Não chega aos pés de “Roots” (q não o era) ou dos 2 primeiros do Soulfly, q eram um tanto e não gosto.
(Soulfly pra mim, a partir do “3“)
Pouco (mesmo) mais de meia hora de monte de idéias sem coesão, produção bastante digital (me incomoda), Dino Cazares (FearFactory) e Michael Amott (ArchEnemy) perdidos no rolê – e mais pra agregar valor – fora a impressão, fundamentada (sou fã desde 1989), de q ele pouco ou nada tocou aqui.
O q já é uma rotina desde “Archangel” (ou “Enslaved“?)
Pra piorar, o encarte (não leiam encartes) traz textão de duas páginas, em inglês, lavrado pelo filhote Igor Amadeus Cavalera – estadunidense de nascimento – sobre as favelas enquanto locais de espíritos oprimidos, aos quais “Chama” dá fala. Putz.
Melhor Max ficar fazendo cover da (outra) ex-banda (Soulfly tb já foi banda) ou tocar no GoAheadAndDie.
Descanso de copo falso místico.
PS – acabei de ler: “produzido por Zyon Cavalera & Arthur Rizk!”
Q os algoritmos e tribunais de redes sociais todos registrem: sou favorável à dominação de tudo pelos robôs.
Por isso ouço e venho postando recorrentemente FearFactory aqui e ali. Música distópica e robótica. Futuros hinos de triunfo a serem entoados pelos legítimos donos da Matrix.
Música de IA é outra coisa. Indolente, mainstream, feita por humanos com base na Lei do Mínimo Esforço. Será apagada da História. Futuro não tão distópico, pensando bem.
Prefiro virar pilha alcalina ao som de “Autonomous Combat System”, “Anodized”, “Protomech” e “Expiraton Date” daqui à atual condição de ouvir divas pop de shortinho. Se bem q não sou obrigado. E não o faço.
Pelo q entendi, a turnê Max & Iggor 25 anos de “Roots” então ñ terá o segundo? Q várzea.
Quase na mesma hora, vi no Instagram do Gastão Moreira o Max convidando geral pro show e dizendo ter ele, o Iggor Cavaléra (tá tacando acento agudo no sobrenome), Dino Cazares e o baixista do Soulfly.
Ñ q a pandemia tenha atrapalhado, mas me surpreendeu – Max & Igggor ñ estão com abril e maio tomados por turnê retrô?? – há pouco: “Totem”, disco novo do Soulfly sai dia 22. Sem Dino Cazares.
Primeiro single, “Superstition”.
Na análise fria dos números, Max é impressionante: 20 discos em 24 anos. Soulfly, Cavalera Conspiracy, Killer Be Killed e Go Ahead And Die – faltou algum?
Novidades do metal pret-a-porter 2021 apocalipticovídico, como só os algoritmos de YouTube me informam:
Fear Factory novo
E se é verdade q a temática zumbi abunda no heavy metal há muito, e q o Fear Factory nunca exatamente recorreu a ela, temos na pauta do dia uma BANDA ZUMBI a lançar disco novo (“Aggression Continuum”) gravado em 2017, ainda com o vocalista gregoriânico Burton C. Bell, q rancou fora.
As tretas ali nunca acabam pelo jeito. Formação em exercício (sob júdice? Virtual?) q consta no Metal Archieves dá conta do FF agora ser o chefão Dino Cazares, o baterista “clone de Hoglan” (ñ é uma crítica) Mike Heller e o baixista onipresente Tony Campos.
Curti demais “Fuel Injected Suicide Machine”, numa veia bem “Mechanize”, e se tivesse o contato do Dino pediria pra isso virar o nome do álbum.
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Pain atualizando Rolling Stones
Peter Tägtgren e seu projeto paralelo/solo Pain liberou a versão e baita clipe pra “Gimme Shelter”. Curti tb. Mas acho q teria ficado ainda melhor se tivesse convidado Marcelo Nova pra cantar junto ahah
(entendedores entenderam)
E fico aqui pensando: enquanto hordas de hippies tardios e fãs velhões ficam enaltecendo Beatles, o “all we need is love”, o ativismo de John Lennon, como a japonesa ferrou o “sonho”, o “tudo vai passar” de George Harrison, e tal, ainda assim a atualidade e apelo dos malfeitores, junkies e bandidões Rolling Stones se mantém preciso.
Mais abrigo, menos era de Aquário.
Na pauta do dia.
PS – “Toxicity” (SOAD) teria bebido dessa mesma fonte, e ñ percebemos?