Thrash com H

30 ANOS DEPOIS…

sexta-feira, 21 agosto, 2020 por Txuca

… o q “ficaram”?

7 respostas

  1. Jessiê

    Não curto o Persistence a banda se levou a sério demais, mudou o foco, as letras a vibe e tentou fazer um som mais elaborado e denso.

    Resultado: músicas mais longas do que deveriam, uma certa panterização e perda de identidade.

    A única música que tem mais a cara da banda não é da banda.

  2. Marco Txuca

    Eu gosto do “Pesistence” justamente por isso: se levaram a sério, sem rap nem piadinha. Concordo q alguns sons ficaram mais longos. E quanto a “Got the Time”, acho irônico o quanto 2 dos sons mais conhecidos e clássicos do Anthrax são cover: essa e “Antisocial”.

    Mesmo assim, pra mim o melhor da “fase Belladonna”.

    O Alice in Chains tem uma pegada muito bacana. Embora fizessem músicas melhores no “Dirt” e “Jar Of Flies” seguintes, acho “Facelift” coeso, um daqueles bons discos pra se ouvir inteiros.

    Pulando “Man In the Box”.

  3. Rodrigo

    O do Anthrax devo ter ouvido uma ou outra vez na vida, nem dá pra opinar.

    Agora o Facelift pqp, ficou um disco corta-pulso perfeito.

  4. märZ

    Quando comprei “Euphoria” em 1989, o Anthrax era então momentaneamente minha banda de metal preferida. Curioso que tão pouco tempo depois, ao ouvir “Persistence”, me desinteressei por completo. Na época não curti a mudança de clima e o novo direcionamento. Nem Belladona, que foi cuspido após a turnê. Novos tempos, novos e mais densos ares. Demorei anos pra voltar a ouvir esse disco, já com mais bagagem e distanciamento, e hoje curto bastante, ainda que não tanto quanto os anteriores (exceto “Fistfull” – fraquinho).

    AIC só ouvi em algum ponto do começo dos 90, pós explosão do Nirvana, e foi paixão imediata. Deve ser meu album favorito da banda e com certeza é o que mais escutei, ainda em LP.

    Anthrax ficou a ruptura com a fórmula. AIC ficou uma puta estréia, digna até hoje.

  5. Tiago Rolim

    Ficou um bom começo de um. E um fim estranho p outro.

  6. André

    Ficou a evolução de um e o começo promissor de outro. Embora, o AiC seja boring metal.

  7. Marco Txuca

    Fiz um post lá no colecionadores/acumuladores do Facebook sobre ambos os discos. Abre aspas pra mim mesmo:

    “Neste mesmo 21 de agosto, só q em 1990, Anthrax e Alice in Chains, bandas entre si de zero conexão a ñ ser… bandas q os nomes começam com ‘A’, lançavam os discos abaixo.

    No ano seguinte cruzariam caminhos, quando o AiC abriu shows da Clash Of the Titans Tour, q tinha Anthrax, Megadeth e Slayer. Bandas em momentos diferentes na História: AiC (“ñ metal”) abrindo espaços, Anthrax vivendo um auge comercial e início de declínio noventista.

    Passam 30 anos, ainda tem headbanger q ñ aceita a horda de Jerry Cantrell (já eram seres parados no tempo em 90) e o Anthrax vive de shows retrô competentes (bem mais viscerais q o thrash metal universitário do Metallica), e tudo bem. Vida q seguiu.

    Ainda são bandas iniciadas em ‘A’, mas os discos se mantiveram bacanas e ñ datados. Tempo lhes foi contemporâneo e aliado. Ñ?”

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