Thrash com H

30 ANOS DEPOIS…

quarta-feira, 17 abril, 2019 por Txuca

… o q “ficaram”?

8 respostas

  1. Jessiê

    Na época do Alice a banda era tida como o futuro do metal, na linha Queensryche. O álbum em si é bem legal, ainda mas se considerarmos que era 1989 e eram do Canadá, e neste sentido eles faziam algo ambicioso de fato era um speed metal elaborado. Mas nunca chegou a ser o futuro do metal apesar da genialidade do Jeff (provavelmente por isso mesmo, deve ser um chato de galochas). A gravação me incomoda um pouco nunca ouvi o remasterizado.
    Ficou sim um álbum muito bom pra época, com ótimos riffs, hoje soa um pouco datado e vieram outros bem superiores.

    O The cult nunca foi minha área não sei dizer nada exceto que em 89/90 alguns amigos (que curtiam o mesmo som que eu) gostavam, mas eu era muito radical pra ouvir. Se fosse o The Cure até podia dizer algo… hahaha.

  2. FC

    Não fosse o Sonic Temple não haveria Black Album.

  3. märZ

    O Annihilator, que chegou fazendo muito barulho e era uma das apostas da Roadrunner na época, não deu em nada. E esse The Cult foi o album mais americano da banda, que apareceu muito na MTV na carona do sucesso de GNR e Skid Row, mas eventualmente sucumbiu aos excessos de sempre.

    São dois bons discos, em seus respectivos gêneros.

  4. Marco Txuca

    O problema do Annihilator, até hoje, é serem thrash demais pra quem curte metal mais técnico/melódico e melódico demais pra quem curte thrash.

    Disco promissor, versão remasterizada é bacana (tenho), mas evoluiriam bem mais à frente e quando passaram a ser one man band.

    “Sonic Temple” acho o melhor Cult. O mais bem sucedido. Anos luz à frente do incensado “Electric”. E discordo do FC quanto ao “Black Album”: quem o gerou – falsamente – foi o “Dr. Feelgood” do Mötley Crüe, hum?

  5. märZ

    Esse folklore de que Dr. Feelgood ou mesmo Sonic Temple serviram de template pro Black Album não passa de, bem… folklore mesmo. O que consta como fato é que Lars gostou do som da bateria, mais nada.

  6. Marco Txuca

    Pra mim, é o maior fake da história do Metallica. Pra mim, Bob Rock veio pra suprir a falta do Cliff.

    Alguém conhecedor de música, harmonias e detalhes, q o “And Justice” ainda teve por osmose e inércia. Provavelmente com músicas compostas antes dele morrer.

    Nunca mais tiveram aquelas intros incríveis de violões harmonizados, repararam?

    Além disso: o q seria pior do q dizer aos fãs q estariam contratando produtor do Mötley Crüe pra empreitada ali no início dos 90’s? Eram a antítese do Metallica.

    O anúncio ajudou a assimilação de “Metallica”. Hoje vejo, em retrospecto.

  7. André

    O som de batera e de guitarra no Black Album são heranças do Dr. Feelgood, sim. No final, funcionou mais para o Metallica que para o Motley Crue que foi para o limbo nos anos 90.

    Entre Alison in Hell e Sonic Temple, fico com o primeiro. The Cult nunca me convenceu.

  8. Marco Txuca

    Alguém já reparou q Ian Astbury está na capa de “Sonic Temple”? Ñ só Billy Duffy.

    E Matt Sorum ñ tocou nele, só filmou um clipe.

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