Thrash com H

30 ANOS DEPOIS…

quarta-feira, 13 novembro, 2019 por Txuca

… o q “ficaram”?

ENCARTE: SACRED REICH [2]

quarta-feira, 13 novembro, 2019 por Txuca

Algo fofo na rabeira dos agradecimentos em “Ignorance” (1987):

Xtra special thanks to Mr. and Mrs. Metoyer (we love your cookies!) and to everyone who has waited patiently for our demos! They are on the way!

KOOL METAL FEST

terça-feira, 12 novembro, 2019 por Txuca

Eskröta + Cemitério + Surra + Nervosa + Krisiun + Brujeria

10.11.19 – Carioca Club, São Paulo

“Metal nacional” é o caralho. A página virou.

Algo q venho percebendo e relatando este ano, baseado em shows de bandas brasileiras novas e antigas (Lacerated And Carbonized, Surra, The Mist, Funeratus, Krisiun), sobretudo nos Sescs aqui em São Paulo, está acontecendo: o metal brasuca ñ vive mais só de Sepultura.

Se é q já viveu disso. Ñ é um “antisepulturismo”, assim: qual o legado do Sepultura, fora o Claustrofobia, uma ou outra banda de embalo q tentou fundir batucada ao metal e toda uma leva de bandas de babacas psicóticos iludidos fazendo som em inglês “pra virar lá fora”?

Cadê Tuatha de Danann? Torture Squad segue arrastado. Cadê Thalion? Tribuzzy?

***

Compartilho um insight com o amigo Leo, tb presente anteontem ali no Carioca pra ver um PUTA evento de metal brasileiro. 6 bandas tocando de verdade, ñ eram bandas (ruins/toscas) de abertura pra encher lingüiça pra uma atração principal. A banda gringa fechando, a mim nem precisava. Ñ fui pelo Brujeria, mas tudo bem.

O insight diz respeito a um legado do Ratos de Porão patente em 4 das bandas – Eskröta (por sinal, tocaram “AIDS, Pop, Repressão”), Surra, Cemitério e Nervosa: bandas cantando em português (Nervosa é híbrido) e com o público cantando todas as músicas de todas essas bandas. Mesmo as em inglês do Nervosa.

Bandas com PAUTA (de esquerda!) e assuntos relevantes (feminismo, crítica social aguda), gerando identificação. Pegando uma molecada ávida por se sentir representada – ñ é o mesmo q a babaquice patriotária do “banda q representa o Brasil lá fora” – e, fora do campo das letras, armadas com uma nova fusão à cena hardcore. Q existe e dá certo.

Nos seguintes aspectos:

Horário: evento num domingo à tarde, começando pontualmente às 16h (só o Brujeria atrasou), terminando às 23h. É ruim pra quem tá acostumado com rolê porco de sábado à noite, começando quase de madrugada e cheio de banda ruim pra dar tempo de acabar quando o trem/busão/metrô abrir de novo. Merchan: exceto Krisiun e Brujeria, q só vendiam camisetas, todas as outras bandas tinham banquinhas vendendo cds, camisetas, adesivos, lps e pôsteres. Além disso, banquinha com lanches veganos, pauta de toda uma molecada de agora, pra neguinho ñ ficar só enchendo a cara e vomitando lá dentro e na rua.

Postura: público estava ali desde a primeira banda; decerto havia os tr00, q resolveram entrar só no Krisiun e Brujeria, mas desde o Eskröta a pista do Carioca já era densa. Bandas valorizadas por um pessoal (monte de mulher) q se sente representad@ e dá o feedback.
Soma-se a isso as bandas terem material farto [Surra: 4 eps, 2 cds, 1 ao vivo, 4 splits e 3 singles; Cemitério: 2 cds; Nervosa: 3 cds e 1 single; Eskröta: 1 ep e 1 split] e mostrarem correr atrás (acho q só Cemitério ñ tem videoclipe) – o Eskröta fará o crowdfunding pra gravar um 2º disco – sem perder tempo naquela presunção patética e descabida daquelas tantas bandas de “metal nacional” do “estamos gravando um disco”.

Q nunca sai, e quando sai ninguém liga, e daí os caras culpam o público por chupar pau de gringo e ñ ver show de amigo. Metal de direita de merda de playboy de apartamento. Enfim. Às bandas:

O Eskröta mandou seu repertório em meia hora e me comoveu. Sério. Raça, pegada e nenhuma condescendência. Pé no chão total. Muita mulher ali pedindo sons (o hit parece ser “Mulheres”), cantando berrando junto, entrando nas rodas e dando moshes do palco. 3 gurias mandando muito bem (baixista e guitarrista parece q eram do Sinaya), tecnicamente falando, e tendo o q dizer. Dizendo-se gratas pelo público ali, pela oportunidade e por serem gente q até ñ muito tempo atrás só assistiam aos festivais.

(lembrei do Herbert Vianna no Rock In Rio 1985 ahah)

Toda uma mulherada q só assistia aos shows, e tvz fossem só as “minas de alguém” agora está tendo vez.

No fim, pediram pra mulherada toda subir ao palco cantar “Mulheres”. E ñ paravam de subir minas. E tinha mais mulher no palco q muito evento de banda tr00 em boteco fuleiro tem de público total. Me ganharam, a ponto de ter comprado o ep “Eticamente Questionável”. Foda.

O Cemitério veio depois com uma proposta direta: thrash de veia Tankard em português falando de vampiros, sextas-feiras 13, serial killers e filmes b. Nada tão inédito: o Zumbis do Espaço faz o mesmo há mais tempo. Mas de jeito trôpego, hardcore bêbado misfit. O q vi ali foi uma banda ensaiada, sem mané de timbre de “Show No Mercy” ou pegada torta pra parecer tr00.

Um vocal sem arroubos de agudos desnecessários, nem forçar gutural sem noção. Mantendo o timbre e soando claro. Letras bacanas, encaixadas, com refrões pra cantar junto. Um ou outro riff bem interessante do guitarrista: guardei o de “Holocausto Canibal”. A única crítica, baterística, minha, é a do baterista ñ oferecer variações. Só aquela bateria reta, com viradas meio óbvias, sem variações de andamentos. Tankard mesmo.

E tudo bem. Banda de pegada e sem ostentação de tosquice, mesmo eu vindo a saber a posteriori q esse mesmo vocalista – q gravou tudo sozinho nos discos?! – já tinha sido do Side Effectz e do Comando Nuclear, bandas toscas ruins q nunca consegui gostar. Bom saber q o sujeito evoluiu. Todos ganhamos com isso.

O Surra veio na seqüência e fez meu 4º show deles este ano (já tinha visto abrindo pro R.D.P. duas vezes + no Overload Beer Fest em fevereiro). E pra mim, o melhor dos quatro.

Banda afiada, voando. Tecnicamente falando, mas tb em termos de set list. Monte de música emendada umas nas outras, mas com tempo pra respirar e dar risada, tirar sarro. Baixista uma hora mandava: “vai lá, faz aquele sambinha”; outra hora: “vai lá, Leo, faz aquele blues”; vez ou outra o vocal (Leo) falava: “falta 5 minutos, dá pra tocar 17 músicas e meia ainda”.

Detalhe surreal: MONTE de gente cantando as letras todas. Assimétricas, prolixas e tudo. Baterista do Eskröta (produzidas pelo Leo) ficou o tempo todo atrás do palco cantando junto; mais pro fim mulherada empoderada foi subindo de novo no palco pra fazer backing e até cantar no lugar deles. De boa.

[Aliás, uma rotina -da mulherada subindo no palco pra dar mosh, fazer backing ou ficar dançando – q só ñ rolou muito no Cemitério e quase nada no Krisiun]

A banda faz jus ao nome. No final (últimas 12 músicas e um terço?) jogaram um pato inflável (mensagem esquerdista óbvia eheh) no público, q só ñ deve ter sido sodomizado: voou dum lado pra outro, serviu pra içar marmanjo na platéia, até ser devidamente murchado e recolhido por uma tvz produtora ali. Muito punk, muito louco e muito sério.

Detalhe nisso tudo: som impecável em todas as bandas. Cada vez mais sujas e agressivas, dando a brecha perfeita pro Nervosa entrar.

Do Nervosa, ouso dizer: elas estão, neste momento (ñ tem 1 mês do Rock in Rio), equivalentes ao q o Sepultura estava no fim dos 80’s pros 90’s, entre “Beneath the Remains” e “Arise”. A apelação mais fácil e sensacionalista seria dizer “são o novo Sepultura.

Ñ são. Ñ serão. Ñ querem. O som é outro. Crossover de thrash (de veia Destrúcho/Sodom) com hardcore com grind. A baterista, Luana, é uma monstra, toca demais. A guitarrista, Prika, discordo ser fraca. E discordo mais ainda da necessidade duma segunda guitarra: estragaria. Chegou até a cometer uns solinhos, mas passa muito longe de ser uma “nova Syang” ahah

A vocalista ñ me agrada as caretas, mas tem postura, um carisma fodido e sabe falar com a galera. Foi dela, pra mim, a frase da noite: “pois é, tem muita banda de metal no Brasil boa pra caralho”. Sim. E estavam 4 delas ali.

O som ficou até mais alto. Mandaram muito. Nível altíssimo. E ao final, minha dúvida era a de se o Krisiun superaria.

Ñ superou. Motivo: Nervosa foi a banda da noite. Pela expectativa e pelo q entregaram. Ñ quer dizer q o Krisiun foi uma bosta. Estão em alto nível há tempos, a despeito duns babacas só quererem “Black Force Domain”.

Dos gaúchos, já se sabe q vão começar com “Hatred Inherit” ou “Kings Of Killing” (foi esta, nesta vez) e terminar com… “Black Force Domain”, anticlimática perante tanta porrada desferida. Tb é patente uma precariedade em comunicação: Alex manda lá uns clichezões (“mandar pra fuder nessa porra”) e tal, mas parece faltar articulação.

Falaram mal do Bolsonaro, mas ficam num papo – até coerente, vai – de “valorizar o metal nacional, a cultura nacional”, q soa meio deslocado. Ficou deslocado no evento. Mas tudo bem.

Até pq ninguém vai ver o Krisiun pra cantar junto (juro q ñ sei se o Alex canta as letras direito ahah) ou pra ouvir discurso. Eles representam seu público duma outra forma, com extremismo, sem concessões e botando pra fuder nessa porra ahah

Foi meu 3º show deles este ano, e o som pareceu abafado. Estava nítido, mas tb abafado. Vai ver, eu já estava ficando surdo. (Fui trampar ontem à tarde e vi q AINDA estava surdo). Ñ se questiona a técnica deles: Max põe todos os bateristas de qualquer evento no chinelo, é uma máquina quase desumana de precisão e ataque.

Foram chamados pra agregar valor, e cumpriram a missão (era a banda, disparada, com mais camisetas entre @s presentes), mas tvz devessem ter tocado antes do Nervosa. Q acho mesmo q deveria ter sido o(a) headliner, tvz trocando de lugar com o Brujeria.

Q achei legal. Legalzinho. Mas tb uma bosta.

O som estava meio ruim. Abafado + nítido igual o Krisiun. Ou tvz abafadas estivessem minhas trompas de Eustáquio.

Dois vocalistas e quase nada se ouvia deles; provavelmente por culpa do calendário insano. E do clima. Estão em turnê latino-americana, q teve Recife e Feira de Santana na sexta e no sábado.

Com a temperatura de vinte e poucos graus do domingo, quem é q agüenta?

Foi quase como ver um monte de banda foda e o evento terminar com o Massacration. Montes de piadas e tiradas se perderam, na ñ tradução e nos vocais abafados. Deveriam ter tocado antes do Krisiun e ficado o Nervosa pro fim. Mas é o q o Leo me falava: o apelo dos caras era grande.

O show foi insano em termos de rodas e público entregue. A mulherada sobe-palco continuava. Ñ desagradaram a quem quis curtir, só achei q faltou um pouco de nível.

Baixista foi nosso amigo Shane Embury e sua pegada bizarra (parece escovar o baixo – de luzinhas verdes acesas e braço estreito – o tempo todo) me chamou mais atenção. Baterista era o Nicholas Barker, tecnicamente irrepreensível. Guitarrista é um chileno q toca no Pentagram, q nunca ouvi falar, em de um ou de outro. E foram cometendo os hits, atrás de hits.

“Matando Güeros”, “La Migra”, “Anti-Castro”, “Colas de Rata”, “Hechando Chingazos”, “Brujerizmo”, “Revolución”, “Consejos Narcos” (com direito a uma guria da platéia ostentar plaquinha de “Si” e “No”), “La Ley de Plomo” e até “Raza Odiada (Pito Wilson)”.

Mas ñ só eu: estava todo mundo já cansado. Nem voltaram prum bis: fecharam com um semi-playback de “Macarena”, tornado “Marijuana”, e foi assim.

***

Era 23h, fiquei rondando um pouco a rua antes de pegar o metrô, e daí voltei pra casa. Moído e zureta. Ñ acho q houve qualquer arrependimento de qualquer um dos presentes a esse Kool Metal Fest. Q venham os próximos assim, em mesmo horário, lugar e condições!

Ordem decrescente de preferência do dia, no fim: Nervosa > Eskröta > Surra > Krisiun > Cemitério > Brujeria.

PS – parabéns ao tal Thiago DJ, responsável pela discotecagem. Quase passava despercebida, fazendo a ambiência devida, tocando alguns “modernismos” (Helmet e Ministry), algumas bandas outras em português e sem tocar clichês de Maiden, Judas, Sepultura (aliás, ñ tocado), Metallica, Motörhead… sem tocar clichês no geral.

PAUTA

segunda-feira, 11 novembro, 2019 por Txuca

Pautar matérias alheias ñ me é novidade. Q eu tenha percebido/contado, já aconteceu umas três vezes.

Mas de eu ser creditado em uma, me é inédito.

Nunca tinha ouvido falar do Pop Fantasma, reconheço. O amigo bonna me chamou no Messenger outro dia e falou do amigo q toca a coisa, Luciano Cirne, q entrevistaria o Therapy?, e se eu teria sugestão de perguntas a serem feitas ao guitarrista/vocalista Andy J. Cairns.

Mandei umas 3 meio de qualquer jeito e uma foi aproveitada. E fui creditado. Jóia. Os caras estão lançando disco novo, “Cleave”, q eu ñ sabia.

Li, estou compartilhando e só está faltando eu agradecer a oportunidade. Vou lá.

PS – valeu, bonna!

GOTEMBURGO É LOGO ALI

segunda-feira, 11 novembro, 2019 por Txuca

DISCOS DO DARK TRANQUILLITY PRA MIM:

  1. “Exposures – In Retrospect And Denial”
  2. “Damage Done”
  3. “Atoma”
  4. “Lost to Apathy” (ep)

Às vezes dá vontade de ir mais atrás. O q o pessoal por aqui recomendaria?

SEBASTIANISMO É POUCO

sábado, 9 novembro, 2019 por Txuca

por Leo Musumeci *

Sou capaz de pagar minha língua, mas acho que o Sepultura tá com um material muito bom (absolutamente bom, não só relativamente – “melhor da fase Derrick”).

O negão continua sendo a parte mais fraca (fora o Paulo, que não conta), mas até os vocais dele estão bem encaixados nessa música, fazendo o que deveria ter feito desde o “Against”… Ou, pra dar um desconto pela época, no mínimo, depois do “Nation”.

Bases de guitarra PESADAS DE VERDADE!
Até o solo tá bem encaixado… Longo demais, mas muito bom.

Bateria comendo solta, aproveitando o real potencial do moleque.

Tenho impressão que se mandaram pra Suécia pra aprender a soar como “metal brasileiro” (ironia!) de verdade! Mas, de fato, talvez tenham se trancado com um produtor que fez os caras ouvirem 200 mil vezes o “Arise” e entender o que eles tinham que produzir finalmente.

Como bom são-paulino, mestre em me iludir, tenho esperanças de um ótimo cd vindo por aí.

****

[1h15min depois]

Ouvi e re-ouvi e re-ouvi. Conclusão, além do que já escrevi:

Os caras produziram esse cd na Suécia, o que explica tanto alguns elementos mais sinfônicos como os old school.

Pra ter uma idéia, esse é um resumo das bandas do produtor (Jens Bogren): Opeth, Dimmu Borgir, Sepultura, Arch Enemy, At the Gates, Katatonia, Baby Metal, Soilwork, James LaBrie, Moonspell, God Forbid, Kreator, Devin Townsend, Ihsahn, Dark Tranquillity, Paradise Lost, Amon Amarth, Dragonforce, The Ocean, Haken, Rotting Christ, Symphony X, Myrath, Angra e Dir En Grey.

Sem dúvidas, o cara deve ter colocado o Andreas e o Eloy pra ouvir “Arise”, “Beneath the Remains”… E entender que é aquela a identidade que consolidou o Sepultura, que eles derivaram pra um lado depois do “Roots” que era o caminho do Max, mas sem o Max – o que fica uma coisa mambembe e esquizofrênica.

Que eles não perderiam o público recente se soassem como antigamente e que ainda reconquistariam os fãs velhos.

Acertaram na mosca neste som. Ele tem tudo que precisa pra fazer sucesso, sem perder unidade.

*post q foram zaps q o Leo me enviou hoje cedo e eu transformei em post

EMBATE

sábado, 9 novembro, 2019 por Txuca

versus

50 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 7 novembro, 2019 por Txuca

… o q ficou?

ENCARTE: WHITESNAKE [2]

quarta-feira, 6 novembro, 2019 por Txuca

Letrinhas miúdas é pouco; mais pra ler no microscópio a frase em fonte mínima puxada do asterisco de “Adrian Vandenberg – guitar” no encarte do meu “Slip Of the Tongue” (1989):

Unfortunately, due to injury, Adrian was unable to perform on this recorded work. Our thanks to Steve [Vai, creditado tb] for fullfilling all guitar responsibilities“.

UM BANQUINHO, UM VIOLÃO. SQN

terça-feira, 5 novembro, 2019 por Txuca

E eis q a gente (eu) se (me) depara (deparo – tá bom, eu paro) com show do Napalm Death com Barney Greenway sentado.

Chupa, Dave Grohl!

Foi há umas duas semanas em Los Angeles, e o cara agitando epilepticamente mesmo sentado parece o de menos… Porra, METADE da formação substituta?

Tá certo q o tal John Cooke já vem substituindo Mitch Harris há 1 ano pra mais, mas o roadie de guitarra, Vernon Blake, assumindo o lugar de Shane Embury (ñ adianta tentar achar q ñ é: Embury ñ ri)?

Alguém sabe o q está acontecendo com os caras?

**

Impossível ñ ver isto e dissociar do papo sobre “The Wall” de semana passada: a máquina tem q rodar, o show tem q continuar, uma banda substituta tem q assumir o lugar…

Roger Waters visionário do caralho.

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