Thrash com H

IÇANDO BANDERAS DE ÓDIO

segunda-feira, 19 julho, 2010 por Txuca

DISCOS DO KREATOR PRA MIM:

1. “Coma Of Souls”
2. “Violent Revolution”
3. “Pleasure to Kill”
4. “Outcast”
5. “Cause For Conflict”
6. “Terrible Certainty”
7. “Renewal”
8. “Out Of the Dark… Into the Light”
9. “Extreme Aggression”
10. “Enemy Of God”

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CODA: no post “Piada Pronta/Vergonha Alheia”, acrescentei novo vexame envolvendo o Franga

13 respostas

  1. Yulo Braga

    Kreator para Mim :

    1 – Terrible Certainty

    2 – Coma of Souls

    3 – Extreme Agression

    4 – Pleasure to kill

    5 – Endless Pain

    6 – Violent Revolution

    7 – Endorama

    8 – Enemy of God

    9 – Outcast

    10 – Cause for conflict

  2. Rodrigo Gomes

    Só tenho quatro discos do Kreator:

    1- Extreme Agression
    2- Pleasure To Kill
    3- Violent Revolution
    4- Cause For Conflict

  3. Raubs

    1 – Coma of Souls
    2-Violent Revolution
    3- Pleasure to Kill
    4-Terrible Certainty
    5-Enemy Of God
    6-Endless Pain

  4. Thiago

    1 – Extreme Agression
    2 – Pleasure to Kill
    3 – Coma of Souls
    4 – Enemy of God
    5 – Violent Revolution
    6 – Endless Pain
    7 – Cause of Conflict
    8- Outcast (por causa de Phobia)
    9 – Terrible Certainty
    10 – Endorama

  5. Marco Txuca

    “Phobia” é tão foda q, se ñ me engano, é a única tocada nas turnês recentes dos caras. Ainda q eu ache “Leave This World Behind” e “Against the Rest” tb sensacionais, instigantes.

    Agora, o “Endorama”: q mesmo ñ sendo unanimidade por aqui, vejo ser melhor considerado q o “Outcast”. E ñ entendo. Por quê?

  6. Yulo Braga

    Acredito que o “Outcast” tenha aquela sensação de que a fase “gótica” chegou ao fundo do poço.
    E o “ENDORAMA” venha a ser o inicio do renascimento thrash.
    Explicando melhor :
    ENDORAMA NÃO é thrash.

    Porém, existem sonoridades que, a meu ver, revitalizaram a vontade de Mille em retomar a tocar o thrash “criacionista” que fazia.

    VIDE “SOUL ERASER”, “PANDEMONIUM” e “TYRANNY”.

    O que OUTCAST não possui.

  7. Marco Txuca

    Mas então, Yulo, o “Outcast” ñ veio 1º? Como essa de “fase gótica chegando ao fundo do poço”? Se o último “gótico” foi o próprio “Endorama”…

    A ñ ser q vc considere o “Renewal” gótico e tenha pulado o “Cause For Conflict”, q pra mim ñ tem muito de gótico, ñ.

    Ñ é tentativa de agressão, ñ entenda assim. Só acho q divergimos no quesito PERCEPÇÃO. “Endorama”, pra mim, é gótico: tvz pela participação do dálmata do Lacrimosa lá, por uma ou outra passagem (tem música – “Passage to Babylon” – q me lembra Savatage até…), bem mais gótico q o “Outcast”.

    Claro, concordo com “Soul Eraser” e “Pandemonium” (só ñ completamente chupim de “Fear Of the Dark” pq deve ter faltado uma ou duas notas eheh), e até com “Golden Age” e “Shadowland”, de alguma vocação thrash. Mas “Tyranny” me soa das coisas mais pop feitas pelo Kreator. Sei lá.

    O “Outcast”, pra mim, é um thrash de bateria lenta. O Mille proibiu o Ventor de tocar a 100km/h, e deu naquilo. Mas vejo (ouço) nele mais rifferama thrash q no “Endorama”. Q pra mim ñ é thrash.

    Vejo nele mais influência de “industrial”, por cortesia inclusive do ex-guitarrista do Coroner, timidamente presente (no q pra mim é a maior injustiça deste e de “Endorama”: terem mal aproveitado o sujeito, q levaria o Kreator proutro patamar, ao invés do finlandês com cara de menina, Sami da Silväa Saauro. Ou coisa assim), do q de gótico.

    O “Endorama”, já até opinei por aqui alguma vez: acho q deveria ter sido projeto paralelo – até chamado ENDORAMA mesmo – ao invés de Kreator. Embora reconheça nele elementos presentes no Kreator atual, o q o “Outcast” pouco legou.

    Sei lá. É pra chegarmos àlguma conclusão??

  8. Yulo Braga

    Concordo com você em caso de divergirmos em percepção.

    E não percebi agressão nenhuma.
    Apenas vejo o outcast como fundo do poço, independente de discografia.

    Talvez eu devesse ter usado “Maduro” para melhor exprimir o que penso do ENDORAMA.
    Além de ser muito mais coeso e, pode até soar absurdo, o mais variado, “criacionamente” falando, de todos que eles lançaram.

    Mas, com certeza, não vamos chegar a conclusão nenhuma, pois o “Divine…” está ai de prova.

    Esses dias, tirei o pó do “outcast” e estou, aos poucos, tentando re-ouvilo.
    mas até agora continua muito chato.

  9. Marco Txuca

    Vá de “Phobia” e de “Against the Rest”, camarada, e dê uns pogos no sofá!

    Quanto à “maturidade” por vc citada, outra divergência de percepção: a vejo no “Violent Revolution” seguinte, embora a discussão sobre esse seja mais sobre INTEGRIDADE ou falta dela.

    Tentaram (tentou o Mille) virar gótico, perdeu o bonde/perderiam o público, voltaram ao thrashão. E se todos tivessem abraçado (saiu emo essa!) o “Endorama”, teriam voltado assim??

  10. Yulo Braga

    Talvez.
    Aí já é especular se eles teriam feito um “ENDORAMA 2” ou até um 3.

    Será que essa volta toda, aconteceu, somente por falta de grana?

    Será, que eles tinham essa grana toda, que dava para gastar em 4 discos sendo quase emo, digo gótico?

    Eu penso que não.

    E a maturidade em “violent revolution” pode ser o efeito do disco anterior.
    E acredito que você já tenha visto casos de neguinho que subiu no bonde gótico e não voltou, ficou ouvindo bauhaus!!!

    Mas tenho quase certeza, que Mille prefere fazer um HODE OF CHAOS 2 do que voltar a fazer qualquer experimentalismo seja gótico ou não.

    Talvez tenha sido uma volta natural, ou seja, voltar a fazer o que sempre fez.
    Já que não há diferenças acentuadas entre um “Extreme agression” e o “Violent Revolution”,por exemplo.

  11. Marco Txuca

    Mas um ponto, Yulo, acho q tem q ser ressaltando: ñ acho q o Kreator (vulgo Mille Petrozza) entrou na “onda gótica” de modo oportunista.

    Me parece q entrou meio por acreditar, por perceber a voz indo pro saco, por querer EVOLUIR. Tem até a tal coletânea, “Voices Of Transgression: A 90’s Retrospective” q já incluía um cover de Sisters Of Mercy, “Lucretia My Reflection”, q nunca ouvi.

    Ouvi a solo do Warrel Dane, q achei uma bosta.

    E aí pareceu ñ vingar comercialmente (se bem q dizermos q grana como fator primordial tvz ñ possamos provar. Kreator vive de banda?), e acabou tendo q voltar ao básico e trivial: fazer o thrash alemão característico. E q no “Enemy Of God” já trouxe, a meu ver, sutis mudanças, modernices (e muito Pro Tools)… q tb deduzi haver no “Hordes Of Chaos”, pra ñ ir atrás.

    Digo isso pq até concordo de “Violent Revolution” e “Extreme Aggression” de certo modo até se parecerem, embora VR contenha elementos, sim, q apontam os álbuns anteriores. Afinal, quase nenhuma banda deixa de evoluir.

    Ou conter em discos novos elementos, às vezes melhor trabalhados q em álbuns anteriores, vindos destes antecessores mesmo.

    E o “Outcast”, já desemburrou?

  12. Yulo Braga

    Hhahahah
    Ainda não desemburrei do Outcast.
    É muito chato.

    Acho que você chegou num ponto importante. A voz.

    O cara deve tá cansado de se esgoelar todos esses anos.
    E a partir da perda da potencia dos seus gritos, tenha sentido a necessidade de experimentar outras possibilidades, é até razoável.

    Agora quanto a grana, tem outro ponto. Não foi “Blackfire” que vocês, não tenho certeza se você presenciou, viram aí nas ruas de SP distribuindo santinhos????

    Ou o cara pegou só a “lama” da época de ouro “criacionista” ou é um puta de um descontrolado com grana!!!!

  13. Marco Txuca

    Então, Yulo, a voz do Mille já estava um tanto cansada em “Renewal”; no “Cause For Conflict” começou, sutil, o lance de baixarem afinação pro cara agüentar cantar. “Outcast” e “Endorama” foram passos além nesse sentido, com tentativas de se adeqüar tb o som. Minha impressão.

    Vi show deles da turnê “Enemy Of God” (quando tocaram junto com o Tristanhas, Torture Squad e Krisiun), e as músicas antigas ñ me caíram mais bem. Por esse motivo.

    Quanto ao Blackfire trombadinha (por q vc acha q estou de olho no “Cause For Conflict” do Rodrigo? eheh), foi um amigo q o viu distribuindo satinhos na Paulista. Minha impressão?

    Se trata dum zé-mané, q ñ pensa a médio nem a longo prazo: já tinha largado o Sodom na mão (às vésperas duma turnê) pra ir com o Kreator ganhar mais din-din. Daí, se engraçou com a guitarrista do Volkana quando veio pra cá, e resolveu ficar.

    Provavelmente com a guitarra, um cabo velho, a roupa do corpo e um talão de cheques. Q deve ter esgotado. Deve ter tentado dar aula, tentou vingar uma banda aqui (Mystic, fraquinha…) e ñ rolou, e aí é bem provável q se torne MAIS UM gringo q fica encostado por aqui. Torcendo, se muito, pralguma turnê comemorativa do Kreator o convidar pra tocar “Tormentor” e “Flag Of Hate”. Uma pena.

    O Kreator, no quesito grana, deve ter o Mille como acionista majoritário. Tem discos q os sons são creditados coletivamente, outros ñ, com a maioria dos sons creditados a ele, q deve ganhar um tanto em copyright.

    O resto, devem ganhar fazendo show, e dinheiro suficiente pra pagar as contas, ñ pra comprarem Ferraris: isso é jogador de futebol, q mal sabe assinar o nome, q consegue!

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