Thrash com H

MELHOR/PIOR CAPAS

sexta-feira, 22 junho, 2018 por Txuca

nada muito demais ou de menos…

Van Halen

melhor capa: “Women And Children First”
pior capa: “Diver Down”

25 ANOS DEPOIS…

sexta-feira, 22 junho, 2018 por Txuca

… o q ficou?

30 ANOS DEPOIS…

quarta-feira, 20 junho, 2018 por Txuca

… o q ficou?

TR3S ANOS DEPOIS…

terça-feira, 19 junho, 2018 por Txuca

… o q ficou?

RÉQUIEM

terça-feira, 19 junho, 2018 por Txuca

por Jessiê Machado

Quatorze anos! O tempo é relativo, 14 anos pode ser muito tempo ou pouco, depende do referencial, alguém disse um dia. Ter 14 anos de vida, na média, te faz uma criança, talvez um pouco mais que isso.

Provavelmente eu não tinha 14 anos quando conheci o Bathory, meados de 1987/88. As duas primeiras capas dos discos eram assustadoras para um garoto (e para quase qualquer um com valores cristãos). O som desses primórdios? Bom, o som era praticamente inaudível e dificilmente se tirava algo que fizesse sentido debaixo de riffs rápidos, má gravação e toda sorte de blasfêmia. Mas para quem tinha 14 anos o som, neste caso, não vinha em primeiro lugar. Era a postura, era o significado. Você era radical!

Não no sentido surfista, e sim no sentido de cara malvado mesmo (ao menos na foto de Natal da família com a camisa de bode silkada). Não malvado de boutique tipo Venom. Você era malvado escandinavo e isso importava… nem que fosse de boutique.

Falar do Bathory é meio divagação, já que Bathory era Quorthon e Quorthon era totalmente sueco. Viking em pessoa. Poucas palavras, poucas fotos de domínio público, praticamente nada não autorizado e oficial. Provavelmente é mais fácil achar um ensaio pirata dos Beatles antes de gravarem seu debut do que algo do Bathory. A maior parte do que você lê na internet é lenda, invenção, suposição, exceto “One Rode to Asa Bay”.

Quorton sempre deu de ombros. Na verdade era um visionário e ele nem tinha essa ligação com o heavy metal em si como movimento. Curtia basicamente Black Sabbath dos primeiros álbuns e Motörhead. Pouco depois o contato com o Manowar fez uma ligação com suas raízes cimérias e notam-se umas batidas “a la” em alguns sons, além de uma foto icônica.

Como “black metal” em si (não no sentido de diabo, eis que não era cristão para acreditar em tal dualidade, ao que consta) é mais seminal que Venom, Possessed e Hellhammer. Na temática viking é avô, pai e, obviamente filho.

Nascido em 66, morto no mês 6. Este mês fez quatorze anos de sua passagem para o, indubitavelmente, Valhalla. Conduzido por uma Valquíria e agraciado por Thor e Odin. Poético assim, merecido desta forma a todos que combatem o bom combate, terminam a corrida e guardam sua fé, qualquer que seja ela.

Thomas Börje Forsberg, eu o saúdo. E convido incautos, iniciados, convertidos ou alheios a dedicarem pouco menos de uma hora a escutarem mais uma vez (ou pela primeira) “Twilight Of the Gods” e vislumbrar o reino musical e lírico de Quorthon, e deixe fluir. Até porque a maior parte é lenda, invenção, suposição.

DELIVERING THE GOODS

segunda-feira, 18 junho, 2018 por Txuca

MELHORES FAIXAS-TÍTULO DO JUDAS PRIEST PRA MIM:

  1. “Painkiller”
  2. “Stained Class”
  3. “Hell Bent For Leather” *
  4. “Nostradamus”
  5. “Screaming For Vengeance”
  6. “Ram It Down”
  7. “Redeemer Of Souls”
  8. “Jugulator”
  9. “Firepower”
  10. “Defenders Of the Faith”

* sabendo da história do mesmo disco 2 títulos (“Killing Machine”/“Hell Bent For Leather”)

“Turbo Lover” ñ incluí por chatice. O disco chama “Turbo”.

UM ANO DEPO1S…

sábado, 16 junho, 2018 por Txuca

… o q ficou?

30 ANOS DEPOIS…

sábado, 16 junho, 2018 por Txuca

… o q ficou?

MELHOR/PIOR CAPAS

sexta-feira, 15 junho, 2018 por Txuca

Nile

melhor capa: “Annihilation Of the Wicked”
pior capa: “What Should Not Be Unearthed”

LÍNGUA MORTA FLUENTE

quinta-feira, 14 junho, 2018 por Txuca

Ñ sei ainda o mais engraçado: a pronúncia e estado anímico do sujeito, quem legendou a bagaça ou os comentários youtúbicos.

Pelo sim pelo ñ pelo tvz, recomendo os 3.

E a quem desacreditar: ISSO é Paul Di’Anno, aparentemente em 2015. Em algum lugar.

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