Thrash com H

40 ANOS DEPOIS…

sexta-feira, 1 março, 2019 por Txuca

… o q “ficaram”?

6 respostas

  1. märZ

    Quanto ao Judas posso dizer que ficou um clássico do heavy metal britânico. De Zappa não entendo nada.

  2. Tiago Rolim

    Ficou dois clássicos. Cada um no seu quadrado. Mas, são obras obrigatórias mesmo. Zappa sempre um clássico da música. E Judas um clássico do metal. Isso é bem diferente.

  3. André

    Então, Judas não é música? Bah!

  4. Tiago Rolim

    Não disse isso. Se não ficou claro, um, o Judas, é clássico mas limitado ao metal! Dificilmente vc verá alguem fora do ambiente metal que conheça esse disco ou a banda em si. Ja Zappa, quase todo músico de metal ou não, ou é fã, ou no mínimo, conhece e respeita.

  5. Jessiê

    Fãzaço do Judas, que pra mim moldou o Heavy Metal como conhecemos, visual motoqueiro, couro, jaqueta, corrente, fogo, duas guitarras. Se o Sabbath inventou o som o Judas regulamentou o estilo. Um é Constituição Federal o outro é Decreto.
    Esse álbum é muito influente com muitas músicas que são tocadas pela banda e no mundo a fora mesmo após décadas. E me apresentou ao Fletwood mac (que eu me esqueci quem é com o tempo hahaha).

    Já o maluco nunca segui a carreira ouvi algumas doideras aqui e ali, tive um disco que não lembro o nome, nem as músicas (hahaha) e não teria paciência (e resto de vida suficiente) para ouvir a discografia. Esse seria um seminal pra se ouvir? ou tem outro? Só uns 3 pra mim tá bom. hahaha

  6. Marco Txuca

    Primeiro Zappa: disco reconhecido, embora eu considere superestimado. Só ñ menos q “Hot Rats”, lançado 10 anos antes.

    “Sheik Yerbouti” (trocadilho disco) tem bons sons (“I Have Been In You”, “Broken Hearts Are For Assholes” e “Tryin’ to Grow A Chin”), um clássico (“Dancin’ Fool”) e o pior som de FZ: “Bobby Brown Goes Down”. Mas ñ é o q eu mais gosto. Chama atenção (um dia farei post na seção “encartes”) o modo de gravação, com as tais “xenocronias”:

    as músicas foram praticamente todas gravadas ao vivo, em variados shows, e foram acrescentados overdubs a granel, chegando-se a alternar andamentos e coisas assim. Coisa de doido, em tempos pré-pré-pré digitais.

    Tem Terry Bozzio, Patrick O’Hearn (q depois formariam o Missing Persons) e Adrian Belew (imitando Bob Dylan, inclusive, em “Flakes”, e de quem David Bowie roubou pra sua banda) e um monte de nego bom pra burro. E era duplo em lp. Mas ñ indicaria como disco pra alguém começar em FZ. Tem muita coisa, muita verborragia.

    Tipo esse comentário ahah

    ****

    Quanto ao Judas, tenho como o disco q formatou a banda como está até hoje. “Stained Class” já era um bom esboço (e eu até prefiro), mas “Hell Bent For Leather” ñ me parece tão bem lembrado como foi o “British Steel” seguinte.

    Fase áurea antiga da banda, em suma, e sem dúvida.

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