CORONER NOVO MA NON TROPPO
Som novo de 31 anos do Coroner.
Pq fizeram um videoclipe (ok) só agora.
Pq parece estar pra sair um ep, “Ex Nucleo (The Remastered Extration)“, q é dos 5 sons inéditos do disco auto-intitulado de 1995, mezzo póstumo mezzo de cumprimento de contrato.
Acho q só eu tenho esse disco faz tempo, comprei em 2013 a 13 reais, lembro bem.
Pro q fica, ficam duas coisas: 1) letra do então baterista, Marky Edelmann, mas bateria gravada por Markus Freiwald, ex-Despair e de passagem recente pelo Sodom; 2) música tão à frente do tempo, q soa nova em 2026.
1986 d.C.
MEUS PREFERIDOS:
- “Reign In Blood”, Slayer
- “Somewhere In Time”, Iron Maiden
- “Master Of Puppets”, Metallica
- “Golpe de Estado”, Golpe de Estado
- “Cadê As Armas?”, Mercenárias
- “Peace Sells… But Who’s Buying?”, Megadeth
- “Game Over”, Nuclear Assault
- “Pleasure to Kill”, Kreator
- “Malicious Intent”, Razor
- “Licensed to Ill”, Beastie Boys
Extra off-metal foras da curva: “Jazz From Hell” (Frank Zappa), “Tutu” (Miles Davis) e “Flaunt It” (Sigue Sigue Sputnik)
Lista de BRock farei em separado.
WhatsAppin’: 3/10 ainda. Eu chego lá https://consequence.net/2023/07/al-jourgensen-essential-industrial-albums-crate-digging
Isso e King Diamond participando de show de emo: queria saber quem está tentando pegar o público de quem https://www.loudersound.com/news/turnstile-get-obituary-support-september-concert-2026
Achei curioso. E esse Vauxdvihil, tb pelo nome https://loudwire.com/prog-metal-bands-one-album-only
PIOR Q BATER NA MÃE
Pior música do Living Colour?
Pra mim, fácil e evitando o clichê de citar sons dos fraquinhos “Colleidøscope” e “The Chair In the Doorway“: a versão pra “Sunshine Of Your Love”.
Irrelevante e não melhorou a original, q já acho insuportável. Pior q bater na mãe e (quase pior) q ser patriotário crente dos EUA chorando o 11/9 hoje.
VÁRIOS MESMOS

Devin Townsend, “Empath – Live In America“
Dá trabalho e custa caro acompanhar esse canadense.
Só na Wikipedia metaleira – o Metal Archives – Devin Townsend tem 3 páginas diferentes de projetos com seu nome (The Devin Townsend Band, Devin Townsend Project e Devin Townsend) e ex-bandas Ocean Machine e Strapping Young Lad.
Contando só discos de estúdio, são 29 lançamentos. Ao vivo (alguns duplos, um ou outro triplo) e eps tem de monte. E projeto de country music Casualties Of Cool, parceria com Ché Aimee Dorval, com um álbum. Ainda.
E há quem só se lembre dele pelos vocais em “Sex & Religion”, da Vai, tentativa de banda (banda solo?) de Steve Vai.
O fã médio é fanático e assíduo. Tem quem o compare a Frank Zappa, pra mim um exagero. No máximo, pela proficuidade razoavelmente parecida e por Mike Keneally neste ao vivo.
Townsend tem raízes no heavy metal e no progressivo, fora isso.
Tudo isso pra apontar q tenho ainda muito pouco dele. Este ao vivo, um Ziltoyd ao vivo triplo e um duplo (cd 2 contendo sobras) “pandêmico” “Lightwork“. Nenhum especialmente cansativo, hermético ou exagerado.
Aliás, vejo pouca pirotecnia instrumental. O foco parece sempre o arranjo. As canções predominando. E algum chassi King Crimson.
Disco ao vivo bacana, daqueles q parecem “melhores momentos” de apresentação mais extensa ao invés de show corrido, este “Empath – Live In America” vai me caindo bem, mas vou precisar aprofundar com o tempo. Na medida em q eu arrumar “tempo” ahahah
GODFLESH NOVO
“Decay”, prometido penúltimo álbum da banda, sai dia 25.
E o som é quase uma volta aos primórdios, exceto pq achei melhor. Primórdios 2.0
Toda banda q resolve acabar devia fazer assim.
Curti.





