu era o cara mais jovem na banda quando ela começou, tipo 17 ou 18 anos. Tom [Araya, baixo/vocais] já estava na faculdade. Eu me juntei ao Slayer quando eu estava no 1º grau e meus pais diziam, “Você tem que arrumar um emprego! Uma banda de rock não vai levá-lo à lugar algum!” Então com 20, 21 anos e após meu terceiro ou quarto disco com a banda eles diziam “Você ainda tem que conseguir um emprego, aquela banda não vai durar muito!” (risos) Então tenho 30 anos e eles perguntaram, “O que você vai fazer quando tiver 40? Você precisará de um emprego!” E aqui estou! (risos) Os anos estão passando. Essa banda é minha vida, ela não vai embora!
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Ah, quem dera eu tivesse a trajetória de tocar bateria há 20 anos e ainda assim VIVER disso.
Por outro lado, q merda meus pais e parentes, sabendo q sou psicólogo (e q venho ralando um monte pra me manter no meio), volta e meia ainda me enchendo o saco com coisas do tipo “vc ñ pensa em prestar algum concurso?”.
Bem mico, mas pouco vergonha alheia. Ao menos a mim, q sou fã ahahah
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Na mesma linha, fiquei viajando:
* Chuck Berry esteve por aqui semana passada. Ñ rolou com ele propaganda de fraldas Pampers?
* Faith No More vindo aí, poderiam botar o Mike Patton pra anunciar All Star… Assim como botarem o Angus Young em promoção de Gelol ou Salompas. Pra torcicolo, óbvio.
E com o aviso final: “a persistirem os sintomas, um quiroprata deverá ser consultado”.
* blá-blá-blá, outro mesmo blog blá-blá-blá, etc. etc.
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CODA: a reprise do Fake Against the Machine (“Thrash Com H Classics” último) rendeu ñ só 1 assunto virando outra discussão e outra lista, mas AINDA OUTRA conversa bem legal. Com um miguxo novo por aqui, Victor, q é do Rio, e tb veterano (como muitos de nós por aqui) no metal. A ponto de tb tripudiar de trOO jacu. Confiram alguns depoimentos (às vezes prolixos, mas foda-se) perpetrados pelo cara por lá (às vezes de vivências bem semelhantes às do amigo Cassio), e agüardemos por aqui algum “dossiê Carlos Vândalo” por aqui, q fiquei de bar a brecha. Manda ver, mermão!!
Coletânea de video hits do Living Colour, bandaça, mas de lançamento aparentemente picareta. Salvo engano, coisa q a Sony Music lançou só por aqui.
Tenho ele já há algum tempo, e em q pese alguns vídeos q parecem mal copiados de vhs (dá pra perceber alguma oscilação nas imagens em “Type” q Ñ É efeito especial), vai tudo muito bem, obrigado.
Apenas um defeito: a caixinha fala em menu de “extras”, com biografia, discografia e fotografias. Ñ HÁ. Nem uma, nem outra, nem nada.
Duvido q seja defeito apenas do meu, comprado original, oras. E levanto a reflexão do quanto os lançamentos em dvd, duns 3 anos pra cá, andam meia-sola.
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Lembram quando dvd era novidade, e vinham poluídos até, de extras, fotos, informações redundantes, mas tb com trocentas opções de legendas, até das letras das músicas? Pô, o “Castles & Dreams” (Blackmore’s Night) tem legendas em russo, português, francês, só faltando sânscrito. E agora, se vê dvd’s lançados sem nem legenda. Sem encarte.
Seguindo a Lei do Mínimo Esforço. De se ganhar muito fazendo pouco. Jeitinho brasileiro do caralho esse.
Exemplo recentíssimo: o “Snakes & Arrows Live” (Rush), triplo, ñ tem sequer legenda em inglês. E assim, vários outros lançamentos recentes, q muitos de nós adquiriram, q daqui a pouco só vai faltar virem sem caixa. Pra termos q comprá-la separada.
A fama de MALA SEM ALÇA desse cara está contundentemente alicerçada no engajamento da causa indígena brasileira (!!), nuns 2 álbuns solo, de 10 já lançados, meia-boca (nomes aos bois: “… Nothing Like the Sun” e “Brand New Day”. Exemplo oposto: o melancólico e denso “The Soul Cages”) e numa meia dúzia de 7 ou 8 sons realmente equivocados.
Mas o fato é q Sting já foi nome forte no cenário pop/rock, e quem o acompanha sabe de suas virtudes instrumentais e, sobretudo, composicionais. Cacete, 98% dos hits e sons do Police eram SÓ dele.
“Fora Do Tom” (tradução q achei esquisita pro original “Broken Music”, mas deixa quieto) ñ é assim uma autobiografia rigorosa – tanto q fiquei sabendo duma irmã mais velha do cara só lá pro fim! – sendo mais um livro de memórias do sujeito. Q contempla fatos familiares, mas mais ainda fatos musicais, de trajetória obstinada em querer ser reconhecido musicalmente. Dum jeito q penso q algum livro semelhante contemplando a trajetória do Steve Harris ñ sairia tão diferente.
E aí passam-se histórias, nos 15 capítulos, do cara ir tocar em bandas de jazz “geriátricas”, arrumar trampo de figurante em filmes, se formar em magistério (foi professor de 1º grau por anos, pra segurar a onda financeira), tocar com banda em musicais teatrais duvidosos e em cruzeiro de navio luxuoso e, até mesmo, junto do Stewart Copeland, servir de banda de apoio pra artistas medíocres. Tudo pra conquistar lugar ao sol, e sem a menor sombra de soar filho da puta.
O q tvz soasse caso outra pessoa escrevesse, quando escancara de ter se juntado ao Police mais por conveniência – banda q se sentia fadada a $e dar bem em meio ao movimento punk – q por convicção. E com a clareza de, em passando o período bandístico, querer e poder seguir carreira solo mais convicta.
A narrativa, embora comece e termine em 1987, às vésperas do maior show de sua carreira, no Maracanã, e com o 1º e mais extenso capítulo descrevendo experiência alucinatório-expiatória na seita do Santo Daime, frisa apenas a trajetória até o 1º álbum do Police. E mesmo assim ñ soa vazio, faltando coisa. Se tentassem fazer um filme do livro, acho q ficaria bão.
Pois a ênfase parece ter sido a trajetória do cara SE FAZENDO, o q dificilmente alguns de nós q sonham, ou já sonharam muito, em fama ou viver de música já ñ cogitaram ou idealizaram.
O ápice do livro acho o encontro e primeiro ensaio com Stewart Copeland, aloprado e hiperativo desde sempre, e filho de fundador da CIA.
Por isso, fica a dica. Eu me identifiquei pra cacete, e gostaria de ter passado por pelo menos metade dos perrengues – e dos sucessos – q ele paciente e obstinadamente passou. Momento turco final: satisfação tremenda ver no site da editora (Cosac Naify) custar 49 contos o livro, quando o comprei zero bala em maquininha de venda automática no metrô a cincão.
Confiram lá, gente boa (gente true tb, se quiserem…), no http://www.hellclub666.blogspot.com/ um negócio MEMORÁVEL envolvendo Mike Patton e um cadarço em pleno palco. Em pleno show do Faith No More na Polônia.
A cara do Billy Gould ali quase pro fim eu ñ conseguiria fazer melhor!
Assim como o q o camarada Louie escreveu por ali. Ñ conseguiria escrever outra coisa.
Só me faltou o áudio (estou sem no computador) pra entender se o q o maluco fez foi durante alguma música. Qual música?
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Enfim. Algo tão digno de se constar no verbete “maluquice” quanto a chuva de garrafas VISTA no “We Cares A Lot? – Greatest Videos” ou o lance do MIJO NA CABEÇA narrado no mesmo.
Aposto q o Galvão Bueno nem tinha reparado. Como tb ñ ficou a par da tentativa desesperada de alguém da Hellion encontrar a brecha besta de se falar q estão pra lançar ep de remixes dessas ae.