Thrash com H

EMBATE

sexta-feira, 7 agosto, 2020 por Txuca

versus

XL ANOS DEPOIS…

quarta-feira, 5 agosto, 2020 por Txuca

… o q ficou?

CARTR00 NETWORK

terça-feira, 4 agosto, 2020 por Txuca

Já contei por aqui a história de ter posto o “Hell Awaits” (Slayer), faixa “Hell Awaits”, ao contrário?

E tb “Ilusão de Ótica”(do Engenheiros do Hawaii, última faixa do lp “O Papa É Pop”), um pouco antes.

Quem aqui já ñ cogitou pôr discos do Venom ou da Xuxa ao contrário? Ou mesmo a “Hell Awaits”, do “Hell Awaits”? Pra ver se, literalmente, what the hell ahah Ou acreditou em invocar demônios com o “jogo do copo”? Ou só pra ver o q rolaria tocando um disco ao contrário?

O post é só uma bobeira e pretexto pra linkar esse desenho, “Teen Titans”, aqui picado (ñ tem inteiro no YouTube, com 10 minutos de duração, como o amigo Jessiê conseguiu pegar e colar no @bangersbrasil). Q zoa super de boa com o “metal”, com os “metaleiros”, com o cramulhão e com “rodar disco ao contrário”.

Ainda é didático: ensina à molecada público-alvo como era ouvir música em tempos de disco e toca disco ahah

Algo q me deixaria puto se eu tivesse 15 anos. Estariam difamando o metal, ñ entendem do q estão falando, esse tipo de coisa, q eu continuaria achando só se ainda, aos 45, levasse o Manowar a sério ahah

Enfim. A gente muda (conforme o papo do post de sexta-feira) e a zoeira (pra mim bem mais legal q um Massacration) ñ pode parar. E tudo bem, fair play.
E me dá vontade mais de zoar o metaleiro q eventualmente fique indignado. Desenho (procurem todo e na ordem), q achei ágil e divertido: mais convidativo q repulsivo à molecadinha nova.

***

Por fim: pusemos a “Hell Awaits”, do “Hell Awaits”, ao contrário, pra ouvir aquela parte inicial. Espanto: estava ao contrário. O contrário daquela introdução já é um contrário do contrário, provavelmente pra zoar os metaleiros ociosos q sabiam mexer na rotação do toca disco ahah

Só q a parte cramulhona foi: a energia da casa toda (sobrado onde meu pai ainda mora) “caiu”. Ficamos sem luz. Exceto na tomada do 3 x 1 q continuou tocando “Hell Awaits”, do “Hell Awaits”, ao contrário.

Pensem no cagaço.

BETWEEN THE HAMMER AND THE ANVIL

segunda-feira, 3 agosto, 2020 por Txuca

Mês de intros. Conforme ameaçado prometido…

MINHAS INTRODUÇÕES BATERÍSTICAS FAVORITAS:

  1. “Painkiller”, por Scott Travis [“Painkiller”, Judas Priest]
  2. “Stargazer”, por Cozy Powell [“Rising”, Rainbow]
  3. “Where Eagles Dare”, por Nicko McBrain [“Piece Of Mind”, Iron Maiden]
  4. “Overkill”, por Animal Taylor [“Overkill”, Motörhead]
  5. “Hot For Teacher”, por Alex Van Halen [“1984”, Van Halen]
  6. “Run to the Hills”, por Clive Burr [“The Number Of the Beast”, Iron Maiden]
  7. “Piranha”, por Tom Hunting [“Bonded By Blood”, Exodus]
  8. “Indians”, por Charlie Benante [“Among the Living”, Anthrax] *
  9. “Trust”, por Nick Menza [“Cryptic Writings”, Megadeth]
  10. “Criminally Insane”, por Dave Lombardo [“Reign In Blood”, Slayer]

* se bem q a da “Only” tb…

OBS: a lista youtúbica semanal do bonna segue nos comentários

THE SONGS REMAIN THE SAME?

sexta-feira, 31 julho, 2020 por Txuca

por märZ

Um assunto que talvez já tenha sido brevemente pincelado por aqui: machismo e misoginia nas letras de rock, hard e metal em geral.

Minha reflexão que culminou na idéia de abordar o tema começou com um cd do Raul Seixas que comprei semana passada, “Abre-te Sésamo” (1980), e mais especificamente, a canção “Rock das ‘Aranha'”. Minha namorada, bem mais jovem do que eu, estava aqui em casa e coloquei o cd pra tocar; quando chegou na referida canção, ela se virou pra mim com olhar grave e mandou:

“é sério, isso?”

Todo homem já recebeu esse olhar congelante de uma namorada, parceira, esposa e sabe o que vem em seguida: tentativas patéticas de explicar o quase inexplicável, atropelando palavras e conceitos.

***

O fato é que, se eu ouvia e cantava essa música do Raul a plenos pulmões e com um sorriso na cara aos 19, hoje aos 50 fico com vergonha alheia por ele, e ainda mais das pessoas à minha volta. O mundo mudou? Eu mudei? Estou velho, careta, me transformei em um dos coroas de quem, quando jovem, adorava tripudiar e criticar?

Complementando, ontem inventei de ouvir o álbum de estréia dos Raimundos, que não escutava há uns bons 10 anos. O sentimento foi parecido ao “episódio Raul“, ainda que estivesse sozinho em casa com meus gatos. Novamente: mudou, mudei?

Me lembrei então de um artigo de revista gringa com Robert Plant, à época do lançamento da versão remasterizada tripla do ao vivo “The Song Remains the Same”, onde Plant descreve ter pedido ao produtor que retirasse certos trechos de diálogos seus com a platéia, e até mesmo partes das canções onde o teor de suas palavras tinha cunho misógino, por hoje se sentir envergonhado por tê-los dito. O produtor então explicou que seria um erro fazê-lo, pois o público do Zeppelin está bem familiarizado com eles e espera ouvi-los ao adquirir o material. Apagá-los agora seria trapaça e geraria mais controvérsia do que o contrário.

E assim ficou.

E o que não dizer de algumas (muitas?) letras de artistas com Bon Jovi, Whitesnake (as letras de Coverdale costumam ser embaraçosas), Rolling Stones, os óbvios Mötley Crüe e Poison, e tantos outros que não chegaram a atingir o mainstream?

O raciocínio que estou querendo gerar é: está tudo realmente mudando ou continua o mesmo, e nós é que adquirimos um ponto de vista diferente? Ou nada disso?

30 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 30 julho, 2020 por Txuca

… o q ficou?

ENCARTE: RICHIE HAVENS

quarta-feira, 29 julho, 2020 por Txuca

História de “Freedom”, um dos clássicos do sujeito, contada pelo próprio no encarte de “Resumé: the Best Of Richie Havens” (1993):

‘Freedom’ was spontaneoulsy written on the stage at Woodstock, when I had already been onstage for two hours and 40 minutes, gone offstage eight times, and been told to go back, because no one else was there yet. I’m going, ‘What the heck am I going to sing?’ I looked down at the audience, and I saw that there was something there that we were not talking about yet, and that was that we had already gained our freedom, and we were exercising it by being here together. So I said a few words to the effect that we’re talking about freedom, well, this is freedom: We got it, we’ve already made it. There’s no reason to think it’s something we need to get. And then I just started playing the guitar. And I thought I would play ‘Motherless Child’, because I hadn’t done that song in about eight or 10 years, but first ‘Freedom’ came out, and I started singing that, and then I went into ‘Motherless Child’. In the middle of ‘Motherless Child’ a verse from an old spiritual came back to me, one I used to sing as a kid with a little gospel group in Brooklin, so I worked into that and then went back to ‘Freedom’“.

REIVENTA/REVISITA

terça-feira, 28 julho, 2020 por Txuca

Está temerário/proibido/arriscado fazer show. Lançar disco, coisa mais arcaica e obsoleta, ñ.

Ufa.

Napalm Death na área.

Prestes a lançar álbum novo. Com um daqueles títulos q só eles conseguem fazer: “Throes Of Joy In the Jaws Of Defeatism”. Ñ dá pra falar sem ter q parar pra respirar no meio.

Uma das tantas coisas q os distinguem dos demais (leaders not followers): quem é q vai copiar um nome desses?

***

Curti o som (single?!?) prévio.

Comentários no YouTube dão conta duma volta à ‘fase’ “Fear Emptiness Despair”, q nem é meu disco favorito. Pode ser. Grindcore raiz. Mas os sujeitos podem se reinventar (tinham lançado cover de Sonic Youth ano passado, surpreendendo) e se revisitar à vontade.

Podem até lançar disco de lambada, q vai ficar bom. E ñ por dogmatismo. Por impressionantes – ainda – serviços prestados.

Só tenho a curiosidade de saber COMO eles sabem qual música é qual na hora de fazer show. Tipo Iron Maiden. Devem ter tudo anotado, pq preocupação com fazer músicas q ñ soem como as antigas acho q há tempos já desencanaram.

E a pomba do vídeo é a capa do disco, pelo q me pareceu. Forte e incômoda, sem apelação.

30 ANOS DEPOIS…

segunda-feira, 27 julho, 2020 por Txuca

… o q ficou?

CINE BUNKER

segunda-feira, 27 julho, 2020 por Txuca

Pra fechar um mês de posts-quarentena, listei os melhores filmes q assisti devido ao isolamento. Nem todos voltados à música (tipo documentários), q venho indicando em posts à parte.

E nem tantos como eu desejava nos últimos meses, q a tv a cabo é bem ingrata: fechou canais gratuitos (precisam “movimentar a economia”?) e andam reprisando demais muita coisa a toa. Sei lá.

MELHORES FILMES ASSISTIDOS NA QUARENTENA (até o momento*):

  1. “Mayhem – Senhores do Caos”
  2. “L7: Pretend We’re Dead”
  3. “A Torre Negra”
  4. “Os Agentes do Destino”
  5. “A Garota No Trem”
  6. “Pantera Negra”
  7. “Her”
  8. “Procura-se Um Amigo Para o Fim do Mundo”
  9. “Lugares Escuros”
  10. “Pequena Grande Vida”

*como a mesma ñ parece ter hora pra acabar, tvz vire uma lista nova mais à frente, com filmes de agosto a dezembro

Mês q vem faremos listas de introduções, conforme sugestão do Thiago. Bateria, baixo, teclado, violão e locuções. Nunca fui de antecipar/avisar, mas já o faço pro pessoal fazer a “lição de casa”.

E o link da playlist semanal do bonna é:

https://www.youtube.com/playlist?list=PLtXEhRLvKtRoeYIJ24Edmsy_odKaQlkb9

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