ORION LANDAU
Capista estadunidense contratado pela Relapse Records, bora ranquear hoje:
- “Only Ghosts”, Red Fang
- “Staring At the Divine”, Alabama Thunderpussy
- “Anomalies”, Cephalic Carnage
- “Annihilation Of the Wicked”, Nile
- “War Of Attrition”, Dying Fetus
- “Whales And Leeches”, Red Fang
- “In Their Darkened Shrines”, Nile
- “Misled By Certainty”, Cephalic Carnage
- “Saurian Meditation”, Karl Sanders
- “End Time”, Brutal Truth
Link pra consulta: https://share.google/CfgPrvnYojSKDvcEl
WhatsAppin’: historinha q achei legal https://www.guitarworld.com/artists/bassists/doug-wimbish-recalls-his-living-colour-audition
Pra mim faltou Babes In Toyland: https://www.vice.com/en/article/3-female-fronted-90s-alternative-bands-who-deserve-more-recognition-for-their-contributions-to-the-genre
Acho justo Voïvod na prateleira do prog https://loudwire.com/1980s-best-prog-metal-albums/
MAN IN A BOX

Geezer Butler, “Manipulations Of the Mind – The Complete Collection“
Aquele box maroto pq a mim desnecessário: junta em envelopes simples os 3 discos noventistas da banda solo g/z/r, daí geezer, daí GZR – q eu já tinha – e um cd bônus intitulado “Bonus Tracks” com 15 versões remix, demo, pra rádio e ao vivo de sons lançados.
Tem um encarte (leiam encartes) bacana, mas só com fotos, sem releases, bastidores ou fichas técnicas. Ah, uma mensagem em código binário tb. E tudo bem, vai.
Chamaria de artefato caça-níquel, mas o projeto nunca atingiu o mainstream q não dando cabeçadas. E sou fã do velho Geezer, curto os discos e tava barato na lojinha onde comprei.
Fetichismo da mercadoria, diria o alemão.
FICOU BOM, HEIN?
One Tribe Nation. Banda paralela de Corey Glover, vocalista subestimado do Living Colour com outros músicos cascudos.
Parece q numa apresentação naquela mega feira de música anual com estudantes tocando junto.
E o tipo de tributo q acho foda pq espontâneo e inesperado. (É tributo ao Ozzy? Sim, mas ao Black Sabbath tanto quanto). Ao invés de feito pelo povo já manjado e órfão, e eventualmente oportunista, como Zakk Wylde.
FIM DA LINHA
Se até Keith Richards anda pedindo arrego…

… parece q até pra Glenn Hughes a conta chegou. Demorou, mas chegou.
A mortalidade existe e é um fardo.
BAGAÇO À VENDA: EU COMPREI

Megadeth, “Megadeth“
Um final até digno, um disco morno.
Não sou viúva do “Rust In Peace“: aprecio tanto quanto a trinca noventista de “Countdown to Extinction“, “Youthanasia” e “Cryptic Writings“, sem esquecer aquele “Hidden Treasures” supimpa do meio.
Só tenho q de “The World Needs A Hero” em diante, os discos foram virando refis de caneta, com Dave Mustaine metade perdendo a mão compositora, metade náufrago em zona de conforto.
“Megadeth” pra mim soa melhor q os dois anteriores e poderia ter entregado mais, vide “Let There Be Shred” e com Dirk Verbeuren baterista na firma. Mas é ao vivo nos sons antigos q ele arrebenta. Pq o q se trata nesse final é mesmo a turnê de despedida.
O guitarrista finlandês de última hora – e último disco – Teemu Mäntysaari, é q surpreende, co-autor em 9 sons. O Marty Friedman 2.0 q Mustaine tanto procurou (dizia q não) e caiu no colo. A versão pra versão do Metallica achei ok, nada demais.
Uma grandíssima banda acabando sem estrondo.





