Thrash com H

PERSONAGEM

terça-feira, 22 setembro, 2020 por Txuca

Conversava com Jessiê no sábado e me surgiu o insight de pessoas aqui em São Paulo q na virada dos 80’s pros 90’s basicamente se fizeram em cima dos roqueiros e metaleiros.

Curiosamente um mesmo zeitgeist, mas em bairros vizinhos. Em vetores opostos. E sem relação entre os envolvidos.

Na Aclimação, a filha da puta da bispa Sônia e seu klan Hernandez patrocinando bandas, estúdios e organizando festivais ali no cinema abandonado tornado templo (aquele q caiu há alguns anos, na Lins de Vasconcelos), escrupulosamente inserindo pregação entre banda e outra.

Comprava tb espaço na tv Manchete, passando o “Clipe Gospel” nas madrugadas. Deu no q deu. Bostonaro está aí e a estelionatária louva. E nós aqui estranhando o banger isentão de direita. Aleluia.

No Ipiranga, por sua vez, um sujeito “muito inteligente” com uma lojinha na Bom Pastor 1515 apareceu do nada via inserções comerciais na tv Gazeta vendendo tênis de skatistas e camisetas de surf wear. No programa chamado “Grito da Rua”, de skate e surf.

Ñ toca nem nunca tocou guitarra, nunca fez nem backing vocal em disco algum, mas representando a Vision vestiu tudo o q era banda de metal e hardcore por aqui uma certa época: Sepultura, Ratos de Porão, Viper, Volkana, Zero Vision, Raimundos e etc.

Turco Loco/Alberto Hiar tvz seja uma figura estranha pra quem ñ é daqui da capital, mas já foi pra lá de onipresente e continua personagem relevante. É dono da marca Cavalera e etc. A lojinha 1515 ainda existe, tornada outlet da Cavalera.

Encontrei esse “Panelaço” linkado acima e mandei pro Jessiê. Resolvi tornar pauta aqui. JG, em seu estilo próprio, praticamente insultou e tirou (de boa) muitas verdades, muitas histórias. E o sujeito ñ fugiu da reta, nem bancou o inocente ou se valeu de politicamente correto.

Os 2 primeiros minutos são perfeitos. Histórico resumido. E na altura dos 20 minutos, pra mim a melhor descrição da treta do Sepultura. Se nunca existiu uma cena por aqui, ñ foi por culpa dele. Muito foda.

30 ANOS DEPOIS…

segunda-feira, 21 setembro, 2020 por Txuca

… o q ficou?

ANOS 80 (1980-89)

segunda-feira, 21 setembro, 2020 por Txuca

Como já dizia o Tihuana: “agora o bicho vai pegar!”

MEUS 10 DISCOS PESADOS FAVORITOS DOS ANOS 80:

  1. “Reign In Blood”, Slayer
  2. “… And Justice For All”, Metallica
  3. “L’Eau Rouge”, The Young Gods
  4. “Permanent Waves”, Rush
  5. “Powerslave”, Iron Maiden
  6. “Nem Polícia Nem Bandido”, Golpe de Estado
  7. “Beneath the Remains”, Sepultura
  8. “Brasil”, Ratos de Porão
  9. “Ace Of Spades”, Motörhead
  10. “Handle With Care”, Nuclear Assault

Combinemos uma coisa? Se “Reign In Blood” for hors-concours, avisem. Pra fazer lista sem ele (com menção) ou lista com 11

A playist semanal do bonna está em: https://www.youtube.com/playlist?list=PLtXEhRLvKtRozlIPCRXIu3Vx7ucgXnifn

40 ANOS DEPOIS…

domingo, 20 setembro, 2020 por Txuca

… o q ficou?

30 ANOS DEPOIS…

sábado, 19 setembro, 2020 por Txuca

… o q ficou?

COMENTANDO DISCOGRAFIA

sexta-feira, 18 setembro, 2020 por Txuca

everybody, everybody?

Viper

“Soldiers Of Sunrise” – NWOBHM
“Theatre Of Fate” – a night at the opera
“Evolution” – hora do recreio
“Live – Maniacs In Japan” – estelionato na japonezada

“Coma Rage” – punk de butique
“Tem Pra Todo Mundo” – bagaço, fim de feira

“All My Life” – (sei lá eu)
“To Live Again – Live in São Paulo” – (eu sei lá)

Aproveito o ensejo pra recomendar a live de amanhã na página do Jessiê, @bangersbrasil, no Instagram. Será com Felipe Machado. Sujeito articulado e acessível, zero estrela. Promete.

50 ANOS DEPOIS…

sexta-feira, 18 setembro, 2020 por Txuca

… o q ficou?

NADA DE NOVO DE NOVO?

quinta-feira, 17 setembro, 2020 por Txuca

Se os caboclos do Gangrena Gasosa ñ entenderam “Matrix”, eu ñ entendi Mastodon.

Quer dizer: acho q até fui entendendo. Comprei “Crack the Skye” e “The Hunter”, vi os apartes deles/sobre eles no episódio “Progressive Metal” lá do San Dunn, coisa e tal. Banda de músicos bons, mas ñ fritadores ou ostentadores tipo Dream Theater/Dragonforce; de composições incomuns e arranjos sutilmente intrincados etc. Nada q eu já ñ tivesse ouvido melhor com o Soundgarden.

Q tinha vocal bem melhor.

Os vocais ruins dá pra entender, uma vez q os próprios integrantes já admitiram ser o ponto fraco deles (numa declaração/tradução q o whiplash vive reprisando, como aquela outra em q chamam o Dream Theater de gays). E a real é q isso parece ñ ter mudado.

Sei lá, boa banda, mas nada q me justificasse tamanho hype.

Por ñ entender o porquê desse hype, me ocorrem então duas hipóteses:

a) coisa de gente q começou no metal com Mastodon
b) banda hypada por críticos q ñ do metal, q ñ entendem odeiam metal e q de vez em quando “descobrem” uma banda q ñ seja estereotipadamente metal. Q ñ tenha visual de couro e tachinha ou guitarrista poser. Como acham q toda banda de heavy metal tem. Aconteceu há 30 anos com o Helmet, lembram?

Ou naquele papo de q o Faith No More era “o futuro do metal“.

Tudo isso pra contextualizar o q os algoritmos do celular me apresentaram esta semana: disco novo da banda, “Medium Rarities”, de bela capa, lançado sexta passada e q é o famoso catadão (q quase toda banda no metal, hypada ou ñ, tem) de raridades, lados b, covers (4) e faixas ao vivo (5).

“Fallen Torches” acima, inédita, curti. Pesada e sem atalhos ou distrações. Comparações com o Meshuggah nos comentários youtúbicos (inclusive de o clipe copiar o de “Clockworks”) achei pertinentes. Só q os vocais emo estragaram tudo.

“Orion”, cover do Metallica, ñ me desceu. Bom pra Lars e James, q deverão ganhar uns chequinhos nos próximos meses, e q poderão fazer a média com a “banda nova”. Pagar de “descobridores” pra desavisados de plantão. Mas cover bom de Metallica, ainda fico com a “Battery” do Machine Head. Com “Whiplash”, do Destrúcho.

Ou com qualquer um bom do Apocalyptica. Q ao menos ñ tem vocal.

UM ANO DEPO1S…

quarta-feira, 16 setembro, 2020 por Txuca

… o q ficou?

ENCARTE: JEFF HEALEY BAND

quarta-feira, 16 setembro, 2020 por Txuca

Particularidade de estilo, breve histórico discográfico e o show em si: é como se apresenta o release (até q ñ tão extenso, do qual pinço os 2 primeiros e os 2 últimos parágrafos), a cargo de um certo Michael Heatley em meu “Live At Montreux 1999” (2005):

Any gig by Jeff Healey is a unique experience. The blind Canadian guitarist has developed his own vocabulary on rock’s foremost instrument, so much so that the front rows of every concert are populated by players intent on matching the moves to the sounds. Not, of course, that Healey‘s fazed by these prying eyes; he’s off in his own world where only the music matters.

His technique is rather special. All four fingers and thumb are used on the fretboard of his humbucker-equipped Stratocaster in a way that would be upside-down to a ‘conventional’ player but which adds up to a distinctive style placing him somewhere close to Stevie Ray Vaughan in the blues-rock pantheon.

(…)

As with all artists fortunate enough to be invited, Jeff Healey was honoured to play the Montreux Jazz Festival, but admits ‘I’m happy to sit down in a jam session with my next-door neighbours as I am at a big gala production. I really, truthfully, enjoy a chance to play’.

This CD gaves you the opportunity to enjoy his gifts time and again“.

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