EdgarFroese, LouReed e Kevin Shields até chegaram antes. BloodIncantation andou chegando junto.
Mas tenho q o SunO))) e este “SunO)))” recém-lançado pela Sub Pop fazem música pós-pós-apocalíptica – afinal, o fim do mundo já foi – pra quando da extinção definitiva da humanidade a robozada ouvir como Missas.
A cada aniversário de criação do primeiro microchip ou em honra ao Parafuso Primordial.
Thrashmetalcomodeveser em 2026. Atualizado e retrô. Proeza.
“Death Mask Messiah” saiu sexta-feira passada e impressiona desde a capa e o título. Capa e título de disco de thrashmetal.
Soa como deveria ter soado e continuado o thrashmetal em 1995.
Como o Slayer deveria ter prosseguido após “DivineIntervention“. Como o Kreator deveria ter continuado de “CauseForConflict“, e o mesmo com o thrashmetal séries A e B (Forbidden) de então.
Soa melhor q os conterrâneos Sodom, Destruction e Kreator recentes. E claramente superior aos 3 discos anteriores de retorno do próprio Exumer (“Fire&Damnation“, “TheRagingTides” e “Hostile Defiance”) fácil.
Não tem breakdown aqui, nem metalcore. “MachineHead” pra esses caras é disco do DeepPurple. Riffs e palhetadas vertiginosas. “Blinding Skies”, single e videoclipe, tem passagem à Coroner. Foda.
Partes lentas apenas só não tão rápidas, sem groove. Harmonias de guitarras sem archenemização, q bom. Vocal pilhado na medida, letras beirando a IA, mas não chafurdando (quero crer). E praticamente zeroguitarralimpa, não fosse o final do penúltimo som, “Frozen Ground”.
O último som é cover de NastySavage, q nunca ouvi a original, mas acredito estar melhor. NastySavage era muito tosco. Se o Exumer ostentar metade da vibe de “DeathMaskMessiah” ao vivo, vai ser impossível conter o torcicolo.