Thrash com H

OUVERTURE

segunda-feira, 6 abril, 2020 por Txuca

a banda do momento

MÚSICAS DE ABERTURA DO TESTAMENT, RANQUEANDO:

  1. “Low” [“Low”]
  2. “Over the Wall” [“Return to the Apocalyptic City”]
  3. “Eerie Inhabitants” [“The New Order”]
  4. “Practice What You Preach” [“Practice What You Preach”]
  5. “First Strike Is Deadly” [“First Strike Still Deadly”]
  6. “Over the Wall” [“The Legacy”]
  7. “Brotherhood Of the Snake” [“Brotherhood Of the Snake”]
  8. “For the Glory Of…” [“The Formation Of Damnation”]
  9. “D.N.R. (Do Not Resuscitate)” [“The Gathering”]
  10. “Signs Of Chaos” [“The Ritual”]

Ouvi “Children Of the Next Level” ontem. Ñ o suficiente pra entrar no ranking. Puta clipe de animação.

Post com cara de déjà-vu pra mim: sinceramente ñ lembro se já fiz esse tipo de pauta. Chegou um momento pra mim q é confuso o q já fiz e o q planejei fazer. Tenho monte de lista por aqui…

DEZ ANOX DEPOIS…

domingo, 5 abril, 2020 por Txuca

… o q ficou?

UM ANO DEPO1S…

domingo, 5 abril, 2020 por Txuca

… o q ficou?

EMBATE

sexta-feira, 3 abril, 2020 por Txuca

versus

DREAD AND FUGITIVE MINDS

sexta-feira, 3 abril, 2020 por Txuca

Deu lá no whiplash, puxei pra cá:

fã-clube chileno do Megadeth organizou um joguinho pra quarentena (e dá-lhe tempo!) de adivinhar nome de 50 sons dos caras “escritos” em emoji.

Sem dar spams ainda, creio q me faltam sete: 2, 6, 8, 13, 15, 32, 33 e 34.

O 50º me parece caber duas ou três respostas possíveis…

***

Se alguém quiser jogar tb, bora. Mas por enquanto só peço responder os números, ñ nomes.

ENCARTE: YES [2]

quarta-feira, 1 abril, 2020 por Txuca

Aquele momento “visite nossa cozinha” francamente desnecessário (vide autorias dos sons descritas na página anterior) e/ou refletindo alta necessidade coletiva de auto-afirmação individual (?!), no encarte de “Fragile” (1972):

Five tracks on this album are the individual ideas, personally arranged and organised, by the five members of the Band. ‘Cans and Brahms’ is an adaptation by Rick Wakeman on which he plays electric piano taking the part of the strings, grand piano electric harpsichord takind reeds, and synthesizer taking contra bassoon. ‘We have heaven’ is a personal idea by Jon Anderson in which he sings all the vocal parts. ‘Five per cent for nothing’ is a sixteen bar tune by Bill Bruford, played twice by the Group, and taken directly from the percussion line. In Chris Squire‘s ‘the fish’, each riff, rhythm, and melody is produced by using the different sounds of the bass guitar. Steve Howe concludes with a solo guitar peace ‘Mood for a day’.

The remaining tracks on the album are Group arranged and performed“.

CINCO ANO5 DEPOIS…

terça-feira, 31 março, 2020 por Txuca

… o q ficou?

DOIS ANO2 DEPOIS…

segunda-feira, 30 março, 2020 por Txuca

… o q ficou?

RELIGIÃO SE DISCUTE

segunda-feira, 30 março, 2020 por Txuca

RANQUEANDO DISCOS DO U2:

  1. “Zooropa”
  2. “Achtung Baby”
  3. “Rattle And Hum”
  4. “No Line On the Horizon”
  5. “How to Dismantle An Atomic Bomb”
  6. “All That You Can’t Leave Behind”
  7. “The Joshua Tree”
  8. “Under A Blood Red Sky/Live”
  9. “Pop”

E a surpresa é eu ter 9 discos do U2.

VALE 5 CONTOS

sábado, 28 março, 2020 por Txuca

“Bug Alley”, Gary Hoey, 1996, Surfdog Records

sons: DESIRE [Bach] * / TRIBAL WAR BABIES * / BLACK MAGIC WOMAN [Santana] * / YEAH / BUG ALLEY * / PEACE PIPE / GOTTA SERVE SOMEBODY [Bob Dylan] / KARMA CLIMB / MOUSTACHE MUCHACHO / COASTING / THE GREEN ROOM *

formação: Gary Hoey (guitar and vocals), Tony Franklin (bass), Gregg Bissonette (drums); special guest guitarist on “Bug Alley”: Brian Setzer

A impressão q tenho desse sujeito é a de ser um cara divertido, desencanado.

Ñ q eu acompanhe Gary Hoey febrilmente: lembrava de sua versão (ótima) pra “Hocus Pocus”, q passava no “Fúria Metal”. Mas nem fui atrás do álbum à época, “Animal Instinct”, q sei lá se saiu nacional. Lembrava ainda – e nem ido atrás, tb – dele ter gravado um disco de músicas natalinas, espirituosamente batizado “Ho Ho Hoey”.

Passam-se os anos, e eis q fuçando num bazar de cd’s “5 a 15 reais” encontro este “Bug Alley” e um “Ho Ho Hoey 3” (eita). Bora os dois.

Gary é um guitarrista fritador. Como milhões de outros, surgidos após Eddie Van Halen, q se tivesse q ganhar anos de cadeia ou royalties por isso… E se é verdade q o futebol inglês tem umas 13 divisões, o guitarrismo shredder deve ter mais.

*

A impressão de desencanado: Hoey parece ñ se levar a sério. Mais ou menos como Paul Gilbert. Os discos são muito bons, mas parece se contentar em estar na 3ª ou 4ª divisão. E tudo bem. E daí isso resulta em discos – os 2 citados – com mais musicalidade q exibicionismo.

Q é do q é feito “Bug Alley”. Q contém covers, incomuns (Bob Dylan? Santana antes do hype) e participação especial idem (Brian Setzer nunca foi desse “clube”), fora a banda de renomados comparsas. Disco redondinho e divertido.

***

Tem rococó erudito? Sim, mas – chupa, Malmsteen – comedido no primeiro som, “Desire”. Citação de “Jesus Alegria dos Homens”, de Johann Sebastian Bach, enxertado ao riff. Ao peso. Ao puta som. Ñ é firulagem, ficou bacana.

Tem músicas engraçadinhas, divertidas? “Yeah” e “Moustache Muchacho”. Mas principalmente, é um álbum curto, baseado em riffs e climas, direcionado a pessoas q ñ toquem guitarra e achem q toca melhor. Pra esses, é provável q dê aulas, vai saber.

Dá uma “caída” mais pro fim (após a versão de Dylan) e tem uma faixa 12ª ñ creditada, q é versão (meio fuleira) de “Wipe Out”, onde o sujeito se permitiu fritar como ninguém.

Disco bacana pra tempos de isolamento: divertido, pra cima (bom pra ouvir com Helloween), curto e direto. Dá pra ouvir com visita em casa, jogando videogame ou enquanto faz um post pro Thrash Com H.

Fica a dica.

PS: as faixas asteriscadas acima são as minhas preferidas

*
*

CATA PIOLHO CCLXXIV – Zbigniew Bielak, ouviram falar? Cabra esperto: vendeu uma mesma arte de capa pra duas bandas de segmentos diferentes (SQN), ciente de q os fãs ñ são os mesmos e jamais perceberiam.

"Meliora", Ghost (2015)
“Meliora”, Ghost (2015)
"Revelations Of Oblivion", Possessed (2019)
“Revelations Of Oblivion”, Possessed (2019)

« Previous Entries