Thrash com H

THRASH COM H CLASSICS

sexta-feira, 31 julho, 2009 por Txuca

Pra quebrar um pouco a rotina, reprise dum álbum de q falei mal.

Publicado originalmente em 3 de Julho de 2005.

.

DE-SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA THRASH COM H

ratm.

“Rage Against the Machine”, Rage Against the Machine, 1992, Epic/Sony

sons: BOMBTRACK / KILLING IN THE NAME / TAKE THE POWER BACK / SETTLE FOR NOTHING / BULLET IN THE HEAD / KNOW YOUR ENEMY / WAKE UP / FISTFUL OF STEEL / TOWNSHIP REBELLION / FREEDOM

“guilty parties”: Zack De La Rocha (vocals), Timmy C. (bass), Brad Wilk (drums), Tom Morello (guitars)
.

“Rage Against the Machine”, a obra, nem me passa consideradar tanto assim um álbum: é mais um PRODUTO. E tal como o Rage Against the Machine, banda, ñ foi dirigida a um público, mas sim a um PÚBLICO-ALVO.

Q público-alvo?

Aquele da molecada púbere, necessitada de extravasar a turbulência hormonal característica dos entre 12 e 17 anos, e q considera Creed (ou um xinfrim brasuca, Skank) “rock”, Charlie Bronson Jr. (ou algum xinfrim gringo… Stone Temple Pilots, vá lá) “d+”, e new merda e Evaneshit som pesado.

Pouco me importa o www.allmusic.com, onde fui buscar mais informações e capinha, relatar q “fulano tocava antes na banda x, ou sicrano tocou com o zé-ruela na banda y por anos”, o fato é q o Fake Against the Machine (como os chamarei doravante), tanto como abruptamente encerrou atividades, surgiu do nada! Nisso q fica minha única dúvida com relação a esses caras:

teriam sido uma banda armada, ou apenas uns malacos sortudos:  banda certa na hora certa no lugar certo?

Ainda ñ sei responder. Corroborando a tese de “armação”, tb inexiste histórico de ralação underground deles em botecos, tampouco de demos anteriores a esta estréia…

Acredito ñ forçar nenhuma barra em especular q o Fake Against the Machine pode ter sido um projeto-piloto e ensaio praquilo q a mesma indústria fonográfica norte-americana, hegemônica no mundo ocidental (como bem apontou o Rammstein em “Amerika”), forjaria algum tempo depois sob o epíteto new metal: barulho de guitarra misturado a rap, pronto pra consumo, com rebeldia dirigida à molecada auto-afirmativa em suas calças largadas, gorros e gírias de morro (rapper), tá ligado, motherfucker?

********

Paremos um pouco com a ingenuidade de acreditar numa banda “anti-sistema” cujo 1º álbum sai logo pela Sony Music (a maior multinacional de entretenimento mundial)!… De integrantes utilizando camiseta com efígie do Che Guevara (q já ñ andava pouco desgastada – ñ serviu até pra propaganda da Levi’s?) em plenos EUA!… Uau! E com o press-release de banda revolucionária, contestadora e contundente, sem concessões, prestes a revolucionar música, costumes, leis, mercado (se bem q o mercado…).

Afinal, o movimento hippie mudou o mundo? Se sim, muito pouco: assimilado pela “máquina”, o q hoje existe são estampas na moda pret-à-porter e tiozinhos maconheiros cantarolando “Janis” enquanto vendem artesanato na Pça da República… O movimento punk, então? João Gordo é líder de audiência na mtv brasileira, Sex Pistols e outras bandas 77 voltaram ultimamente pra garantir aposentadoria so$$egada, fora a criação (involuntária, é verdade) do filho bastardo enviadado emocore… Apenas o rap ñ foi de todo assimilado AINDA, embora ñ penso tardar a hora em q a molecada terá opção entre uma boina da Zoomp ou da Forum, ou até mesmo da C&A – no caso dos menos abastados. Abuse e use!

E o som do produto, é tão lixo assim? Tirando: 1) os sons com excesso de rap (“Settle For Nothing” e “Fistful Of Steel”), 2) o procedimento adaptado do grunge, de falsos fins seguidos de gritaria catártica estudada e deliberada (só uns 2 sons ñ adotam a fórmula), e 3) todo um exagero bajulatório pro lado do falso guitar-hero Morello (q nos melhores momentos é até bom – e sobretudo criativo – guitarrista, mas nos piores, acho o Ace Frehley do ano 2000), tem coisa legal aqui sim. Depende da tua idade (pouca) ou abertura mental (razoável pra muita).

********

Certos riffs são interessantes, ainda q demasiado repetitivos/mornos: “Take the Power Back” contém timbragens idênticas às dum Black Sabbath setentista, ficando naquele limiar entre oportunismo pra auferir credibilidade dos mais velhos e desprendida demonstração de bom gosto, o q é tb o caso de “Wake Up”, cujo riff chupinha “Kashmir”, do Led Zeppelin, na cara dura. “Bullet In the Head” e “Know Your Enemy” são as mais pesadas e de melhor assimilação pra headbangers: contêm riffs. Mas certos “contras” pesam mais.

O caso mais gritante é o da música de trabalho, “Killing In the Name”, clássico em qualquer boteco de playboy metido a revoltado, a pior do produto disparada. Ñ apenas por ser um som sub-sub Devo (pelo uso sem critério e irritante dos cowbells), mas tb pela letra, repetitiva de vomitar, e nem um pouco ultrajante, como se poderia supor.

Pois a mesma ñ consta do encarte! Se eram tão revolucionários, por q isto? Concessão à gravadora? Medo? Censura? Certeza do ridículo? Tvz fosse, uma vez q qualquer letra mal feita dum Body Count (q misturou rap com peso de modo, pra mim, mais interessante, mas tvz ñ tenha vingado tanto – muitos negões na banda numa nação de conservadora pra reacionária), dum Garotos Podres ou dum Cólera com cólica é melhor q esse monte de clichê. A outra possibilidade, bastante plausível: puro marketing. Ó só:

Killing In the Name

Some of those that were forces are the same that burn crosses (4x)

Huh!

Killing in the name of (2x)

And now you do what they told ya (11 times)
But now you do what they told ya
Well now you do what they told ya
Those who died are justified, for wearing the badge, they’re the chosen whites
You justify those that died by wearing the badge, they’re the chosen whites (repete duas vezes a estrofe)

Some of those that were forces are the same that bore crosses (4x)

Uggh!

Killing in the name of (2x)

And now you do what they told ya (4 times)
And now you do what they told ya, now you’re under control (7 times)
And now you do what they told ya!
Those who died are justified, for wearing the badge, they’re the chosen whites
You justify those that died by wearing the badge, they’re the chosen whites (repete duas vezes a estrofe)

Come on!

(Guitar solo)

Fuck you, I won’t do what you tell me (16 times)

Motherfucker!

Ugh!

.

“Ugh!”, digo eu. Ah, era pra falar de religião? Qualquer Tom Araya dormindo faz melhor q isto. E se os norte-americanos desconhecem black metal escandinavo, é problema deles, ñ nosso…

Outro dado estapafúrdio do encarte é a seguinte menção: “no samples, keyboards or synthesizers used in the making of this recording”. Isto significa “Tom Morello ñ sabe tocar sem usar menos q 2 pedais de efeito”, além de  artifício pra lá de desgastado: o Queen se valeu dele em todos os 70’s (causando estupefação), o Pestilence, no “Spheres” (S.U.P. em jan.04/reprisado em mar.09) e zilhões de outras bandas de thrash, black, death metal ou hardcore já fizeram este tipo de menção, pra angariar respeito e parecerem íntegros, técnicos ou apenas fodões. Vai te catar!

Ainda falando dos músicos envolvidos: percebe-se q ñ são (eram) tão zé ruelas como uma “Killing In the Name” (q no mais, tem um dos piores videoclipes – intencional e pavorosamente tosco – produzidos) faria supor. O trampo da cozinha Timmy C. e Brad Wilk ñ acho nada assombroso, mas é bem pertinente: onde vai um, o outro vai atrás todo o tempo nas músicas. Há muito pouco slap – e pra mim isso é favorável – o q tornaria o FATM um sub-Red Hot Chili Peppers, e nenhuma quebrada do Wilk é assim pavorosa, como certas resenhas de Modern Drummer e Batera & Percussão em certas épocas forçavam crer: tvz pros gringos, pra quem molejo baterístico é jazz, soe fantástico, mas muitas das partes soam como bateria eletrônica (de rap) tocada por humano. Nada assim de revolucionário.

Como “Rage Against the Machine”, q é até um bom disco (ops, produto!) quando considerado o contexto dos sub-Pearl Jam’s q invadiam as rádios e aquele brit pop indolente cheirando a Smiths povoando as paradas de sucesso e as “rádios rock”.

********

Supondo a possibilidade de terem sido “caras certos na hora e no lugar certo” (o q nem invalida tanto assim a outra possibilidade), tvz a MÁQUINA os tenha espremido até o caroço quando, após o 3º disco, o tal De La Rocha (vocalistazinho pavoroso, q perde prum Tom Araya com laringite) resolveu “sair fora” sem maiores explicações, pra ir fazer rap. Ao q me consta, já saiu o trampo do cara, e ñ foi pela Sony, q resolveu continuar  rodando a máquina e as cifras na criação do grunge AOR (RATM + grunge + hard arena) Audioslave, q fica aí embalando os revoltados q nasceram ontem – ou há 12 anos – com baladas nem um pouco engajadas em qualquer “rádio rock” da vida.

É pra ouvir som revoltado, ou rap misturado a peso? Melhor ir atrás do Body Count citado, ou do Biohazard. Se for pra ouvir no rádio algo similar sem maiores compromissos, melhor deixar o System Of A Down quando estiver tocando ou ligar pedindo “Scratch the Surface” do Sick Of It All (já q sonhar – ainda – ñ paga imposto)…

24 respostas

  1. Rodrigo Gomes

    Banda superestimadíssima pela crítica. Um Charlie Brown Jr ianque. Essa bosta acabou de vez ou já fez a famo$a reunião? Em regra, odeio bandas “vermelhas”, com esses discursos falsos… aposto que é um mais rico e fresco que o outro e ficam pagando de defensores dos pobres e oprimidos. Passo!

  2. Louie Cyfer

    Bom… infelizmente não estou com tempo pra ler “na íntegra” sua resenha, sexta feira no trampo o bicho pega…

    Mas sinceramente… o RATM é uma das coisas mais legais q apareceram na década passada e Tom Morello um dos guitarristas mais inventivos da sua geração.

    Falar mal do vocal do Zach é besteira. É chover no molhado. O cara canta RAP e algum rapper por acaso é afinado?? O cara tagarela um monte de verso e pronto…

    Se o discurso é verdadeiro ou não??? I Don’t Care!!! Se estivesse preocupado com letras verdadeiras e engajadas NUNCA teria ouvido SLAYER, METALLICA, KREATOR, DESTRUCTION, IRON MAIDEN, JUDAS PRIEST e por aí vai praticamente tudo q sempre amei na vida.

    O vocal do PoisonGod (Those) fica puto qdo digo essas coisas, mas pra mim é realidade.

    Se o Nevermore tem umas letras fodassas q fazem vc questionar varias coisas e em contrapartida o Tankard só fala de ressaca e cerveja, pq não bater cabeça e curtir os dois sem dsitinção?

    Bom acabei saindo um pouco…. mas pra mim o RATM é sim uma puta Banda, marketeira ou não, que encarou por várias vezes a mesmice apresentada na cena.

    Alguem lembra a surtada q o baixista deu ao vivo em pleno palco MTV awards (se nao me engano) em q subiu nas alegorias do palco e precisaram parar tudo pra conseguirem tirar o cara de lá… falso ou não foi foda!!

  3. Marco Txuca

    Êba, polêmica!

    Claro q gosto é gosto, Louie, mas um ponto por vc ressaltado achei interessante: o das letras.

    Claro q 90% das letras no heavy metal são bobagem, e nisso incluo as bandas satânicas chamando o cramulhão só pra parecerem fodonas. E claro q o q disseste sobre Tankard só falar de breja depõe contra as letras no metal.

    Mas é mais ou menos isso q se espera. Pra cada Nevermore, Dave Mustaine, Jeff Waters ou Motörhead com letras legais, tem uns 30 Iron Maiden cometendo “Alexander the Great” ahah

    Mas isso FAZ PARTE do DISCURSO do metal. Ñ soa deslocado. Q é o q os emos cometem: letras de Lionel Ritchie num som pesado. Pode?

    O Fake Against, a mim, soava deslocado: banda revoltadinha, com Che Guevara no ampli, lançando álbum pela Sony e posando de amigo dos pobres.

    Meio um U2 piorado, q é tb como vejo o tal Morello: tivesse surgido uns 20 anos atrás, ñ pareceria q passou a vida ouvindo o The Edge, e ñ Iron Maiden (como depôs lá no “Flight 666”).

    Quanto ao som dos caras, repito q “gosto é gosto, e vice-versa”. E nunca me agradou muito tb o desses fakes. Mas leia a resenha inteira, q acho q vc vai falar mal de eu ter falado mal do Stone Temple Pilots eheh

  4. Louie Cyfer

    Bom gosto é gosto como vc msm disse… mas putz, colocar no mesmo “parágrafo” Skank (q depois q adotaram sonoridade Britpop “Beatles” ficou agradável de se ouvir) e o Fodástico STP contracenando com Chralie Brown, Creed e Evanescence…

    Aí tu pegou pesado Txuca… hhehehe.

    Mas na boa… Quais são suas referências do STP?
    Plush? (q eu gosto muito hehe)

    Tente ouvir o Purple ou o Tiny Music… (2º e 3º plays respectivamente) pra ter uma idéia melhor do som dos caras.

  5. Marco Txuca

    Então, Louie, minha referência do STP é a seguinte: passar clipe (aquele 1º com q foram conhecidos, ñ lembro o nome) no Fúria Metal.

    Sem terem nada a ver com metal, a ñ ser q estavam abrindo pro Megadeth lá fora. Daí peguei birra e ñ parei.

    E quando cito Creed, Charlie Brown, Evaneshit (new metal pra menina) e STP no mesmo balaio é pra distinguir disso, q na época rolou: bandas vendidas como bandas pesadas, heavy metal. E q de metal ñ tinham porra nenhuma.

    E o Skank achava uma bosta; depois q virou Beatles então, pra mim virou música de fundo de consultório de dentista ahahah

  6. Louie Cyfer

    O STP foi vendido como Grunge (coisa q não é) pq surgiu na época da explosão do mesmo. Mas os caras tem o approach bem mais extenso do que “aqueles” clipes demonstravam.

    Ah…antes de qq coisa… se o termo GRUNGE enquadra os dois primeiros discos do Pearl Jam, qq do ALice In Chains e os últimos do Soundgarden… Eu adoro essa porra de estilo!

  7. Marco Txuca

    Ah, eu tb. E incluindo “Nevermind” e “In Utero”, do Nirvana, e o “Piece Of Cake”, do Mudhoney.

    (o Pearl Jam é q eu dipenso; nunca curti, e a patroa tentou me ajudar, mas nem rolou…)

    Pq ñ sou do rebanho besta, moldado por editoriais da Roadie Cu, q demoniza o grunge, botando nele a culpa pelo fim do thrash metal e da era laquê supostamente dourada do hard rock farofa!….

  8. Louie Cyfer

    Concordo Txuca. Existiam poucas bandas honrando o METAL (em maiúsculo) na época do Grunge… Pantera, Sepultura, Machine Head eram alguns dos poucos exemplos q brilharam nesse período negro do estilo.

    O resto não tava muito bem das pernas…

    Taí…quem sabe uma lista de melhores discos metálicos em plena “era grunge”? tipo de 92 até 95/96.

  9. Marco Txuca

    Começa ae então, q eu vou no embalo!

    (alguém mais topa??)

  10. Marco Txuca

    Bão, começo então eu…

    Com uma ressalva, para discussão: será q ñ ficamos enganados com más-fases de certas bandas (Metallica, Iron Maiden e Rush, Judas Priest e Exodus q andavam pendurados, Sepultura ñ mais thrash e etc.) a ponto de acharmos q o ESTILO heavy metal ou thrash metal andavam mal das pernas no período?

    Pq fui buscar 10 pra fazer uma lista, e tem um discões!

    *******

    MELHORES DISCOS METÁLICOS NA ERA GRUNGE (1992 a 1996)
    1. “Heartwork”, Carcass (93)
    2. “Dio-manizer”, Black Sabbath (92)
    3. “Divine Intervention”, Slayer (94)
    4. “War Of Words”, Fight (93)
    5. “Sound Of White Noise”, Anthrax (93)
    6. “Stain”, Living Colour (93)
    7. “King For A Day, Fool For A Lifetime”, Faith No More (95)
    8. “Low”, Testament (94)
    9. “RDP Vivo”, Ratos De Porão (92)
    10. “Chaos A.D.”, Sepultura (93)

    Isso, numa pensada rápida e superficial, e tendo deixado de fora “Far Beyond Driven”, Pantera (94), “Cause For Conflict”, Kreator (95), “Images And Words”, Dream Theater (92), “Burn My Eyes”, Machine Head (94), “Countdown to Extinction”, Megadeth (92), os do Helmet, “Cleansing”, Prong (92), entre vários outros!…

  11. Louie Cyfer

    Heartwork – Carcass
    Pantera – Vulgar Display of Power
    Machine Head – Burn My Eyes
    Slayer – Divine Intervention
    FNM – Kin for a Day
    Megadeth – Countdown to Extinction
    Testament – Low
    Fight – War of Words
    Sepultura – Chaos AD
    Forbidden – Distortion

    E tem mais um monte…realmente só tem discão e nada do mercado reagir…

  12. Victor

    Cara, você é chato pra caralho. Mas também é um dos caras mais inteligentes que já vi escrevendo sobre metal e rock. Faz tempo que leio o ‘Thrash com H’, mas nunca comentei coisa alguma. Sei lá, não deu vontade. Mas essa do FATM (deixe-me copiar sua pérola… ah ah ah), foi estupenda. Eu tenho um gosto musical que diverge praticamente 100% (ou 95%…) do seu, gosto, e gosto mesmo de umas coisas que fazem você vomitar (assim como você gosta de umas coisas que me fazem cagar… ah ah ah), mas, como você mesmo disse, “gosto é gosto e vice-versa”. Ponto pra você. Sem maniqueísmos. Mas voltando à vaca fria… Putz, isso que você escreveu, sobre essa coisa, FATM, tirou as palavras da minha boca. Na boa? Eu adoraria ter escrito isso. Foi muito bom. Eu me lembro de haver, em um tempo no passado, que até uns tiozinhos, que curtem os Black Sabbath e Led Zep da vida, curtindo essa FATM… E nunca tinham ouvido falar das coisas (que fazem minha alegria, e fariam você vomitar) que eu estava (e ainda ouço) a ouvir. Por que? Porque, como você disse: Sony Music, Marketing muito bem feito, Che Guevara na camisa, “distorções” e gritarias (para a época) “mudernas”… E ainda chamavam aquele cara de “…pô, esse cara toca muita guitarra…”. Ah ah ah. Cara, os seus textos são ácidos, sarcasticos e bem-humorados, e esse foi soberbo. Agora, que o FATM descanse em paz, pois já não sem tempo, que eu vou curtir uma daquelas bandas que fariam você vomitar… Ah ah ah!

  13. Marco Txuca

    Salve então, Victor!

    Leitor assíduo saído das sombras eheh

    Faz assim: continue comentando, trocando umas idéias por aqui, pq a pretensão do blog nem é ser dono da verdade (já q no post sobre o SBB vc me pôs à prova), mas dar umas cutucadas e romper o marasmo q vejo de se ler porradas de coisas sem questionamentos, reflexões, para pra pensar etc.

    Q bandas serão essas q me fariam vomitar? Por acaso, coisas da laia do Blown Jobvi, caras tb a nosso amigo Rodrigo?

    Ou bandas da nata progressiva específica, quase um ecossistema à parte do mundo?

    Ou por acaso vc é um emo caído por aqui?

    Ah, e Tom Morello de cu é rola!
    Ah, e Motörhead rula!!

  14. Victor

    Valeu cara! Vou comentar sim, quando for possível. E nada contra o Motörhead, só não faz minha cabeça… Eu também fico pasmo que tenha tanta coisa sendo escrita (especialmente na Internet), e ninguém questiona, desvenda umas arapucas, não conseguem ver que várias notícias, várias mesmo, são puro CAÔ.

    O legal daqui, do Thrash com H, é que você escancara a porta e chuta o pau da barraca, mas sempre no bom humor – e mesmo quando é não bem humorado, a acidez é tão f**a que fica engraçado. Enfim, crítica é isso aí: faz pensar, faz rir, faz um monte de coisa. Até você ca**r e andar para a mesma.

    Sobre o SBB, eu só tentei passar umas informações. Como você disse, ninguém aqui é dono da verdade, ainda mais com esse mundo de informação que está pulverizado na rede. Para você ver: se eu falei no post do SBB, que você não tinha as tais informações, imagine os zé-ruelas que escreveram a “matéria” que você criticou? Os caras fazem aquilo para viver, e nem para acessar uns sítios corretos? Porra, é só digitar e apertar “ENTER”. O PC vai sozinho (ah ah ah). No Metal Archives tem muita baboseira, mas também tem muita informação boa, tem que saber filtrar. Mas para falar de bandas progressivas (esse ecossistema à parte, como você disse… e eu acho que é mais ou menos isso mesmo), a última coisa é procurar informação num site com o nome Metal Archives… Os tais jornalistas poderiam tentar GPRE, Progressive Newsletter, ProgArchives (esse é gigante… é quase o equivalente progressivo do Metal Archives… com todas a virtudes e defeitos… ah ah ah), isso para ficar no que é de língua “franca” (o inglês) na Internet.

    Se os tais “jornalistas” soubessem outras línguas, proeminentemente, européias, poderiam ler sítios em francês, alemão, russo, holandês, italiano, tcheco, polonês, só para citar. E, bom, das coisas que eu curto, que fariam você vomitar, dê uma olhadinha no Heavy Harmonies, é por ali mesmo, Bon Jovi tá no meio (risos). Progressivos também, anos 70, com seus hardões, progressivos, psicodélicos, folk rocks, essas coisas. E até as fraudes eu gosto também: o “maldito” e odiado metal melódico (melodicu… risos), metal progressivo, as bandas dos 80 (o som é legal, e eu também acho esse negócio de troo uma… mer…, digo, uma coisa muito feia… risos), e outras coisas. Uns quadrinhos aqui, um Ultraman acolá, uns filmes pornôs, tem muita coisa boa no mundo (risos). E nada de EMO. Eu nem sei como diabos é isso. Bom, é isso!

    Ah, e só para fazer par: Stryper ruleia (desculpe não saber conjugar esse verbo corretamente… as desinências são bem difíceis). Até!

  15. Marco Txuca

    Então, Victor:

    vc tocou num ponto importantíssimo: nego ganha a vida escrevendo em site, escrevendo nas revistas falidas ae (quando ganham, sem serem explorados como escravos ali na Roadie Crew, p.ex.) e ñ tomam o MENOR CUIDADO em checar as fontes, conferir a existência etc.

    O episódio SBB ilustra bem isso. Alguém, dalgum selo, e provavelmente amigo de alguém no site/revista Brigade, resolveu botar aquilo ali. E quem lê q se vire!… Nenhum senso de didática: de tentar situar o contexto da banda pra atiçar curiosidade de quem lê…

    A internet tem o discurso pronto de ser todo um universo de informação. Mas é raro (e ñ me excluo disso) quem fuce mais q 10% da bagaça. As pessoas vão ficando cada vez mais burras, mais domesticadas, mais acomodadas.

    Por isso, cara, junte-se a nós mais por aqui!

    *******

    Sobre outros gostos: tb tenho outros, aos montes. Dizia a um conhecido esses dias q 65% de meus discos, cd’s e dvd’s são de METAL. Vez ou outra, até posto algo por aqui na categoria “off-metal”…

    E a pergunta q ñ quer calar: vc é do Rio, certo??

  16. Victor

    Fala Marco (posso chamar você pelo primeiro nome?)!

    Pois é cara, é exatamente isso que você comentou. E vou fazer um exercício de “adivinhação”, baseado no que você falou: esse algum selo, que é contato e/ou amigo de alguém na Rock Brigade, é o Metal Mind. É um dos melhores selos de rock, para mim, na Europa, e ali no Leste Europeu e, na Polônia mesmo, acho que não deve nada à Polskie Nagrania (que era gravadora estatal na época do regime socialista, mas ainda existe hoje. Não sei quem controla a mesma, se é capital polaco, ou é controlada por alguma major americana ou japonesa, tipo Sony, e soment manteve o nome), ou à Supraphon (Eslováquia e Tchéquia). O Metal Mind lança uma pancada de coisas, e com super-produção. Mas não somente de metal, apesar de parecer pelo nome. Eles relançaram 90% dos discos do SBB numa caixa luxuosa, cheia de sacanagens, com formato mini-LP dos discos, livro, e o cacete, chamada Anthologia. Lançaram os DVDs do Arena, Jadis, Fish, Collage, Pendragon, além de vários CDs de artistas polacos de metal, hard rock, progressivo. Ma também lançaram Cannibal Corpse, e outras tranqueiras de Death Metal e quejandos. Então, o que os gênios da Rock Brigade fizeram com a suas magníficas faculdades cognitivas: “Dã, Metal Mind lançou Cannibal Porco… Dã, então isso aqui (SBB) é metal… Dã…”. De repente o polonês nem teve culpa de porra nenhuma – só passou a informação de que estaria sendo lançado o SBB, pois tem o contato em um revista de rock no Brasil. Aí, o cidadão da Rock Brigade me manda uma dessas… Com quase 100% de certeza eu posso afirmar que deve ter isso que aconteceu. Ainda mais com aqueles cérebros ilustres de Ricardo Frazin e FSF (risos).

    Sobre a o ponto que você mencionou: “a Internet tem o discurso pronto de ser o universo da informação…”, permita-me fazer um adendo: eu adoro a Internet, especialmente porque ela é uma biblioteca estupidamente gigante, onde, se eu pudesse, ficaria HORAS lendo, colhendo informações, desvendando dúvidas seculares, vendo outros pontos-de-vista, entre outras coisas. Mas, como você disse: pode-se ter um biblioteca de Alexandria em casa, se você não for lá e abrir os livros, ler os mesmos, analisar, muitas vezes discutir, e mesmo duvidar, e procurar outros livros, ah, meu amigo, aquilo vai servir só para ocupar espaço mesmo. Tem que fuçar, ler, analisar – assim, aquele monte de informação realmente terá serventia. Senão, é como você disse: as pessoas vão ficando cada vez mais burras, acomodadas, domesticadas. E no mundo do metal, isso é praticamente regra. Vagabundo não sabe nem LER, quanto mais interpretar. E se for em outra língua, minha nossa senhora – sai de baixo!

    Sobre outros gostos e sobre de onde eu sou: sim, eu sou do estado do RJ, mas não sou carioca. Carioca é quem é da cidade do RJ. Eu sou fluminense (não o time… risos), pois sou do estado do RJ, e nasci numa pequena cidade da Baixada Fluminense. E moro distante da cidade do RJ, mais precisamente no sul fluminense (se é que isso foi preciso… risos). Mas, como você “adivinhou”? Peraí, será porque eu citei os patéticos Farscape e outros? Pode ser que você tenha sacado por isso, mas, meu sotaque não entregou, orra meu (mó da hora!) (risos). Mas, digamos, eu tive um ligação muito forte com SP (você é de SP, certo?), e até hoje eu gosto de ir fazer compras em SP e ir a shows. Mas eu já não tenho tanta paciência para shows (afinal, eu acho que estou virando tiozinho também… risos), ainda mais quando tenho que ir para um lugar e possivelmente encontrar com membros de bandas-piada como Comando Nuclear (cagalhadas de risos).

    Na boa, sem bairrismos: cara quando eu vou na Galeria, é patético aquele monte de gente que nasceu quando eu tinha 14, fantasiado de membros do Maiden, Judas ou Manowar (com “spikes and chains”, cinto de bala, etc..), ou membros do Poison, Tigertailz, Ratt (com casado de oncinha, 5 Kg de laquê no cabelo, lenço amarrado no joelho, e outras coisas). Nada contra essas bandas, como disse, eu gosto disso aí mesmo. Mas esse pessoal é muito FAKE, sacou? Porra, MUITA forçação de barra, caralho. Porra, no show que teve aqui no RJ (quer dizer, lá na cidade do RJ…), com House of Lords, White Lion e Tyketto, caralho, eu fui, os shows foram DUCA, eu nunca pensei na minha vida que iria ver um lance desses. Mas o publicuzinho… Putz, cara, eu vivo no mundo real. Tenho até meu visual, e coisa e tal, mas eu tenho que acordar todo dia 6h para ir para o trampo, e é uma realidade totalmente “off” essas papagaiadas. Eu tento manter minha sanidade – curtir meu som e ler, ver vídeos, surfar na Web, e tal. Mas esse pessoal, no dia que tiver que encarar a vida REAL, eu quero ver se vão ser TRUE. Sabe de uma coisa? Na verdade, na verdade, o que diz que um cara é TRUE é o que ele faz, e não a porra do som que ele ouve. 99% dos pregos que eu conheci na época do Death metal, hoje nem curtem som, cortaram o cabelo, muitos viraram evangélicos, e o caralho. E eu?Eu curto Winger sim. Eu curto Stryper sim. Eu curto Grave Digger sim. Eu curto SBB sim (risos), mas eu tenho 37 anos, tenho cabelo comprido até hoje, pago TODAS as mihas contas (e até algumas outras, que nem deveriam ser minhas…), não preciso dar satisfação para ninguém, e fico na minha. Eu quero ver esse pessoal TROO chegar na minha idade e poder falar isso que estou falando, e bater no peito: eu sou livre e foda-se a “sociedade”. Porque, meu amigo, ah, essa tal de “sociedade” que eles tanto criticam, não vai dar mole não.., e eu quero ver esses manés terem CULHÕES para enfrentar a mesma de verdade. Atrás da tela de um PC e com dinheiro de pai e mãe, todo mundo é “contra o sistema”. Quero ver no MUNDO REAL.

    Eu tenho culhões. É simples. Eles não.

    Bom, acho que já escrevi demais (risos). Espero que isso não crie celeuma alguma aqui no sítio.

    Valeu e abraços!

  17. Marco Txuca

    Mermão, a idéia é criar celeuma.

    Ou vc ñ percebeu q pra isso o blog serve também??

    Percebi vc ser do Rio pq desceu a lenha no Farscape e no Apocaliptic Raids. Ñ fosse isso, seria pelo “caô”, gíria q ñ é daqui.

    Mas fosse só o “caô”, eu chutaria ainda de vc ser capixaba ahaha (já q eles importam vários trejeitos daí, fora torcerem pros mesmos times, né?)

    Banda-piada: Comando Nuclear. SIM!!!

    Vc viu o post “Outro Blog Ranheta”, em q comentava do blog do amigo Tucho, q escreveu sobre esses palhaços retrô anos 80? É bem aquilo tb.

    Quanto à galera da mídia metálica mal saber outras línguas, às vezes penso q são como certos jogadores de futebol, tipo Aloísio Chulapa, Otacílio Neto, Reinaldo Angelim… aquele tipo de gente q de repente irá jogar no exterior, sem conseguir aprender a nova língua e esquecendo completamente o português tb, manja?

    E a argumentação sobre a VIDA REAL valerá uma CODA na sebunda-feira. Tenho 34, ainda cabelo comprido tb, e já achava os true ridículos nos anos 80. Os de agora conseguem ser piores. E vão virar, sim, tudo crente.

    E tudo crente chato, daqueles q só terão DUAS coisas a dizer, quando nos reencontrarem: 1) “Pô, vc ainda ouve metal?” e 2) “vc tem q se entregar pra Jesus. Eu mesmo queimei toda aquela blasfêmia e ñ me arrpendo, pq o pastor falou q eu tinha era ENCOSTO”…

    bah!

  18. Victor

    Ah ah ah! Então é para criar celeuma mesmo? Valeu, eu gosto de uma confusão também…

    Especialmente porque eu tenho 37 anos, vim de um lugar pobre pacas (em que você ouvir rock e usar visual era coisa de ET… mesmo ainda hoje!), mas não fico com essa “síndrome de coitadinho”, saca? Agora, eu esculhambo mesmo esses zé-ruelas de Farscape (bando de mané. Um dos babacas que toca naquela merda quis comprar um barulho comigo porque eu esculhambei a piranha que foi namoradinha dele, e o cara veio atazanar minha vida na Internet. Eu queria ver o pulha arrumar confusão ao vivo… como disse, atrás da tela do PC, todo mundo é machão e “from Hell”… foda-se). E no dia que esses perebas tocarem igual Forbidden, Overkill, Death Angel e Testament, eu posso até respeitar o som. Mas como pessoas, são tudo fake. Forçado demais. E adivinha? Os palermas são amiguinhos dos caras do Comando Nuclear!!! Pois é, pois é! E como eu tive uma conhecida que namorou um cara que era amigo dos caras do Comando Nuclear, as duas “bandas” estavam “jurando” me pegar quando viessem ao RJ! Ah ah ah! Só rindo.

    Vamos ver daqui a algum tempo! Vamos ver se esses caras vão ser tão TROOOOOO assim…

    Ah, e vou ficar esperando a CODA na segunda feira sobre o assunto “Vida Real”… Se eu falasse como é para mim, dva até uma novela. Mas a batalha continua. Nem a vida real me corrompe, dem o mundo miguxo atrapalha – mesmo porque eles vão acaber mesmo.

    E sobre esse negócio de “cortar o cabelo”,”virar uma pessoa séria”, virar crente, eu tenho uma penca de histórias… se a gente batesse papo pessoalmente um dia, você iria morrer de rir… São tantos causos… E parece que quanto mais eu vu chegando perto dos 40, mais idiotas eu reencontro, e falando mais besteiras!

    Valeu mesmo Marco, bom papo. Depois eu posso falar alguma coisa sobre o CUZÃO mor do RJ: Carlos “Vândalo” Lopes. Coisas que as pessoas precisam saber, de um pulha que fica posando de MESSIAS do metal na Rock Falida (você mesmo disse que o blog era para arrumar confusão… ah ah ah).

    Valeu e abraços!

    P.S.: se quiser papear algum dia via MSN, o meu é o próprio e-mail que coloco aqui.

  19. Victor

    Ah, não vi o post “Outro Blog Ranheta”, mas vou ler. Mas até imagino sobre o que vou encontrar. Esses palhaços “retrô 80” tinham que encarar um trem lotado e um dia inteiro de trabalho num parque industrial… aí eu queria ver se eles iam ter disposição para dar uma de “Paul Ballof de fim de semana” – entornando todas e fazendo merda a dar com rodo…

    Valeu!

  20. Marco Txuca

    Ah, msn ñ tenho ñ. Sou true, cara!…

    ahahah

    Falando sério: meu msn é o blog. A idéia sempre foi povoar essa bagaça, encher de comentários, e tal.

    Falar sobre Carlos Vândalo dá discussão de monte. Bora esperar segunda eu fazer a CODA pra vc lançar umas coisas?

  21. Victor

    Li o blog Plano Furado. Muito boa a fala do cara, a resenha é hilariante… É aquilo mesmo. Esse pessoal tem que acordar. Já é 2009.

    Agora, só uma dúvida… Ou eu estou ficando maluco, ou não estou mais entendendo ironias: das bandas com nome Vendetta, eu conheço duas: uma Hard/AOR, que lançou só um disco, em 1993, canadense, e eu acho magnífico; e aoutra é uma alemã de Thrash Metal, dos 80, chatinha pacas… Eu acho que ele estava zoando essa alemã, não?

    Se não for, estou ficando burro mesmo.

    Valeu!

  22. Victor

    Putz, valeu então.

    Vou deixando as mensagens aqui no blog – realmente MSN fica muito anti-TROO (risos).

    E sobre o Ex-Carlos, Vândalo de apartamento acarpetado, vou falar sim.

    Enganador da porra…

    Valeu, vou esperar o “manifesto”… risos.

  23. Marco Txuca

    Legal. Quanto ao Vendetta, francamente desconheço tanto uma como outra. O Tucho devia estar falando da alemã (é a tosca, certo?).

    Outro aparte true: o joguinho ali de melhores sons do Kreator tu ñ topou ñ??

  24. Victor

    Sim, é a alemã é a tosca. E bota tosca nisso. Sobre os jogos… Eu sempre vejo, mas às vezes não me animo de participar, porque pega algumas bandas que eu nem curto muito, e outras que, eu curto, mas faz tempo que não ouço, saca? O Kreator se encaixa nisso, eu nunca fui fã, fã… Aliás, o que eu curto de Thrash Metal (e naquela porra de anos 80, era tudo uma porrada de rótulos… Speed, Power, Thrash, Pussy metal… e no final, tudo virou Thrash…) é pouca coisa, comparada a vocês aqui… os primeiros do Anthrax, os primeiros do Testament, Forbidden, vários do Overkill, o que vale a pena do Metallica, os primeiros do Megadeth, Sabbat, e alguns outros europeus menos votados. Mas vou dar uma olhadinha nos outros jogos, OK?

    Valeu!

Comente este texto

Importante: Os comentários são moderados e por isso o seu pode demorar a aparecer. Não é preciso reenviar seu texto.