John Myung
OUTRAS PRIMAVERAS

Dream Theater, “A Change Of Seasons“
Uma faixa-título com 23 minutos? Parafraseando o meme, era a coisa mais exagerada lançada pelo Dream Theater ATÉ ENTÃO.
Passados 30 anos e outros discos ainda mais exagerados “A Change Of Seasons“, a música, hoje me soa pouca e até curta. Coesa, gostosa de ouvir.
O apelo de “A Change Of Seasons” em 1995 era o lado B de covers, comercialmente viável, não ofensivo a fãs e convidativo a neófitos de plantão.
Tvz tenha funcionado.
Até me “pegou” lá atrás. Hoje é a parte em q pulo. Fora tudo isso, é o último disco “romântico” da banda, com influências de Kevin Moore (apesar de Derek Sherinian já na formação). Tempos menos masturbatórios.
O HYPE DO ANO?
Saindo hoje. Printado de The Metal Realm.
O hype tá forte.

Não sabia q Dream Theater era grande assim. Haja insônia.
FUGA EM SI FODEU MAIOR
Printado de The Metal Realm.

A convicção é tudo: “aparentemente”. Fonte é coisa de instância hidromineral?
Mas lanço cá pra sondar: comove? A quem?
A HUMANIDADE DE GEDDY LEE
Tinha visto a versão importada (e cara) na Galeria do Rock outro dia; daí meu espanto pela surdina e versão digipack mais ace$$ível (35 paus) disto naquela loja de sempre de q faço merchan involuntário.
Alguma crítica em relação ao demasiado despojamento da embalagem brasuca deixo pra semana q vem, num post em q juntarei a ranhetice com a do Krisiun novo. Por ora, observo se tratar de coisa da Banger Films, do magrelo Sam Dunn e parceiro Scot McFadyen, q fora estarem em todas ultimamente (o dvd motörhéadico recém-lançado, de show no Chile, tb é deles. Pena ñ terem cometido o documentário “Lemmy”), meio q já consagram um ESTILO de filmar q curto pra cacete.
De closes, ângulos e cortes inusitados, tipicamente coisa feita por fã. Porém profissionalmente. De fã pra fã, exalando cumplicidade, ao invés daquelas mesmas filmagens austeras e convencionais de sempre.
Pra exemplificar: solinho no meio de “Tom Sawyer”. Pra q filmar Neil Peart cometendo-o pela 7341ª vez, meio q já se sabendo até quais rugas na testa do sujeito se mexem? Filmaram, no momento, o monte de nerd na 1ª fila fazendo-o no ar, sem noção.
Genial. Perfeito. E assim vai o show inteiro.
***
O maior mistério neste “Time Machine”, entretanto, foi rastrear aonde daria um ASTERISCO feito em “Presto”, 3º som do set. Descobri-o num rodapé do encarte, em mensagem deixada por Geddy Lee, por mim assim traduzida:
“Durante o solo de guitarra em ‘Presto’, houve um imprevisto ‘peido mental’ de minha parte, daí q por consideração à continuidade do material (e tb pra salvar minha própria pele), preferível a deixarmos fora o som escolhemos consertá-lo com alguns poucos segundos de meu desempenho ao vivo nele dum outro show” – Geddy
Quer dizer: já ñ bastava ter presenciado Peart ERRANDO no show em 2010 – e todo meu esforço empreendido em tirar sua estátua de debaixo da minha cama e arrebentá-la a marretadas, pra substituí-la por uma do Aquiles Priester – agora vem, da boca (+ nariz) do próprio, q Geddy Lee errou num show???
Geddy Lee ERRA? Puta merda!
Ñ queria ter q começar a idolatrar o sem pescoço do John Myung ou o baixista fodaço q deve estar tocando com o André Chatos neste momento glorioso momento da carreira do muso, por isso resolvi mencionar:
Caralho, em pleno 2012, haver menção dum erro e correção em material ao vivo? Achei do caralho!!
(Ainda q se ñ o anunciasse, provavelmente o You Tube o delataria. Mas tudo bem. Vou na humildade do sujeito. Foda, foda)
MELHOR DE CADA ÁLBUM
Com a bandinha da moda:
E o de sempre: empatar 2 melhores sons em, no máximo, 3 álbuns. Sem STJD nem habeas corpus.
Minha lista:
“When Dream And Day Unite” – NENHUMA! DISCO CHATO DA PORRA
“Images And Words” – “Pull Me Under” e “Metropolis”
“Live At the Marquee” (ep) – “Pull Me Under”
“Awake” – “6:00”
“A Change Of Seasons” (ep) – “A Change Of Seasons”
“Falling Into Infinity” – “New Millennium”
“Once In A LIVEtime” – “Peruvian Skies”
“Metropolis Pt. 2 – Scenes From a Memory” – “Beyond This Life”
“Live Scenes From New York” – Ñ TENHO
“Six Degrees Of Inner Turbulence” – “Six Degrees Of Inner Turbulence”
“Train Of Thought” – “As I Am” e “Honor Thy Father”
“Live At Budokan” – “As I Am” e Keyboard Solo
“Octavarium” – “I Walk Beside You”
“Score” – “Another Won”
“Systematic Chaos” – “Prophets Of War”
“Black Clouds & Silver Linings” – Ñ TENHO
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QUESTÕES PERIFÉRICAS OUTRAS:
* a banda vingará sem Portnoy? ESPERO Q SIM. E SE SIM, FICARÃO MAIS FOCADOS EM MÚSICA Q EM UMBIGO BATERÍSTICO
* deveriam tirar o Gralha LaBrie? NEM. É A CARA DA BANDA
* melhor cover: “DAMAGE INC.” COM O VOCAL DO NAPALM DEATH. NUM HOME VIDEO AE
* irão cometer um “Metropolis 3”? SE A BANDA Ñ MAIS VINGAR, TVZ. ACOMPANHADO DO KIT “VOLTA PORTNOY”
* John Myung tem pescoço? PARECE Q Ñ
* Portnoy melhor q Neil Peart? ATÉ É. NO ENTANTO: 1) PORTNOY Ñ TEM UMA ASSINATURA, UM “SOM” DELE; 2) PEART Ñ É, NEM NUNCA FOI, UM MEGALÔMANO EGÓLATRA; 3) PEART VEIO ANTES. HAVERIA PORTNOY SEM ELE?
* Dream Theater mudou minha vida? Ñ
melhor formação: Gralha, Petrucci, Myung, Rudess, Portnoy
pior formação: Gralha, Petrucci, Myung, Sherinian, Portnoy
3 melhores capas: “Train Of Thought”, “A Change Of Seasons” e “Live Scenes From New York (eheh)
3 piores capas: “Falling Into Infinity”, “Score” e “Once In A LIVEtime”
3 melhores clipes: ñ tenho cabedal para opinar
3 piores clipes: idem






