Txuca
Posts by Txuca :
DAN SEAGRAVE
Capista inglês de farta obra, mas q não acho tão incrível.
- “Gateways to Annihilation”, Morbid Angel
- “Spheres”, Pestilence
- “Left Hand Path”, Entombed
- “Stillborn”, Malevolent Creation
- “Children Of the Great Extinction”, Becoming the Archetype
- “The Cult Of the Dragon”, Draconis
- “A Mass to the Grotesque”, Troops Of Doom
- “Testimony Of the Ancients”, Pestilence
- “The God That Never Was”, Dismember
- “Souls to Deny”, Suffocation
Link pra consulta: https://share.google/chdJttrvUhSIkFhTp
WhatsAppin’: nada como um clickbait https://loudwire.com/elton-john-dying-fetus-turnstile-album
Será q alguém pediu isso? https://www.vice.com/en/article/gods-of-thunder-3-bands-keeping-70s-rock-and-heavy-metal-alive-in-2026
Dave Mustaine sendo Dave Mustaine https://pt.ultimate-guitar.com/news/gear/dave-mustaine-left-jackson-after-they-endorsed-a-drummer-then-tried-to-buy-the-company-three-times-he-also-cant-believe-his-first-king-v-was-listed-for-193000
TRUTH BE TOLD
“Fire And Gasoline”, 2⁰ disco solo de Steve Jones (ex-Sex Pistols e Neurotic Outsiders) lançado em agosto de 1989 teve co-produção de Ian Astbury, do The Cult, q teria ainda contribuído com vocais, Billy Duffy (tb The Cult) solando em “Get Ready”, participação de Axl Rose cantando em “I Did You Not Wrong” e Nikki Sixx (Mötley Crüe) colaborando na letra de “We’re Not Saints”.
E eu nunca soube q Steve Jones tivesse discos – plural – solo.
Fonte: página no The Metal Realm celebrando os 37 anos do disco anteontem https://www.facebook.com/share/p/1JzobLVvTy/
BUCETA DO CAPETA

Puscifer, “‘V‘ is For Vagina”
Numa primeira audição me soou à Porno For Pyros, e tudo bem. Curto Porno For Pyros. Nada Tool, por outro lado, nem metal. Se bem q Tool não é propriamente heavy metal.
Tb não parece o pop alternativo cult A Perfect Circle. Ponto pro dono da firma Maynard James Keenan: um outro CNPJ em nada derivativo dos demais.
Lendo o encarte (leiam encartes?) maluco q simula manual de segurança aéreo, não encontrei letras, mas parece se tratar de sexo, sei lá se de maneira irreverente, safadinha 5ª série, acadêmica ou tudo isso.
Encontrei ainda co-autorias de ex-baterista do Primus (Tim Alexander) – baterista por aqui – e de baixista e baterista do Rage Against the Machine, assim como por outras fontes o ex-baixista do King Crimson (Trey Gunn) tocando baixo e guitarra em faixa bônus não presente aqui na minha versão digipack. Keenan tem amigos.
O Puscifer é estranho, andou coligando com o Primus em shows e collab e tem uns sons mais pro final neste “‘V’ is For Vagina” soando Nine Inch Nails com cacoetes de hip hop e pop alternativo noventista.
Keenan é incensado como gênio e só falta o fã-clube pedir ao Vaticano q o canonize. Acho q tem q ter inglês fluente pra sacar tudo isso, o q ainda não é meu caso.
Música esquisita e não tão indigesta em embalagem estranha e de abordagens incomuns o tempo todo. Vai me tomar tempo e audições avaliar se “‘V‘ is For Vagina” tb é bom.
ROOTS TO BRANCHES
Um almoço entre velhos amigos postado em rede social.
(chupa, Sussekind)

Agora é esperar Régis Tadeu ou influencers roqueiros chegarem com a “polêmica” de “será indício de q Tony Iommi estaria voltando ao Jethro Tull?”
(o q não querem q a gente saiba?)
(contém ironia?)
REPAGINANDO A FRANQUIA

Mr. Bungle, “The Raging Wrath Of the Eastern Bunny Demo”
Uma verdade incômoda? Mike Patton vem serialmente reativando seus projetos (paralelos) pra fazer dinheiro.
Será assim com o Faith No More a partir do ano q vem, está sendo com o Tomahawk neste semestre e o fez com o Mr. Bungle de 2020 até o semestre passado.
Evidência: “The Raging Wrath Of the Eastern Bunny Demo” era uma fita demo de 1986 e foi regravada com 6 novas músicas – incluídos os covers pra Corrosion Of Conformity e S.O.D. – numa nova formação metaleira (com Dave Lombardo e Scott Ian) em 2020.
Os problemas me parecem dois:
1) nada tem daquele Mr. Bungle consolidado e pirado de “Mr. Bungle“, “Disco Volante” e “California“, ainda q com Trevor Dunn e Trey Spruance no time. E 2) é um disco de thrash metal/crossover. Um baita disco de thrash metal/crossover, ainda q não tenha repaginado ou dividido os estilos em “antes e depois”.
Quem é da fanbase pattoniana (pattonística? pattoneira?) provavelmente aceitou a nova roupagem. Aceitaria disco de lambada. Já o indie convicto q odeia heavy metal deve ter tido problemas. E certamente não comprou o disco.
(ou o fez no LP 180g só pra ter e não ouvir)
Meu ponto é: Mike Patton está tirando dinheiro (nada contra) de onde pode, mesmo de onde as coisas pareciam esgotadas. E até onde me parece, Mr. Bungle voltará só em alguns anos. Ou não.
A não ser q ninguém realmente ligue pra nada disso e só escrevi bobagem. No mais, nunca ouvi um disco com Dave Lombardo q fosse ruim. Nem “Christ Illusion“, do Slayer.
Sou muito fã do cara.






