Thrash com H

30 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 30 junho, 2022 por Txuca

… o q “ficaram”?

VAI HALEN

quinta-feira, 30 junho, 2022 por Txuca

“Skyscraper”, David Lee Roth

Esse me é um daqueles “ñ curtia na época”. O som farofa, o rockstar exibicionista, os videoclipes intermináveis e chatonildos com “historinhas”.

Por outro lado, os músicos envolvidos ñ eram de se jogar fora, ainda mais Steve Vai. Desconheço o disco solo de estréia anterior, q eram os mesmos músicos e provavelmente a mesma abordagem.

Assim: David Lee Roth saiu do Van Halen, mas o Van Halen ñ saiu dele. Um disco curto (tvz menor q os videoclipes) e muito engraçado, sobretudo quando Vai QUASE consegue emular Eddie Van Halen.

Chega muito perto algumas vezes.

ENCARTE: RATOS DE PORÃO [2]

quarta-feira, 29 junho, 2022 por Txuca

Agradecimentos de João Gordo em “Necropolítica” (2022):

JG não agradece ninguém… foda se

30 ANOS DEPOIS…

quarta-feira, 29 junho, 2022 por Txuca

… o q “ficaram”?

40 ANOS DEPOIS…

terça-feira, 28 junho, 2022 por Txuca

… o q ficou?

A VERA HOLTZ DE BIRMINGHAM

terça-feira, 28 junho, 2022 por Txuca

Novo disco saindo. Ozzy na “era do featuring” (feat). Sexta década de atividade, o q ninguém, em nenhum bolão, jamais apostaria.

Se é q há quem aposte na morte desse senhor. A mulher é cheia das mandingas, oras!

Clipe novo saiu:

Curti, bem mais q o som, um patchwork de déjà-vus.

Mas e aí?

10 ÚLTIMOS COMPRADOS

segunda-feira, 27 junho, 2022 por Txuca

Pauta sazonal anacrônica q resiste por teimosia.
Vale disco baixado ou ouvido inteiro nos Spotify da off-vida.

(comprados todos neste mês)

  1. “Hate Über Alles”, Kreator
  2. “Perpetual Chaos”, Nervosa
  3. “Quadra”, Sepultura
  4. “Unleeched”, Claustofobia
  5. “Defenders Of the Faith”, Judas Priest
  6. “Outrider”, Jimmy Page
  7. “Raw Melody Men”, New Model Army
  8. “Ghost Opera”, Kamelot
  9. “Calle Salud”, Compay Segundo
  10. “Diana Princess Of Wales (1961-1997)”, The BBC Recording Of the Funeral Service

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whatsapping: algo q conversamos por alto aqui quando da postagem do “Metal Massacre” quarentando https://flipboard.com/@Loudersound/scott-ian-nobody-thought-metallica-would-be-bigger-than-iron-maiden/a-yuJKXW5JSGGt2nz-1KHszA%3Aa%3A2568926976-be7992eb16%2Floudersound.com?format=amp

20 ANOS DEPOIS…

sábado, 25 junho, 2022 por Txuca

… o q “ficaram”?

JOY OF LABOUR

sexta-feira, 24 junho, 2022 por Txuca

Nossa amizade com os comparsas (de roubadas) do Napster começou cedo na história do No Class: já nos primeiros shows em 2004 dividimos palco num festival (fuleiro) no finado Depósito Rock Bar, local do nosso 1º show.

Daí os convidamos a tocar juntos no Empório Bar, eles foram retribuindo com Black Jack (janeiro de 2005) e foram a banda com q mais dividimos palco: em torno de 44 vezes.

Mas houve um momento de simbiose: em algum momento em 2006, o vocalista/baixista deles (um nojo de pessoa) tretou com os caras e saiu fora… pra montar outro Metallica Cover. Com quem, aliás, dividimos palco duas vezes. A gente convidando.

Nessa saída, nosso baixista (Edinho) entrou pra horda cover pra segurar a onda; e um dos guitarristas (Pagé) acumulou funções virando vocalista.

Em algum momento de 2006 tb, nosso guitarrista (Cássio) cansou e saiu fora. De boa. Pusemos os 2 guitarristas deles (Pagé e Márcio) no time, q ñ davam 1 Cássio, mas tudo bem.
E a configuração era bizarra: as bandas só eram diferentes por causa do baterista. Eu, no No Class; Guilherme (gente finíssima e ainda tocando em Metallica Cover), no Napster.

Até q o Guilherme parece q se encheu dos caras e ñ mais apareceu. Simplesmente desertou. Meados de 2007, q me lembre. Sobrou pra mim, q já tinha tocado em cover de Metallica e aí foi o q deu pra fazer.

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Até decidirmos fazer AS DUAS BANDAS ao mesmo tempo. Mas ñ ensaiando com tesão as duas [citarei mais abaixo]. Uma joint-venture bisonha, q rendeu em torno de 8 ou 9 shows, sem cachê dobrado e fisicamente desgastantes. Imaginem tocar uma hora e 15 de Motörhead, dar um tempo e daí fazer 2 horas de Metallica.

Teve apelo. Metallica Cover era muito requisitado, e levávamos o Motörhead Cover de brinde. Só trocando de vocalista, e mesmo curtindo muito mais tocar Motörhead, q foi o motivo de termos cancelado o Napster.

Ñ era a melhor banda cover de Metallica disponível, e digo com a ñ isenção de quem fez parte. Tocávamos com alguma vontade, mas meio desleixados, sem capricho, com nojo de ensaiar “Seek & Destroy”, q TINHA q ser tocada em todo show. Demorou um pouco, mas sentamos os 4 e decidimos ficar só com o No Class.

Por 3 votos a 1.

O auge dessa formação dupla jornada foi tocarmos num festival em Santa Cruz das Palmeiras (longe, tipo aonde o Judas perdeu o K.K. Downing ahah), em 06.07.2008, onde dividimos palco com covers de Zé Ramalho, Mamonas Assassinas, Guns N’Roses, U2 e Queen.

Foi legal pq fomos e voltamos de busão (com o “Queen” e o “GNR”, q cheiraram pó na ida e na volta) e aparecemos numa tv da região (e ñ tem mais o link do YouTube pra mostrar). Mas ñ tem um show q eu considere memorável pra lembrar, mais do q o desgaste físico envolvido.

Heróico na época. Hediondo, hoje lembrando.

***
***

Fizemos uma outra joint-venture em 2015, quando o nosso então guitarrista Thiago propôs juntarmos mais um guitarrista e um outro vocalista ao time pra ensaiarmos Judas Priest. Fazermos um combo Judas Priest Cover + Motörhead Cover. Bora.

Durou 3 meses de ensaios e 2 shows.

Guilherme era o outro guitarrista, vindo de banda autoral de hard farofa (juro q ñ lembro nome) e o vocalista chamava Vinícius, era bolsonóia antes q existisse o Pennywise e tinha algum potencial. Fazia aulas com algum professor renomado por aí, tb direitista.

Tivemos um único impasse na fase de ensaios, o q Guilherme e Thiago prontamente resolveram: Vinícius ñ decorava as letras, sequer levava letras impressas pra cantar. Problema resolvido? Passou a levar letras pra ler no ensaio.

E bora marcar show? Ainda q esse vocalista ñ estivesse tão seguro, achamos melhor – nós outros 3 – começar a tocar ao vivo, pra meio o sujeito “pegar no tranco”. Ledo engano.

***

Primeiro show: Santo André, em 26.06. Com o No Class fechando, no Lolla Palooza Ciase, choperia sensacional e local onde tocamos praticamente um quarto de nossos shows. Problema do dia: um primo do Edinho, motoboy por aqui, morreu atropelado naquela tarde. Cancela o Motörhead, mas ñ a noite: iríamos com o Grinder (sim!), com guitarrista amigo do Guilherme mandando no baixo.

Ñ precisaria treino, tampouco habilidade.

E o fizemos. Final apoteótico? “Painkiller”, claro. Mais ou menos: Vinícius chamou ao palco “pra cantar junto” o professor. Lógico q só ouvimos o professor. Como o melhor zagueiro pereba do pior time em pior fase no futebol, Vinícius “se escondeu”. Mas ñ percebemos. Foi foda.

Semana seguinte, 04.07, outro show. Piracicaba. Madhouse. Ñ daria pra levar o professor. E fizemos: Grinder e No Class. E Vinícius foi o pior, disparado. Errou, desafinou, esqueceu letra, e pouco antes de entrar tinha pedido pra limarmos “Heading Out Of the Highway”, por cagaço.

Resultado: ñ agradamos. Pior? Galera veio trocar idéia, super sincera. Nível de comentários: “a banda é foda, mas esse vocalista estraga”. Claro q o Vinícius ouviu.

E ñ tocamos no assunto. E tivemos noção do estrago. E ambos (Vinícius e Guilherme, aliás melhores amigos) sumiram. Nada de novos ensaios. E fomos seguindo o No Class.

Passados uns meses, quando estávamos a caminho de algum outro show, perguntei ao Thiago sobre os caras. Resposta: “ah, estão ocupados. E o Vinícius tá querendo mudar a proposta, cantar uns Grave Digger, uns Accept e uns Manowar tb”. Aham.

Perguntei, prontamente, aos comparsas: “e vcs acham q o Vinícius tem condições de cantar Grave Digger, Accept e Manowar?” Só q fui interrompido no “acham”.

Edinho e Thiago foram uníssonos: “não”.

E nunca mais se ouviu falar do glorioso, garboso e estrondoso (SQN) Grinder.

30 ANOS DEPOIS…

sexta-feira, 24 junho, 2022 por Txuca

… o q ficou?

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