Thrash com H

PERFIL TCH – LEO

terça-feira, 30 abril, 2019 por Txuca

Nome e/ou apelido: Leonardo Musumeci/Leo

Idade: 34

Cidade e Estado de origem: São Paulo/SP

Gênero musical preferido: Thrash estadunidense, principalmente a partir da década de 90 (isso não inclui Metallica e Megadeth. Rs); alemão, principalmente a partir da década de 2000; e brasileiro, na esteira do Sepultura. Além disso, death metal melódico (preferencialmente escandinavo e, mais preferencialmente ainda, sueco. Rs). Hardcore e Nu Metal.

Ouve rock desde: rock um pouco antes. Metal acho que desde 1998

Disco que mudou sua vida: “Virtual XI”, que foi o primeiro contato que tive com o metal

Disco que mais ouviu na vida: Nossa! Que pergunta. De pronto, lembro do “Fulminant” (Claustrofobia), especificamente. “Eu Quero É Que se Foda”, que deve ter criado um segundo buraco no cd. Rs

Primeiro disco que comprou: acho que “Domingo” (Titãs); de metal, o “Killers” (Iron Maiden)

Último disco que comprou: acho que foi o “Archangel” (Soulfly). Confesso que o streaming mudou minha relação com as compras de cd, embora sinta falta dos encartes

***

Top 5 discos Ilha Deserta: levaria 5 discos ao vivo, pra ter a impressão de que tem mais gente por lá. Haha

  1. Iron Maiden: “Live After Death”
  2. Judas Priest: “Live In London” – sim, com o Ripper. Pq nenhum ao vivo com o Halford bateu esse. Rs
  3. Slayer: “War At the Warfield”
  4. Sepultura: “Under A Pale Grey Sky”
  5. Pantera: “Official Live: 101 Proof” – seguido de perto pelo “Live Kreation” (Kreator)

Top 5 bandas: Iron Maiden, Sepultura, Slayer, In Flames, Claustrofobia

(essa lista, como qualquer uma desse gênero, é injusta. Teria que aparecer Judas e Pantera nela, pelo menos. Rs)

Top 3 melhores shows que já viu ao vivo:

  1. Festival Summerbreeze (2010) – Dinkelsbühl: cito o festival alemão menos por um show em específico, embora vários tenham sido muito bons, e mais por conhecer um outro mundo em termos de estrutura, qualidade de som em show, cultura de metal e de civilidade, que não tem nada a ver com o amadorismo e a barbárie daqui
  2. Judas Priest (2001) – Credicard Hall: primeiro show de metal que fui na vida, acompanhado de adulto responsável, chorando em “A Touch Of Evil”. Rs
  3. Eluveitie (2019) – Carioca Club: confesso certa preguiça em rememorar quase 20 anos de shows, mas esse show foi fantástico, uma nova fase da banda, se doando ao máximo no palco, com mais peso, 1000 instrumentos super bem encaixados… Excelente MESMO!

Música que seria a abertura de seu próprio programa de rádio: Kreator – “Violent Revolution”

Música pra tocar no meu velório: se quisesse levar mais alguém comigo, “Deathrow (No Regrets)”, (Hypocrisy) que é a música mais deprimente que conheço; mas acho que “Children Of the Grave” do Sabbath cairia bem. Rs

Não entendo como conseguem gostar de: Tribalistas

Já tocou em alguma banda: Casus Belli… Que, 18 anos depois, ainda não gravou sua demo. Rs

***

Além de rock, curto muito: jazz e blues (gosto mais do que entendo); MPB ou bem instrumentada ou com sentido político (pra mim, é incompatível viver neste país – principalmente em certos períodos como década de 70 e hoje – e não usar a música como ferramenta política), de Chico Buarque a Criolo, e além, até MC Garden; e o que se convencionou chamar de música “clássica”, embora nem tudo seja clássico. Rs

Maior decepção musical: Phil Anselmo nazista safado do caralho

Indique 3 bandas novas: Surra, Armahda, Hatefulmurder (pra dar uma força pra galera que tá aqui, trampando forte por um som profissa neste país)

LP, CD, mp3 ou streaming: CD. Acho meu acervo de mp3 bem respeitável, mas hoje confesso que escuto predominantemente streaming.

4 respostas

  1. Leo

    Agradeço Marcão pela graça alcançada!

    Um prazer enorme participar aqui.

  2. märZ

    Amém, irmão. Já te passaram a conta pra depósito?

  3. Marco Txuca

    Verdade. Faltou passar. 80% dos lucros pros colaboradores!

    Quanto ao perfil, Leo: esperava encontrar mais Hypocrisy e Machine Head. Ué?

  4. Leo

    märZ,

    Ouvi dizer que o esquema é pirâmide, então já estou arrebanhando meus fiéis. Rs

    E, Marcão, talvez devesse ter, sim.
    Hypocrisy talvez só a menção de Deathrow fosse suficiente, pq, se disputar com o death melódico, pra mim (não tecnicamente, mas afetivamente) perde pro In Flames e pro Dark Tranquillity.

    O Machine Head, de fato, tem pouca coisa que poderia ser comparável. Mas acaba perdendo na semifinal pro Pantera que, mutatis mutandis, é um pouco a raiz de tudo isso.
    E na esteira do MH ainda vem, pra mim, Biohazard e Lamb of God.

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