Nicko McBrain
EU QUERO!

Mas só sai (lá fora) em outubro. Não vai dar pra eu trazer de viagem em julho…
Menos mal q certamente teremos tradução por aqui e aí cabe torcer por uma tradução decente, com o mínimo possível de IA ou Google Translator.
E com contexto, naquilo q lembrei do märZ me falar outro dia q Soundgarden foi traduzido por “funerária” na bio do Kurt Cobain…
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Claro q a história de Nicko McBrain se confunde com a do Iron Maiden por 42 anos, mas já era baterista bem antes disso. E nunca teve outro emprego q não baterista.
E tomara q a firma gerida por Harris e Smallwood não tenha podado muita coisa.
30 VEZES X

Iron Maiden, “The X-Factor”
Um disco q acho perfeito para desautorizar “fãs” de Iron Maiden q pararam com a banda em 1988 e detratores q juram q “Iron Maiden é tudo igual”.
O Iron Maiden de “The X-Factor” ousou mudar. E não foi só o vocalista, estavam outra banda. Mais sombria, mais técnica e progressiva. Com tiques de Dream Theater (compassos ímpares) até.
Q eu lembre, foi um disco bem recebido. Blaze Bayley, o vocalista novo, foi demonizado só depois nos shows, ao não dar conta do repertório antigo. E culparam-no pelo fraco “Virtual XI” seguinte, o q acho injusto, mas não o ponto aqui.
Continuo gostando deste pelos 4 primeiros sons. Tenho “Sign Of the Cross” como a melhor música da Donzela dos últimos 30 anos, e “Man On the Edge” o single mais pesado deles até hoje. Beira o thrash metal.
Tvz as pessoas tenham curtido por curtir e com alguma desconfiança, afinal era Iron Maiden e tb um Maiden diferente, q renega o material hoje em dia (se bem q tb renega muita coisa pós 1995).
Humildemente penso q “Look For the Truth” e “2 A.M.” foram desnecessárias; tivessem ficado como lado B de single (ainda os lançavam em 1995), caberia melhor. Ou descartar-se-ia melhor. Sei lá.
Fora tudo isso, acho esquisito quem curta a fase recente (“Brave New World” pra cá) e rejeite “The X-Factor“: o início dela foi neste aqui.
PULL ME UNDER
Aparentemente se trata de James LaBrie pistola com um fã sem noção.
Sem noção a ponto de não entender q tomou esporro.
Ao mesmo tempo, e ciente q se trata de filmagem duma pista VIP esvaziada, recomendo a leitura dos comentários ali no YouTube sobre comportamento de público brasileiro em show e/ou de gente aparentemente cada vez mais sem noção comparecendo a shows.
[Falo por mim uma coisa: pista de show não é pra ficar conversando]
E por outro lado, correndo o risco de ser apressado: me parece q Dream Theater já deu o q tinha q dar. Entrada do Eloy no Slipknoia com repercussão monstra, saída de Nicko do Maiden impactante, enquanto volta de Porretnoy à ex-ex-banda parece ter sido recebida com um “ah, legal”…
IRON MAIDEN
Allianz Parque, 06.12.24
Um show honesto.

Só idiotas, hipsters e resenheiros roquistas reclamaram “faltou essa, faltou aquela”. Tudo pelo like e pelos haters. Todo mundo q esteve nas duas datas sabia exatamente o q seria tocado, e fim de papo.
Pessoalmente, achei ótimo não ter “The Number Of the Beast”, “Hallowed Be Thy Name” e “Run to the Hills”. Nem “Wrathchild” e “Running Free”‘ ou “Sanctuary” protocolares debilóides ao final. “Wasted Years” parece ter assumido esse lugar.
Ao mesmo tempo, teve “Fear Of the Dark” e “The Trooper”. Aliás, as mais comemoradas…
Essa Past And Future Tour era de 36% “Senjutsu“, 36% “Somewhere In Time” e 28% velharia (“Iron Maiden”, “The Prisoner”, “Can I Play With Madness?” e “Fear Of the Dark”). E pra mim soou coeso como nunca. Repertório encaixou. Músicas de “Senjutsu” funcionando melhor ao vivo. Pessoalmente, só excluiria “Days Of Future Past”, chatinha.
Qualquer outra do disco novo pra mim cairia melhor. E a resenha acaba aqui.

(daqui pra baixo, outras coisas)
Assisti ao show no último setor do estádio (Cadeira Superior), na antepenúltima fileira antes da última parede extremamente oposta ao palco. E o som estava ALTO, quase precisando de protetor.
Daí tb as fotos ruins; definição de imagens do celular + telões não funcionou. Melhor foto de integrantes, essa aí do Janick.
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Assisti sem saber da despedida do Nicko. Q me fez entender terem-no deixado sozinho no palco ao final. Era a despedida.
Fui pra prestar atenção no q ele NÃO tocaria: não tocou as partes rufadas antes do solo em “Caught Somewhere In Time”, não fez a virada introdutória em “The Trooper”, e em outras músicas tocadas mais lentas, deu mais peso.
Como no refrão em “Heaven Can Wait”: ficou mais bate-estaca. “Can I Play With Madness?” mais lenta achei mais interessante tb. Aquele intermezzo baixo/bateria em “Iron Maiden” ganhou vigor. Na “The Trooper”, sobrou espaço pra Dave Murray meter um bend q reinterpretou o som.

Tudo isso gerando um ganho adicional: um Bruce Dickinson impecável, q não apanhou (tanto – explico abaixo) dos andamentos e desafinou semitonou praticamente nada. Turnê retrô anterior tava foda.
“Alexander the Great” (podia ter sido ela 14 vezes seguidas), “Strange In a Strange Land”, “Caught Somewhere In Time”, “The Prisoner” (Nicko quase acertando a introdução, tocando mais lento) e “Death Of the Celts” (única com discursão de Bruce antes) achei os pontos altos. “The Writing On the Wall” foi feita pra tocar em estádio e “Hell On Earth” não soou enorme cansou ao vivo.
Fiquei um pouco decepcionado com o início de “Caught Somewhere In Time” – os 55 segundos iniciais – ser playback, mas foi do jogo. E a virada q finda os solos e volta ao riff principal não rolou. Mas nunca imaginei q a veria/ouviria ao vivo, com andamento a contento + timbres e solos idênticos, então foda-se. Ficou do caralho.
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Outro detalhe q percebi: teclados baixos na mixagem. Sonoridade em geral mais orgânica e pesada. Som de caixa e bumbo tb mais pesados. Fez diferença.
(ou é minha surdez agindo e não ouvi a porra do teclado ahah)

Homenagem a Paul Di’Anno pareceu rolar em “Iron Maiden”, quando Bruce pôs uma jaqueta de couro. Um detalhe a toa, não lembro q em outras turnês tivesse rolado.
Teria q ver shows anteriores desta turnê tb pra desempatar. Mas não vi resenha (ainda) citando.
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Amigo q estava noutro setor comentou comigo depois sobre as escorregadas de Nicko nos andamentos. Me apressei a defender o aposentado, pondo a culpa em Bruce: em “Heaven Can Wait”, o mesmo (Bruce) chegou a dar umas deslizadas. Mas nada demais.
Tvz “Wasted Years” tenha tido um tanto. Mas era de se esperar dum baterista convalescido dum AVC, ué.
E em “Fear Of the Dark” – q já ouvi versões bem piores – aproveitei pra coçar o saco por 8 minutos.
Em suma: nem o melhor, tampouco o pior show da Donzela – foi meu 6⁰ Iron Maiden – q já presenciei. Achei surpreendentemente bom.
E se Iron Maiden é Religião, pude testemunhar q ao contrário de todas as outras eles entregam milagres. Entregaram alguns sexta-feira. E nessa tour toda, ao q parece.
Não fui pra falar mal, nem teria ido de verdade (comprei ingresso desistente de amiga de amigo) e tinha baixa expectativa, mas q bom q achei bom de verdade. Passou rápido, fluiu, me convenceram.
PS – teve o Volbeat tb, mas deixa pra lá
HISTÓRIA ACONTECENDO
Acordei faz 10 minutos. Monte de gente me reenviando isto. Oficial.


Quem viu, viu. Eu, 6 vezes. Ainda tem hoje, pra quem estava resistente. E se ainda tiver ingresso.
Repercutamos.
ENCARTE: IRON MAIDEN [5]
Release anônimo na contracapa de meu dvd bootleg “Raising Hell” (2000), q é do show de despedida de Bruce Dickinson em 1993, mas q parece nunca ter sido lançado oficial digital – é isso mesmo?:
“On August 28 1993, metal superstars Iron Maiden and horror illusionist Simon Drake combined to create the most macabre musical event of all time: Raising Hell. In this first and only live concert with a horror movie setting, Raising Hell celebrates lead singer Bruce Dickinson‘s final performance with Iron Maiden. The band’s electrifying concert performance, taped live at Pinewood Studios, London, incorporates blood curdling illusions and seventeen classic Iron Maiden songs, four not seen on the original pay-per-view broadcast. In a 100+ minutes ‘Iron Maiden Raises Hell’ in a performance that will live on forever”.




