Thrash com H

ENCARTE: VIOLETA DE OUTONO

quarta-feira, 17 outubro, 2018 por Txuca

Release por René Ferri na versão 2 em 1 meia boca lançada (em cd) em 1995 contendo “Violeta de Outono” (1987) e “Em Toda Parte” (1989):

Quando o Violeta de Outono despertou o interesse da mídia cultural em meados dos anos 80, sua reputação já era enorme. Ocorria então uma inexplicável onda de rock no Brasil, que formou no seu meio, uma razoável infra-estrutura de teatros, danceterias, clubes, inferninhos e outros espaços, francamente inclassificáveis, para abrigar as mil e uma bandas que surgiram de repente.

São Paulo foi a meca do ‘movimento’ (mesmo que muitos grupos tenham se formado no Rio de Janeiro) e o Violeta de Outono surgiu naquele movimento eufórico do rock brasileiro, quando os grupos musicais, na sua maioria maciça, procuravam se assemelhar em sonoridade as bandas de rock inglês que estavam em voga, mas procurando uma identidade própria, aprendendo a compor e cantar rock em português. Os gêneros variavam minimamente: new-wave, pós-punk e o então emergente dark-gótico dominavam a cena.

O Violeta de Outono apareceu com uma proposta incomum, a começar pelo seu formato, um trio; na história do rock geral, trios são uma raridade e no rock brasileiro, Violeta de Outono é o único, solitário, ‘power-trio’ bem sucedido. Depois, a formação cultural e musical de seus componentes, Claudio Souza, Fabio Golfetti e Angelo Pastorello, ia muito além da leitura de paradas de sucessos e audição dos discos incensados pelos seminários ingleses New Musical Express e Melody Maker.

Bastou uma série de apresentações ao vivo, para que o Violeta de Outono, antes de gravar seu primeiro disco, virasse cult, conservando este status até hoje, sendo que nenhuma outra banda brasileira fez por merecer tal epíteto.

Numa recente apresentação no Centro Cultural São Paulo, na primeira aparição ao vivo após uma ausência de quase três anos, mais de 700 pessoas foram vê-los. Três gerações estavam lá, acotoveladas e felizes em rever seus heróis tocando aquele envolvente rock progressivo, com influências de música oriental, pop-psicodélica e folk. Embora afastados dos palcos e estúdios temporariamente, o Violeta de Outono jamais parou de produzir, conservando-se afiadíssimo e cultivando um repertório renovado.

Ouvir a encantadora música do Violeta de Outono é se intoxicar de emoção completamente, como quando numa noite de outono, olhando para a vermelhidão tingindo o azul transparente do céu, nos lembramos de alguém que amamos“.

30 ANOS DEPOIS…

terça-feira, 16 outubro, 2018 por Txuca

… o q ficou?

DOIS ANO2 DEPOIS…

terça-feira, 16 outubro, 2018 por Txuca

… o q ficou?

TERRY LARRY Gary JERRY HARRY

segunda-feira, 15 outubro, 2018 por Txuca

RANKING DE GARY’S:

  1. Gary Lee WeinribGeddy Lee (Rush)
  2. Gary Wayne Holt – Gary Holt (Exodus, Slayer)
  3. Robert William Gary MooreGary Moore (Thin Lizzy)
  4. Gary Charles Samuelson – Gar Samuelson (Megadeth)
  5. Michael Lee Gary Pearson – Michael Lee (Robert Plant, Page & Plant)
  6. Gary Chambers – Gus Chambers (Grip Inc.)
  7. Gary Hoey
  8. Gary Jennings – Gaz Jennings (Cathedral)
  9. Gary Francis Caine Cherone – Gary Cherone (Extreme, Van Halen)
  10. Gary Anthony James Webb Gary Numan

UM ANO DEPO1S…

domingo, 14 outubro, 2018 por Txuca

… o q ficou?

EMBATE 2

sábado, 13 outubro, 2018 por Txuca

versus

1º SOM – 1º ÁLBUM

sexta-feira, 12 outubro, 2018 por Txuca

King Crimson

1º som: “Sleepless”, videoclipe, Mtv Brasil, anos 90. Já tinha ouvido falar (lido na Bizz) sobre a banda. Vi, ñ entendi. Mas gravei em vhs pra algum dia acabar gostando

1º álbum: “In the Court Of the Crimson King”, Lp, comprado ainda nos 90’s em época em q se liquidava Lps por aqui. Ainda tenho. Cheguei a ouvir e até hj ñ curto (conhecendo o restante da obra): é da 1ª fase, pra mim bastante comum. Na mesma época comprei o “Beat” e ñ entendi. Soou estranho e ruim.

A real é q é uma puta banda, o q vim a descobrir mais recentemente. Naquilo de eu estar mais pronto, depois de velho, pra assimilar as doideiras. Em meados de 2012/2013, fui adquirindo discos da “2ª fase” (“Red”, “Starless And Bible Black”, “Larks’ Tongues In Aspic”, “U.S.A.”) e pirando neles. Aí depois os oitentistas (“Discipline”, “Beat” e “Three Of A Perfect Pair”) e o noventista incrível “Thrak”

20 anos depois, ouço “Sleepless” e entendo. E entendo o Primus ahah

30 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 11 outubro, 2018 por Txuca

… o q ficou?

ENCARTE: NINA HAGEN

quarta-feira, 10 outubro, 2018 por Txuca

Ficha/agradecimentos à moda “conheça nossa cozinha”, em “BeeHappy” (1996):

Hi! If anybody needs to know, it’s you! What’s your name? Mine is Nina Hagen and I’ve made 15 LPs/CDs so far, and the one you’re lookin’ at is the latest: “BEEHAPPY” I know: it almost drives one crazy, being told that! But in the first version of “BEEHAPPY”, which we call: “FreuD Euch” in its German version, the name only suggests a couple of meanings. And I’d bee very happy to thank all those wounderful people, who helped me 2 bee ready with this CD to let you “BEEHAPPY”: They are the German producer Herr Ralf Goldkind and the English engineer Mister David Nash and Ash Wednesday and all the people like Christa and Stephan Fast from Conny’s Studio in Germany. Also – the American producer and engineer Joseph Julian – I want 2 thank very mucho! And the two second engineers Roland Alvarez and Elizabeth Magro plus David de Vore and Cindy Corson from The Complex Studio in Los Angeles. Also – my manager Axel Schwarzberg and his assistant Sybille and everybody at RCA in Hamburg. I also wanna thank Barbara Baker (management Joseph Julin) for the big help, and last but not least, all my fans all over the world for their unique and soulful love-vibrations. Many thanks to my children Cosma-Shiva and Otis and to Maddy and Fränckie and Kelly and David and Tequila and Kurt Cobain and Anita Berber. And especially Andy, Liza and Susi from SNAP HER for putting those unique demos together with me and being my band, testing the new material live in L.A. and New York. I love you all 4 ever! See U on tour 96/97.

Nina Hagen

P.S.: Oh, thank you Dee Dee Ramone! I love U!

 

PENSEI Q CONHECESSE TUDO

terça-feira, 9 outubro, 2018 por Txuca

Consegui ver uma vez inteiro. Pela curiosidade.

Uma segunda vez ñ deu. Um misto de mal estar com dor no estômago com dor de ouvido. Ñ é música homônima: é versão da original.

Mas digam ae. Tirado do whiplash. Q tb ñ postou à época, pelo jeito. É de 2016.

***

E, pelo jeito, a srta Electra Mustaine ñ vingou. (Estarei errado?) Como a maioria absoluta dos filhos de rock stars. Será q ñ aprendem?

Filho de John Lennon até vive de hype. Mas tirando filhos de bateristas, igualmente bateristas (Jason Bonham e Zak Starkey), quem vingou realmente?

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