Phil Campbell
MOTÖRHEAD NUNCA É MUITO

Motörhead, “Better Motörhead Than Dead”
Curiosidade atroz: um disco ao vivo realmente gravado no Hammersmith, o q o ao vivo clássico obrigatório “No Sleep ‘Till Hammersmith” não foi.
“Better Motörhead Than Dead” ficou discreto no cânone motorhéadico devido ao timing: gravado em 2005, mas com o dvdzaço “StageFright” lançado pouco antes, foi lançado só em 2007, quando o Motörhead já lançava “Kiss Of Death”.
E o pretexto de se comemorar 30 anos da banda ficou tb de lado. Não eram dinossauros ou estavam em turnê “reunion“. Foi apenas e tão somente mais um (baita) show na turnê de “Inferno” (2004) com todos os requintes de crueldade já exibidos no dvd citado.
3 sons do álbum (“Killers”, “In the Name Of Tragedy” e “Whitehouse Blues”) e pérolas oitentistas revistadas (“I Got Mine”, “Dancing On Your Grave”, “Love Me Like a Reptile” e “Shoot You In the Back”) em meio aos decibéis açoitados num show corrido, não editado de vários.
Pra mim, a presença dum lado Bzaço (“Love For Sale”) e duma “(We Are) the Road Crew” ressuscitada tiram o artefato da redundância. Um baita disco ao vivo, duma banda cuja formação Lemmy, Phil Campbell e Mikkey Dee estava VOANDO. Mas com o peso dum souvenir.
E pra mim, melhor q o tanto de disco ao vivo póstumo irrelevante lançado ultimamente.
TRUTH BE TOLD
Q Michael “Würzel” Burston participou só fazendo solos em 2 sons (“Dog-Face Boy” e “Out Of the Sun”) em “Sacrifice“, apesar de constar co-autorias em 9 dos 11 sons (só não em “Make ‘Em Blind” e em “Don’t Waste Your Time”, só de Lemmy) e não estar em fotos da formação do Motörhead no encarte, é algo sabido.
O q eu não sabia era o porquê da saída. A treta.
Um misto de desgaste na convivência com os outros três com a mulher do sujeito (Jem) fazendo intrigas envolvendo dinheiro. Q a banda lhe estaria roubando dinheiro.
Deu em sua saída e no Motörhead seguindo trio até o final.
Fonte: página na Wikipedia sobre o disco https://share.google/YVNwvK0YhZP24lbEw
: SEX PISTOLS
MELHORES DISCOS COM COVERS DE SEX PISTOLS PRA HOJE:
- “So Far, So Good… So What!”, Megadeth [“Anarchy In the UK”]
- “Hidden Treasures”, Megadeth [“Problems”]
- “We Are Motörhead”, Motörhead [“God Save the Queen”]
- “Coverkill”, Overkill [“No Feelings”]
- “Cereal Killer Soundtrack”, Green Jelly [“Anarchy In the UK”]
- “Armed And Dangerous” (ep), Anthrax [“God Save the Queen”]
- “Never Mind the Bossa Nova, Here’s…”, Bloco Vomit [“Pretty Vacant” e “Roadrunner”*]
- “Play This Ya Bastard”, Bloco Vomit [“Something Else”*]
- “Decade Of Decadence”, Mötley Crüe [“Anarchy In the UK”]
- “The Spaghetti Incident?”, Guns N’Roses [“Black Leather”×]
*cover de cover
×uma tentativa natimorta de Sex Pistols só com Paul Cook e Steve Jones. Pra inteirar 10
WhatsAppin’: ainda Phil Campbell. Curti pq adoro “Bastards” tb https://tipotnepal.com/phil-campbell-called-bastards-his-favourite-album-why-motorheads-1993-album-meant-so-much/
Não gravou o disco novo prestes a sair. Nem o anterior, registrado pela mesma baterista romena (búlgara?), ex-ex-baterista. Mas fez “um bocado de coisa”. Oi? Estou muito velho pra entender tiktoker https://igormiranda.com.br/2026/03/gabriela-abud-anuncia-que-nao-e-mais-baterista-da-nervosa/
Compartilhei geral semana retrasada, mas não aqui. Entendi q é só pra turnê na Zooropa, temporário http://Marcelo Vasco deixa o The Troops of Doom após seis anos; Frank Blackfire assume posto na turnê europeia – Extreme Sound Records https://share.google/QWvS0SQ8w4Z0XqfNA
PHIL CAMPBELL

Não foi o mais brilhante guitarrista do Motörhead (até admitiu não saber afinar sozinho a guitarra), mas o q mais permaneceu. De 1984 até o final.
Pensando bem, andava sumido. “Kings Of the Asylum“, do Phil Campbell And the Bastard Sons, é de 2023, um hiato considerável em se tratando dele.
Li há pouco q a banda havia cancelado shows este ano…
Vá em paz, Mr. Campbell.
SÖUVENIR
Essa o YouTube me sugeriu ontem e enviei pra alguns de vcs pelo WhatsApp mesmo:
Pérola q tenho em dvd pirata comprado na Galeria. E q nunca vi original pra comprar. Único registro (visual) oficial da formação Lemmy, Campbell, Würzel e Animal Taylor.
Desconsiderem “Angel City”, q parece ao vivo mas com áudio do disco. E duvidem de quem diz q “1916” foi lançado há 110 anos ahahah
MÁ SORTE

Motörhead, “Bad Magic“
Um disco fúnebre. Pq o último. E, obviamente, por conta do falecimento de Ian Lemmy Kilmister exatos 4 meses após lançado, em 28 de dezembro de 2015.
Mas pq tb um disco mórbido.
Percebe-se um Lemmy cansado nos vocais (Pro Tools me parece q a banda já usava desde “Motörizer“, de 2008) e um excesso de músicas – 13 – q não condizia com a média da banda em discos.
Como se Lemmy tivesse ciência de q não duraria mais muito e resolvesse ter o q dizer. O “Aftershock” (2013) anterior tb teve isso. As letras já tinham se tornado imensas pouco antes, em “Hammered” (2002).
“When the Sky Comes Looking For You” foi single e um videoclipe pesado, beirando o mau gosto. Agourento. A ironia definitiva foi o final coverizando “Sympathy For the Devil”, q nem acho o melhor cover de Rolling Stones por eles cometido.
Os demais 11 sons incluem pauladas (“Victory Or Die” e “Thunder And Lightning”), as setentosas “Fire Storm Hotel” e “Tell Me Who to Kill”, sons mais bluesy (“Till the End” e “The Devil”) em meio aos sons mais típicos – “Motörhead é tudo igual“, uma ova – mas a real é q passados 10 anos de lançado, ainda não dei aquela devida atenção ao trabalho.
Por razões fúnebres, mórbidas, agourentas e cansadas. Prefiro lembrar de Lemmy, Phil Campbell e Mikkey Dee de até o “The Wörld Is Yöurs” (2011), quando não estavam ainda desfalecendo.
Não é um disco ruim ou indigno, q me lembre. Tvz daqui a 10 anos.


