DIVERTIDO
Acho q todo mundo soube ou viu um trecho, hum?
O Napalm Death pela metade, sem o Shane. Uma pena. Bandas com o “sub” normalizadas, à Pink Floyd e Crypta.
Eu só queria ver o dia em q fizerem com o Meshuggah.
Acho q todo mundo soube ou viu um trecho, hum?
O Napalm Death pela metade, sem o Shane. Uma pena. Bandas com o “sub” normalizadas, à Pink Floyd e Crypta.
Eu só queria ver o dia em q fizerem com o Meshuggah.
André acabou de me mandar. Não sigo o Crypta, então obrigado.

E não é a primeira vez. De outra, uma outra baterista careca fez uns shows e meio q não se comentou, ou foi bem por alto. Lembro de imagens não pegando a substituta.
Q não sei se é a mesma.
O q me pega é a idéia de q não falariam nada caso alguém não tivesse percebido. “As some you might have noticed already”.
Sei lá.
Tá, Chuck Billy Motherfucker participando pelo networking, hum?
Baixista do Bosta Quest (3 baixistas no som, é isso?) nem me incomodou. O outro baixista, reaça, sim.
A real é q Jairo Guedz já de um tempo vêm se posicionando à direita, politicamente falando. Tvz não enquanto Gado do Presidiário Broxa Soluçante, afinal costumava-se ser de direita sem esse adendo escroto.
Tvz eu esteja me preparando pra me decepcionar com o sujeito. Ao mesmo tempo: será q isso realmente importa? Ou como postei no post sobre a Crypta duas semanas atrás: será q convém decepcionar, uma vez q nada foi prometido?
O Troops Of Doom nunca se vendeu como engajados politicamente. E mesmo em relação aos Cavalera claramente sabotá-los com os discos de regravações, nunca houve qualquer “polêmica” ou reação.
Ao mesmo tempo em q estão num fest aí com The Mist, Korzus e Krisiun, q não cancela participação em evento com reaça. (E qual era mesmo a treta do Velho com o tal Carniçal?)
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Meu ponto é: há uma medida? Uma cautela? Curtir o som só pelo som mesmo?
Ou, como me disse o Tiago ao me enviar o link abaixo: “deu ruim pra tiktoker“.
https://igormiranda.com.br/2026/03/crypta-criticas-shows-slaughter-to-prevail
Além disso, abertura pra banda de reaça (não cito nome), de single recente condenando a “cultura do cancelamento”, postado aqui ano passado.

Não sei se dá pra alegar ingenuidade.
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E assim: aparentemente a tiktoker da geladeira estaria sendo questionada em seu habitat, rede social. Por outro lado, o q levanto pra discutir é o seguinte: quando foi q o Crypta se assumiu como banda feminista?
Quando fizeram aquele show (não era um fest) com In Raza, Manger Cadavre? e Hatefulmurder abrindo? Hum.
Ainda outra coisa: já se posicionaram como antifascistas, mas quando estava de bom tom contrariar o desgoverno do Broxa Soluçante. Sem alardes, q me lembre. Serão mesmo uma banda engajada?
De esquerda progressista certamente não são. E tudo bem não serem. Mas acho q a gente tem q começar a olhar pra quem se lixa pra política (e passa batido pra coisas sérias) e/ou é “isentão” de direita, pra não ficar criando expectativas. Sei lá.
por Leo Musumeci
A primeira coisa que me ocorreu quando vi o clipe foi: nossa! um clipe bem produzido, cheio de cgi, grandiloquente, … Me parece que o Dimmu Borgir perdeu o lugar. Mas tb pudera: estão há anos numas crises meio sem sentido criadas por eles mesmos.
Pois fui investigar. Vamos aos fatos:
Aliás, esse CD tb não é dos meus preferidos deles. Mas isso é outra história. Pelo menos, escolheram uma das melhores músicas dele pra esse clipe.
Escalação do Bangers Open Air (processa, Jessiê) 2026

Com Twisted Sister Cover Oficial de headliner num dos dias. Rumores dão conta de q o outro headliner pode ser Dimmu Borgir ou King Diamond.
Sei lá.
Acho caro.
E o tal Monsters Of Rock não me animou nada. Bora esperar Setembro Negro.
Leo me mandou esse há pouco:
E concordo com ele: está melhor q antes.
Q aquele som motörhéadico de videoclipe filmado em bar de reaça. Provavelmente melhor q o tal “Jailbreak“, q não arrumei “tempo” pra ouvir ainda.
Mas pq a régua estava muito baixa. E a orientação “extrema” agora? Coisa de quem está mirando público alvo? Ao mesmo tempo, percebe-se umas bases bem clichês no decorrer. Provavelmente mão de produtor.
Comentários no vídeo misturando elogios com “ah, nova formação”. Tem mais alguma nova formação?
Nem YouTube nem Metal Archieves informam sobre novo disco. Single novo, apenas e tão somente. Mas chuto ser um pouco antes ou depois do novo Crypta, q bobear desova novo single em breve. E provavelmente sem a Nagagata.
The Dev, Camden Town – Londres, 12.07

Essa é uma resenha q peço pra q a leiam com zero viralatismo brasileiro.
Um pub em Londres com 4 noites por semana tendo som ao vivo. Sem cobrar entrada. Sem segurança na porta. Com o clima mais cordial possível.
Aquilo de as pessoas esbarrarem umas nas outras e pedirem desculpa de verdade. Repleto de tiozões metaleiros acima dos 60 e dumas tiazonas pouco mais novas. Sem estereótipos nem caricatura.

Cerveja e bebidas à disposição, zero cardápio. Porção, sanduíche, prato, lanche, palito de dente pra mastigar. Nada. Cultura pub.
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O Leo havia me recomendado o lugar mês passado, descrevendo o ambiente e o profissionalismo gritantes. Viu 4 bandas ali com a Dani. A noite de sexta-feira previa 3 bandas, das quais perdemos a primeira pq estávamos jantando ali perto.
E tudo bem. Nunca nem tinha ouvido falar de nenhuma delas. Não sabia o q esperar. E o q entregaram Perpetual Paradox e Survivalist superou muito qualquer expectativa.

Horários seguidos à risca, sem migués: por isso às 21h já rolava a segunda banda, q como a última, praticam um híbrido de metalcore com new metal. O tipo de som q não curto, mas q não teve como desgostar.
Pois como apontou a namorada, impressionou a VONTADE por ali. Sangue nos olhos, apetite e sons clara e exaustivamente ensaiados.
O vocal do Perpetual Paradox (não pesquisei nome) se acha Corey Taylor. E faz por onde: tem voz parecida. E às vezes duas – usou efeito de oitavar. E presença de palco (um espaço 3 x 3), carisma e interação com o público. Formado pelas companheiras dos sujeitos (um clichê de shows pequenos em qualquer lugar do mundo?) e amigos presentes, mas tb por gente entoando os sons e vibrando juntos.
Achei legal os barmen tb curtindo. A iluminação variando entre azul, prata e vermelho. E o sujeito da mesa de som (um tablet de som), e ainda um fotógrafo profissional q invadia palco e público com máquina e flash a todo momento.
Nunca. Vi. Isso. Aqui. No. Brasil.

O som estava ALTO e DEFINIDO. Sem microfonias, sem precariedade, sem desculpas. E com um som trigado nos bumbos (bateria de 2 bumbos num espaço exíguo pra 5 integrantes) q nunca ouvi antes.
Baterista meio Meshuggah, voltado ao groove. Mais q a firulas. Escondido, mas se fazendo notar muito. E q deu umas flutuadas (poucas) de andamento. Tocando com convicção.
***
Acabaram o show pontualmente. Zero roadies. Desmontaram as coisas e foram pra galera. Enquanto o Survivalist tomava o palco e montava seu equipamento. Em 20 minutos, se muito.

Banda vinda de Belfast, e mais rústica. Numa turnê pelo Reino Unido q envolveria show em Newcastle no dia seguinte. Uma guitarra, baixo, bateria e um vocalista gordo carismático estilo serial killer lenhador. E carismático pra porra – menos q o anterior.
E com letras mais politizadas, pareceu.
E com um som mais sujo (vocal alternando limpo, berrado e gutural), q me agradou mais. Mesmo sendo metalcore com new metal.
Os caras geraram roda, q chegou na mesa (única mesa) onde estávamos. O pint de Heineken da Debora derramou, e ela nem reclamou. Estranhou a cerveja quente ahahah

Às 22:50 terminaram a apresentação. Simplesmente terminaram. Pq era o combinado. E a sensação era de q era o suficiente. Profissionalismo, senso de coletividade e confiança no próprio taco. Enquanto desmontavam o equipamento – de novo: zero migué ou “deixa eu tomar uma, pra depois desmontar” – o vocalista se aproximou duma mulherada ali presente e trocava idéia. Zero estrelismo, ninguém tirando selfie, usando camisa da CBF, vendendo squeeze cuspido ou pedindo pra apoiar o metal nacional.
Afinal, o rolê era gratuito e a desculpa de “paga £500 pra ver o AC/DC (tocaram em Wembley domingo), mas não £10 pra ver banda de amigo” foi abortada antes de nascer ahahah
Mais q escrever demais aqui, não consigo. Bora pros comentários. Mas saí do The Dev lamentando q esse tipo de evento, com essas condições e resultado, jamais verei por aqui.
Assim tb: nem o melhor som do melhor show num Sesc ou num festival no Carioca Club chega à altura. Nem nunca chegará. “Impressionado” foi meu nome do meio saindo do The Dev aquela noite e chegando 5 minutos mais tarde ao metrô Camden Town.
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PS – havia um cantinho de merchan do Kill All the Gentlemen (do tamanho de duas carteiras escolares) vendendo cd, ep, camisetas (plural) e hoodie. Uau.
PS 2 – Perpetual Paradox será banda de abertura pro Crypta no próximo 9 de agosto num lugar ali próximo, The Underworld
Difícil conter a implicância


A banda, as outras integrantes, a música e as turnês parecem meios pra um fim: o umbigo da sujeita.
Q parece não estar aprendendo, amadurecendo ou mudando nada com a porrada de shows e turnês. Geração Instagram. Uma pena.
Pra piorar, esse marketing apelativo:
Falando a única integrante com barriga de fora e q fica xerecando o público…