Ventor
TRUTH BE TOLD
Nunca soube dessa: a capa original de “Extreme Aggression” (1989) era pra ser um desenho dum monstro pintando à tela um canibal comendo a cabeça duma pessoa.
A gravadora ficou contrariada, pediu pro Kreator mudar e daí veio aquela foto chôcha (mas icônica) conhecida.
Fonte: página de “Extreme Aggression” no Metal Archives https://www.metal-archives.com/albums/Kreator/Extreme_Aggression/417562
PALÁCIO DAS LÁGRIMAS
por Leo Musumeci
Por falar em variação [acho q era uma conversa minha com o Leo sobre Cólera e Ratos de Porão], eu tenho certeza que o Kreator está fazendo uma mudança tão grande quanto foi o “Violent Revolution“. Que todo mundo cobrava há muito. E tá ficando excelente.
Candidato forte a melhor disco do ano.
KREATOR NOVO
Digo sem medo:
Achei a melhor coisa da banda desde a safra “Violent Revolution“, de 25 anos atrás.
Sem harmonias archenemizadas (ufa) e mesmo com o vocal autotunado (não ligo) e bateria trigada (tb não). O clipe foda tá de brinde.
“Krushers Of the World”, disco novo, sairá em 16 de janeiro próximo, e acho bom q seja em 2026 pq nada melhor q o Coroner novo – q ainda não saiu, nem ouvi – (“Dissonance Theory”) pode sair mais este ano. Pra não me bugar.
O Kreator já anunciou ainda datas européias com Exodus, Carcass e uma outra banda nova (Nails?) abrindo. Puta merda.
RESERVA MORAL
Procurava por algo no YouTube pra postar, trombei nisto:
Claro q é pra vender pratos, mas acho incrível um vídeo desse tipo de um dos bateristas mais icônicos – e o mais discreto – do thrash metal.
Sim, qualquer moleque imitando Joey Jordison no TikTok supera tecnicamente. Mas não é disso q estamos falando. Ventor ajudou a criar o thrash metal e isso jamais será pouco.
ELE VOLTOU!
E ñ foi pq o alemão larápio me devolveu após tantos anos.
É q o dono do estúdio onde ensaio anda vendendo alguns cd’s, e este estava à disposição por módicos 15 contos. Devidamente recomprado (na verdade, ganho de presente).
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E qual ñ foi meu regozijo em lembrar das ÓTIMAS impressões de q tinha quando tive esta bagaça:
1) letras sombrias e claustrofóbicas, e várias ainda comunistas/libertárias como o Mille – digo, Kreator – jamais cometera ou fará novamente
2) refletidas tb na trinca fodida de abertura – “Prevail”, “Catholics Despot” e “Progressive Proletarians” – cacetadas dignas de apagar da memória a leseira do “Renewal” (de q gosto) anterior
3) som pesado e mais rápido, e ainda dado a INSPIRADÍSSIMOS momentos crossover, como as curtíssimas – as músicas mais rápidas, em duração, dos alemães – “Bomb Threat”, “Dogmatic Authority” e “State Opression” (esta, cover dum certo Raw Power. Alguém conhece/conheceu? Fora bônus nesta versão). E com a afinação baixada a contento dos vocais, mais roucos mas ainda insanos
4) baterista diferente na parada: Ventor saíra (ou fora saído?), entrou Joe Cangelosi, do Whiplash. Q deu uma pegada bem diversa ao som: ora soando mais grooveado (caminho enveredado sem sucesso, incipiente, tb no “Renewal”), ora repleto de bumbos e de ataques q Ventor – até dói dizer – jamais faria ou fará. Q o diga em shows recentes eles só tocarem “Lost”, a piorzinha do trampo
5) a surpresa embasbacante de eu me flagrar ainda entoando de cor 1ª estrofe e refrão da foderosa “Prevail” q, no mais, tem “momento Slayer” completamente inédito e memorável, do Mille entoando 4 estrofes duma só enfiada (em 29 segundos) sem nem respiro, no maior gás, como nem Araya em tempos áureos conseguiria
Momento tal q, se reproduzido na turnê da época, ou o deixava sem ar (sofrendo de total anóxia) ou o lesou pros dias atuais. E q se for tentado atualmente o deixará em coma. E ñ do espírito eheh
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“Cause For Conflict” acho o ELO PERDIDO do Kreator. Tivessem mantido a formatação sonora aqui exibida, tvz tivessem rendido álbuns ainda mais quilatados q os controversos “Outcast” (este, mais) e “Violent Revolution” (menos controverso). Um desperdício.
E tem a melhor capa da banda, na minha opinião.



