Thrash com H

25 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 22 março, 2018 por Txuca

… o q ficou?

9 respostas

  1. Tiago Rolim

    Um aviso prévio de luxo para as “férias” do baixinho…

  2. märZ

    Uma capa bacana em vinil.

  3. Marco Txuca

    Posso estar enganado, mas quando saiu já se sabia q Bruce estava fora, ñ?

  4. Ouvi umas vezes. Achei chato e nunca mais ouvi.

  5. Jessiê

    Não gosto de álbum ao vivo (com exceções), não curto Iron pós Seventh son (sem exceções). Então, pra mim, nada.

  6. FC

    Txuca, não. O Steve ficou sabendo enquanto mixava o A Real Dead.

    Acho um ao vivo honestíssimo, mas ficou ofuscado pelo Live In Donnington seguinte.

  7. Marco Txuca

    Então, FC, até onde sei Bruce já tinha dado o bilhete azul quando fez o “Fear Of the Dark”. O q a banda teria feito foi segurar a informação.

    Acho q li a respeito no livro de Mick Wall sobre o Maiden. Sobre como até os caras estavam de saco cheio do Bruce ao vivo, q miguelava os sons q ñ curtia e cantava bem só os q queria.

    O q fica bem claro naquele “Raising Hell”, show de despedida com degolamento e impalação. Ou degolação e impalamento?

    https://www.youtube.com/watch?v=VkYka0GPIa0

    ***

    Além disso, lembro q há algum tempo atrás, em algum post por aqui, algum amigo aqui tinha falado de entrevista com Bruce em q ele praticamente esquecera ter feito “Fear Of the Dark”, dando como último disco dele na Donzela o “No Prayer For the Dying”.

    ***

    Qualquer modo, prefiro o “A Real Dead One”, desovado 7 meses depois. Por conta do repertório melhor. E por serem de shows separados, melhores versões selecionadas.

    E prefiro ambos – “live” e “dead” – ao show de Donnington, farofento demais.

  8. FC

    Então, tomei como base o livro do Mick Wall também, a banda até diz que estavam querendo que ele saísse para melhorar o clima. Lembro também dessa do No Prayer, foi numa Roadie Crew, ele falou isso e aí o repórter lembrou que ele ainda tinha feito o Fear of the Dark.

    Acho que a cronologia é assim: ele fez a primeira parte da turnê, teve uma pausa, aí ele anunciou a saída e fizeram a segunda perna, já como “despedida”, quando ele negligenciou tudo e cantou quase sussurrando.

  9. Tiago Rolim

    Adoro os dois. Lembro que nessa época eu tava com 12, 13 anos e descobrindo tudo isso. Era mágico comprar esses vinis e ficar descobrindo todos esses sons. E a magia do Maiden nessa época era coisa de doido. Impossível de se reproduzir nos dias atuais. Então, pelo mnos pra mim, ficaram 2 discos que eu tenho muito carinho.

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