Ao q me consta, muitos de nós aqui participamos dos Philips Monsters Of Rock. Alguns em todas as edições (eu), outros em uma ou outra, ou faltando uma ou outra. Das listas – plural – abaixo, vale quem ñ viu todas as edições, como tb quem só acompanhou “melhores momentos” em tv ou internet.
OS 10 MELHORES SHOWS DO PHILIPS MONSTERS OF ROCK, PRA MIM:
“A Taste Of Extreme Divinity”, Hypocrisy, 2008, Nuclear Blast/Laser Company
sons: VALLEY OF THE DAMNED * / HANG HIM HIGH * / SOLAR EMPIRE * / WEED OUT THE WEAK / NO TOMORROW / GLOBAL DOMINATION / TASTE THE EXTREME DIVINITY * / ALIVE / THE QUEST * / TAMED (FILLED WITH FEAR) / SKY IS FALLING DOWN * / THE SINNER
formação: Peter Tägtgren (vox & guitar), Mikael Hedlund (bass), Horgh (drums)
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Quem já leu ao menos 6 resenhas de disco na vida, já se deparou com algum descrito como “bão, mas q ñ irá mudar o mundo”. Começo pelo fim: “A Taste Of Extreme Divinity” é um desses discos.
Parece ñ estar elencado entre os melhores dos suecos do Hypocrisy, cuja carreira acompanho à distância, mas q sei ser banda dada a altos e baixos. Haja visto alguma crueza do início, alguma evolução e acessibilidade, um fim q ñ foi fim e uma retomada com o som formatado dum jeito q alterna porradas ignorantes, algum experimentalismo e faixas mais cadenciadas onde a guitarra e a timbragem caracteristicamente taciturna de Peter Tägtgren se faz notar.
Pelo menos vejo assim, em “Abducted” (meu favorito), “Catch 22”, “The Arrival” e neste aqui, da vez, q são os q tenho/ouvi.
De algum modo, “A Taste Of Extreme Divinity” soa como um álbum mais direto q os demais citados, em q as duas faixas iniciais, mais aceleradas, empolgam (sobretudo “Valley Of the Damned”, praticamente thrash), as duas seguintes mostram-se menos rápidas (ao menos bateristicamente), até “No Tomorrow” e “Global Domination” cadenciarem o panorama um pouco mais (são as q menos gostei), pra daí a quase faixa-título – “Taste the Extreme Divinity” – apresentar trabalho de guitarra chamativo (dobras, bases), voltando-se as coisas a uma salutar aceleração, e o final seguir ladeira abaixo com mais peso (mesmo “The Quest”, a mais cadenciada) e abrasividade.
E é álbum em q aparentemente entendi a proposta da banda: a guitarra sujona, às vezes dobrada (sei q têm um 2º guitarrista ao vivo), fosse timbrada doutros modos, seria comum, xinfrim. Podre demais pra thrash, mas melódica, e às vezes tb harmônica, em demasia pra tornar a banda death metal estrita. (Alguma influência “voïvódica”?). Produção sempre limpa e suja a um só tempo – tb ñ entendi essa. Algumas faixas contêm teclados discretos e ñ creditados, q dão um bom clima (a tal “caminha”) a tudo. Dizem existir por aí o black metal atmosférico, bandas metidas a góticas, outras gothic metal ou ainda outras simplesmente atmosféricas: o Hypocrisy parece um “atmosférico orgânico”, se formos tentar emparelhá-los àqueles todos.
Instrumentalmente falando, é tudo muito direto ao ponto: sem longas introduções, solos de guitarra (salvo engano, NENHUM) ou firulas desnecessárias ao longo dos sons. Não tentam reinventar a roda. O baixista Hedlund é sempre direto ao ponto, tanto quanto Horgh (tb militante no redivivo – ops! – Immortal), q tem espaço pra demonstrar alguma técnica de 2 bumbos e momentos discretos – mas bem encaixados – de blast beats nuns sons. Alguém q ñ saiba ainda da troca de baterista (desde “Virus”), pode acabar achando q é Lars Szöke ainda no time.
Letras alternam anticlericalismo (a melhor assim achei “Alive”), controle e opressão mental (como “Tamed (Filled With Fear)”) e até algumas, minoritárias, sobre alienígenas ou adbução, outrora temas tão caros ao trio (“Global Domination”, “Solar Empire” e “Sky Is Falling Down”), mas a mim passam batidas. Já o vocal, pela versatilidade em Tägtgren altenar urros, grunhidos e vocalizações rasgadas, ajuda com q os sons fluam. A capa parece de disco do Grave Digger (fui olhar encarte, nem é coisa de Andreas Marshall), mas ainda bem q o som ñ.
Comprei “A Taste Of Extreme Divinity” há uns 15 dias por estar em promoção, despretensiosamente, e me surpreendi ouvindo-o direto desde então. Ñ mudou o mundo, tampouco o heavy metal, ainda menos parece ter dividido a carreira do Hypocrisy em duas. E tudo bem. Mas nos dias atuais, de bandas pra caralho à disposição, diluições sub-estilísticas a dar com pau, lançamentos irrelevantes aos cântaros e tempo escasso pra se ouvir/acompanhar o q ñ sejam as mesmas 10 ou 12 bandas preferidas a contento, ñ me pareceu desperdício indicá-lo.
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CATA PIOLHO CCIV – Ritchie Blackmore devia estar tentando tirar “Louie Louie” nalgum ensaio. Em vão. Cozy Powell deve ter se enchido e falado: “bora fazer um som, mano!”. Fizeram “Since You Been Gone” (Rainbow) ahah
Finalmente entendi o motivo do Exodus ñ constar do “Big Four”: justificativas de q nunca venderam muito são pura balela! Ñ entraram pq, se assim fosse, o evento teria q ser “Big Two” – Exodus e Slayer – com Anthrax (obviamente), Megadeth e Metallica sendo escorraçados da coisa toda. E olha q ao Slayer tvz coubesse – acordei herege hoje – ser banda de abertura.
Claro q o evento é (foi) tb algo retrô: Anthrax (escancaradamente), Megadeth e Slayer disfarçando com uns sons novos no meio, e Metallica fazendo o show da Broadway costumeiro. Mas parece FATO q o Exodus é quem carrega SOZINHO a bandeira do thrash metal estadunidense atual.
Gente por aqui vai tentar jogar o Testament no balaio, mas… q banda consegue ser absolutamente atual com os sons antigos E com os novos, todos misturados no set sem inadequações? Q banda tem dupla de guitarristas tão shredder mas, ao mesmo tempo, tão coesa? Ou um baterista – o mais subestimado do thrash, pra mim – de pegada única e q ñ ficou datada? Ou q arrumou um vocalista q conjuga o q de melhor o Exodus já teve em termos de vocalista, mas com carisma e atitude psicopata como poucos?
E q mantém lançamentos mais constantes q os bissextos e “catadões” dos da horda do Japa e do Índio?
Pessoalmente, domingo foi minha chance de me redimir com a banda: ñ os tinha visto das últimas duas vezes (amparado naquela ranhetice “ah, estão vindo pra cá direto!”), sendo q os vira apenas com Paul Baloff (1998) e com o vergonha alheia Steve Spirro, horrível, na finada (viva!) Led Slay. E a compensação foi total.
Uma hora e meia de som. Ñ teve bis, praticamente: tudo emendado uns nos outros. Iluminação e pano de fundo simples, porém eficazes. Som PERFEITO – confiram nos links abaixo: está audível em vídeo de You Tube, imaginem ali na hora, ao vivo! Nenhuma frescura tipo usar camisa da Seleção, tentar forçar português demagógico. Apenas 5 sujeitos humilhando em cima do palco, sem cansaço nem migués. Nem limites.
O amigo Louie Cyfer, a quem tive a HONRA de pessoalmente conhecer ali no dia (junto de Hugo e André, tutti buona gente), ao fim tentava especular sobre ter faltado algum som. Consegui forçar “Scar Spangled Banner” ou “And Then There Were None”, mas ñ pareceram faltar mesmo. Sons mais recentes, mesclados a sons ‘era Baloff’ (tocaram “Brain Dead”!) iam se sucedendo. Quando já ia me frustrando em ñ haver sons ‘era Zetro’, mandaram “Fabulous Disaster” e “The Toxic Waltz”, surpreendentemente.
Vai ver, ñ foi tão surpresa: ñ vi os últimos dvd’s, set lists europeus ou vídeos ao vivo no You Tube.
O destaque total, fora instrumental, é o gordinho pitbull Rob Dukes, o tempo todo (desde a intro em playback incial) incitando a galera a fazer roda. Foi uma “Ciranda Cirandinha banger“ o evento o tempo todo, a ponto de alguém ter vomitado ali no chão e mesmo assim o povo insistir nas rodas, ainda q escorregando e caindo no negócio. A famosa roda gigante em “Strike Of the Beast”, em vídeo famoso do Wacken? Rolou ali adaptada, por Duke fomentada, tomando mais q 3 quartos da pista do Carioca!
Sujeito ñ tem os agudos Pato Donald do Souza, ou o carisma mulambo do Baloff, mas dane-se! Me pareceu o vocal ideal pra banda, finalmente. Agita q nem idiota junto dos colegas: fez base enquanto Gary Holt solava (com a mão esquerda) em “Blacklist” (e bebia breja com a direita), tentou fazer Jack Gibson rir (é o cara mais sizudo num palco desde Marky Ramone), ia trocar idéias com Tom Hunting etc., tudo naquele jeitão de PM de filme americano, atarracado e invocado.
Chegaram, ele e Lee Althus, a improvisar em riff em cima de “olê olê-olê-olê” da galera (citado abaixo na música “12” do set list), com os demais entrando e fazendo um típico som Exodus com o coro. Adicional o fato de haver uma equipe de tv alemã filmando ali: nego no meio da galera com câmera içada deve ter sofrido…
Pra mim, “War Is My Shephard” e “Metal Command” valeram o clichê futebolístico de serem o caso de sair fora e pagar o ingresso de novo. Putz. “Deathamphetamine” ñ soou tão maçante como no disco. “Children Of A Worthless God” ao vivo fica IMENSA: da fase mais recente, tvz esteja próxima do status de HINO, sei lá.
O melhor show do ano até agora, fácil fácil.
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Quanto às bandas de abertura, boas surpresas tb: o tal Nervosa, de quem fui pra falar mal, vimos só o último som (culpa de ficarmos papeando, eu, Louie, André, o amigo Adônis Holt e a esposa, do lado de fora muito tempo). E são o “Destrúcho feminino“: a vocalista é praticamente um Schmier, portando baixo sob encomenda e camiseta vermelha do Coroner. Guitarrista e baterista loiras (são um trio) tb mandaram bem. O som estava muito bão. Depois, foram pra galera numa boa.
Tinha pessoal vendendo camisetas (maioria pra mulherada – q tinha muita ali) e parecendo bem gente boa, mas minha estranheza – patrulha de plantão! – é serem banda com clipe produzido, abrindo show gringo, mas sem nem DEMO lançada…
O Claustrofobia mostrou show de GENTE GRANDE. Coisa de gringo. Som exemplar (positivamente estranho o som das “aberturas” ñ ter devido em nada ao som da banda principal). Os moleques tocando PRA CARALHO. Baterista monstro, ñ só demonstrando técnica, mas tb noção de SOAR AO VIVO – dava pra ouvir os blasts e ñ era por causa de trigger.
Culpa, a meu ver, de serem escancaradamente banda q quer fazer MÚSICA, ñ SUCESSO e média com a galera. São a mesma formação desde o início, já desovaram o 5º álbum e querem mais é q se foda (ahah). Desnecessário achei o vocalista expressar-se tatibitatemente sobre o M.O.A., meio culpando o LUGAR pelo fiasco, poderia deixar quieto isso. Sons novos, do recém-lançado “Peste”, todo em português (deu até vontade de comprar – tinha merchan da banda ali tb, incluindo songbook interessante do guitarrista – mas esqueci), povoaram o repertório, q mim pareceu mais maduro sobretudo no quesito do batera parar de enfiar blast em música q Ñ PEDE blast.
Tudo der certo pra eles, vão se consolidando num epicentro q mescla o q o Sepultura (o vocalista é “muito Max”, né Louie?) abandonou no “Arise” com a firulagem q o Torture Squad sempre fez e q com eles sempre soou enfadonha, desnecessária. Já tentei curtir o som mais, acho q nem rola mais pra mim, mas admiro os caras, a competência demonstrada e a SEDE DE SANGUE, q ainda ñ esgotou em mimimis, auto-homenagens idiotas ou tiros no pé. Digno de menção o fato de ambas as aberturas terem sido aplaudidas, ao invés de costumeiramente ignoradas.
Enfim. Domingaço de som e foto (a Ross Halfin?) dos mafiosos Louie Cyfer, Txuca, André – me obrigando a fazer merchan de breja – e Hugo, pra encerrar:
Set list: 1. “The Ballad Of Leonard And Charles” 2. “Beyond the Pale” 3. “Children Of A Worhless God” 4. “Brain Dead” 5. “Deathamphetamine” 6. “Piranha” 7. “Blacklist” 8. “A Lesson In Violence” 9. “War Is My Shephard” 10. “Metal Command” 11. “Fabulous Disaster” 12. “Olê Olê-Olê-Olê” 13. “The Toxic Waltz” 14. “Bonded By Blood” 15. “Strike Of the Beast” 16. “Good Riddance”
Muito já se leu e viu. E espero q ñ pare por aí, pq parecem haver/vir coisas ainda PIORES a respeito.
E tb já muito comentei, no post gorgoróthico ali detrás. Como tb no Facebook, com o sempre ótimo e tresloucado papo do amigo Those e nas interlocuções com o miguxo Rodrigo Gomes. A pedidos dum post por aqui, faço um catadão do q andei opinando por lá:
acho q tudo o q ocorreu foi ABOMINÁVEL. Mas ñ foi fato isolado. A meu ver, foi tb o ESCANCARO da precariedade e da ma fé q vejo há anos existir nesse meio metal. Bandas brasileiras tratadas como lixo, ou na base do “toca lá, q tudo bem”? Sim. Q ñ iriam receber e, por isso, resolveram ñ tocar? Sim. Mas q fizessem como o Krisiun (pulou fora há meses) ou mesmo o Chatowside (semana passada). Pular fora NA VÉSPERA, deixando implícito q tvz tocassem caso rolasse alguma graninha, acho incrivelmente anti-profissional. Mas pra bandas, ou “gente” – Marcello Pompeu, Edu Faniquito e Thiaguinho do Shamerda – ou outras bandas nacionais (locais) q se dispuseram a tocar no evento, e parece q de graça, CULPA DELAS TAMBÉM, q vão morrer abraçadinhos
festival q escala Dark Avenger ñ pode ser levado a sério. Será q ñ tentaram ressuscitar o Thalion ou o Ungodly tb?
“protesto” de Marcello Pompeu cantando Hino Nacional, de novo? Recuso-me comentar!
ouvi falar q o Megadeth tocou de graça. Procede, alguém sabe? Ao mesmo tempo, Exodus, Destrúcho, Symphony X, Legion Of the Damned, Orphaned Land (esses CERTAMENTE ganharam algum!) ou Anvil devem ter tocado só em troca da viagem pro Brasil. Anvil deveria ser o LOGOTIPO do festival
bandas nacionais, duma “cena” “super respeitada fora” (Aquiles) tocando 3 horas da tarde? Concordando em ñ serem headliners? Parabéns: escancararam toda a hipocrisia e fajutice de gente q só pensa no próprio umbigo. Faço o meu show, ñ assisto o de nenhuma outra banda brasuca, e foda-se o resto. Soube de fontes seguras q um dos guitarristas do Korzus é do Maranhão – provavelmente ficaram hospedados na casa dalguma tia do sujeito – e suspeito q os outros tocaram por “amizade” aos picaretas Negri e Lamparina
embora possam alegar (e nem vieram a público ainda falar isso) q “tocaram pelo público”
público esse formado em grande parte de contingente de zés-manés pinguços q parecem se reproduzir assexuadamente (claro!) e por bipartição, passando os dias sem ligar pra banheiro (fazendo tudo nas calças mesmo) ou comida (graças ao pacote de bolachas q levou na mochila) e q, mesmo sóbrios, mal conseguiriam distinguir o som no evento ser som dalguma banda tocando de fato, ou de algum dvd pirata q os caras pusessem pra tvz engambelar o público gado. Li num dos links no UOL, sujeito dizendo “ah, mas até q tá dando pra conhecer outras pessoas q curtem um som, ver umas bandas”… O tipo de pessoa q vai deixar passar IMPUNE esses promotores filhos da puta
Negri produções soltou comunicado sexta ou sábado último, TENTANDO tirar o deles da reta. Q a infra era coisa da Lamparina, entre outras MERDAS. Quer dizer: a Negri só cederia os copinhos d’água (sem água), apoio moral e o NOME, caso tudo desse certo???
gente nos fóruns (catadão de acéfalos de plantão) e vocal do Claustrofobia, na abertura pro Exodus anteontem, pondo culpa no lugar. No Maranhão? No Sarney? Culpa dos organizadores, q ñ souberam se armar pro evento. Aconteceria com essa mesma gente em Blumenau ou na “Zurique brasileira” (São Caetano). Ñ me parece terem sido estelionatários dolosos (ou nem teriam mais pateticamente mostrado as caras), e sim um bando de zé mané q deu o passo maior q a perna. Embora a deixa de fazer festival na região NE fosse a meu ver uma ótima idéia, devido ao público imenso ali
estou salivante no aguardo do pronuciamento dos grandes veículos do “metal nacional”. Na repercussão pra valer. Editorial da Roadie Crew repudiará ou enrustirá o ocorrido? Li nalgum lugar opinião de q o povo da RC deve estar rachando o bico com a tragédia ocorrida. Duvido, uma vez q esse “meio” é bastante vascularizado e repleto de gente q se conhece (e se apóia), q promove shows, q patrocina revista (sabiam q revista ñ tira dinheiro de vendagem em banca, mas sim dos patrocínios?) ou site. Monte de gente de rabo-preso e AMADORA, no pior sentido da palavra: gente q é “colaborador” (ñ ganha pra escrever) em site e revista, em troca de ingresso de graça pra show ou contato pra bandinha fuleira poder gravar
o whiplash, q é do Maranhão e já teve Felipe Negri como colaborador (ô meio promíscuo!), ao menos ofereceu serviço de utilidade pública dum colaborador-advogado orientando as pessoas a entrarem com ação contra as produtoras. Pelo menos nisso ñ ficaram no muro!
o Charlie Sheen então ñ veio???
De minha parte, enquanto pessoa bloguística Thrash Com H, ñ “piro” nem racho o bico com isso. Fico triste por ver q o tanto q espezinho certas coisas, condições, pessoas ou bandas do meio (do “metal nacional“) se revelaram MAIÚSCULAS e crônicas neste último fim de semana. Fico revoltado por ver q, mesmo eu me achando implicante ou PATRULHEIRO em demasia nalguns momentos, ainda assim jamais pequei pelo exagero.
Exagero foi o q esses filhos da puta, Natanael e Felipe, cometeram. Cadeia? Sim. Mas com reembolso. Chororô de q perderam dinheiro é tudo MENTIRA. E com direito a cela com uns negões pagodeiros a providenciarem o devido enrabamento.
E ainda assim acho pouco.
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Recomendo ainda os editoriais de Régis Tadeu e do cara do Ancesttral, sujeito de quem eu nunca fui com a fuça (idiossincrasia minha, vai ver o cara é até gente boa), q falou tudo o q sempre falei ou quis falar por aqui neste blog, com maior PROPRIEDADE, em função de ESTAR mais no “meio”. Se a inércia e a pusilanimidade imperarem, será banido da “cena” e ñ os “defensores” da mesma.
E a quem se comoveu q o Pompeu cantaria (cantou?) o “Hino Do Festival” (aaaaaargggh!) com o boiola gordinho do Shamerda, equívoco final. O “Hino” disso tudo deveria ter sido esta aqui: