Steve Harris
EU QUERO!

Mas só sai (lá fora) em outubro. Não vai dar pra eu trazer de viagem em julho…
Menos mal q certamente teremos tradução por aqui e aí cabe torcer por uma tradução decente, com o mínimo possível de IA ou Google Translator.
E com contexto, naquilo q lembrei do märZ me falar outro dia q Soundgarden foi traduzido por “funerária” na bio do Kurt Cobain…
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Claro q a história de Nicko McBrain se confunde com a do Iron Maiden por 42 anos, mas já era baterista bem antes disso. E nunca teve outro emprego q não baterista.
E tomara q a firma gerida por Harris e Smallwood não tenha podado muita coisa.
30 VEZES X

Iron Maiden, “The X-Factor”
Um disco q acho perfeito para desautorizar “fãs” de Iron Maiden q pararam com a banda em 1988 e detratores q juram q “Iron Maiden é tudo igual”.
O Iron Maiden de “The X-Factor” ousou mudar. E não foi só o vocalista, estavam outra banda. Mais sombria, mais técnica e progressiva. Com tiques de Dream Theater (compassos ímpares) até.
Q eu lembre, foi um disco bem recebido. Blaze Bayley, o vocalista novo, foi demonizado só depois nos shows, ao não dar conta do repertório antigo. E culparam-no pelo fraco “Virtual XI” seguinte, o q acho injusto, mas não o ponto aqui.
Continuo gostando deste pelos 4 primeiros sons. Tenho “Sign Of the Cross” como a melhor música da Donzela dos últimos 30 anos, e “Man On the Edge” o single mais pesado deles até hoje. Beira o thrash metal.
Tvz as pessoas tenham curtido por curtir e com alguma desconfiança, afinal era Iron Maiden e tb um Maiden diferente, q renega o material hoje em dia (se bem q tb renega muita coisa pós 1995).
Humildemente penso q “Look For the Truth” e “2 A.M.” foram desnecessárias; tivessem ficado como lado B de single (ainda os lançavam em 1995), caberia melhor. Ou descartar-se-ia melhor. Sei lá.
Fora tudo isso, acho esquisito quem curta a fase recente (“Brave New World” pra cá) e rejeite “The X-Factor“: o início dela foi neste aqui.
EM DOSAGENS HOMEOPÁTICAS
Setlist da turnê retrô (“capítulo inédito de Vale a Pena Ver De Novo”, como diria o gigolô monegasco de bet) do Iron Maiden:

Pauta chata, vai. Mudou o quê?
O baterista (preciso analisar), umas duas músicas há muito não tocadas (a rigor, “Murders In the Rue Morgue” só, vai) e uns telões espetaculares.
Vai ver q foi isso q Bruce Dickinson quis dizer com “coisas q ninguém nunca viu” (ou coisa assim). Maiden entrando no século 21 em 2025 abandonando os backdrops de fundo artesanais/manuais.
Provavelmente demitiram roadies nesse embalo. De minha parte: nhé tudo isso.
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PS – músicas (plural) de “Fear Of the Dark“? Tá. Acreditou quem quis. E zero “No Prayer For the Dying“, zero surpresa.
FALTAM 7
ACCIDENT OF BRUCE
Entendi nada. Bugando o sistema?

Printado do The Metal Realm.
Podcast? Pó de mico? Pode perguntar por q ele e Steve Harris não se olham no palco? Gibi?
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Por ora, só me ocorre perguntar: Bruce Dickinson já merece o “troféu Jimmy Cliff” ou a “comanda Deep Purple“? Se não:
2023: palestra no Summer Breeze
2024: show solo (1⁰ semestre), show Iron Maiden (2⁰ semestre)
2025: show solo agendado no The Town
ENCARTE: IRON MAIDEN [5]
Release anônimo na contracapa de meu dvd bootleg “Raising Hell” (2000), q é do show de despedida de Bruce Dickinson em 1993, mas q parece nunca ter sido lançado oficial digital – é isso mesmo?:
“On August 28 1993, metal superstars Iron Maiden and horror illusionist Simon Drake combined to create the most macabre musical event of all time: Raising Hell. In this first and only live concert with a horror movie setting, Raising Hell celebrates lead singer Bruce Dickinson‘s final performance with Iron Maiden. The band’s electrifying concert performance, taped live at Pinewood Studios, London, incorporates blood curdling illusions and seventeen classic Iron Maiden songs, four not seen on the original pay-per-view broadcast. In a 100+ minutes ‘Iron Maiden Raises Hell’ in a performance that will live on forever”.
PASSADO Q NÃO PASSA
Taí.

Nova turnê celebratória (antes celebratória q celibatária?) da Donzela. Ensejo: 50 anos de banda ano q vem.
50 anos de fundada, quando só tinha mato e um Steve Harris lá. 50 anos pra mim seria do disco de estréia, mas 2030 ainda é uma incerteza.
Turnê retrô anunciada emendada noutra turnê retrô (disfarçada: “Senjutsu” intruso) ainda inacabada.
50 anos de banda não era melhor desovar um PUTA disco novo (tá: prometido pra 2026), shows com discos clássicos tocados de alfa a ômega, com eventual (improvável) participação de Paul D’ianno peidando numa cadeira de rodas dividindo “Remember Tomorrow” com Bruce Dickinson nuns shows?
Não.
Errado estou eu, errados estamos nós, em especular novidades. Certos estão eles. Tocar o q o povo gosta.
Turnê retrô pra geração q conheceu o Iron Maiden no “Dance Of Death” ou em “The Final Frontier“, q já terão 20 anos de lançados.
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Repertório até “Fear Of the Dark”? (tosse) Significa considerar “No Prayer For the Dying”? “Bring Your Daughter to the Slaughter” – e olhe lá – e só se com com backing track em Dickinson. Blah
Tocar “Alexander the Great” ao vivo provavelmente foi o último grande truque. Vida q segue.




