Janick Gers
: THIN LIZZY
ÁLBUNS PREFERIDOS COM COVERS/VERSÕES DE THIN LIZZY:
- “Seventh Son Of A Seventh Son”, Iron Maiden [“Massacre” – lado b de single/faixa-bônus]
- “Live At Montreux Jazz Festival ’07”, Motörhead [“Rosalie”*]
- “Tracks From the Wilderness” (ep), Skyclad [“Emerald”]
- “Get Some Go Again”, Rollins Band [“Are You Ready?”]
- “Master Of the Rings”, Helloween [“Cold Sweat”, faixa de cd bônus]
- “Anthems” (ep), Anthrax [“Jailbreak”]
- “Better Off Dead”, Sodom [“Cold Sweat”, faixa bônus]
- “Garage Inc.”, Metallica [“Whiskey In A Jar”*]
- “Super Collider”, Megadeth [“Cold Sweat”]
- “O Passo do Lui”, Os Paralamas do Sucesso [“Romance Ideal” ×]
*cover do cover // × ahahah
WhatsAppin’: cita Janick Gers e Michael Weikath, e eu concordo https://loudwire.com/underrated-hard-rock-metal-guitarists
Tiago andou me dizendo q é como o Metallica sem Hetfield. É por aí? https://metalinjection.net/av/full-album-stream/surprise-neurosis-streams-new-album-with-sumacs-aaron-turner-on-vocals
Isso pq é o novato na firma. Os caras estão literalmente morrendo https://share.google/s8VbntjXkCaTMMTGh
30 VEZES X

Iron Maiden, “The X-Factor”
Um disco q acho perfeito para desautorizar “fãs” de Iron Maiden q pararam com a banda em 1988 e detratores q juram q “Iron Maiden é tudo igual”.
O Iron Maiden de “The X-Factor” ousou mudar. E não foi só o vocalista, estavam outra banda. Mais sombria, mais técnica e progressiva. Com tiques de Dream Theater (compassos ímpares) até.
Q eu lembre, foi um disco bem recebido. Blaze Bayley, o vocalista novo, foi demonizado só depois nos shows, ao não dar conta do repertório antigo. E culparam-no pelo fraco “Virtual XI” seguinte, o q acho injusto, mas não o ponto aqui.
Continuo gostando deste pelos 4 primeiros sons. Tenho “Sign Of the Cross” como a melhor música da Donzela dos últimos 30 anos, e “Man On the Edge” o single mais pesado deles até hoje. Beira o thrash metal.
Tvz as pessoas tenham curtido por curtir e com alguma desconfiança, afinal era Iron Maiden e tb um Maiden diferente, q renega o material hoje em dia (se bem q tb renega muita coisa pós 1995).
Humildemente penso q “Look For the Truth” e “2 A.M.” foram desnecessárias; tivessem ficado como lado B de single (ainda os lançavam em 1995), caberia melhor. Ou descartar-se-ia melhor. Sei lá.
Fora tudo isso, acho esquisito quem curta a fase recente (“Brave New World” pra cá) e rejeite “The X-Factor“: o início dela foi neste aqui.
EM DOSAGENS HOMEOPÁTICAS
Setlist da turnê retrô (“capítulo inédito de Vale a Pena Ver De Novo”, como diria o gigolô monegasco de bet) do Iron Maiden:

Pauta chata, vai. Mudou o quê?
O baterista (preciso analisar), umas duas músicas há muito não tocadas (a rigor, “Murders In the Rue Morgue” só, vai) e uns telões espetaculares.
Vai ver q foi isso q Bruce Dickinson quis dizer com “coisas q ninguém nunca viu” (ou coisa assim). Maiden entrando no século 21 em 2025 abandonando os backdrops de fundo artesanais/manuais.
Provavelmente demitiram roadies nesse embalo. De minha parte: nhé tudo isso.
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PS – músicas (plural) de “Fear Of the Dark“? Tá. Acreditou quem quis. E zero “No Prayer For the Dying“, zero surpresa.
FALTAM 7
IRON MAIDEN
Allianz Parque, 06.12.24
Um show honesto.

Só idiotas, hipsters e resenheiros roquistas reclamaram “faltou essa, faltou aquela”. Tudo pelo like e pelos haters. Todo mundo q esteve nas duas datas sabia exatamente o q seria tocado, e fim de papo.
Pessoalmente, achei ótimo não ter “The Number Of the Beast”, “Hallowed Be Thy Name” e “Run to the Hills”. Nem “Wrathchild” e “Running Free”‘ ou “Sanctuary” protocolares debilóides ao final. “Wasted Years” parece ter assumido esse lugar.
Ao mesmo tempo, teve “Fear Of the Dark” e “The Trooper”. Aliás, as mais comemoradas…
Essa Past And Future Tour era de 36% “Senjutsu“, 36% “Somewhere In Time” e 28% velharia (“Iron Maiden”, “The Prisoner”, “Can I Play With Madness?” e “Fear Of the Dark”). E pra mim soou coeso como nunca. Repertório encaixou. Músicas de “Senjutsu” funcionando melhor ao vivo. Pessoalmente, só excluiria “Days Of Future Past”, chatinha.
Qualquer outra do disco novo pra mim cairia melhor. E a resenha acaba aqui.

(daqui pra baixo, outras coisas)
Assisti ao show no último setor do estádio (Cadeira Superior), na antepenúltima fileira antes da última parede extremamente oposta ao palco. E o som estava ALTO, quase precisando de protetor.
Daí tb as fotos ruins; definição de imagens do celular + telões não funcionou. Melhor foto de integrantes, essa aí do Janick.
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Assisti sem saber da despedida do Nicko. Q me fez entender terem-no deixado sozinho no palco ao final. Era a despedida.
Fui pra prestar atenção no q ele NÃO tocaria: não tocou as partes rufadas antes do solo em “Caught Somewhere In Time”, não fez a virada introdutória em “The Trooper”, e em outras músicas tocadas mais lentas, deu mais peso.
Como no refrão em “Heaven Can Wait”: ficou mais bate-estaca. “Can I Play With Madness?” mais lenta achei mais interessante tb. Aquele intermezzo baixo/bateria em “Iron Maiden” ganhou vigor. Na “The Trooper”, sobrou espaço pra Dave Murray meter um bend q reinterpretou o som.

Tudo isso gerando um ganho adicional: um Bruce Dickinson impecável, q não apanhou (tanto – explico abaixo) dos andamentos e desafinou semitonou praticamente nada. Turnê retrô anterior tava foda.
“Alexander the Great” (podia ter sido ela 14 vezes seguidas), “Strange In a Strange Land”, “Caught Somewhere In Time”, “The Prisoner” (Nicko quase acertando a introdução, tocando mais lento) e “Death Of the Celts” (única com discursão de Bruce antes) achei os pontos altos. “The Writing On the Wall” foi feita pra tocar em estádio e “Hell On Earth” não soou enorme cansou ao vivo.
Fiquei um pouco decepcionado com o início de “Caught Somewhere In Time” – os 55 segundos iniciais – ser playback, mas foi do jogo. E a virada q finda os solos e volta ao riff principal não rolou. Mas nunca imaginei q a veria/ouviria ao vivo, com andamento a contento + timbres e solos idênticos, então foda-se. Ficou do caralho.
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Outro detalhe q percebi: teclados baixos na mixagem. Sonoridade em geral mais orgânica e pesada. Som de caixa e bumbo tb mais pesados. Fez diferença.
(ou é minha surdez agindo e não ouvi a porra do teclado ahah)

Homenagem a Paul Di’Anno pareceu rolar em “Iron Maiden”, quando Bruce pôs uma jaqueta de couro. Um detalhe a toa, não lembro q em outras turnês tivesse rolado.
Teria q ver shows anteriores desta turnê tb pra desempatar. Mas não vi resenha (ainda) citando.
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Amigo q estava noutro setor comentou comigo depois sobre as escorregadas de Nicko nos andamentos. Me apressei a defender o aposentado, pondo a culpa em Bruce: em “Heaven Can Wait”, o mesmo (Bruce) chegou a dar umas deslizadas. Mas nada demais.
Tvz “Wasted Years” tenha tido um tanto. Mas era de se esperar dum baterista convalescido dum AVC, ué.
E em “Fear Of the Dark” – q já ouvi versões bem piores – aproveitei pra coçar o saco por 8 minutos.
Em suma: nem o melhor, tampouco o pior show da Donzela – foi meu 6⁰ Iron Maiden – q já presenciei. Achei surpreendentemente bom.
E se Iron Maiden é Religião, pude testemunhar q ao contrário de todas as outras eles entregam milagres. Entregaram alguns sexta-feira. E nessa tour toda, ao q parece.
Não fui pra falar mal, nem teria ido de verdade (comprei ingresso desistente de amiga de amigo) e tinha baixa expectativa, mas q bom q achei bom de verdade. Passou rápido, fluiu, me convenceram.
PS – teve o Volbeat tb, mas deixa pra lá
ENCARTE: IRON MAIDEN [5]
Release anônimo na contracapa de meu dvd bootleg “Raising Hell” (2000), q é do show de despedida de Bruce Dickinson em 1993, mas q parece nunca ter sido lançado oficial digital – é isso mesmo?:
“On August 28 1993, metal superstars Iron Maiden and horror illusionist Simon Drake combined to create the most macabre musical event of all time: Raising Hell. In this first and only live concert with a horror movie setting, Raising Hell celebrates lead singer Bruce Dickinson‘s final performance with Iron Maiden. The band’s electrifying concert performance, taped live at Pinewood Studios, London, incorporates blood curdling illusions and seventeen classic Iron Maiden songs, four not seen on the original pay-per-view broadcast. In a 100+ minutes ‘Iron Maiden Raises Hell’ in a performance that will live on forever”.
A MAIOR FASE
RANQUEANDO DISCOS DO IRON MAIDEN DA VOLTA DE BRUCE E ADRIAN PRA CÁ:
- “Brave New World”
- “Rock In Rio”
- “The Final Frontier”
- “Dance Of Death”
- “A Matter Of Life And Death”
- “The Book Of Souls: Live Chapter”
- “Senjutsu”
- “The Book Of Souls”
WhatsAppin‘: não ouvi e nem quero. Mas imagino o mérito muito raso disso https://whiplash.net/materias/news_698/358771-metallica.html
Mike Portnoy acho igualzinho. Só falta a autocrítica https://guitarload.com.br/2024/02/16/paul-gilbert-nao-tem-estilo/
Lei Rouanet ianque? Ahahah https://whiplash.net/materias/news_700/357544-slipknot.html
SUBESTIALMADAS
Ranqueando músicas meio relegadas em discografias *.

Hoje, os roqueiros de tiozão.
“Iron Maiden” – “Strange World”
“Killers” – “Twilight Zone”
“The Number Of the Beast” – “Invaders”
“Piece Of Mind” – “Still Life”
“Powerslave” – “Back In the Village”
“Somewhere In Time” – “Sea Of Madness”
“Seventh Son Of A Seventh Son” – “Only the Good Die Young” (nhé)
“No Prayer For the Dying” – “Public Enema Number One”
“Fear Of the Dark” – “Weekend Warrior”
“The X-Factor” – “Blood On the World’s Hands”
“Virtual XI” – “Lightning Strikes Twice”
“Brave New World” – “The Mercenary”
“Dance Of Death” – “Wildest Dreams” §
AMOLAD – “Brighter Than A Thousand Suns”
“The Final Frontier” – “Isle Of Avalon”
“The Book Of Souls” – todas q ñ “Empire Of the Clouds”
“Senjutsu” – “Death Of the Celts”
*descontados os discos ao vivo; quem quiser, à vontade
§ melhor versão tá no “Death On the Road”, mas deixa quieto
DATAS MAIDEN
Relatório bimensal de algo q pautei no início do ano: anotar durante 2022 todas as datas comemorativas de integrantes, lançamentos e circunstâncias envolvendo o Iron Maiden.
Bastante coisa pra 59 dias até o momento:
JANEIRO
03.01.05 relançamento em versão limitada do single “The Number Of the Beast” em vinil 7 polegadas
27.01.57 aniversário Janick Gers
FEVEREIRO
02.02.81 lançamento do “Killers”; 02.02.96 lançamento do single “Lord Of the Flies”
04.02.08 relançamento do dvd “Live After Death”, remasterizado
06.02.06 lançamento dvd ao vivo “Death On the Road”
08.02.80 lançamento single “Running Free”
10.02.99 volta de Adrian Smith e Bruce Dickinson à Donzela
12.02.82 lançamento single “Run to the Hills”; 12.02.90 relançamento em cd single “Running Free”/”Sanctuary”
13.02.58 aniversário Derek Riggs
17.02.81 início da turnê “Killers”
19.02.90 relançamento em cd single “Women In Uniform”/”Twilight Zone”
24.02.90 lançamento VHS “The First Ten Years”
25.02.82 início da “Beast On the Road Tour”, de 12 datas
26.02.90 relançamento single “Purgatory”
27.02.57 aniversário Adrian Smith

As fontes são duas páginas de Facebook, “The Metal Realm” e “Terreiro do Metal”, o Metal Archieves (site) e uns amigos fanáticos em rede social.
17 eventos ocorridos em 15 datas diversas. 25,42% dos dias deste ano foram “Datas Maiden”.


