Thrash com H

I REMEMBER YOU, MOTHERFUCKER!

terça-feira, 22 maio, 2018 por Txuca

por märZ

Dependendo de onde você obtinha informação no começo dos anos 90, Sebastian Bach era ou um cara muito legal, ou um babaca completo. Assim rezavam, respectivamente, Rock Brigade e Bizz, naqueles tempos pré-internet.

A Bizz sempre odiou o Skid Row, sempre execrou hard rock e heavy metal e fez tudo para ridicularizar o estilo, até que a força das vendas os obrigou a colocar Metallica e Sepultura em suas capas, assim como o próprio Skid Row. E aqui entre nós, fãs assumidos e incontestáveis do estilo: porra, Skid Row era massa!

Eu sempre curti, e olha que hard rock não era muito minha praia. Seus dois primeiros álbuns são excelentes e dá pra escutar de ponta a ponta a qualquer hora do dia.

***

E Sebastian Bach? Tião era um puta performer, cantava bem e encarnava o rock star hedonista e festeiro ao extremo, digno herdeiro de David Lee Roth. E tudo isso vem à tona em sua autobiografia, recentemente lançada no Brasil. Acabei de ler e recomendo a todos. Leitura rápida e divertida, como a música da banda que o fez famoso. Mas sua carreira não fica só nisso, vai além com participações em musicais da Broadway, seriados de tv e discos em carreira solo. Que, olha só, também são bem legais mas ninguém hoje em dia dá atenção.

Outra coisa que fortalece sua imagem de cara bacana são suas entrevistas em rádios e tvs que podem ser encontradas em abundância no You Tube. São hilárias. E Tião está sempre bem humorado, sorrindo e fazendo piada com tudo. Novamente David Lee Roth me vem à mente. Sempre o bobo da corte da hora. Nada de verniz pop/rock star, nada de distanciamento entre artista e fã. Somente um cara normal que sempre se considerou extremamente sortudo por fazer o que faz e obter sucesso e atenção.

Recomendo a biografia. E a música também.

SEM NEM

segunda-feira, 21 maio, 2018 por Txuca

DISCOS DO PARADISE LOST PARA MIM (SQN):

COMENTANDO DISCOGRAFIA

sexta-feira, 18 maio, 2018 por Txuca

A formação clássica, a cover oficial, o Axl’n’Roses e o cover cover oficial, tudo junto.

“Appetite For Destruction” – apetite por destruição
“GN’R Lies” – mentirinha q colou
“Use Your Illusion I” – iludindo e iludidos
“Use Your Illusion II” – iludidos e iludindo

“The Spaghetti Incident?” – miojo com catchup
“Live Era ’87 – ’93” – greatest filler
“Chinese Democracy” – tortura chinesa

35 ANOS DEPOIS…

sexta-feira, 18 maio, 2018 por Txuca

… o q ficou?

30 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 17 maio, 2018 por Txuca

… o q ficou?

QUANDO AS LUZES SE APAGAM

quinta-feira, 17 maio, 2018 por Txuca

por Jessiê Machado

Quando as luzes se apagam, fico pensando: “além da música, o que me move como passatempo (que sequer disponho para ser passado), são os filmes e os quadrinhos”.

(alguém fala assim ainda? A tal 9ª arte me soa esnobe e uma criança jamais falaria isso)

Pra mim, os quadrinhos certamente vieram primeiro do que a música (metal, melhor dizendo) e filmes (de uma maneira ampla), com meu pai e meu irmão. Meu pai era 30 anos mais velho do que eu, e meu irmão 8.

Lembro de ter começado com a turma da Mônica, e gostava do Cebolinha e seus planos infalíveis e me identificava com o Chico Bento, pelas minhas ligações com o campo. Isso eu devia ter uns 5 ou 6 anos de idade, aprendendo a ler mesmo, lá em 1980/81. Coisa boa a turminha nesta época. Clássico em cima de clássico.

***

Lembro-me de um dia específico quando meu pai apareceu (ou já tinha lá em casa, não sei) com dezenas de quadrinhos que ele gostava, principalmente Zagor, Tex (era o que ele mais gostava) e Conan. O bárbaro foi meu Black Sabbath e me apresentou a um mundo espetacular e maravilhoso. Foi um pulo para outras centenas de personagens ali nos 80’s, quando a Marvel reinava na Abril com seus primeiros passos, e ainda uma coisa ou outra da Ebal, e todo mês me fazia procurar um erro pra ganhar o cata-piolho, que nunca escrevi, só não conseguiu fazer a ponte com o Manowar. Ufa!

Interessante que no meu caso específico sempre gostei dos personagens sem poderes, principalmente Demolidor (meu preferido), Batman e, futuramente, Constantine (mais pra charlatão). Tinha pavor de Capitão América, Super Homem e afins, apesar de devorar tudo, mesmo que fossem em tiras de jornais. Mas curti muito a complexidade dos X-Men (quando era “xis-men” e não “ecsis-men”).

Além dos heróis, sempre admirei a riqueza dos vilões, inclusive um grande herói precisava de um grande vilão, e nesse ponto ninguém ganhava do Batman: Coringa, Charada, Duas-Caras, Pingüim, Espantalho… uma infinidade. No caso do Demolidor, o Mercenário e o Rei. Sem falar da riqueza do Justiceiro e da Elektra. Todos personagens densos e que vão muito além de dominar o mundo, alguns até verossímeis dentro de suas inverossimilhanças.

E o que dizer do Conan? Um herói, um vilão ou um anti-herói? Se perguntado, diria: “sou um cimério, por Crom!”

O cimério me faz lembrar o Arnold. Grande filme, o primeiro. Imortal. Ao que me parece, a Ciméria poderia ter sido a Áustria, dada a atuação. Pena q Roliúdi não curte muito esse tipo de bárbaro do norte e só fez lambança posteriormente. Amaldiçoados sejam!

***

Em compensação, perdoado todo o marketing, zilhões arrecadados a cada jornada, imprecisões, absurdos, ver vários personagens que li, reli, curti, odiei, tomarem forma com vigor e robustez diante dos meus olhos no cinema é algo que achei não ser possível, haja visto as tentativas patéticas desde que nasci, excetuando alguns acertos como o filme do Coringa (aquele primeiro, com o Jack Nicholson) e a trilogia do Morcego, pra citar uns poucos.

Vejam só: a D.C. abriu a porta e perdeu o fio da meada.

As luzes se acendem e penso comigo: “cara, esse filme do Thanos é bom mesmo. Pena que certamente vão chamar o Shenlong (se errei a grafia, perdoem: não é minha área, mas no pensamento a pronúncia estava certa. Garanto) “no Thanos II e fazer um final feliz, claro”. É igual achar que continuar “Matrix” seria uma boa idéia.

Não foi spoiler (acho).

 

PS: se até o Hulk tem problema de ereção, tá tudo certo.

ENCARTE: ASPHYX

quarta-feira, 16 maio, 2018 por Txuca

Arremate tr00 nos agradecimentos de “Deathhammer” (2012):

And all other people who join us to Krush the Brutal Way. Death to false metal!

BRUCE BRUCE

terça-feira, 15 maio, 2018 por Txuca

Li em 2 dias as 320 páginas de “Para Que Serve Esse Botão?”, autobiografia de Bruce Dickinson.

E ñ me sinto capaz de resenhá-la. Risco grande de spoilers. Melhor entregar as mortes em “Vingadores Guerra Infinita” ahah A quem tiver curiosidade, sobra recomendar imensamente. Sinceridade, petulância e humor (negro) britânico em dosagens cavalares. Aquilo de eu me pegar rachando o bico várias vezes.

Bastidores inéditos do Iron Maiden são revelados, tanto como “podres” esquizóides de Martin Birch. Há muito papo sobre aviação e esgrima tb. Me calha citar omissões: como a de ñ citar o episódio da ovada orquestrada por $haton Osbourne e Zakkarias Selvagem, tampouco quaisquer citações a casamentos e filhos. Citados meramente na dedicatória inicial.

O cabra ainda nos poupa de episódios já bem conhecidos, como o de seu nome ser Paul e/ou a rejeição às suas sugestões em “Somewhere In Time” – pra q repetí-los, se dá pra falar de seu show solo em Sarajevo ou sobre as condições e $$$ alto ganho no Rock In Rio 1985?

Enfim.

https://www.youtube.com/watch?v=-nP4AZt0_tc

O post aqui visa aproveitar sonoramente algumas das passagens contidas ao longo da leitura.

Acima, o som de abertura de “Shock Tactics”, 3º disco do Samson, ao vivo no Reading Festival em 1981, em mesmo dia em q rolou o convite à Donzela. E de comentário fantástico no You Tube:

classic! Rob Halford on vocals, before he joined Def Leppard” ahaah

A outra citação é dum tal Gordon Giltrap, de quem eu nunca tinha ouvido falar. No capítulo referente ao “Peace Of Mind’, quando se cogitava uma – a – intro pra “Where Eagles Dare” q fosse parecida com uma virada presente em “Heartsong”, a qual Nicko McBrain gravara.

Nada muito a ver, mas reparem o logo. Som de 1977. Influências chupinescas xerocadas descaradas?

EM FALTA

segunda-feira, 14 maio, 2018 por Txuca

DISCOS DO QUEENS OF THE STONE AGE PRA MIM:

(na verdade, ñ)

EMBATE 2

sábado, 12 maio, 2018 por Txuca

versus

« Previous Entries