Thrash com H

MOVING PICTURES

quarta-feira, 20 fevereiro, 2019 por Txuca

Cinebiografias do rock ñ são novidade: sem pensar muito, lembro existirem filmes sobre Jimi Hendrix, Jim Morrison (ou era sobre os Doors?), Bob Dylan, Judas Priest enrustido (aquele “Rock Star”), “Sid & Nancy”, Jerry Lee Lewis, Def Leppard e mesmo um sobre Hilly Kristal (bem ruim), q acabei de ver. Mas parece q “Bohemian Rhapsody”, ainda mais tendo rendido a $$$ q rendeu, deverá render uma onda de cinebiografias roqueiras.

Pode ser bom, pode ser ruim.

De minha parte, se “Bohemian Rhapsody” ñ é perfeito, tb ñ achei a porcaria q alguns acharam. Acho bastante válido q o rock entre pra História, comece a ser (re)contado. Ainda q integrantes e envolvidos acabem virando meio “personagens Marvel”, na busca por uma assepsia q renda bilheteria.

Bla bla bla pra compartilhar por aqui trailer de filme Netflix sobre o Mötley Crüe. “The Dirt”. História (pra boi dormir) pra contar esses têm…

***

Em outra frente, parece próximo de estrear (lá fora) um filme aí sim meio Marvel – “o q aconteceria se…?” – sobre os Beatles. Ficção histórica. Pelo q li, é sobre um mundo em q ñ houve os Beatles. Ou sobre uma única pessoa q se lembra no mundo q eles existiram, e passa a tirar proveito disso.

Esse me dá vontade de ver. Uau, chama “Yesterday”!

Mais rock, menos remakes. Vejamos onde isso vai parar.

DESMEMBRANDO CANNIBAL

terça-feira, 19 fevereiro, 2019 por Txuca

Uma gíria antiga pra algo recente: andou me caindo a ficha pro Cannibal Corpse. Assim: há umas duas semanas me flagrei ouvindo o “Bloodthirst” em loop. Foda. E ainda um tanto o “Evisceration Plague” e o “Torture”. Animais. Melhor coisa pra ouvir no trânsito. Recomendo.

Pq saquei q o lance são as guitarras e o baixo: os riffs, os solos (alucinados, vindos de onde o Slayer parou), as palhetadas insanamente mecânicas e precisas. Alex Webster, o baixista? O cara é muito bom; já me tinham dito, agora percebo. A real? O vocal e a bateria ñ são o foco.

Tenho nem seguido as letras, só as melodias (sim!) vocais.

De qualquer forma, este é um post pra refletir sobre descobrir bandas novas: às vezes reouvir uma banda já existente ou redescobrir formas diferentes de ouví-las é como q DESCOBRIR BANDA NOVA. Faz sentido?

E me peguei relembrando o q um amigo – aê, Leo! – uma vez tinha me mostrado de quando comprei o “Red Before Black” recente. Q me chamou muito atenção pela inteligibilidade do vocal. Banda paralela do vocalista George ‘Corpsegrinder’ Fisher: Serpentine Dominion

Q conta com músicos de metalcore associados: o baterista Shannon Lucas (ex-All That Remains e The Black Dahlia Murder) e o guitarrista/baixista Adam Dutkiewicz (ex-Shadows Fall, atualmente no Killswitch Engage). Músicos muito aquilatados, a despeito do q tocam nas bandas titulares.

Ou q de repente até tocam, eu é q ñ sei.

Aquele caso de projeto paralelo, com cd homônimo lançado pela Metal Blade em 2016, q agrega, acrescenta, auxilia o músico em sua banda principal. Assim como ao próprio estilo: o som dos caras ñ parece diluir o death metal padrão, mas dar uma evoluída na coisa. E quem curte ouvir deathão em fita cassete, q se vire ahah

Isso só pra ficar neste exemplo, indicar só esta banda paralela do sujeito. Q tb tem outras, nas quais tb Ñ FAZ LETRAS, só canta: Paths Of Possession (2 álbuns e 1 split lançandos) e Voodoo Gods (1 álbum lançado – projeto envolvendo ex-integrantes do Rage e do Centurian!). E q ainda ñ arrumei “tempo” pra ouvir.

Além disso, me surpreende q Alex Webster, o baixista e meio q um Steve Haris do death metal, tenha duas outras bandas, ativas. E de som bem mais técnico, instrumentais: Conquering Dystopia (descrito como “progressive death metal”, de 1 álbum homônimo lançado em 2014, e q conta com Jeff Loomis nas guitarras) e Blotted Science (descrito como “progressive metal”, de 1 álbum + 1 ep lançados, em formação trio com Ron Jarzombek na guitarra fritadora e um certo Hannes Grossmann na bateria).

Bandas essas q ainda ñ ouvi. mas q certamente ñ pagam as contas do pessoal, como o Cannibal Corpse e o Arch Enemy o fazem.

***

Todo modo, a idéia do post aqui foi refletir o quão agregadores ao Cannibal Corpse tais projetos paralelos parecem ser. Ajudam os caras a evoluir imensamente; ñ são mais a banda gore inconseqüente dos tempos de Chris Barnes. Ou assim me parece. Ou se é q eram mesmo.

A quem dos amigos aqui já conhecer tudo isso, ou algumas delas, bora comentar – podem começar com um “como assim, nunca ouviu?” ahahah – ou arrumar mais tempo q o q tenho tido pra desmembrar a bagaça toda.

Entranhas assim expostas, o fato é q o Cannibal Corpse ñ tem sido mais a mesma coisa pra mim. Bandaça.

RDPEIDO

segunda-feira, 18 fevereiro, 2019 por Txuca

RANQUEANDO FAIXAS-TÍTULO DO RATOS DE PORÃO:

  1. “V.C.D.M.S.A.” *
  2. “Descanse Em Paz”
  3. “Crucificados Pelo Sistema”
  4. “Anarkophobia”
  5. “Homem Inimigo do Homem”
  6. “Século Sinistro”
  7. “Guerra Civil Canibal”
  8. “Massacreland” *
  9. “Sistemados Pelo Crucifa”
  10. “Onisciente Coletivo”

*Sabemos ñ se tratar literalmente de faixa-título. Mas representam

UM ANO DEPO1S…

sábado, 16 fevereiro, 2019 por Txuca

… o q ficou?

EMBATE 3

sábado, 16 fevereiro, 2019 por Txuca

versus

MELHOR/PIOR CAPAS

sexta-feira, 15 fevereiro, 2019 por Txuca

Celtic Frost

melhor capa: “To Mega Therion”
pior capa: “Emperor’s Return” (ep)

30 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 14 fevereiro, 2019 por Txuca

… o q ficou?

ENCARTE: GRIFFIN

quarta-feira, 13 fevereiro, 2019 por Txuca

Descontemos o provável erro de grafia ou impressão, levando em conta só a bravata dos noruegueses na estréia em “Wasteland Serenades” (2000):

Feel the immense power of the royal lyon the fierce look of the vigilant eagle, and behold the birth of Griffin“.

EKTOMORF + LACERATED AND CARBONIZED

terça-feira, 12 fevereiro, 2019 por Txuca

08.02.19 – Sesc Pompéia, São Paulo

A real é q fui ao show pq tava barato. 30 kitgays é menos q cd’s da Rollins Band q andei comprando. Tb fui pq o amigo Leo me falou – e ñ foi! – ou eu ñ ficaria sabendo.

Conhecer o Ektomorf, só de ouvir falar. O único álbum deles q tenho é o “Destroy”, q comprei no outro domingo, no Overload Beer Fest, e do qual tocaram 1 som só. E q deu pra ver a semelhança absurda do vocalista com o Max. Cavalera. De assustar.

E o resumo bem poderia ser o seguinte: trata-se de um Soulfly q toca Soulfly ao vivo, sem encher o saco com Sepultura mal tocado no repertório.

Falo do Lacerated And Carbonized primeiro. Tb ñ os conhecia. Mal e mal, de ouvir falar, pelo amigo Jairo (aê!). E me surpreendeu o tanto de gente ali pra vê-los; o evento estava mais pra bandas dividindo palco q pra banda de abertura + banda principal.

Um tanto por perceber muita gente vinda do Rio – certamente no mesmo busão dos caras – ali presente. O Sesc estava bem cheio (ñ lotado) na noite quente de sexta. O ambiente era propício, tinha cerveja, chope e horário decente; daqueles bem-vindos, de se poder pegar o metrô a tempo de voltar.

Novos hábitos, novas bandas, boas novas.

E os sujeitos tinham um merchan melhor q o dos húngaros, de q só vi camiseta. Cariocash trouxeram cds, camisetas e macacões pra bebês com logotipo. Postura séria e profissional, distante das bandas q lambem e se lambuzam no tal do “underground“, na fuleiragem, na tosqueira. Ponto pra eles mesmo.

Ñ conhecia os sons, a proposta, e por isso pude curtir com isenção. Ñ me agradou a ponto de eu comprar cd, mas entendi uma pegada death metal variada, sem descambar pro blast beat o tempo todo, conjugando pegadas death de outros modos. Sons com dinâmica, alguns em português, sem maiores destaques instrumentais. A ñ ser o baterista, q achei meio inseguro e abusando dos triggers.

(o cara é novo, Robson?)

As bases guitarrísticas (um guitarrista só), somadas ao baixo, ñ deram impressão de falar outro guitarrista. Tvz faltasse um pouco de solos, mas sei lá. O vocal é bom e contrastava o gutural com a fala malemolente entre os sons; falta um pouco mais de experiência e de algo a dizer entre os sons. Mas aí, até o Krisiun

Tvz o material visual apele um pouco àquele metal favela q o Sepultura ostentou entre as fase “Arise”, “Third World Posse” e “Chaos A.D.”, mas pode ser chatice minha isso. A banda tenta trazer a desgraça do Hell de Janeiro pros sons, e se isso significa um novo ciclo de bandas tentando falar às pessoas aqui (ao invés de sonhar ser grandes no Japão ou “tocar no Wacken”), parece bom.

Boa banda, com público e proposta.

Set list: 1. “L.A.C.” 2. “Third World Slavery” 3. “Awake the Thirst” 4. “Spawned In Rage” 5. “Narcohell” 6. “Bangu 3” 7. “Ódio e o Caos” 8. “Bloddawn” 9. “Severed Nation” 10. “Seeds Of Hate” 11. “Decree Of Violence” 12. “Hell de Janeiro” 13. “System Torn Apart” 14. “Mundane Curse”

***

Quanto ao Ektomorf, a surpresa (ñ só minha) foi a acolhida aos caras. Aquele público q o Soulfly insiste em desprezar.

Pq a pegada deles é bem Soulfly mesmo – sem o talento das bases do Max – com ocasionais tiques thrash. O baterista é melhor q o Zyon, e o vocalista (ñ guardei nomes, nem pesquisei) ñ parecia o Max (Cavalera), física nem vocalmente. Estava mais pra Robin Flynn, do Machine Head, tvz uma nova influência. Ou tvz a impressão a mim causada, por estar usando camiseta do Machine Head

O show teve bem mais músicas do q imaginei, certamente por conta dumas emendadas em outras. Galera pedia uns sons específicos, bradando refrões idem, e ñ percebi se tocaram de fato. Era nítida a surpresa dos caras com o público cantando junto – aquele clichê da banda q toca pra ninguém na Europa e toca aqui pra mais gente. E estava muito, muito, muito ALTO.

Defeitos? Dois, a meu ver. Técnicos. Um: a caixa e os pratos do baterista muito agudos. Destoam do som, negativamente. Dois: o segundo guitarrista disputando frequências com o baixista; falta timbrar melhor ou tirar um da banda ahahah

Na platéia, o Max do Krisiun assistia o show junto do baterista do LAC, próximo à mesa de som. Outro destaque periférico: ainda q se trate de banda com influências de Soulfly/Sepultura, pela primeira vez fui a um show em q camisetas do Krisiun prevaleceram. Sinal dos tempos.

O público parece q mudou. A fila andou. Ainda bem. Ñ era sem tempo.

Muita mulher e criança presente. Bom sinal.

No fim, foi uma noite q curti. E do tipo de evento q pretendo continuar prestigiando – como já fiz com o Krisiun, em janeiro, e com o Chaos Synopsis em 2016 – enquanto Bolsolixo ñ acabar com a verba dos Sescs. Afinal, tudo favorece: preço (teria pagado 15 kitgays se tivesse meia entrada, ou até 6 se tivesse carteirinha da instituição), data, horário, ambiente. E com bandas pra valer, verossímeis, tanto gringas quanto nacionais.

Ainda q pra mim daqui uns anos vá ficar só a lembrança de eu ter visto uma banda húngara de heavy metal. Duvido q aconteça de novo. Ou tão cedo.

Set list: 1. “The Prophet Of Doom” 2. “AK 47” 3. “Fury” 4. “Faith And Strenght” 5. “Bullet In Your Head” 6. “Tears Of Christ” 7. “Infernal Warfare” 8. “Blood For Blood” 9. “If You’re Willing to Die” 10. “Eternal Mayhem” 11. “Holocaust” 12. “I Know Them” 13. “Evil By Nature” 14. “Black Flag” 15. “Gypsy/Show Your Fist” 16. “I Choke” 17. “Outcast” 18. “Ambush In the Night” 19. “Aggressor”

PÚRPURA PROFUNDO

segunda-feira, 11 fevereiro, 2019 por Txuca

RANQUEANDO A MEU GOSTO FAIXAS-TÍTULO DO DEEP PURPLE:

  1. “Burn”
  2. “Fireball”
  3. “Perfect Strangers”
  4. “Stormbringer”
  5. “The Battle Rages On”
  6. “Bananas”
  7. “Rapture Of the Deep”
  8. “The Purpendicular Waltz” *

* q sabemos ñ se tratar da faixa-título literalmente. Mas tudo bem

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