DISCOS SEM FAIXAS-TÍTULO MAS CUJOS TÍTULOS VÊM DE VERSOS OU TRECHOS EM FAIXAS Q SERIAM FAIXAS-TÍTULO, A NÃO SER PELO FATO DE Q SE ASSIM FOSSE, TERIAM OUTRO TÍTULO E ASSIM UMA FAIXA-TÍTULO:
“The Dark Side Of the Moon”, PinkFloyd [“Brain Damage”]
“Nevermind”, Nirvana [“Smells Like Teen Spirit”]
“Hot Rats”, FrankZappa [“Willie the Pimp”]
“Power Of Inner Strenght”, GripInc. [“Hostage to Heaven”]
“Chaos A.D.”, Sepultura [“Refuse/Resist”]
“Hold Your Fire”, Rush [“Mission”]
“Cryptic Writings”, Megadeth [“Use the Man”]
“Counterparts”, Rush [“Animate”]
“Tudo Ao Mesmo Tempo Agora”, Titãs [“Uma Coisa de Cada Vez”]
Terry Brown foi produtor do Rush entre “FlyByNight” (1975) e “Signals” (1981). O trio escolheu não trabalhar mais com ele a partir de “GraceUnderPressure” (1984) pq estavam mudando o som e nunca mais tiveram disco por ele produzido
o espólio do Rush vem relançando remasterizada praticamente toda a discografia – q eu saiba, a partir de “2112” (1976) – com novas capas do mesmo Hugh Syme e às vezes com cds bônus de material ao vivo. Já q nunca deixaram músicas sem lançar
Sabem q fã de Rush recompra de boa esse material (recomprei “Hemispheres” dessa leva) e vende um rim pra ir a show em 2027. É exploração, mas depende.
O post é sobre “GraceUnderPressure“, q está pra relançarem, sei lá se com material bônus, mas com capa diferente/revisitada e remixagem por… Terry Brown.
E q tem ficado do caralho. Praticamente outro disco. Dos sons q ouvi até agora: “Distant Early Warning”, “Afterimage”, “Red Sector A” e “The Enemy Within”. Com algo aparentemente simples no remake: Brown baixou os teclados e subiu voz e bateria na mixagem.
Tem coisas do vocal (tipo uns “yeah” aí em “Afterimage”) q não só eu nunca tinha ouvido, mas tb viradas e passagens da bateria q ganharam vulto, após décadas soterrados pelos teclados.
A ponto de no YouTube ter gente jurando q GeddyLee regravou os vocais. Certamente não.
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E o motivo do título é q a guitarra de AlexLifeson ganhou tb um outro papel na coisa toda.
Ele q sempre foi voto vencido (democracia em trio meu ovo) nesses discos com teclados, ainda mais no “PowerWindows” seguinte. Fica a expectativa de Terry Brown mexer tb em “PowerWindows” pra podermos descobrir o quão foda ele é e nunca pôde ser.
“Counterparts” foi o disco do Rush melhor sucedido em termos de “mais vendidos”, alcançando a 2ª colocação no Billboard200 em ocasião em q o 1⁰ colocado foi “vs.”, do PearlJam.
Não deixa de ser irônico o episódio, uma vez q “Counterparts” é o “disco grunge” do trio canadense.
Rush – só eles e o staff sabiam q era última turnê, em 2015. Fã-clubes mais nerds desconfiaram, sem ter certeza. Fizeram documentário a respeito, “Time Stand Still”, ótimo. Não vazaram ou venderam “última turnê”: último show, Neil Peart tirou fotinhos, desceu do praticável e abraçou Lee e Lifeson pra foto e a banda acabou
R.E.M. – acabaram com um comunicado em site oficial, 21.09.2011, sem última turnê ou último disco anúncio e sem alarde
Faith No More – comunicado no site oficial em 1998, começando com um “pra esclarecer rumores sobre a banda estar acabando, avisamos q a banda está acabando” e culparam o baterista
LedZeppelin – dignos: sem John Bonham, sem LedZeppelin. Fizeram anúncio?
Ramones: avisaram “mais um disco, mais uma turnê”. Fizeram ambos e fecharam a firma
BlackSabbath/Ozzy: história conhecida. Surpreendentemente digna. Baita evento. Ozzy morreu 17 dias depois do velório
MidnightOil: depois de muitos anos (Peter Garrett havia sido ministro do meio ambiente australiano) voltam com disco inédito e turnê mundial agendadas. A dias do início dos shows, baixista morreu de câncer. Acabaram.
BoltThrower: lançaram o melhor disco, “ThoseOnceLoyal“. Encerraram atividades por achar q não conseguiram fazer coisa melhor. Quando pareceu q iriam, baterista morreu. Acabaram.
Motörhead – sem Lemmy, sem Motörhead. Mas tiveram últimos tempos meio indignos e teimosos
The Police – nem se preocuparam em avisar. Mesmo. Cada um foi pro seu canto e não houve comoção induzida nem desmedida