Thrash com H

THE NAME OF THE BEAST

terça-feira, 21 agosto, 2018 por Txuca

Pra início de conversa, reitero o q já postei no Facebook: ñ sou de treta, mas depois do q vi e ouvi dia 11 em Londres, quem vier com papo de q Dio foi maior q Bruce Dickinson, vou dar na cara com força.

Senão, vejam. Quem, durante um show de 16 sons, é capaz de:

  1. lutar esgrima no palco com Eddie Trooper?
  2. zoar os outros quase todos, passando-lhes a espada nas bundas? (Steve Harris ñ curtiu)
  3. na idade q está, topar abrir apresentação com “Aces High” (pouco mais lenta, mas ok) emendando em “Where Eagles Dare”?
  4. usar um lança-chamas alucinadamente durante “Flight Of Icarus”, enquanto cantava?
  5. encerrar com “Run to the Hills” cavalgando num cavalinho de brinquedo? O som inteiro
  6. fazer um brinde sem noção ao fim (era último show da turnê e precisavam fazer o jabá da cerveja), chamando Nicko McBrain – q está abstêmio após 19 anos – pra beber?

Menos mal q, nessa última, Nicko, tb sem noção, levou tão de boa q foi ao microfone falar umas coisas e topou brindar tb. De copo de plástico vazio ahah

Além disso tudo, q ñ foi pouco: Bruce fez o show inteiro realmente sem ler letra. Zero teleprompter, zero colas pelo chão. 60 anos em plena forma, mais a cura do câncer e a certeza da estabilidade empregatícia o tornaram ainda mais sem noção, ainda mais demente, ainda mais intenso. Bruce Dickinson é o nome da besta. E isso seria tudo o q eu poderia dizer a respeito do show todo.

Mas vou falar tb do clima, da vibe.

Lugar imenso. Gigantesco, babilônico. Nababesco. A tal O2 Arena, q além do show, ainda abriga uma puta galeria de pubs e restaurantes, tinha ainda uma exposição de heróis Marvel/D.C. (a q ñ fui, já tinha fechado) e uma balada de playboy, cujas periguetes de shortinho agarrado e tops (tem na Terra da Rainha tb) denunciavam.

Tive q pegar 2 lances de escada rolante pra chegar a meu lugar. Q era sentado, em lugar almofadado, porém lateral ao palco. Perdi ver o telão, ñ consegui ver a banda de frente, e ainda na maior parte do tempo só vi o tampo do cocoruto do papai Noel Dave Murray. Do Nicko só via as mãos, uns pratos e uns 3 tons tons da bateria (ñ veria muita coisa a mais caso visse de frente ahah). Mas preferi focar no bom:

Vi tudo da perspectiva de quem via parte do backstage: roadies correndo pra lá e pra cá, Bruce saindo a cada som/cada dois pra trocar de roupa, roadie manejando o controle remoto do Eddie. E curti os SONS sem distração ou firulas pirotécnicas.

E com um pessoal à volta tb veterano, alguns até mais q eu. Num clima de show de metal incrível: pessoas se cumprimentando ao fim, se surpreendendo com os sons antigos (impecavelmente executados), cantando a plenos pulmões a intro de “Doctor Doctor” (!!), sujeito à frente me oferecendo breja – q recusei educadamente – e nenhuma, absolutamente nenhuma, treta. Ou descontentamento.

Nem mesmo o meu, com “The Trooper”, “Fear Of the Dark” (blah!) e “Hallowed Be Thy Name” incluídas no set. Percebi q fazem parte importante da coisa. (E Nicko, na segunda, inventou um groove bastante interessante). Ñ exatamente pontos altos, mas nem um pouco mal recebidas.

Tinha criança (mesmo), tinha adolescente, tinha adulto, tinha tiozão (tipo eu) e tinha idoso. Os caras têm q agradar a todos, ñ tem jeito. Faltaram músicas? Tvz. Nada do “Somewhere In Time”, do “No Prayer For the Dying” (sonho meu!), do “Dance Of Death”, dos 2 últimos ou mesmo do “Killers” (“Wratchild” já deu, afinal). Mas eu ñ percebi na hora e nem dei falta até agora.

Em minha chatice habitual, ñ consegui pôr um defeito na porra toda.

Falando dos sons: solos Murray-Smith impecavelmente executados. Nicko McBrain monstruoso: ñ perdeu uma virada, ñ ramelou um andamento, mandou o pé direito mais insano do heavy metal. Tvz o baixo estivesse um pouco baixo, mas dane-se. Janick ñ briga mais com o Eddie (perdeu a função), mas briga com os cabos ahah Porra, 4 sons do “Piece Of Mind”. Tivessem tocado “Die With Your Boots On”, eu infartaria.

Surpresas? 2 sons da “fase Blaze”: “The Clansman” e “Sign Of the Cross”, o primeiro com intensa recepção.

As fotos q tirei do show ñ ficaram grande coisa. Mesmo. Ora borradas, ora distantes demais, por isso ñ postei tudo. Deve haver amostras melhores no Google e no You Tube.

Por fim, meu depoimento emotivo: chorei durante “Two Minutes to Midnight”. Foi foda.

Sobre algumas das fotos acima:

a) na segunda se vê um tiozão tocando guitarra. Sujeito ficou horas tocando Maiden na saída do metrô (estação North Greenwich), tirando selfie, se divertindo, ganhando os trocos merecidos e acompanhado por bateria eletrônica impecável. Com direito a crachá de músico autorizado, sei lá, pela prefeitura. Imaginem a ambiência de chegar num lugar e ouvir “Flash Of the Blade”

b) na terceira, em q se vê a O2 Arena lotada, se desmente por completo a balela de q o Maiden só lota show na América Latina. Enfiem os comentários abalizados no cu os q continuarem a dizer isso. Complexo de vira lata do caralho

Set-list: intro com “Doctor Doctor” (U.F.O.) + discurso do Churchill 1. “Aces High” 2. “Where Eagles Dare” 3. “Two Minutes to Midnight” 4. “The Clansman” 5. “The Trooper” 6. “Revelations” 7. “For the Greater Good Of God” 8. “The Wicker Man” 9. “Sign Of the Cross” 10. “Flight Of Icarus” 11. “Fear Of the Dark” 12. “The Number Of the Beast” 13. “Iron Maiden” – bis – 14. “The Evil That Men Do” 15. “Hallowed Be Thy Name” 16. “Run to the Hills”

CORPORALIS

terça-feira, 21 agosto, 2018 por Txuca

[corrigindo algum bug de ontem]

MELHORES BANDAS Q ENVOLVEM PARTES DO CORPO:

  1. Motörhead *
  2. Radiohead
  3. Machine Head
  4. Joelho de Porco
  5. Whitesnake
  6. Chickenfoot
  7. Stiff Little Fingers
  8. Butthole Surfers
  9. Belly
  10. Pupilas Dilatadas

MELHOR/PIOR CAPAS

sexta-feira, 17 agosto, 2018 por Txuca

Difícil…

Blind Guardian

melhor capa: “A Twist In the Myth”
pior capa: “A Night At the Opera”

10 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 16 agosto, 2018 por Txuca

… o q ficou?

30 ANOS DEPOIS

quinta-feira, 16 agosto, 2018 por Txuca

… o q ficou?

ENCARTE: TANGERINE DREAM

quinta-feira, 16 agosto, 2018 por Txuca

Texto dum certo Jonathan Miller, datado de fevereiro/março de 1996, constando do encarte de relançamento de “Pergamon” (1986), e demonstrando q independente de sistemas políticos algumas coisas pouco mudam:

Following two years of negociation, Tangerine Dream were invited to play two concerts at the Palast der Republik in former East Berlin on 31st January 1980 – the firts Western rock group to do so, presumably because the instrumental nature of their music was not viewed as being ‘politically dangerous’ by e communist authorities. Tickets reputedly changed hands for up to $125 on the black market, such was the Eastern Bloc’s hunger for rock music at the time!

As Froese remembers: ‘The Palast der Republik was where parliament sessions were held and importante political speeches made, so we had to agree not to make any political stataments and just play music – nothing that would colide with the political system. Since it was the first concert of a Western band in East Berlin and in such a high profile place, all the international press were outside with cameras everywhere, because 80% of the tickets were given away to officials and organisations connected with the East German government. The remaining 20% sold out in about five minutes.

‘About half an hour prior to the show there was a very delicate moment because 900 people were pressing against the venue’s huge glass windows trying to get in. Inside, we had to make a decision: Did we want lots of publicity by allowing the windows to be damaged – maybe people would be hurt or worse – and blowing the gig? A public relations company would say we we stupid, but from my perspective of performing our music, it was very simple: I told the officials we would not perform unless they let those people in for free, thus preventing any trouble. They did and that was the first time I found out exactly waht political journalism was all about: Writing something sensational and extraordinary bring success, but at what expense?

‘On the other hand, we had a wonderful concert. As far as the music was concerned it was just great, but for political international journalism it was a total disappointment. The entire gig just got one small mention in a daily newspaper the next day – no one was really interested. If we were to do it again todas, I would make exactly the same decision’.

Filmed and recorded by th National Broadcasting Network of the GDR (German Democratic Republic), highlights of these heroic shows orignally appeared in June 1980 as the vinyl abum Quichotte on the East German label Amiga, Froese and Chris Franke having re-mixed and edited the music on the East Berlin as part of the original deal. Virgin later acquired the rights and a re-mastered West German reissue entitled Pergamon: Live At the Palast Der Republik was eventually realease in June 1986.

 The album’s two lengthy tracks are composed by Froese and Franke, who were in the process of preparing material for the next Virgin studio album, Tangram, when the go-ahead for the concerts came through at short notice. Consequently, themes from Tangram can be heard throughout the partly improvised music – including the excelent piano intro to ‘Quichotte (Part I)’ performed by classically-trained keyboard virtuoso Johannes Schmoelling, who had only joined the group a matter of weeks beforehand. Then aged 29, Schmoelling had several years experience as a theatre audio technicial being him, perfectly complementing the long-standing Froese/Franke nucleus to provide the first stable Tangerine Dream line-up since Peter Baumann left to pursue a solo career in November 1977″.

BORN IN THE U.S.A.

segunda-feira, 13 agosto, 2018 por Txuca

ESTADUNIDENSES Q SE PODE SUPOR/ACHAR (ERRADO) Q SÃO/FOSSEM INGLESES:

  1. Trouble
  2. At War
  3. Christian Death
  4. Ronnie James Dio
  5. Blue Öyster Cult
  6. Interpol
  7. Usurper
  8. Galaxie 500
  9. Rancid
  10. Solitude Aeternus

EMBATE 2

sábado, 11 agosto, 2018 por Txuca

versus

1º SOM – 1º ÁLBUM

sexta-feira, 10 agosto, 2018 por Txuca

Gamma Ray

1º som: “Rebellion In Dreamland”, do videoclipe editado no Fúria Metal. Anos 90. Curti

Mas nem fui atrás. Época q torcia demais o nariz pra metal melódico. Me emprestaram o “Land Of the Free”, de q gravei as melhores músicas (indicadas por quem me emprestou, q ñ lembro quem foi), pra inclusive tirar a “Rebellion…” toda, q toquei numa banda de um show só, já nos 00’s

1º álbum: “No World Order!”, como o álbum q realmente curti e copiei adequadamente, e ano passado finalmente comprei o cd. No meio do caminho, copiei cd’s pra “algum dia” ouvir, e esse dia ainda ñ veio.

30 ANOS DEPOIS…

quarta-feira, 8 agosto, 2018 por Txuca

… o q ficou?

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