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2 Comments

  1. doggma
    1 de fevereiro de 2013 @ 09:57

    Vixe, recalque brabo, hein. Na época foi moda entre a crítica musical BR esculachar o heavy metal, na ocasião dos lançamentos do “Fear of the Dark” (que nem é tão ruim assim) e do “Dehumanizer”. Talvez para preterir pela nova leva grunge. Citar o “The Number of the Beast” como parâmetro de qualidade do Maiden é meio como um certificado da má-vontade e superficialidade da coisa.

    Mas até que o Tognoli escreveu bonito. Só não concordo.

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  2. Marco Txuca
    5 de fevereiro de 2013 @ 02:47

    Vou na onda, cara: o momento era de uns certos críticos “major” voltarem-se ao heavy metal. Já pré-julgando tudo como repetitivo e primitivo, em resenhas e comentários posando de superiores.

    Q é o q fica na matéria: o cara insistindo q o Maiden “ñ inova”. Os tais “blocos de intervalos de terças e quintas”: isso é a ESSÊNCIA do Maiden. Mudar isso – “inovar” – seria romper com a IDENTIDADE da banda. Tanto quanto o Slayer mudar as harmonias de guitarras em terceiras aumentadas (diabolus in musica).

    A insistência em q “parece Deep Purple” me irrita. Claramente uma influência, mas ñ a única. Coisa de quem provavelmente ouviu um tanto de Rainbow, mas ñ ligou ‘a’ com ‘b’ e q CERTAMENTE jamais ouviu U.F.O. ou Thin Lizzy.

    Crítico novidadeiro, como os herdeiros críticos indies de hoje, q falam mal de heavy metal e abominam progressivo, mas adoram Radiohead, Muse ou Mars-Volta, q carregam nas tintas disso adoidado. Inovadores pra quem nunca ouviu kraut rock ou progressivo além de ELP, Pink Floyd e Genesis…

    ***

    A parte do “escreveu bonito” concordo. Apesar duns jogos de palavras e frases feitas a mim vazios: o q ele quis dizer com “adotar um menu que, em última análise, não chegará a ter o gosto de qualquer coisa que um corvo não possa comer”?!?!?

    Fora o erro de profecia: se soubesse q, 4 anos mais tarde, Max Cavalera subjugaria o “arbítrio da guitarra elétrica” com berimbau… E o erro na transcrição: “From the Eternity” ñ existe no LP. Nem no Cd. Tvz estivesse querendo dizer “From Here to Eternity”…

    Aliás: todos os erros de ortografia ou nomeação do artigo foram por mim copiados sem corrigi-los.

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