Thrash com H

CQD

terça-feira, 21 julho, 2009 por Txuca

CODA: Em 3 de Julho último discutíamos muito (embora ñ o muito q achei q renderia) por aqui sobre Mike Portnoy (Dream Theater), naquela pauta recorrente e chupinhada do “tirar o chapéu”.

Lembro de objetar contra o ilustre num argumento assim: “senso mercadológico tosco (tudo quanto é projeto paralelo ou ensaio bão parece q quer vender. Como se o MUNDO – e ñ o mundo miguxo virtual ahah – todo agüardasse qualquer rufada de caixa memorável dele pra comprar avidamente)”.

E aí, vem a notícia de sair isso:

portnoy

(dvd SÓ com as baterias do disco novo… Aff!!)

Forçado a fazer isso parece q ñ é. Alguém ganha dinheiro com isso se ñ ele? Idolatria pouca é bobagem?

Enfim.

.

PS – ouvindo mentalmente (meu som ainda ñ chegou do conserto) “Cult Of Personality” (Living Colour)

4 respostas

  1. doggma

    Esses fãs do DT… os caras compram tudo.

  2. Marco Txuca

    Comprar tudo ou ñ, nem acho o problema, uma vez q o dinheiro cada um usa como quer. Pra mim, o problema é fulano comprando pensando ser ESSENCIAL isso…

  3. Yulo Braga

    Taí um assunto, não esse desse chuchu aí, mas de um som que descobri esses dias.

    “Doctor Doctor” do UFO do “Phenomenon” 1974.

    Nesse som, das bandas dessa época, foi a primeira vez que ouvi um arranjo onde toda a banda dá a “sensação” de um “freio” no som. E o batera Andy Park, se não me engano o nome dele é esse, bate no prato fazendo um “plin plin plin”, não sei o nome dessa técnica, daí a anamatopeia hahahah.

    E essa técnica a acho muito foda!!!
    E “dois ou cinco” caras que vi gostar de fazer e saber coloco-la são: Donald Tardy e OS “Lula lélé” do “Malevolent Creation”

    Eu disse no plural pq redescobrindo os discos “tHE wILL TO kILL”, “Warkult” e “Doomsday X”(“Malevolent Creation”) percebi que o batera não é o mesmo nos 3 discos!!!
    Mas a pegada, claro na minha ignorância bateristica, é a mesma. O mesmo “plin plin plin” em vários sons.
    Aí fiquei imaginando : Ou os caras são formados como robôs nas escolas de música da vida OU existe um chefão, no caso o Guitarra Phil Fasciana, que impõe aos caras a tocarem da mesma forma.
    É possível esse tipo de coisa? ou é só ignorância minha?

  4. Marco Txuca

    Ah, legal, cara. Só ñ sei se entendi esse “plin plin plin”. Seria, tvz, nego conduzir a batida no prato ao invés de no chimbau?

    Pra exemplificar, cito a “Painkiller”, do Judas, q nas partes de solos guitarrísticos o Scott Travis faz uns “pins-pins-pins”… É por aí?

    E essa de “sensação de freio” no som? Como assim: som arrastado, é isso??

    *****

    Pra te responder a última pergunta, é possível, sim, q bateristas diferentes numa mesma banda soem os mesmos.

    Por produção e timbragem parecidas (gravarem as baterias sempre com a mesma afinação, mesmos microfones, mesmos efeitos etc.) e até tb por imposição dos “chefões” das bandas.

    O Destrúcho é assim: teve vários bateristas nos vários álbuns (e quase ninguém – nem eu – lembra o nome deles. Só se lembra do Mike e do Schmier) e parece q é o mesmo gravando em todos. Certamente o Mike ñ deixa q seja de outro jeito.

    O AC/DC foi parecido: entrou Simon Wright (hoje tocando com Dio) em “Who Made Who” e “Fly On the Wall”, depois o careca Chris Slade lá no “The Razor’s Edge” e no “AC/DC Live” e, tirando a diferença dos sons de caixa levemente diferentes, a pegada, a batida é praticamente a mesma.

    (até pq se mudar ali, deixa de ser AC/DC)

    E com a diferença do Phil Rudd, baterista original e q voltou, ao vivo, ñ conseguir fazer algumas viradinhas estratégicas q o careca fazia, sendo isso coisa mínima, q só baterista chato (tipo eu) repara…

    No exemplo oposto, se percebe no Exodus quais discos ñ foi Tom Hunting q gravou. Pq até o SOM da bateria nesses outro é diferente!

    Faz algum sentido essa lenga-lenga???

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