Thrash com H

ENCARTE: LIVING COLOUR

quarta-feira, 21 novembro, 2018 por Txuca

Alguma espécie de recado na contracapa do ep “Biscuits” (1991):

Dear Virginia,
Here are some things we found in the pantry. Hope you like ‘em“.

BLACK PRIEST IN CHAINS

terça-feira, 20 novembro, 2018 por Txuca

por märZ

11.11.18 – Km de Vantagens Hall, Rio de Janeiro

Era para eu ter perdido esse show. Mas pelo mesmo motivo de ter conseguido ir no Cavalera Bros, eis que fui parar no Rio de excursão para ver Judas Priest, Alice in Chains e Black Star Riders. Um line-up um tanto inusitado, alguns poderiam dizer, mas não vamos esquecer q o AIC excursionou ao lado de Megadeth, Anthrax e Slayer nos anos 90, um pouco antes da fama. E, honestamente, eu acho a variedade um ponto positivo, se for pra ver 3 ou 4 bandas numa mesma noite.

Quem abriu os trabalhos foi o Black Star Riders que, para quem não sabe, é o que sobrou do Thin Lizzy com outro nome. Verdade que o único remanescente dos velhos tempos é o guitarrista Scott Gorham, mas o hard rock que fazem deixa claro o DNA famoso. No vocal, um quase conhecido chamado Ricky Warwick, que alguns devem se lembrar como guitarra e cantante do grupo irlandês The Almighty, que fez um certo barulho nos anos 90. Show certinho, bons músicos, mas não chegou realmente a empolgar, a não ser quando tocaram “Jailbreak” e “The Boys Are Back in Town”, da banda matriz.

Em seguida veio o Alice in Chains. Eu já os havia visto antes, no SWU de 2011, em local aberto e debaixo de chuva. E o que mais me lembro desse show foi exatamente o incômodo provocado pela chuva, mais nada. Desta vez, foi diferente. A casa de shows em questão (onde já havia visto Placebo em idos tempos, e o Scorpions mais recentemente) é pequena, com capacidade máxima de 8 mil pessoas e estava com a lotação quase total. O som estava perfeito, bem equalizado e na altura certa, o que beneficiou muito a performance do AIC. Hit atrás de hit, dando uma geral na carreira inteira (exceto os EPs), para delírio dos presentes. O que mais me chamou a atenção foi o PESO na distorção de guitarra de Jerry Cantrell, especialmente nas canções pós-volta. O chão tremia. Tinha hora que parecia banda sludge ou stoner, e não me surpreenderia se começassem a tocar algo do Bathory ou Celtic Frost. Show impecável e emocionante.

Fechando a noite, veio o Judas Priest com seu show de costume. Não mudam quase nada há anos, mas dessa vez a novidade era a presença de Andy Sneap na guitarra, substituindo Glenn Tipton. Também deram uma geral na carreira, mas como possuem muitos álbuns, não dá para agradar todo mundo. Quanto à performance, Halford continua gritando muito, mas já há tempos vem demonstrando cansaço. Normal, com a idade que tem. Sneap parece ainda meio tímido no palco, meio deslocado. Os solos foram quase que monopolizados por Richie Faulkner, com exceção nas canções do novo álbum, “Firepower”, o que para mim reforça os boatos de que Tipton não compôs nem gravou nada no disco, e sim Sneap. É possível.

(photo by Matt Condon / @arcane93)

Show do Judas é sempre divertido, mas algo me incomodou bastante: a altura do som. Estava quase insuportável, apesar de nítido. Passei mais da metade da apresentação da banda com os dedos enfiados no ouvido, protegendo meus tímpanos, especialmente nos agudos de Halford. Desejei muito ter levado protetores auriculares. Só por isso, considero o show do Alice In Chains o melhor da noite.

***

Dia 1 de dezembro tem L7 no Circo Voador, e esse é para mim o show mais esperado do ano. Que, é claro, vou ter que perder por causa da minha escala de trabalho. Sorte de quem for.

MAN ON THE EDGE

segunda-feira, 19 novembro, 2018 por Txuca

DISCOS DO BLAZE BAYLEY PRA MIM:

  1. “Silicon Messiah”
  2. “Blood & Belief”

 

E só tenho eles

30 ANOS DEPOIS…

domingo, 18 novembro, 2018 por Txuca

… o q ficou?

COMENTANDO DISCOGRAFIA

sábado, 17 novembro, 2018 por Txuca

Alice in Chains

“Facelift” – todo maior q a soma dos hits
“Sap” – antidepressivo leve
“Dirt” – depressão vende
“Jar Of Flies” – melancolia tb

“Alice in Chains” – dèja vu
“Mtv Unplugged” – tarja preta
“Live” – disco de contrato?
“Black Gives Way to Blue” – tinham parado?

“The Devil Put Dinosaurs Here” – resetando o tal do stoner
“Rainier Fog” – sem concorrência

UM ANO DEPO1S…

sábado, 17 novembro, 2018 por Txuca

… o q ficou?

30 ANOS DEPOIS…

sexta-feira, 16 novembro, 2018 por Txuca

… o q ficou?

CARBOLÍTIO Ñ RESOLVE

quinta-feira, 15 novembro, 2018 por Txuca

Postava isto outro dia no Facebook. 3 minutos e pouco. Q ñ parecem pouco.

Q me remetem a uma jam session sessentista famosa envolvendo Yoko Ono, John Lennon e Frank Zappa, q uma parte saiu num disco do inglês à época mesmo (parece), a outra saiu numa coletânea semi-póstuma de FZ, “Playground Psicotics”, com um dos sons intitulados “A Small Eternity With Yoko Ono” ahah

E a real acho assim: q John Lennon o cacete. A japoneusa tinha como contraparte um “John” mesmo. Só ñ sabia q era o John Zorn.

40 ANOS DEPOIS…

quarta-feira, 14 novembro, 2018 por Txuca

… o q ficou?

ENCARTE: FREDDIE MERCURY

quarta-feira, 14 novembro, 2018 por Txuca

Agradecimentos especiais específicos e dedicatória em “Mr. Bad Guy” (1985):

Special thanks to Brian, Roger and John for not interfering.

Special thanks to Mary Austin, Barbara Valentin for big tits and misconduct. Winnie for board and lodging.

This album is dedicated to my cat Jerry – also Tom, Oscar and Tiffany and all the cat lovers across the universe – screw everybody else“.

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