Thrash com H

TR3S ANOS DEPOIS…

terça-feira, 26 outubro, 2021 por Txuca

… o q ficou?

MEIA BOCA

segunda-feira, 25 outubro, 2021 por Txuca

Ñ é o mesmo q capa feia, q isso é “Dance Of Death” (Iron Maiden), “The Wörld Is Yours” (Motörhead) e “Gods Of Violence” (Kreator), fora as de ‘séries b’ e ‘c’ do metal melódico e ‘bandas Hellion’, várias outras e todas as outras listadas por aqui este mês.

A idéia é listar capas apressadas, de idéias ruins mas q parecem aqueles bootlegs gringos, discos às vezes ao vivo mal gravados (pra ‘colecionadores’) e com capas tentando pagar de sérias.

RANQUEANDO AS CAPAS MAIS BOOTLEGS DE DISCOS SÉRIOS:
(critério: das piores às menos piores artes, ñ os discos em si)

  1. “The Politics Of Ecstasy”, Nevermore
  2. “Reinventing the Steel”, Pantera
  3. “Set the World On Fire”, Annihilator
  4. “Battle Cry”, Judas Priest
  5. “Scream For Me Brazil”, Bruce Dickinson
  6. “Unto the Locust”, Machine Head
  7. “Rabbit Don’t Come Easy”, Helloween
  8. “Seventh Star”, Black Sabbath featuring Tony Iommi
  9. “Overnight Sensation”, Motörhead
  10. “Solidify”, Grip Inc.

OBS: a capa do “Live At Donnington 1992” (Iron Maiden), por ser meio paródia de capa de bootleg, ñ incluí

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ADENDO: e eis q nessa febre obtusa e oblíqua de podcasts com revelações “bombásticas” clickbaits pra promover trabalhos novos e/ou pra quem tem menos de 20 anos, aparece uma realmente reveladora: James LaBrie foi sondado pra entrar no Iron Maiden e recusou.

Sondado por Rod Smallwood em pessoa. E ñ pra fazer aquele “teste” fake.

https://www.ultimate-guitar.com/news/general_music_news/dream_theater_singer_speaks_on_why_he_refused_to_audition_for_iron_maiden__what_he_thinks_of_bruce_dickinson.html

20 ANOS DEPOIS…

domingo, 24 outubro, 2021 por Txuca

… o q ficou?

20 ANOS DEPOIS…

sábado, 23 outubro, 2021 por Txuca

… o q ficou?

MELHOR/PIOR CAPAS

sexta-feira, 22 outubro, 2021 por Txuca

Outra situação de incríveis capas ruins. E tb sem status pra uma lista de sebunda-feira. Difícil achar as boas.

A boa é muito boa. A ruim, eu escolhi a pior dentre as horíveis. É de (des)gosto.

Blaze/Blaze Bayley

melhor capa: “Silicon Messiah”
pior capa: “The Man Who Would Not Die”

30 ANOS DEPOIS…

sexta-feira, 22 outubro, 2021 por Txuca

… o q “ficaram”?

20 ANOS DEPOIS…

sexta-feira, 22 outubro, 2021 por Txuca

… o q ficou?

IT SOCKS

quinta-feira, 21 outubro, 2021 por Txuca

Ñ é assim novidade – o Jessiê já havia postado uma versão no @bangersbrasil no último Natal, eu é q ñ lembrava – mas me apareceu como novidade essa semana, pelo algoritmo do celular.

Versão paródica tecnicamente impecável (na letra, na legenda, na proposta) de “Raining Blood”. Nem um pouco MEIA BOCA ahahah

Ñ bate aquela memorável e clássica, já antiga, de “Angel Of Death” com Johnny Depp, mas achei muito divertida.

O nome da banda, ou canal de YouTube, parece ser Sock Puppet Parody, e tem muita coisa legal ali. Pantera, Metallica e outras paródias mais.

Tá na minha lista de coisas pra ver.

Recomendo pra desopilar um pouco.

ENCARTE: DEAD KENNEDYS

quarta-feira, 20 outubro, 2021 por Txuca

B.O. pra lá de conhecido, descrito no encarte de “Frankenchrist” (1985):

As you may have noticed, a crucial part of this CD is missing. On April 15, 1986, combined forces of the Los Angeles and San Fracisco Police Departments raided the headquarters of Alternative Tentacles, the offices of Mordam Records (our distributor), and Jello Biafra‘s rented flat.

Their purpose was to sieze copies of Dead Kennedy‘s ‘Frankenchrist’ LP, copies of H.R. Giger’s Landscape No. XX ‘Where are we coming from?’ poster on the grounds that it, and therefore the Frankenchrist album, were obscene.

On June 2, 1986, Jello Biafra and four other people were charged with one count each of California Penal Code Section 313.1 ‘Distribution of ‘harmful’ matter to Minors’. Each defendant faced up to one year in prison and a $2,000 fine. We chose to fight these charges on constitutional grounds, to avoid any ugly legal precedent that could then be used against other artists and news reporters.

The Frankenchrist case of the five finally went before a jury in August 1987. Charges against three of the five defendants were thrown out due to lack of evidence. After a lengthy show trial, the jury deadlocked 7-5 in favor of acquittal and the judge dismissed the remaining charges, after denying a prosecution motion for a retrial. The prosecutor later intimated that he intends to charge other musicians in the future in spite of the verdict in this case.

So the battle against censorship goes on. Alternative Tentacles has survived the onslaught of legal expenses thanks to all of you who contibuted to our defense. We thank you. For further information regarding the battle against censorship please write to the NO MORE CENSORSHIP DEFENSE FUND, P.O. Box 11458, San Francisco, CA 94101“.

CRÍTICA TARDIA

terça-feira, 19 outubro, 2021 por Txuca

por märZ

O Viper ocupou durante um tempo o posto de segunda banda de metal mais bem sucedida do Brasil, em um cenário onde o que não faltavam eram candidatos. E isso se manteve após a saída de André Matos, com o bom “Evolution”, de 1992.

Com André, se foram as tendências neo-clássicas da banda e Pit Pasarel passa a ser o principal compositor, imprimindo uma pegada mais crua, mas ainda com ótimos ganchos e refrãos. Com a incapacidade de reproduzir as partes vocais de seu cantor original, a banda basicamente muda de estilo, concentra-se no novo material e vira outra coisa. Que funciona muito bem dessa maneira. Excursionam pelo mundo todo, fazem o protocolar “sucesso no Japão” e firmam seu espaço.

E aí vem a hora do segundo álbum dessa “nova banda”. Nesse ponto, confesso que parei, nem lembro o motivo. Mas o fato é que nunca cheguei a comprar ou ouvir “Coma Rage”, só o fazendo por conta do lançamento remasterizado recente. Terminei a audição há pouco e já abri o laptop pra escrever isto, antes que o impacto desapareça.

***

Não tenho como saber o que passava na cabeça desses então jovens na casa de seus vinte e poucos anos, mas julgando somente pelo que gravaram, acho que se cansaram de uma vez por todas daquele estilo de metal com que eram rotulados, o famigerado power metal/metal melódico.

Era 1994, Sepultura e Pantera estavam estourados. O grunge era ainda muito popular por aqui. Danzig, Prong, Ministry, Paradise Lost, Helmet, Fight, também. Continuassem na linha do “Evolution”, teriam seu espaço garantido. Mas não foi o que optaram fazer.

Se a produção do álbum anterior tinha ficado a cargo de Charlie Bauerfeind, famoso por ter a mão boa com bandas com DNA ‘helloweenístico’, o produtor escolhido para o novo álbum deixava claro a direção escolhida: Bill Metoyer, o homem por trás da mesa de som de quase todo mundo na Metal Blade Records. Alguns de seus clientes mais famosos: Slayer, Sadus, Morbid Angel, C.O.C., Dark Angel, Sacred Reich, Flotsam & Jetsam, Trouble e muitos mais (a lista com produções suas no Wikipedia é assustadora).

***

“Coma Rage” é rápido, pesado, agressivo às vezes, e pouco ou nada tem que lembre remotamente o Viper original. É, realmente, outra banda. Mas uma banda que, se havia achado um espaço confortável e funcional em “Evolution”, nesse atolou na lama. A produção de Metoyer deixou tudo grosso, pastoso, direto e sem muito espaço pra melodias e ganchos, algo que Pit sabia compor tão bem.

E o curioso nessa edição em CD é a presença das demos que haviam gravado e autoproduzido, a fim de apresentar a idéia ao produtor gringo: são basicamente idênticas ao produto final.

Ou seja, a mudança foi consciente e não fruto da concepção de Bill Metoyer. Fica a impressão que tentaram ser o que não era nem nunca conseguiriam ser. Não agradou e foram perdendo popularidade aqui e lá fora. Ao ponto de, em um ato de aparente desespero, mudarem ainda mais no álbum seguinte, causando o harakiri definitivo da banda.

“Coma Rage” não é ruim, mas empalidece frente ao catálogo anterior do Viper. Vale a aquisição para engordar a coleção e discografia da banda, mas não tenho muita pretensão de ouvir mais do que uma vez a cada 18 meses ou algo assim.

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