Não chega aos pés de “Roots” (q não o era) ou dos 2 primeiros do Soulfly, q eram um tanto e não gosto.
(Soulfly pra mim, a partir do “3“)
Pouco (mesmo) mais de meia hora de monte de idéias sem coesão, produção bastante digital (me incomoda), Dino Cazares (FearFactory) e Michael Amott (ArchEnemy) perdidos no rolê – e mais pra agregar valor – fora a impressão, fundamentada (sou fã desde 1989), de q ele pouco ou nada tocou aqui.
O q já é uma rotina desde “Archangel” (ou “Enslaved“?)
Pra piorar, o encarte (não leiam encartes) traz textão de duas páginas, em inglês, lavrado pelo filhote Igor Amadeus Cavalera – estadunidense de nascimento – sobre as favelas enquanto locais de espíritos oprimidos, aos quais “Chama” dá fala. Putz.
Melhor Max ficar fazendo cover da (outra) ex-banda (Soulfly tb já foi banda) ou tocar no GoAheadAndDie.
Descanso de copo falso místico.
PS – acabei de ler: “produzido por Zyon Cavalera & Arthur Rizk!”
Tvz eu nem estivesse tão atento à comoção geral. Se é q houve uma, já q pelo q vi a saída de Angela Gossow do Arch Enemy foi idêntica à sua entrada: de repente estava lá, agora de repente de novo ñ está mais lá. Nota onde li diz q vai trabalhar como “empresária” de bandas agora? Do Arch Enemy? De mais quem?
Junto à nota falando da nova vocalista, Alissa White-Gluz, já soltaram vídeo novo, prévio de álbum a sair em julho. Eficiência digna e didática praquele monte de banda natimorta brasuca q anos atrás soltava notas do tipo “guitarrista foi a uma quermesse e peidou”, “banda tal anuncia disco novo, conceitual”, “banda x, y ou z faz sucesso retumbante no Japão e já PENSA em gravar novo disco”.
Novos discos, cuja maioria, felizmente ñ vi. Nem ouvi falar. Nem encontro em sebos, encalhados a R$ 5, como os cd´s do Almah.
Mas tudo isso é divagação deste q vos bosta posta. Fora mea culpa: só de ver a vocalista bonitinha nova (melhor trocar uma de 39 por outra de 28, certo, Michael Amott? Saiu mais barato q botocar a loira vegana magrela), saí chutando ser tentativa vã da banda de estourar no mercado estadunidense.
Resolvi ver o vídeo. Parece q ñ. Trocaram de 2º guitarrista tb: foi-se o superestimado menino-prodígio Chris Amott (cujo substituto foi tocar com o Ozzy, ora só…), entrou alguém aí q nunca tinha ouvido falar.
E o som é a melhor coisa q já ouvi de Arch Enemy. Em todos os tempos, e mesmo ñ sendo de minhas 231 bandas preferidas. Baterista nem parece o mesmo, embora seja: bateria soando de verdade! Horda q agora tem uma vocalista gostosa, por Crom. E q só PARECE personagem de anime. E q me deixou a divagar ainda outra coisa:
foi só o Carcass voltar ano passado, furioso, fudibundo e relevante, q Michael Amott foi se coçar, hum?
Bem… pra citar o Accept ocorrido dias antes, o Carcass ali no Carioca na última 5ª feira ñ chegou a CAGAR SANGUE pra superar os terroristas teutônicos. Até pq – a voz do polititicamente correto falando – são bandas diferentes, de propostas diferentes etc.
Sim e ñ. E se ñ superaram, tb o foi pq nem ficaram sabendo do show dos alemães (por q deveriam?). Ao mesmo tempo em q, se ñ os superaram, tb ñ quer dizer q fizeram uma bosta de show.
Nem. E mesmo ñ havendo sanguinolência explícita (q ñ no telão atrás dos caras), ao fim do show fomos meigamente brindados com um vídeo de razoável duração duma autópsia num torso feminino. Bão o suficiente?
A outra pergunta q poder-se-ia fazer é: foi melhor q em 2008?
Ñ exatamente. E ñ pela ausência dum Michael Amott, q ñ fez falta alguma. O tal guitarrista novo, ou novo pra tocar ao vivo, Ben Ash, é bem bão e fez as partes do sueco de acordo – ainda q donde eu estive sua guitarra soasse meio baixa. O novo baterista, Daniel Wilding, é bão pra caralho, e em TUDO emulou Ken Owen. Mesmo nas viradas tortas e nas conduções truncadas, coisa q o outro Daniel, baterista do Arch Enemy lá atrás até fez, mas ñ tão fielmente. E com pedal duplo (um bumbo só) e blasts mais definidos. Foda isso.
Mas é q em 2008 havia uma EXPECTATIVA, somada a uma INCREDULIDADE em q os caras estivessem ali, estivessem na ativa, estivessem em forma. E estiveram tudo.
O Carcass 2013 é uma banda reformada, aparentemente limada dos saudosismos (set list de 2008 esteve 90% incorporado neste, e carregado de PRATICAMENTE TODO o “Necroticism: Descanting the Insalubrious”. Sem cheirar bolor) e com álbum novo a desovar. No q havia de minha parte uma expectativa ruim de q usassem o show, único no país, pra ensaiar músicas novas, de álbum provavelmente mais ou menos, recém-lançado.
De modo q, fora ir esperando o pior, fui ao Carioca até mais pra conhecer parte da horda capixaba from hell q venho conhecendo a prestação: o alucinado Ricardo Sarcinelli (vulgo Those) e os srs. Generval Bonna e Rodrigo Tesch (Chips), além do Hugo Perazzini, q vai mais a show q muito true dorme-sujo. Bem, ainda ñ lançaram o tal disco novo, ñ tocaram nenhuma novidade e vieram ensaiar um pouquinho ali conosco, mas o q é q tem?
Todo mundo no palco de preto, todo mundo malvado, mesmo com Jeff Walker manquitolando no português – chupa, Derrick Green! – pra nos ser cortês, e Steer o show inteiro com fivelão no cinto e a bordo de suas (duas?) Gibson Les Paul quicando como um smurf desbotado e magrelo, rindo (pq se divertia) sem freios e tocando a melhor guitarra do death metal, ou death metal melódico, ou death’n’roll.
Sujeito MANDA na banda, de boa. É olhada pro batera, chamando-o a se divertir, é confabular com os chapas ali no palco pra lembrarem o próximo som, é mandar no gutural em “Exhume to Consume” sem qualquer truezice besta (e rindo!) e dominar tudo. Claro q Jeff Walker é o sr. simpatia, cada vez mais com shape de inglês q virará aquele inglezão bonachão bigodudo tomador de prints, mas Steer é o cara. Tanto q assisti ao show DELE, mais q do Carcass. A diferença pra 2008, quando agiu do mesmo modo, é q estava em lado diferente do palco.
E se é verdade q veio dele a idéia de voltar a banda, por ter parido uns riffs a ver com Carcass, posso finalmente crer q o tal álbum novo sairá minimamente bom. O q ñ acho pouca bosta: um disco “menor” do Carcass ñ é menor q o maior dum Morbid Angel. Minha opinião.
2. tocaram muitos sons do “Necroticism”. Praticamente todos, ñ fosse “Inpropagation” apenas a intro. Falava pro Bonna e pro Chips isso, pós-show: é disco q conheci ainda na fita cassete, quando me perdia sem saber se determinado riff ainda era duma mesma música ou DA PRÓXIMA. O dèja-vu me ocorreu ali no Carioca, de modo q, fora nas mais óbvias – “Carneous Cacoffiny”, “Incarnated Solvent Abuse” e “Corporal Jigsore Quandary” – as outras todas foram se misturando nalgum borrão sensorial pra mim.
De modo q meus destaques acabaram sendo, majoritariamente, as de outros discos: “Carnal Forge”, “No Love Lost”, “This Mortal Coil” (com ótima animação anti-nazi no telão), “Keep On Rotting In the Free World” (defeito: esticaram demais o refrão no fim), “Genital Grinder” (meigo o pinto gangrenado no telão na hora), “Exhume to Consume” e a “Heartwork” derradeira (clichê, eu sei), introduzida por “Ruptured In Purulence”.
Outro defeito q encontrei: Walker “arredondando” algumas de suas linhas vocais tortas. Sei lá se por saco cheio, se pq esqueceu letra ou outra, ou se pq ao vivo ñ consegue derrapar nos tempos e tocar baixo ao mesmo tempo.
O som estava muito bom, pra show de death metal, ou death metal melódico, ou death’n’roll. O público era insano (ñ lotou), com rodas a esmo e nego com sangue nos olhos entoando som após som. O tempo corrido foi até breve (pouco mais de 1h15min), mas denso, por terem sido sons atrás de sons. Às vezes suturados uns nos outros. Quem ñ os viu em 2008 agora poderá se ufanar. Quem os viu daquela vez, é tempo de cair a ficha… porra, vi o Carcass DE NOVO?!?
[youtube]http://youtu.be/P4SnJi9bR-g[/youtube]
Set-list: 1. “Buried Dreams” 2. “Incarnated Solvent Abuse” 3. “Carnal Forge” 4. “No Love Lost” 5. “Carneous Cacoffiny” 6. “Lavaging Expectorate Of Lysergide Composition” 7. “Symposium Of Sickness” 8. “Pedigree Butchery” 9. “Edge Of Darkness” 10. “This Mortal Coil” 11. “Reek Of Putrefaction” 12. “Keep On Rotting In the Free World” 13. “Genital Grinder” 14. “Pyosisified (Rotten to the Gore)” 15. “Death Certificate” 16. “Exhume to Consume” 17. “Corporal Jigsore Quandary” 18. “Forensic Clinicism/The Sanguine Article” 19. “Inpropagation” (só a intro) 20. “Ruptured In Purulence” (intro) 21. “Heartwork”
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OBS – o set list é um tanto controverso. Certamente ñ foram esses 21 sons, q os sites e resenhas por aí vêm publicando, mas o q teria sido tocado todo, caso tivessem tocado TUDO. Os sons q italiquei acima, são os q, confrontando com o set do vídeo do show inteiro, mais acima, parecem ter sido extipados
OBS 2 – o 2º vídeo postado é obra do sr. Rodrigo Tesch. O 1º, peguei no You Tube sem saber de quem é
OBS 3 – os srs. gente boa Generval Bonna e Rodrigo Tesch ñ saíram na foto true q me inclui pq estavam do lado de fora do Carioca dançando lambada
OBS 4 – alguém por aqui q foi tentou rasgar o ingresso do show? TENTEM!
Bão, tô fora se o tal show, pré-anunciado pra abril, vier nessa configuração: outro baterista, sem Michael Amott, com disco novo (ñ acho q deveriam macular o passado), apenas contando com Jeff Walker e Bill Steer.
Parece a tal “volta” do Possessed… ugh!
O tal guitarrista substituto… Carlo Regadas?
E o D.R.I., definitiva e lamentavelmente, ainda ñ gerou uma escola…
Uma novidade bastante quente, pra quem aprecia Carcass e conhece a trajetória da banda. Jeff Walker, confirmou que um novo álbum da banda já está completo e será lançado ano que vem, porém sem uma gravadora determinada ainda.
Daniel Wilding (Trigger the Bloodshed) sentará atrás das baquetas. E uma curiosidade é que Daniel nasceu quando Symphonies fo Sickness foi lançado em 1989, e o último álbum do Carcass foi lançado quando ele tinha apenas 6 anos.
A banda irá adicionar um segundo guitarrista para substituir Michael Amott (Arch Enemy), e confessou que existe já um nome substituto, porém, não é de interesse revelar o nome neste momento.
O álbum terá toques de todos os lançamentos realizados pela banda. Ou seja, podemos esperar esteticamente falando, um álbum do “Carcass” de ser.
E por fim, Bill Steer gravou gurutal pela primeira vez, desde o lançamento de Necroticism, de 1991.
Vida dura a desse povo do Chatowside: os caras tocam lá fora (pra quem?), vão pra Europa tocar ñ sei onde, anunciam participações gloriosas (Micheal Amott, salvo engano, entre elas) no disco vindouro, mas ainda ñ são nada.
Pq abrir pro Iron Maiden é o q os revelará ao mundo. Os tirará da cena Subchão. E os caras + mina ñ vêm dando sorte.
Ñ vi ninguém comentando a seguinte reincidência, mais ei-la:
2009 a banda anuncia abertura pro Iron Maiden aqui em São Paulo. Faltando 1 dia (ou no dia mesmo), mandam o release internético dizendo q ñ haveria o show por (suposta) conta das chuvas e/ou pelo atraso no equipo da Donzela. Ficaram chupando o dedo.
2011 finalmente a banda vai abrir pra Donzela no Rio. Fazem a abertura pra… o show principal ser cancelado!
O Maiden tocou na segunda-feira, mas já ñ com a gloriosa porém ainda underground banda abrindo.
Quero dizer: melhor os caras + mina se benzerem, arrumarem outro agente, ou outra banda pra abrir. Ou então arrumar um boteco pra tocar, tocarem e pedirem pra tocar o “Flight 666” na seqüência ahahah