Thrash com H

20 ANOS DEPOIS…

sábado, 24 agosto, 2013 por Txuca

… o q ficou?

9 respostas

  1. Jessiê

    Na montanha russa de Jeff ficou uma ladeira entre dois pontos altos (never e King).
    O grunge dominava mas Jeff assimilou neste disco uma sonoridade mais próxima do glam e power metal chinfrin da década de 80.
    Sobraram-se apenas a boa guitarra de Walters e apesar das letras abaixo da média (“Vou te dar o que eu acho que é melhor e o que eu sei é direito” ui) com boa vontade umas duas boas canções como a faixa título.
    Mas se você não conhece a banda, por favor não comece aqui!

  2. Marco Txuca

    Na veia, Jessiê!

    Álbum pouco inspirado (apesar do padrão do Annihilator ser alto) e q contou com outros fatores pra dificultar, q ñ o grunge, q Jeff Waters chegou a incorporar de leve nos futuros “Remains” e “Carnival Diablos”:

    1. início do modus operandi de mudar de formação mais q mudar de cueca. Provavelmente ligado à

    2. Roadrunner ter se desencantado com a banda. Era a aposta alta do selo. Sepultura e outras bandas menos cotadas “estouraram”. Waters ficou pelo caminho da inviabilidade comercial.

    Ñ acho mais fraco q “Carnival Diablos” ou tão no “piloto automático” como “Refresh the Demon”, mas é “Knight Jumps Queen” e “No Zone” (tocada no show deste ano) q me causam melhores lembranças. E alguma vontade de reouvir, quando tiver um tempo (q nem vem ahah).

    A faixa-título tem uma curiosidade q quem acompanha a “banda” vai reparar: vários dos álbuns seguintes do Annihilator tem ao menos UMA FAIXA q revisita aquelas dissonâncias e freio de mão puxado de seu refrão, hum?

    Concordo de ñ ser álbum indicado pra batismo em Annihilator. Além disso, parece prestar-se mais a quem toca guitarra. Fora isso, a curiosidade de contar com o atual baterista do Dream Theater, tendo sido o 1º dos 3 álbuns gravados com Waters.

  3. Jessiê

    Acho que o quórum será 2% (eu e você), hahaha.

  4. marZ

    Eu tive o Alice In Hell em LP. Parei aí.

  5. Marco Txuca

    Pra vc q curte um jazz, camarada, recomendo pelo menos o “Never Neverland” anterior. E um monte de outros. Mas (re)começar por ele pode ser interessante…

  6. doggma

    Concordo de ñ ser álbum indicado pra batismo em Annihilator.²

    Engraçado que eu curtia muito uma banda texana chamada Galactic Cowboys, que fazia um hard rock com uma queda para o thrash metal. Era de uma paudurescência só. Os caras soavam fodões.

    O mesmo não acontece com o Annihilator aí, apesar da proposta similar, mas inversa: thrash metal chafurdando no hard. Vindo deles, soa vacilante e sem punch. “Snake in the Grass”, por exemplo, é o Pantera do “Cowboys from Hell” sem cojones. “Phoenix Rising” parece balada do Jon (Bon Jovi). “Sounds Good to Me” faz “Until it Sleeps” parecer o Brutal Truth. “Don’t Bother Me” dá vontade de ouvir a original e infinitamente melhor, “Hot for Teacher”, dos Halen Bros. E por aí vai.

    “O que ficou?”… nada. Não vingou um lugarzinho no mainstream que Waters almejava e foi esquecido pela memória banger. Foi uma tremenda queda qualitativa, mas não é tão ruim, se você não for truezão. Dá pra ouvir guiando.

  7. Marco Txuca

    Pegando uma deixa tua, doggmático: acho realmente uma PENA q um monte de gente tenha abandonado o Annihilator aqui. Só se fala de “Alice In Hell” (foda), “Never Neverland” (muito foda) e de “Set the World On Fire” (meia foda)…

    “Waking the Fury” chegou a comover e “Schizo Deluxe” parece ter passado batido. “King Of the Kill”, foderoso, só eu e Jessiê conhecemos, pelo jeito…

  8. marZ

    Andei ouvindo os 2 primeiros de Annihilator e Sanctuary recentemente e vejo certas semelhanças: ambas ótimas bandas que lançaram discos muito interessantes, mas na hora errada: a ressaca do thrash metal. A diferença é que a primeira insistiu e a segunda jogou a toalha.

  9. Marco Txuca

    Annihilator colhe os frutos atualmente, pela persistência. (Meio como o Exodus, mas q acabou e voltou). Sanctuary tenta resgatar algo q ñ obteve. Quando der em nada, volta o Nevermore.

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