Thrash com H

CHAIN LIGHTNING

quinta-feira, 30 janeiro, 2020 por Txuca

Nem Ginger Baker, nem Keith Moon. Tampouco Carmine Appice. Muito menos John Bonham. Quem começou com essa história de 2 bumbos na bateria foi um certo Louie Bellson, nos anos 50.

Daquelas coisas q ñ entendo: chega pra mim um solo desse cara, datado de 1957, pelo YouTube do celular, prodigioso tb q é em me indicar talk shows dos EUA (Jimmy Falon, Ellen DeGeneris etc.) e uma repórter incrivelmente deliciosa de Miami q entrevista seus convidados com os peitos (ñ peitões) quase de fora. E q ñ consigo lembrar nome… Jenny alguma coisa.

Mas estou divagando.

Normalmente ñ curto solos de bateria. Só o de Ian Paice em “The Mule” (do “Made In Japan”) e os de Neil Peart, mesmo os achando um tanto extensos nos últimos anos.

No entanto, posto o vídeo acima tb pra tentar exorcizar algum mau agouro pra cima de mim, tocador de bateria q sou, nessa onda recente de mortes de bateristas: Ginger Baker, Neil Peart, o do Cynic, o do Corrosion Of Conformity… Tá foda.

Ano apenas começando. Apenas começando…

2 respostas

  1. André

    Acho que já postei esse vídeo aqui. Louie Bellson é foda. Já ouvi um papo de que Tony Williams inventou o blast beast nos anos 60 ainda. Solo de bateria jazz é o que dá pra ouvir.

  2. Marco Txuca

    Tendo a concordar, André. Funcionavam como um respiro àquele som às vezes monótono das big bands. Uma pausa.

    Um dos vídeos relacionados do Bellson q rolaram aqui no meu YouTube dá conta de q ele inventou o blast. Claro q no seu devido contexto e etc. Mas faz sentido.

    E faz mais sentido ainda q bateristas monstros como Keith Moon, Bill Ward, Carmine Appice, Ginger Baker, Cozy Powell e John Bonham tivessem esses caras como influência. Neil Peart entregou isso mais à frente em sua trajetória.

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