Essa o YouTube me sugeriu ontem e enviei pra alguns de vcs pelo WhatsApp mesmo:
Pérola q tenho em dvd pirata comprado na Galeria. E q nunca vi original pra comprar. Único registro (visual) oficial da formação Lemmy, Campbell, Würzel e Animal Taylor.
Desconsiderem “Angel City”, q parece ao vivo mas com áudio do disco. E duvidem de quem diz q “1916” foi lançado há 110 anos ahahah
Um disco fúnebre. Pq o último. E, obviamente, por conta do falecimento de Ian Lemmy Kilmister exatos 4 meses após lançado, em 28 de dezembro de 2015.
Mas pq tb um disco mórbido.
Percebe-se um Lemmy cansado nos vocais (ProTools me parece q a banda já usava desde “Motörizer“, de 2008) e um excesso de músicas – 13 – q não condizia com a média da banda em discos.
Como se Lemmy tivesse ciência de q não duraria mais muito e resolvesse ter o q dizer. O “Aftershock” (2013) anterior tb teve isso. As letras já tinham se tornado imensas pouco antes, em “Hammered” (2002).
“When the Sky Comes Looking For You” foi single e um videoclipe pesado, beirando o mau gosto. Agourento. A ironia definitiva foi o final coverizando “Sympathy For the Devil”, q nem acho o melhor cover de RollingStones por eles cometido.
Os demais 11 sons incluem pauladas (“Victory Or Die” e “Thunder And Lightning”), as setentosas “Fire Storm Hotel” e “Tell Me Who to Kill”, sons mais bluesy (“Till the End” e “The Devil”) em meio aos sons mais típicos – “Motörheadétudoigual“, uma ova – mas a real é q passados 10 anos de lançado, ainda não dei aquela devida atenção ao trabalho.
Por razões fúnebres, mórbidas, agourentas e cansadas. Prefiro lembrar de Lemmy, PhilCampbell e Mikkey Dee de até o “TheWörldIsYöurs” (2011), quando não estavam ainda desfalecendo.
Não é um disco ruim ou indigno, q me lembre. Tvz daqui a 10 anos.
E sei lá o q achar, apesar de achar (sim) q o cara tem direito. Foi o baterista por MUITO mais tempo, co-autor de sons etc.
E parece íntegro o suficiente pra não usar o nome Motörhead (renderia likes e “polêmicas”, em tempos nos quais nenhuma publicidade parece negativa) em vão ou inventar um “tributo a Lemmy Kilmister” – hyllningtillLemmyKilmister? – picareta.
E me parece q se não o fizer agora, tvz daqui a 10 anos não consiga ter condições físicas pra tocar na intensidade devida.
(passação de pano um pouco. Não fosse fã, estaria de birra)
Só sei q poderia tocar por aqui num Sesc. COM OS AMIGOS. Eu iria.
Houve um tempo em q Lemmy não era o cara sábio de plantão. Nunca soube precisar o início disso, mas foi em algum momento dos 90’s.
Tvz a canonização em vida em “Airheads” tenha operado a mudança?
Caiu no colo esses dias o vídeo aqui.
E embora Lemmy tenha sido certeiro em relação ao Venom, Pantera e Mtv, a mim pareceu não situado à época. Pareceu não saber de quem se tratavam (Slayer, tanto mais) e lavrou opinião. Tanto quanto sobre Kurt Cobain.
Por outro lado, me surpreendeu Mikkey Dee recém-entrado (não consegui precisar o ano, tvz 1995, 1996?) em plena noção da “missão da empresa”, vestindo a camisa do Motörhead como ninguém.
Lemmy aqui pareceu só querer bancar o engraçadinho. Raridade este tipo de coisa, ainda q no mau sentido.