Thrash com H

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quinta-feira, 24 maio, 2018 por Txuca

Tirado do Facebook eheh

30 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 24 maio, 2018 por Txuca

… o q ficou?

40 ANOS DEPOIS…

quarta-feira, 23 maio, 2018 por Txuca

… o q ficou?

DIRETO DO CANADÁ

quarta-feira, 23 maio, 2018 por Txuca

por Jessiê Machado

Toda cidade mais antiga tem um centro velho com lojas fechadas, ambulantes, lixo, sebos, pedintes e toda sorte de esquisitices, além, é claro, de muita propaganda em postes, pontos de ônibus e qualquer lugar que possa receber um A4 fotocopiado ou “silkado”.

Joinville não é diferente, mas dia destes estava eu na minha caminhada central do mês quando achei que tinha caído no túnel do tempo ao me deparar com este cartaz de show:

E fiquei pensando: “cinqüentão e ainda via depósito?”. Como assim? Quem será que vai num show do “Piledriver” em 2018? Mas o “Piledriver” não era uma banda “fake“? O “Exorcist” eu até curtia.

Como se paga um show desse com cartaz xerocado com duas bandas gringas? Se não tivesse o “17”, eu teria achado que era um cartaz de 1987 que sobreviveu ao tempo. Queria ter ido, mas nem descobri se realmente teve…

I REMEMBER YOU, MOTHERFUCKER!

terça-feira, 22 maio, 2018 por Txuca

por märZ

Dependendo de onde você obtinha informação no começo dos anos 90, Sebastian Bach era ou um cara muito legal, ou um babaca completo. Assim rezavam, respectivamente, Rock Brigade e Bizz, naqueles tempos pré-internet.

A Bizz sempre odiou o Skid Row, sempre execrou hard rock e heavy metal e fez tudo para ridicularizar o estilo, até que a força das vendas os obrigou a colocar Metallica e Sepultura em suas capas, assim como o próprio Skid Row. E aqui entre nós, fãs assumidos e incontestáveis do estilo: porra, Skid Row era massa!

Eu sempre curti, e olha que hard rock não era muito minha praia. Seus dois primeiros álbuns são excelentes e dá pra escutar de ponta a ponta a qualquer hora do dia.

***

E Sebastian Bach? Tião era um puta performer, cantava bem e encarnava o rock star hedonista e festeiro ao extremo, digno herdeiro de David Lee Roth. E tudo isso vem à tona em sua autobiografia, recentemente lançada no Brasil. Acabei de ler e recomendo a todos. Leitura rápida e divertida, como a música da banda que o fez famoso. Mas sua carreira não fica só nisso, vai além com participações em musicais da Broadway, seriados de tv e discos em carreira solo. Que, olha só, também são bem legais mas ninguém hoje em dia dá atenção.

Outra coisa que fortalece sua imagem de cara bacana são suas entrevistas em rádios e tvs que podem ser encontradas em abundância no You Tube. São hilárias. E Tião está sempre bem humorado, sorrindo e fazendo piada com tudo. Novamente David Lee Roth me vem à mente. Sempre o bobo da corte da hora. Nada de verniz pop/rock star, nada de distanciamento entre artista e fã. Somente um cara normal que sempre se considerou extremamente sortudo por fazer o que faz e obter sucesso e atenção.

Recomendo a biografia. E a música também.

SEM NEM

segunda-feira, 21 maio, 2018 por Txuca

DISCOS DO PARADISE LOST PARA MIM (SQN):

COMENTANDO DISCOGRAFIA

sexta-feira, 18 maio, 2018 por Txuca

A formação clássica, a cover oficial, o Axl’n’Roses e o cover cover oficial, tudo junto.

“Appetite For Destruction” – apetite por destruição
“GN’R Lies” – mentirinha q colou
“Use Your Illusion I” – iludindo e iludidos
“Use Your Illusion II” – iludidos e iludindo

“The Spaghetti Incident?” – miojo com catchup
“Live Era ’87 – ’93” – greatest filler
“Chinese Democracy” – tortura chinesa

35 ANOS DEPOIS…

sexta-feira, 18 maio, 2018 por Txuca

… o q ficou?

30 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 17 maio, 2018 por Txuca

… o q ficou?

QUANDO AS LUZES SE APAGAM

quinta-feira, 17 maio, 2018 por Txuca

por Jessiê Machado

Quando as luzes se apagam, fico pensando: “além da música, o que me move como passatempo (que sequer disponho para ser passado), são os filmes e os quadrinhos”.

(alguém fala assim ainda? A tal 9ª arte me soa esnobe e uma criança jamais falaria isso)

Pra mim, os quadrinhos certamente vieram primeiro do que a música (metal, melhor dizendo) e filmes (de uma maneira ampla), com meu pai e meu irmão. Meu pai era 30 anos mais velho do que eu, e meu irmão 8.

Lembro de ter começado com a turma da Mônica, e gostava do Cebolinha e seus planos infalíveis e me identificava com o Chico Bento, pelas minhas ligações com o campo. Isso eu devia ter uns 5 ou 6 anos de idade, aprendendo a ler mesmo, lá em 1980/81. Coisa boa a turminha nesta época. Clássico em cima de clássico.

***

Lembro-me de um dia específico quando meu pai apareceu (ou já tinha lá em casa, não sei) com dezenas de quadrinhos que ele gostava, principalmente Zagor, Tex (era o que ele mais gostava) e Conan. O bárbaro foi meu Black Sabbath e me apresentou a um mundo espetacular e maravilhoso. Foi um pulo para outras centenas de personagens ali nos 80’s, quando a Marvel reinava na Abril com seus primeiros passos, e ainda uma coisa ou outra da Ebal, e todo mês me fazia procurar um erro pra ganhar o cata-piolho, que nunca escrevi, só não conseguiu fazer a ponte com o Manowar. Ufa!

Interessante que no meu caso específico sempre gostei dos personagens sem poderes, principalmente Demolidor (meu preferido), Batman e, futuramente, Constantine (mais pra charlatão). Tinha pavor de Capitão América, Super Homem e afins, apesar de devorar tudo, mesmo que fossem em tiras de jornais. Mas curti muito a complexidade dos X-Men (quando era “xis-men” e não “ecsis-men”).

Além dos heróis, sempre admirei a riqueza dos vilões, inclusive um grande herói precisava de um grande vilão, e nesse ponto ninguém ganhava do Batman: Coringa, Charada, Duas-Caras, Pingüim, Espantalho… uma infinidade. No caso do Demolidor, o Mercenário e o Rei. Sem falar da riqueza do Justiceiro e da Elektra. Todos personagens densos e que vão muito além de dominar o mundo, alguns até verossímeis dentro de suas inverossimilhanças.

E o que dizer do Conan? Um herói, um vilão ou um anti-herói? Se perguntado, diria: “sou um cimério, por Crom!”

O cimério me faz lembrar o Arnold. Grande filme, o primeiro. Imortal. Ao que me parece, a Ciméria poderia ter sido a Áustria, dada a atuação. Pena q Roliúdi não curte muito esse tipo de bárbaro do norte e só fez lambança posteriormente. Amaldiçoados sejam!

***

Em compensação, perdoado todo o marketing, zilhões arrecadados a cada jornada, imprecisões, absurdos, ver vários personagens que li, reli, curti, odiei, tomarem forma com vigor e robustez diante dos meus olhos no cinema é algo que achei não ser possível, haja visto as tentativas patéticas desde que nasci, excetuando alguns acertos como o filme do Coringa (aquele primeiro, com o Jack Nicholson) e a trilogia do Morcego, pra citar uns poucos.

Vejam só: a D.C. abriu a porta e perdeu o fio da meada.

As luzes se acendem e penso comigo: “cara, esse filme do Thanos é bom mesmo. Pena que certamente vão chamar o Shenlong (se errei a grafia, perdoem: não é minha área, mas no pensamento a pronúncia estava certa. Garanto) “no Thanos II e fazer um final feliz, claro”. É igual achar que continuar “Matrix” seria uma boa idéia.

Não foi spoiler (acho).

 

PS: se até o Hulk tem problema de ereção, tá tudo certo.

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