SEMPRE DÁ PRA PIORAR

“Marca”. “Batalha judicial” numa encruzilhada? Imagina brigar por dinheiro nesse nível. Indenização em frango e farofa?
Alguém se importa?

“Marca”. “Batalha judicial” numa encruzilhada? Imagina brigar por dinheiro nesse nível. Indenização em frango e farofa?
Alguém se importa?
RANQUEANDO ÁLBUNS COM VERSÕES PRA SEPULTURA HOJE:
WhatsAppin’: sem rivalidade ou fofoquinhas. Eram amigos. Era assim https://metal-stop.com/dave-lombardo-explains-how-slayer-viewed-metallica-megadeth-and-anthrax-in-the-1980s
O q Geddy Lee e Alex Lifeson entendem de Rush, afinal? https://share.google/EvQ2nCGbVhwCqZIgm
O bolo de carne se desculpando da almôndega https://rockcelebrities.net/chris-poland-comes-clean-on-what-he-did-in-megadeth-calls-himself-a-bad-person
Lista reversa da passada hoje. Bandas q continuo acompanhando comprando cds só por hábito e provavelmente não o farei mais.
Sensação de “deu o q tinha q dar”:
WhatsAppin’: e vai lotar https://www.mundometalbr.com/savatage-anuncia-show-solo-no-brasil/amp/
O rock de tiozão não pode parar https://consequence.net/2024/12/static-x-gwar-2025-north-american-tour/
Importante. Mas efetivo? https://www.teoriacultural.com.br/post/kate-bush-assina-peti%C3%A7%C3%A3o-contra-uso-n%C3%A3o-autorizado-de-ia-no-trabalho-criativo
por Leo Musumeci
A melhor música de todos os tempos da última semana
1. The Darkness Foundation – Omega: A classe de Jairo Guedes, densa e obscura.
2. As I Lay Dying – We Are the Dead: O nível de agressividade é altíssimo.
3. Linkin Park – The Emptiness Machine: A polêmica da semana. Pra quem gosta, é prato cheio.
4. Lamb of God / Mastodon – Floods of Triton: Música comemorativa da turnê. Combinação muito fluente.
5. Cemetery Skyline – Behind the Lie: O “menos melhor” som do fortíssimo candidato a melhor disco do ano.
6. Jinjer – Rogue: Acho que é o melhor Metalcore progressivo que conheço. Consistente de novo.
7. Mulatu Astatke e Hoodna Orchestra – Tension: Mulatu é um monstro da música africana. Apenas conheçam.
8. Richie Kotzen – Insomnia: Comecei a gostar depois de ver abrindo pro Slash. Agradável e palatável.
9. Livløs – Orbit Weaver: Banda garimpada com um trabalho de death melódico com inovações e fugindo da mesmice.
10. Opeth – §3: Realmente preciso digerir, entender fases e evoluções.
Destaques negativos:
1. The Offspring – Come to Brazil: “Come to the VERDE E AMARELO”… Sério! Esqueçam!
2. Gangrena Gasosa – Webchorume: Passando um recibo MONSTRO do B.O.
Esclarecendo: músicas novas lançadas semana passada, num mesmo dia
Playlist Spotify: https://open.spotify.com/playlist/1Z46ikiS9jWTXtzPj2wC8g?si=SoYThEUkTBe4unrH_hCNkg&pi=F2iJl343TZ-j5
WhatsAppin’: toda história envolvendo Neil Peart acho válida. E cada compartilhamento delas causará uma diarréia em Mike Porretnoy https://consequence.net/2021/01/geddy-lee-neil-peart-monster-drummer-highest-magnitude/
Como lacrar lacrador https://consequence.net/2024/09/pearl-jam-ted-nugent-stranglehold-anti-gun-lyrics/
A prova de q Sepultura acabando “por cima” deveria ser lição. E de esses velhos, recorrendo a marketing Oasis, deveriam estar numa praça jogando tranca https://consequence.net/2024/09/perry-farrell-punches-dave-navarro-janes-addiction-show/
MELHORES ÁLBUNS DE 1974*:
*régua altíssima
WhatsAppin’: sensacional https://consequence.net/2024/08/rush-alex-lifeson-blah-blah-wah-pedal/
Bora pagar as contas https://consequence.net/2024/08/jason-bittner-exits-overkill/
Achei q tivessem acabando. Por outro lado, rastro de filme queimado parece rotina https://acessomusic.com.br/2024/08/26/gangrena-gasosa-lanca-disco-figa-of-the-dark-dia-30-de-agosto/?sfnsn=wiwspwa
Hangar 110, 17.11.23

Prestes a começar o despacho show, o Leo me lança a pergunta: “será q o Gangrena vai caber nesse palco do Hangar 110?”
Começou a apresentação e me distraí.
Pq a pergunta q me fiz e me respondi ao longo da uma hora e meia de som foi: “foi melhor q o show do Centro Cultural Vergueiro há uns 5 anos?”, “sim, foi”.
Um pouco por conta da banda insuficiente de abertura antes e por termos perdido o Desalmado, a expectativa estava muito alta. E a mim, resolvida. Satisfeita ao final.

O Gangrena Gasosa tá tinindo. Melhor fase da banda, em show. Em q pese o guitarrista exu caveira japonês ter tido uns tilts certa hora (guitarristas não levam mais cabos extra no equipo?) e o som ter oscilado um pouco (bem pouco) numa horinha, nada consigo reclamar.
Músicas velhas, como “Surf Iemanjá”, “Terreiro do Desmanche” e “Centro do Pica-Pau Amarelo” compareceram. Sete das 11 músicas de “Se Deus é 10, Satanás é 666“, tb. Mesmo as passíveis de datação “Quem Gosta de Iron Meiden Também Gosta de KLB” e “Eu Não Entendi Matrix” me empolgaram. Pq não são as letras, são os sons.

Ninguém faz metal/hardcore endiabrado como o GG. Ninguém entretém uma platéia como o GG. Como Angelo Arede, com moral e marra pra zoar e intimar idiota q estava causando. Sujeito é carismático e preciso. Ainda mais num côro breve de “morra, Bolsonaro”.
A mistura de batuque e ginga e peso é alicerçada demais pelo baterista (não guardei nome), preciso, e pelo guitarrista (idem) q não comete um solo, um exagero, uma palhetada fora do lugar. Mão pesada demais. Falo sério quando digo (e já devo tê-lo feito quando do outro show) q esses caras deveriam estar na Europa, entorpecendo os gringos, chamando atenção, apagando filmes queimados de excursão zoada antiga, de outro tempo e outras entidades envolvidas.

Os vocais são precisos e entrosados. Discretos, só o baixista e a percussionista, novos (ou só ela nova?), mas pode ser q estivessem rogando pragas. Sons novos, como “Fiscal de Cu” e “Headboomer” tb entraram na mistura. E nem consigo dizer quantas foram as músicas: nem me lembrei de contar.
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Rodas adoidado, calor desgraçado (só o baixista não abandonou o cosplay inicial) e gente amiga dos caras subindo ao palco pra cantar junto e pular. Base de fãs a banda tem, não sei qual seria o próximo passo.
Pq ao final só conseguia responder à pergunta do Leo assim: “por q esses caras não estão em palcos maiores?”. Ainda mais europeus, reitero. Não estou nem falando de Wacken, q é outra coisa.
Isso precisa ser resolvido. O quanto antes.
DISCOS CUJOS TÍTULOS SÃO PARÓDIA OU AUTO-PARÓDIA OU ZOEIRA COM TÍTULOS OUTROS:
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WhatsAppin’: minha curiosidade tolerante em ouvir o trabalho com o outro negacionista foi a zero https://igormiranda.com.br/2023/02/joe-lynn-turner-entrevista-2023/
Lista pedante, tanto quanto fãs e críticos-fãs do “gênero” q descrevem. Seria o post-rock o indie gourmet (gourmet do gourmet)? https://consequence.net/2023/02/best-post-rock-albums/
Gente rica vivendo no próprio umbigo e q deveria estar jogando críquete. Tô do “lado” do Waters https://whiplash.net/materias/news_710/348993-pinkfloyd.html E pq insisto em dar moral pro whiplash ahahah
Música nova, estrearam no Rock In Rio. “Pra irritar banger reaça”.
Tvz consigam, se os mesmos pararem de ouvir Nickelback escondido.
“Mizinfío é conservador
E acusa uzôto daquilo
Do que te dá mais sabor
De fazer dichavado no sigilo
Bate forte no peito, sujeito homem, muito machão
Quando chega na academia passa vontade no chuveirão
Cada um cada um. Quebre o tabu, o butico e o barraco
Quando mais gente gozando, menos gente enchendo o saco
HEADBOOMER
O sucesso da Anitta te desanda
HEADBOOMER
Um absurdo que mulher tenha banda
HEADBOOMER
Pablo com camisa de banda tu não aguenta
HEADBOOMER
Acha que o Roque morreu lá nos anos noventa
Acha gesto nazista liberdade de expressão
Mas Macumba e Hardcore não passa de lacração
Apelido aumentativo (que medo!) Pipi vira Pimpão
O roquista do Diabo (quem diria?) virou reaça cristão
O samba é mais roquenrou
Que sua banda Dipi Porpôu
O samba é mais roquenrou
Que sua banda Dipi Porpôu
O samba, samba, samba, samba, samba é mais roquenrou
Que sua banda Dipi Porpôu
Diz que é polêmico e que fala o que quer
Depois de samba e de funk o que mais odeia é mulher
A não ser que lave sua sunga sempre freada de bosta
Véio podre pica brocha (cha cha cha)
HEADBOOMER
O sucesso da Anitta te desanda
HEADBOOMER
Um absurdo que mulher tenha banda
HEADBOOMER
Pablo com camisa de banda tu não aguenta
HEADBOOMER
Acha que o Roque morreu lá nos anos noventa
Véio podre, pica brocha
Véio podre, pica brocha
Véio podre, pica brocha
Véio podre, pica brocha“
Se os caboclos do Gangrena Gasosa ñ entenderam “Matrix”, eu ñ entendi Mastodon.
Quer dizer: acho q até fui entendendo. Comprei “Crack the Skye” e “The Hunter”, vi os apartes deles/sobre eles no episódio “Progressive Metal” lá do San Dunn, coisa e tal. Banda de músicos bons, mas ñ fritadores ou ostentadores tipo Dream Theater/Dragonforce; de composições incomuns e arranjos sutilmente intrincados etc. Nada q eu já ñ tivesse ouvido melhor com o Soundgarden.
Q tinha vocal bem melhor.
Os vocais ruins dá pra entender, uma vez q os próprios integrantes já admitiram ser o ponto fraco deles (numa declaração/tradução q o whiplash vive reprisando, como aquela outra em q chamam o Dream Theater de gays). E a real é q isso parece ñ ter mudado.
Sei lá, boa banda, mas nada q me justificasse tamanho hype.
Por ñ entender o porquê desse hype, me ocorrem então duas hipóteses:
a) coisa de gente q começou no metal com Mastodon
b) banda hypada por críticos q ñ do metal, q ñ entendem odeiam metal e q de vez em quando “descobrem” uma banda q ñ seja estereotipadamente metal. Q ñ tenha visual de couro e tachinha ou guitarrista poser. Como acham q toda banda de heavy metal tem. Aconteceu há 30 anos com o Helmet, lembram?
Ou naquele papo de q o Faith No More era “o futuro do metal“.
Tudo isso pra contextualizar o q os algoritmos do celular me apresentaram esta semana: disco novo da banda, “Medium Rarities”, de bela capa, lançado sexta passada e q é o famoso catadão (q quase toda banda no metal, hypada ou ñ, tem) de raridades, lados b, covers (4) e faixas ao vivo (5).
“Fallen Torches” acima, inédita, curti. Pesada e sem atalhos ou distrações. Comparações com o Meshuggah nos comentários youtúbicos (inclusive de o clipe copiar o de “Clockworks”) achei pertinentes. Só q os vocais emo estragaram tudo.
“Orion”, cover do Metallica, ñ me desceu. Bom pra Lars e James, q deverão ganhar uns chequinhos nos próximos meses, e q poderão fazer a média com a “banda nova”. Pagar de “descobridores” pra desavisados de plantão. Mas cover bom de Metallica, ainda fico com a “Battery” do Machine Head. Com “Whiplash”, do Destrúcho.
Ou com qualquer um bom do Apocalyptica. Q ao menos ñ tem vocal.