Thrash com H

ENCARTE: STRAY CATS

quarta-feira, 23 setembro, 2020 por Txuca

Dum extenso release (14 parágrafos), creditado a Craig Morrison, um etnomusicologista, músico, professor e teórico em rockabilly, contendo contextualizações sobre a banda, primeiro disco e show específico deste meu “Live At Montreux 1981” (2012) em dvd, pincei 3 parágrafos:

At the time of this extraordinary concert, July 10, 1981, their first album had been out about six months, and three tracks were hits: ‘Rock This Town’, ‘Stray Cats Strut’, and ‘Runaway Boys’, all written by the band. Guitarist and lead vocalist Brian Setzer was 22, drummer Slim Jim Phantom was 20, and bassist Lee Rocker was 19. From Long Island, New York, they had formed the Stray Cats in 1980. On hearing their style of music, a modernized take on 1950s rockabilly, was more popular in London, they moved there. Their live shows created a buzz, and approval from Jeff Beck, formely of the Yardbirds, Robert Plant of Led Zeppelin, and members of the Rolling Stones boosted their profile and credibility. Vocalist, guitarist, and producer Dave Edmunds, who had been having hits of his own since 1968, came in to produce that first album, recorded and released in England.

(…)

The Stray Cats were only a trio, but all members were talented, trained, and seasoned musicians, and stepped in 1950s music. Their ensemble cohesion was remarkable. On this hot summer night, with a standing audience of youngsters jammed together, crowded so close to the stage that some in the front line had their elbows on it, the Stray Cats gave it everything their had. They knew what they were doing and did it, with a vengeance. Setzer, dripping with sweat, delivered his impassioned vocals and fluid and inventive guitar licks while seeming to be in constant motion. His sure touch on the guitar, great tone, and an enviable command of the guitar’s jazzy, bluesy, country-esque, rock and roll vocabulary made for fretboard magic! Rocker, smoking a cigarette, his fingers protected by tape, picked and rhythmically slapped his articulate bass lines, took a solo now and then, and occasionally showed off by standing on his upright bass. Phantom‘s hands were protected by gloves, and his bashing and crashing and propulsive rhythms kept the excitement high and everything rolling. Once in a while, Rocker and Phantom would punctuate a song with screams. The total effect: glorious!

(…)

After performing 11 songs, the band departs, but the audience is pumped, clapping, whistling, and singing in unison a hypnotic, wordless fragment of melody. They manage to bring them back three times for encores. When this exhilarating show finally ends – a classic example of a band and audience feeding off of each other’s energy, and the sky is the limit – the Stray Cats leave the stage exhausted, and the crowd disperses, satiated. A great night in rock and roll history!

PERSONAGEM

terça-feira, 22 setembro, 2020 por Txuca

Conversava com Jessiê no sábado e me surgiu o insight de pessoas aqui em São Paulo q na virada dos 80’s pros 90’s basicamente se fizeram em cima dos roqueiros e metaleiros.

Curiosamente um mesmo zeitgeist, mas em bairros vizinhos. Em vetores opostos. E sem relação entre os envolvidos.

Na Aclimação, a filha da puta da bispa Sônia e seu klan Hernandez patrocinando bandas, estúdios e organizando festivais ali no cinema abandonado tornado templo (aquele q caiu há alguns anos, na Lins de Vasconcelos), escrupulosamente inserindo pregação entre banda e outra.

Comprava tb espaço na tv Manchete, passando o “Clipe Gospel” nas madrugadas. Deu no q deu. Bostonaro está aí e a estelionatária louva. E nós aqui estranhando o banger isentão de direita. Aleluia.

No Ipiranga, por sua vez, um sujeito “muito inteligente” com uma lojinha na Bom Pastor 1515 apareceu do nada via inserções comerciais na tv Gazeta vendendo tênis de skatistas e camisetas de surf wear. No programa chamado “Grito da Rua”, de skate e surf.

Ñ toca nem nunca tocou guitarra, nunca fez nem backing vocal em disco algum, mas representando a Vision vestiu tudo o q era banda de metal e hardcore por aqui uma certa época: Sepultura, Ratos de Porão, Viper, Volkana, Zero Vision, Raimundos e etc.

Turco Loco/Alberto Hiar tvz seja uma figura estranha pra quem ñ é daqui da capital, mas já foi pra lá de onipresente e continua personagem relevante. É dono da marca Cavalera e etc. A lojinha 1515 ainda existe, tornada outlet da Cavalera.

Encontrei esse “Panelaço” linkado acima e mandei pro Jessiê. Resolvi tornar pauta aqui. JG, em seu estilo próprio, praticamente insultou e tirou (de boa) muitas verdades, muitas histórias. E o sujeito ñ fugiu da reta, nem bancou o inocente ou se valeu de politicamente correto.

Os 2 primeiros minutos são perfeitos. Histórico resumido. E na altura dos 20 minutos, pra mim a melhor descrição da treta do Sepultura. Se nunca existiu uma cena por aqui, ñ foi por culpa dele. Muito foda.

30 ANOS DEPOIS…

segunda-feira, 21 setembro, 2020 por Txuca

… o q ficou?

ANOS 80 (1980-89)

segunda-feira, 21 setembro, 2020 por Txuca

Como já dizia o Tihuana: “agora o bicho vai pegar!”

MEUS 10 DISCOS PESADOS FAVORITOS DOS ANOS 80:

  1. “Reign In Blood”, Slayer
  2. “… And Justice For All”, Metallica
  3. “L’Eau Rouge”, The Young Gods
  4. “Permanent Waves”, Rush
  5. “Powerslave”, Iron Maiden
  6. “Nem Polícia Nem Bandido”, Golpe de Estado
  7. “Beneath the Remains”, Sepultura
  8. “Brasil”, Ratos de Porão
  9. “Ace Of Spades”, Motörhead
  10. “Handle With Care”, Nuclear Assault

Combinemos uma coisa? Se “Reign In Blood” for hors-concours, avisem. Pra fazer lista sem ele (com menção) ou lista com 11

A playist semanal do bonna está em: https://www.youtube.com/playlist?list=PLtXEhRLvKtRozlIPCRXIu3Vx7ucgXnifn

40 ANOS DEPOIS…

domingo, 20 setembro, 2020 por Txuca

… o q ficou?

30 ANOS DEPOIS…

sábado, 19 setembro, 2020 por Txuca

… o q ficou?

COMENTANDO DISCOGRAFIA

sexta-feira, 18 setembro, 2020 por Txuca

everybody, everybody?

Viper

“Soldiers Of Sunrise” – NWOBHM
“Theatre Of Fate” – a night at the opera
“Evolution” – hora do recreio
“Live – Maniacs In Japan” – estelionato na japonezada

“Coma Rage” – punk de butique
“Tem Pra Todo Mundo” – bagaço, fim de feira

“All My Life” – (sei lá eu)
“To Live Again – Live in São Paulo” – (eu sei lá)

Aproveito o ensejo pra recomendar a live de amanhã na página do Jessiê, @bangersbrasil, no Instagram. Será com Felipe Machado. Sujeito articulado e acessível, zero estrela. Promete.

50 ANOS DEPOIS…

sexta-feira, 18 setembro, 2020 por Txuca

… o q ficou?

NADA DE NOVO DE NOVO?

quinta-feira, 17 setembro, 2020 por Txuca

Se os caboclos do Gangrena Gasosa ñ entenderam “Matrix”, eu ñ entendi Mastodon.

Quer dizer: acho q até fui entendendo. Comprei “Crack the Skye” e “The Hunter”, vi os apartes deles/sobre eles no episódio “Progressive Metal” lá do San Dunn, coisa e tal. Banda de músicos bons, mas ñ fritadores ou ostentadores tipo Dream Theater/Dragonforce; de composições incomuns e arranjos sutilmente intrincados etc. Nada q eu já ñ tivesse ouvido melhor com o Soundgarden.

Q tinha vocal bem melhor.

Os vocais ruins dá pra entender, uma vez q os próprios integrantes já admitiram ser o ponto fraco deles (numa declaração/tradução q o whiplash vive reprisando, como aquela outra em q chamam o Dream Theater de gays). E a real é q isso parece ñ ter mudado.

Sei lá, boa banda, mas nada q me justificasse tamanho hype.

Por ñ entender o porquê desse hype, me ocorrem então duas hipóteses:

a) coisa de gente q começou no metal com Mastodon
b) banda hypada por críticos q ñ do metal, q ñ entendem odeiam metal e q de vez em quando “descobrem” uma banda q ñ seja estereotipadamente metal. Q ñ tenha visual de couro e tachinha ou guitarrista poser. Como acham q toda banda de heavy metal tem. Aconteceu há 30 anos com o Helmet, lembram?

Ou naquele papo de q o Faith No More era “o futuro do metal“.

Tudo isso pra contextualizar o q os algoritmos do celular me apresentaram esta semana: disco novo da banda, “Medium Rarities”, de bela capa, lançado sexta passada e q é o famoso catadão (q quase toda banda no metal, hypada ou ñ, tem) de raridades, lados b, covers (4) e faixas ao vivo (5).

“Fallen Torches” acima, inédita, curti. Pesada e sem atalhos ou distrações. Comparações com o Meshuggah nos comentários youtúbicos (inclusive de o clipe copiar o de “Clockworks”) achei pertinentes. Só q os vocais emo estragaram tudo.

“Orion”, cover do Metallica, ñ me desceu. Bom pra Lars e James, q deverão ganhar uns chequinhos nos próximos meses, e q poderão fazer a média com a “banda nova”. Pagar de “descobridores” pra desavisados de plantão. Mas cover bom de Metallica, ainda fico com a “Battery” do Machine Head. Com “Whiplash”, do Destrúcho.

Ou com qualquer um bom do Apocalyptica. Q ao menos ñ tem vocal.

UM ANO DEPO1S…

quarta-feira, 16 setembro, 2020 por Txuca

… o q ficou?

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