Thrash com H

20 ANOS DEPOIS…

sexta-feira, 23 março, 2018 por Txuca

… o q ficou?

17 respostas

  1. Jessiê

    Pra mim um morto-vivo com reminiscência. Nem as capas que sempre eram memoráveis se salva.

  2. Jessiê

    Foda acordei com a notícia que o Miranda se foi. Parecia um puta cara legal e legou uma pá de bandas legais (ao menos permitiu que as mesmas chegassem a nós).

  3. FC

    Jessiê definiu tudo. Nem a capa se salva. E pior ainda (lá vai eu de novo) é que até hoje esse é o direcionamento que a banda adotou, com um cantor melhor, claro.

  4. märZ

    Como diria Evandro Mesquita: nada, nada, nada, nada…

  5. Marco Txuca

    Ficaram:

    1. o ursinho da turma do Pica-Pau fazendo participação ñ creditada no refrão de “Futureal”

    2. as 3 piores músicas da carreira de Steve Harris, esticadas ao ponto do ridículo. “The Angel And the Gambler”, “The Educated Fool” e “Don’t Look to the Eyes Of A Stranger”

    2a. q fico pensando se o Metallica recente (ou o do “Death Magnetic”, ao menos) ñ se baseou nelas…

    3. um som foda: “Lightning Strikes Twice”

  6. André

    Pergunta: se Bruce tivesse presente, seria diferente?

  7. Marco Txuca

    Tvz. Num Universo Paralelo, as músicas dele com Janick Gers salvariam o disco. Mas estaríamos todos reclamando mesmo assim.

    A separação foi ótima pra ele. Q tb mostrou ao Maiden q faltava direção, o q foi oferecido quando levou de volta Adrian Smith.

    E aí todo mundo reclama dos álbuns de “Brave New World” adiante. Ou alega falta de tempo/paciência pra ouvir.

  8. märZ

    O problema dos discos pós “Brave” é o tamanho das musgas.

  9. Marco Txuca

    Deixe eu provocar, de novo: tempo pra ouvirmos “Seventh Son Of A Seventh Son”, “Rime Of the Anciente Mariner”, “Hallowed Be Thy Name”, “Powerslave”, “Alexander the Great” e “Phantom Of the Opera” rola, hum?

    Ou rolava.

  10. FC

    A diferença é que nessa época era uma (no máximo duas) longas por disco. Agora são todas.

  11. märZ

    Exato, FC. Uma faixa épica por album, vai. Agora, TODAS?

  12. Marco Txuca

    Eu concordaria, se vcs estivessem falando só de “A Matter Of Life And Death” e de “The Book Of Souls” (cuja maior faixa, aliás, é a melhor). Mas os demais têm faixas abaixo de 5 minutos e parece faltar “tempo” a elas, hum?

  13. FC

    Bem, acima de 5 minutos no Final Frontier são 9/10 e no Dance of Death 9/11. Já virou tendência mesmo…

  14. märZ

    E o tempo de duração nem é o único problema, também tem o fato de serem muito repetitivas. Perde-se a conta de quantas vezes o refrão é repetido, assim como partes da música. Não há muita variação para justificar a duração longa.

    “St. Anger” sofre do mesmo problema.

  15. Marco Txuca

    E aí vou pegar no pé de novo com uma coisa: tvz falte tempo pra separar o joio do trigo.

    Há muito som recente (2000 pra cá) do Maiden q padece da repetição excessiva. Mas tem aqueles grandes q dá pra encarar. E aí é q penso rolar uma má vontade.

    “No More Lies” (do “Dance Of Death”) é insuportável. Refrão repetido demais. Mas “Paschendale”, com seus 9 minutos, faz sentido. Goste-se ou ñ.

    ***

    Nos discos da volta de Bruce e Smith, tenho q “Brave New World” e “The Final Frontier” padeçam menos dessas repetições atrozes. Q, sim, FC, começou no “Virtual XI”.

    “A Matter Of Life And Death” dá um puta trabalho de ouvir, ñ só por conta das músicas grandes, mas pelos andamentos idênticos dos sons. Álbum carece de dinâmica. Mas tenho conseguido enxergar virtudes em “Brighter Than A Thousand Suns”, “These Colours Don’t Run’, “For the Greater Good Of God” e na melhor, “The Reincarnation Of Benjamin Bregg”. Fossem elas + uns sons mais curtos, o álbum fluiria melhor.

    “The Book Of Souls”, q a galera adorou, acho o pior. Tem som ali com 13 minutos q dava pra ser metade, fácil. O irônico é “Empire Of the Clouds” (q penso podiam ter dado uma editadazinha) ser a música com mais dinâmica. E timbragem: pôr um piano na coisa melhorou.

    E aí tb acuso a negligência ou omissão da produção. O tal do Kevin Shirley só deve estar lá pra operar Pro Tools ou dar o Rec.

    Alguns desses sons grandes ficariam melhores caso tivessem uma paradinha na bateria, um violão acompanhando (“Starblind” ou “The Alchemist” faz isso) ou alguma guitarra ou baixo com timbre diferenciado.

    Como o próprio Maiden já fez em “The Clansman” e “Dream Of Mirrors”. Parece rolar uma preguiça e uma pressa de gravar tudo rápido. Isso é o q me incomoda e torna os resultados discutíveis.

    Como aqui estamos discutindo eheh

  16. FC

    Resumindo 1 – Antigamente, cada disco do Iron Maiden era ouvido com atenção, para se apreciar a obra completa. Atualmente, CADA MÚSICA é uma obra completa.

    Resumindo 2 – De fato, a fase pós BNW encontra sim bons momentos. Ou seja, dá uma bela coletânea.

  17. Marco Txuca

    A propósito…

    http://thrashcomh.com.br/thrash/2011/09/from-fear-to-eternity-2/

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