Thrash com H

25 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 27 julho, 2017 por Txuca

JoeSatrianiTheExtremist

… o q ficou?

ENCARTE: ECHO & THE BUNNYMEN

quarta-feira, 26 julho, 2017 por Txuca

Release cometido em “Balyhoo” (1997), coletânea da banda, por produtor Bill Drummond:

We were in the back of a transit van, careering down a highway.
Nobody was at the wheel and nobody knew where we were going.
The journey started in seventy nine, I fell out of the back door somewhere in the mid-eighties, I picked myself up, dusted myself down and walked away.

If I was to bring myself to listen to the tracks on this records, they would drag up too many memories I would rather remain buried. Memories of lies, deciet (sic), hatred, hotel floors, drug dealers, transit vans, acid trips, broken amplifiers, girls, service stations, loss of innocence, corrupt road crews, missed oportunities, vanity, broken promises, shit gigs, bad sex, crap mixes, late VAT returns, petulance, incompetence, petty rivalry and Pete DeFreitas dying.

I make myself a pot of tea.
Read the above and remember.
I love Echo and the Bunnymen more than I have loved any band before or since.
And not because.
Echo and the Bunnymen embodied all the great archetypes of the classic band: a drummer who new (sic) how to have a good time; a bass player who knew how to keep everybody in time; a guitarist who was introverted, twisted, bitter and fucking brilliant and a singer who had the lips, hair, voice, words and all that other stuff that you have to have from a Parthenon drive frontman.
But because.
Within the soul of Echo and the Bunnymen there was a pure aspiration that trancended all those would-be dragged up memories. It’s as if The Bunnymen were going for some ultimate but undefinable glory.
A glory beyond all glories where the gates are flung open and all you can see is this golden light shinning down on you, bathing you, cleaning all the grime and shit from the dark corners of your soul.
You know what I mean?
Good.
I drink my tea“.

ECLESIAL

segunda-feira, 24 julho, 2017 por Txuca

DISCOS DO CATHEDRAL PRA MIM:

  1. “Soul Sacrifice/Statik Majik” (ep)
  2. “The Garden Of Unearthly Delights”
  3. “The Carnival Bizarre”
  4. “Forest Of Equilibrium”

É o q tenho. Banda q nunca priorizei, mas q volta e meia me ocorre ir mais atrás.

COMENTANDO DISCOGRAFIA

sábado, 22 julho, 2017 por Txuca

Scream for me…

brucebruce dbruce scream

Bruce Dickinson

“Tattooed Millionaire” – Def Leppard de macho
“Balls to Picasso” – se vendeu sem se vender
“Alive In Studio A” – botando o bloco na rua
“Skunkworks” – midlife crisis

“Accident Of Birth” – “acidente” só no nome
“The Chemical Wedding” – 7 x 1 no Maiden sem ele (fora o baile)
“Scream For Me Brazil” – eu tava lá!
“Tyranny Of Souls” – voltar à matriz o eclipsou

20 ANOS DEPOIS…

sábado, 22 julho, 2017 por Txuca

krtr

… o q ficou?

30 ANOS DEPOIS…

sexta-feira, 21 julho, 2017 por Txuca

dioGNR

… o q “ficaram”?

RICHARD CLAYDERMAN É O CARALHO

quinta-feira, 20 julho, 2017 por Txuca

Viktoriya Yermolyeva.

Quem?

Imagem de Amostra do You Tube

Pianista ucraniana q há quase 1 ano (em 26 de julho de 2016) postei por aqui em versão ao vivo de “Tornado Of Souls”, com baterista aloprado. Brian Vigliore.

E as impressões q me ocorrem, à luz da versão acima, são:

  1. quando o pianista é foda, dispensa a bateria até
  2. quando a pianista é foda tocando “Master Of Puppets”, dispensa um Metallica e um Apocalyptica juntos ahah
  3. o site oficial da moça parece ter registros dos arranjos por ela cometidos (ñ tem versão só desta), pra quem quiser aprender

E se sou o Kirk Hammett e vejo isso, das duas uma: ou dobro minha dose de antidepressivo ou resolvo anunciar q faço cover – ruim – dessa versão. No mínimo.

NOVO MARKETING VIRÓTICO SINCERO

quarta-feira, 19 julho, 2017 por Txuca

Sinal dos atuais tempos cibernéticos é o “clique”. Concorde, discorde, veja por alto algum vídeo, leia por cima algum cabeçalho… desde q um “curtir” se faça mandatório ao final. Etiqueta. Mesmo q seja post de alguém falecido, em q “curtir” fica estranho. Mas já ñ se estranha tanto.

Decorrência dessa mudança de comportamento me parece algum tipo de marketing tosco adotado por certas bandas: é o Metallica anunciando disco novo, mas sem colaborações de Kirk Hammett… q teria perdido trocentos mil riffs num iPhone perdido nalgum lugar (aposto q metade era tudo igual) – como é?!?

E a “sinceridade” de q ñ tocariam determinado som novo – “Spit Out Of Bone” – pq o Lars errou ela em ensaio (ou foi em show?). Pra depois dizerem q tocarão; pra nego ficar torcendo pro baixinho errar? Cria-se o problema, vende-se uma solução. O hype.

***

Passemos ao Slayer, do chefão (de massa falida) Kerry King, super sincero em eleger as “músicas q odeia” da banda. “Cleanse the Soul” e “Desire”. É pra ganhar cliques e comentários ou aquele monte de tinta zoou o q ele ainda tem de cérebro?

https://whiplash.net/materias/news_777/266310-slayer.html

Pior ainda achei Dave Mustaine, cuzão legítimo e juramentado, fazendo lista dos melhores guitarristas – q ñ ele – a terem passado pelo Megadeth. Com direito a ranking e notas.

Quer dizer: quem nunca, de nós, já ñ especulamos esse tipo de lista ou preferências? Sendo o cara o dono da lojinha, achei q ficou indelicado, senão grotesco, isso. Vale pra chamar atenção?

https://whiplash.net/materias/melhores/265902-megadeth.html

Ou vai ver, estou ficando velho e ultrapassado. E mesmo este blog deveria passar a se autoconsumir…

 

Quantas curtidas este post merece? (ah, aqui ainda vigoram ‘comentários’…)

15 ANOS DEPOIS…

terça-feira, 18 julho, 2017 por Txuca

msggh ntngh

… o q ficou?

10 ANOS DEPOIS…

segunda-feira, 17 julho, 2017 por Txuca

nile

… o q ficou?

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