Thrash com H

O FATOR RIPPER

quinta-feira, 23 novembro, 2017 por Txuca

Na média, acho Manowar um negócio desagradável. E o fato de ainda existirem, algo abominável.

Mas o baterista do Kings Of Steel (Manowar Cover brasuca) virou baterista dos caras. E acho realmente louvável q ele e Kiko Loureiro estejam fazendo (bem) o q fazem aonde isso cabe. Com bandas reais, em um mundo real.

https://whiplash.net/materias/news_773/273783-manowar.html

Saúdo Marcus Castellani – ñ o conheço – por ser ainda um dos poucos a nos poupar desses B.M.U., tributo a Edu Falaschi e “metal nacional” de parquinho. Bravo!

30 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 23 novembro, 2017 por Txuca

… o q ficou?

ENCARTE: KATAKLYSM

quarta-feira, 22 novembro, 2017 por Txuca

Dando uma de Darkthrone – só bravata ou algum selo de qualidade? – na capinha interna de “In the Arms Of Devastation” (2006):

Northern Hyperblast“.

SLOWLY WE SMILE

terça-feira, 21 novembro, 2017 por Txuca

Obituary no Rio de Janeiro, 17.11.17 [abertura Gutted Souls e Siriun], por märZ

Era uma típica sexta-feira na Lapa, bairro boêmio do Rio de Janeiro: os bares de temática samba/bossa nova lotados, muita gente circulando, turistas gringos, locais, gente jovem, bonita e sarada, cabeludos e camisas pretas… Nowait!

Pois é, num espaço de 100 metros um do outro, Circo Voador e Teatro Odisséia disputavam os camisas pretas com Zakk Sabbath e Obituary, respectivamente. Optei pelo segundo. Na fila para entrar, que corria pela calçada de um dos vários barzinhos com música ao vivo, ouvi do grupo à minha frente: “lá no Circo hoje só vai dar coroa e naftalina” – com meus 48 anos talvez estivesse na fila errada. Ao fundo, um trio tocava “Chega de Saudade”, de João Gilberto. Profético?

Já tinha estado no Teatro Odisséia antes, para ver os alemães do Kadavar dois anos antes. Lugar pequeno, palco minúsculo, perfeito para se ver bandas de metal com um certo grau de intimismo. Cheguei logo após a última de duas bandas de abertura e nem sei seus nomes. Tenho a impressão que não fez falta.

Pouco após as 21h, entra no palco um grupo de 5 rednecks cabeludos e barbudos, sorrisos no rosto, todos de preto. Apertados no palco 5 x 3, detonam canção após canção. Som ótimo e no talo, cadência lenta, cabelos voando, sorrisos e mais sorrisos enquanto John Tardy urra sobre morte e desespero. Trevor Peres era o comunicador da banda, ocasionalmente indo ao microfone entre canções para dar um alô, elogiar a cerveja, sorrir e rir de tudo. A performance de todos é irretocável, com destaque para o baterista Donald Tardy e sua levada característica, com ocasionais e desconcertantes inversões de tempo.

Uma hora e meia depois, fecharam com “Slowly We Rot” e acabou tudo.

***

Comprei o cd novo, importado e digipack, por 30 cruzeiro. Cobicei a camisa oficial, mas os 70 mangos me desanimaram. Entre os mais ou menos 300 presentes, umas 15 garotas. Todas acompanhadas. Predominância de camisas death metal: Krisiun (várias), Obituary (óbvio), Possessed (a minha – presente do amigo Colli), Sepultura (“Morbid Visions”) e também Dark Angel, Sabbath, Judas Priest, Kreator, Marduk etc.

Foi uma noite agradável, apesar de tudo ter acabado muito rápido. Saí do clube e caí na cacofonia da Lapa. Peguei o Über e logo estava de volta à Ilha do Governador, surdo e com fome. É isso.

Setlist – 1. “Redneck Stomp” 2. “Sentence Day” 3. “Visions In My Head” 4. “A Lesson In Vengeance” 5. “Chopped In Half” 6. “Turned Inside Out” 7. “Find the Arise’ 8. “Straight to Hell” 9. “Turned to Stone” 10. “Dying” 11. “Brave” 12. “No Hope” 13. “‘Till Death” 14. “Don’t Care” 15. “Slowly We Rot”

CÃEZINHOS DOS TECLADOS

segunda-feira, 20 novembro, 2017 por Txuca

DISCOS DE SKINNY PUPPY PRA MIM:

  1. “VIVIsectVI”
  2. “Rabies”
  3. “Mythmaker”

 

O 3º acho muito fraco, ñ recomendo. E só comprei pq estava em oferta.

WE SALUTE YOU

sábado, 18 novembro, 2017 por Txuca

Era um GIGANTE.

E tvz, quem mais encarnasse a idéia de bastidor: todo mundo prestando atenção no shortinho do Angus, na boina de Brian Johnson ou na carismatopatia de Bon Scott, enquanto Malcolm Young ditava as regras. E ñ curtia holofotes.

Ñ precisava. Deteve um pedestal, o qual ninguém ousou desbancar. Na verdade, tvz pairasse sobre o mesmo, já q ñ o víamos.

Fazia o AC/DC. Fez o q fez. Já estava decaindo. O q é ainda mais triste. Mais menos um HERÓI.

UM ANO DEPO1S…

sábado, 18 novembro, 2017 por Txuca

… o q ficou?

20 ANOS DEPOIS…

sábado, 18 novembro, 2017 por Txuca

… o q ficou?

COMENTANDO DISCOGRAFIA

sexta-feira, 17 novembro, 2017 por Txuca

Soulfly

“Soulfly” – batmacumba indigesta pra turista com nü metal
“Primitive” – batmacumba indigente pra turista sem glúten
“3” – frango duro, farofa diet, mas cachaça ok
“Prophecy” – retomando de onde parara em “Roots”

“Dark Ages” – sinistro e soturno
“Conquer” – sabbáthico até o caroço
“Omen” – enganosamente ordinário

“Enslaved” – hello, mercado europeu!
“Savages” – realmente ordinário
“Archangel” – capa e dvd bônus fodas, mas ñ o ouvi bem ainda

INFANTOJUVENIL

quinta-feira, 16 novembro, 2017 por Txuca

O “metal nacional” é:

a. uma piada de mau gosto
b. uma panelinha de tiozões sem noção nem autocrítica
c. uma seleta elite de incompreendidos q é “grande” no Japão
d. um buraco negro q agora tb arrasta pra dentro gringo q ñ tem mercado nem pra onde ir
e. todas as alternativas

f. prefiro pagar pau pra gringo (outros gringos)

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