THRASH COM H COVER
SHAMERDA
Após ler a nota (citada uns trechos) abaixo, fiquei me perguntando se esse Shamerda ainda existia. Pelo jeito, sim.
E nota de pauta recorrente por aqui no Thrash Com H copiada por 2 motivos díspares: 1) melancolia e solidariedade com relação às vítimas da presepada; 2) satisfação em ver bandas pondo a cara pra bater e rebatendo supostos ídolos, tvz quebrando o regime de Capitanias Hereditárias dum certo heavy metal brasileiro.
(se é q os reclamantes ñ têm pretensão maquiavélica de ‘se fazerem’ em cima do ocorrido. Torço pra q ñ)
Nota tirada do www.novometal.com sobre banda do RS, Das Reich, q passou poucas e boas pra (ñ) abrir pro Shamerda numa sebunda à noite, na cidade gaúcha de Canelas:
inteira em: http://www.novometal.com/news/noticia.php?id=21144
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Na quinta-feira passada, dia 10 de junho, a Das Reich foi convidada para tocar com a banda Shaman no Positive Music Bar, em Canela, RS. Embora tivéssemos show na sexta-feira em cidade próxima, aceitamos, porque achávamos que seria mais uma oportunidade para tocarmos para nosso público na região, onipresente, e para conhecer mais uma banda, que entendíamos como decente em seus princípios. Na verdade, foi-nos informado que eles desejavam tocar por aqui e precisavam de local e público. E que a Das Reich seria uma boa banda para abrir o show.
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O horário do show foi estipulado para cedo (o bar seria aberto antes das 21h), uma vez que o dia marcado era uma segunda-feira (14 de junho), data difícil devido ao início da semana, por ser meio de mês (grana curta) e por que inverno na Serra não é brincadeira, como todos sabemos. Pois bem: elaborados os cartazes, corremos atrás de marketing, chamando o público, ligando para amigos e conhecidos, enviando e-mails, comunicando de todas as formas possíveis e imagináveis para obtermos resultados.
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No dia do show, chegamos cedo, como é praxe, para organizar a estrutura e auxiliar nos preparativos para os shows. A Shaman chegou atrasada (perderam-se em Porto Alegre – onde haviam chegado ao meio-dia – devido ao GPS…(!!!) – segundo eles próprios). Remoeram, fizeram hora, e começaram a montar o equipamento tarde. O público estava na porta, ainda, às 22h, num frio infernal, sem poder entrar, porque os “grandes artistas” não terminavam o serviço. E não estavam nem aí para o que estava acontecendo. Como se não bastasse, ainda reclamaram e quiseram nos dizer que não havíamos feito o suficiente para chamar o pessoal para o show!!! O mesmo pessoal que deixavam na rua congelando por descaso! Surpreendentemente, pronto o equipamento, viraram as costas e saíram, dizendo que tocaríamos depois deles (!!!) e que voltariam “após a janta”(!!!). Não pudemos sequer montar nosso equipamento! Nós, obviamente, discordamos, reclamamos e viramos as costas com a atitude idiota e inacreditável da Shaman, com parte da nossa banda saindo do bar às 10h45min sem que qualquer nota tivesse efetivamente sido tocada.
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Em 2º lugar, deixar o público na rua, naquele frio miserável, por descaso da Shaman, foi um desrespeito monstruoso. Alguns acabaram desistindo e indo embora. Nunca fizemos isso, discordamos da atitude e comunicamos ao pessoal do bar o que estava acontecendo, o que provocou uma ação imediata por parte do proprietário, que abriu as portas para que o pessoal entrasse e se abrigasse.
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Em 3º lugar, muitos foram até lá para a assistir a Das Reich, não a Shaman. Vieram de longe (como um dos nossos guitarristas, que viajou 80 km para vir tocar), investiram dinheiro, mesmo sabendo que teriam que acordar cedo para trabalhar no dia seguinte. E reclamaram porque não subimos ao palco. Com razão. Em 4º lugar, o que foi combinado é uma questão de palavra. Acreditamos que trabalharíamos com gente séria, e nos enganamos redondamente. A Shaman não tem respeito por ninguém, nem palavra, nem vergonha na cara. São divas que acham que podem fazer o que quiserem. Mas não podem.
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Não somos uma banda que vem de berço privilegiado. Pelo contrário, trabalhamos duro em nossas vidas particulares e damos sangue para sustentar a banda, tirando dinheiro do próprio bolso para gravar e tocar. Não temos grana para investir pesado em equipamento ou marketing. Não somos endorsees. Não temos patrocinadores. Apenas a própria banda, e nossos público, fazem com que tudo funcione, exista, e cresça.
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Por isso, não podemos aceitar esse tipo de comportamento de “estrelinhas” que acham que, porque estão numa cidade não-metropolitana, crêem que podem tratar o público e outros músicos como lixo. Na verdade, esse tipo de atitude é irresponsável e típica desses grupelhos de 3ª categoria cujas formações têm mais rotatividade que motel de beira de estrada, e que vivem sob a sombra de músicos que fizeram a banda e deixaram um nome que nada mais representa em relação à estrutura original. Acham-se a cereja do bolo, mas não passam de mais um grupinho entre tantos, que desfruta de suas horas de fama ignorando o que têm de mais importante: o público. Vão sumir, como tantas outras sumiram. E ninguém mais lembrar que existiram. Já aconteceu antes. Vai acontecer de novo.
Só um nome não faz uma banda. Jamais o fez. Tanto é fato que são inúmeras as que afundam no tempo e que vem e vão sem conseguirem se sustentar em autenticidade. O público, o banger autêntico, permanece, e sabe diferenciar o que é e o que não é verdadeiro.
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É por causa desse tipo de atitude que o cenário Heavy Metal no Brasil está ruim. Falta profissionalismo, falta respeito, falta vergonha na cara. Já havíamos passado por experiências desrespeitosas antes, cheias de promessas e nenhum cumprimento, mas nunca dessa forma. E ACABOU! Chega de ajudar a sustentar irresponsáveis.
Não temos que pedir desculpas ao nosso público. A Shaman tem que fazê-lo. Mas sabemos que não vai acontecer. Porque os “deuses do metal” não fazem esse tipo de coisa. Ainda mais com o público do interior.
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Atenciosamente,
Das Reich – Heavy Metal Band

ESCUTE SLAYER OU MORRA
Caio no risco do descrédito em falar agora q tive a idéia esses dias mesmo.
Q idéia?
A q o miguxo Yulo acabou por sugerir no post ali atrás sobre o Andreas Beijador: ranqueamento de discografias.
Até pq minhas idéias pra listas temáticas têm rumado prum esgotamento. Só havia pensado em começar a nova modalidade daqui a algumas semanas, iniciando com o Black Sabbath. Vamos com o Slayer, e o devido crédito pro miguxo, belê?
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DISCOS DO SLAYER PRA MIM:
1. “Reign In Blood”
2. “Seasons In the Abyss”
3. “Haunting the Chapel”
4. “Divine Intervention”
5. “World Painted Blood”
6. “Hell Awaits”
7. “Live Undead”
8. “South Of Heaven”
9. “Christ Illusion”
10. “Diabolus In Musica”
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CODA: passou meio batido, mas há uma pauta implícita no post sobre o Iron Maiden (“Dando Uma De Rock Brigade”), de semana retrasada. Sobre o setlist lado b ideal pra show da Donzela. Quem quiser prosseguir na idéia por aqui, sem pobrema.
DE-SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA THRASH COM H
“Sick Society”, Chastain, 2005, Leviathan Records
formação: Kate French (lead and backing vocals, electric rhythm guitars, bass, keyboards), David T. Chastain (electric lead and rhythm guitars, 6 and 12 string acoustic guitars, bass, keyboards, backing vocals, roland CR-1 guitar synth), Dennis Lesh (drums, keyboards)
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ENQUETE METALLÚRGICA
Sobre
fase Cliff (3 primeiros)
melhor: “Ride the Lightning”
pior: ñ tem
“… And Justice For All” ou “Metallica”? JUSTICE
“Load” ou “Reload”? LOAD
considera “S&M” interessante, útil ou relevante? Ñ: ENCHEÇÃO DE LINGÜIÇA
considera “St Anger” música? Ñ
mas o ouviu inteiro? INFELIZMENTE, SIM
“Death Magnetic” faz jus ao “Metallica véio”? SIM
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QUESTÕES PERIFÉRICAS:
* Cliff, Jason ou Trujillo? CLIFF
* considera Lars baterista no mesmo patamar de Dave Lombardo, Charlie Benante, Tom Hunting ou Nick Menza? Ñ
* melhor das 4 instrumentais: “Anesthesia (Pulling Teeth)” – MESMO Ñ SUPORTANDO OUVÍ-LA NUNCA MAIS!
* acha q os caras se venderam aonde? No “Metallica”
* “The Unforgiven” original, a II ou a III? ORIGINAL
* “Nothing Else Matters” ou “Mama Said”? THE UNFORGIVEN
* jurou algum dia nunca mais ouvir a banda? SIM
melhor formação: James, Lars, Cliff e Kirk
pior formação: James, Lars, Jason e Kirk
2 melhores clipes: “I Disappear” e “Until It Sleeps”
2 piores clipes: “Mama Said” e “Frantic”
2 melhores capas: “Kill ‘Em All” e “S&M”
2 piores capas: “Metallica” e “Reload”
FAUNA AFLORA
RANKING DE MELHORES DISCOS LITERALMENTE ANIMAIS:
1. “Swan Song”, Carcass
2. “Heavy Horses”, Jethro Tull
3. “Pink Bubbles Go Ape”, Helloween
4. “Snake Bite Love”, Motörhead
5. “Hot Rats”, Frank Zappa
6. “Lionheart”, Saxon
7. “Nighttime Birds”, The Gathering
8. “Weasals Ripped My Flesh”, Frank Zappa & the Mothers Of Invention
9. “Fly On the Wall”, AC/DC
10. “Mule Variations”, Tom Waits *
* já resenhado neste blog
PERDA DE TEMPO
Eu deveria imaginar q esse negócio de ficar pegando cd a 1,90 na Disconexus uma hora iria render algum mico.
Rendeu 2…
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“Dreams Of Gods And Men”, Myatan, 2008, Azul Music
Alguém por aqui já tinha ouvido falar no Myatan?
Eu (tb) ñ, e após o 1º impacto, positivo, de achar a capa bonita (bem menos saturada q a reprodução replicada acima), desconfiei se tratar de prog de conservatório e/ou metal de apartamento, após abrir o encarte e ver:
1) se tratar de banda nacional; 2) ñ ver qualquer menção a outras bandas, promotores de show ou bares nos agradecimentos (os caras certamente nunca tocaram ao vivo q ñ fosse em audição de conservatório); 3) se tratar de álbum conceitual; 4) desconhecer qualquer um dos 6 integrantes, de nome e de foto.
Acertei na mosca quando pus pra tocar, devido à compra motivada por bom gosto do baterista (Luiz Biank) q tb agradeceu a “Zappa“, fora “Deus”, “família”, “amigos” e gente anônima q teria ajudado a banda nas gravações.
“Dreams Of Gods And Men” é impecavelmente gravado e produzido, mas ñ me cativou em nada. Fosse chupim descarado de Dream Theater, Symphony X ou afins, ainda daria munição pra eu falar mal, mas nem isso… Impressão de terem tentado atenuar chupins (mesmo passagens breves, q lembram de longe coisa q já ouvi antes, parecem constar em outro tom ou andamento, pra “disfarçarem” melhor), só q tb ñ me soa trabalho de banda com cara própria.
De modo q as únicas duas coisas legais q achei foram: o vocalista (Rodrigo Loretti) q em alguns momentos tem voz parecida com a do Zak Stevens (Savatage, Circle II Circle) e a própria capa.
Tem duas semanas q peguei o álbum e ainda ñ consegui ouvir inteiro, e acho q ñ o farei, mesmo tendo posto de novo enquanto escrevo, e já estando na 5ª longa faixa anódina da vez.
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Já o Necro, por sua vez…
“The Circle Of Tyrants”, Necro, 2005, Psycho + Logical
… ñ me era completamente alheio mnemonicamente. Lembrava de ter lido nalgum lugar do Igor Caganera ter tocado com esses caras nalgum show, nalgum disco.
Pego contracapa e encarte e o vejo lá, participando da faixa “Necrotura”. Daí a surpresa aumentou e seduziu: participação de Alex Skolnick em duas faixas (“Necrotura” e a seguinte, “The Ultimate Revenge”, q tb conta com vocalista do Exhumed – Matt Harvey – inclusive co-autorando), fora participação de Vinny Appice na mesma “The Ultimate Revenge”. Caralho, quem são esses caras?
Outros sons nomeados “Carnivores”, “South Of Heaven”, “The Four Horsemen”, “The Black Wings Of Apocalypse”, além da capa inequivocadamente heavy metal, título claramente homenageando o Celtic Frost e logo creditado como sendo de Away do Voivöd, ñ me deixaram dúvida… vale 1,90 essa porra e os caras da loja ñ sabem o q vale isto aqui!
Ñ vale porra nenhuma. É um disco de RAP!
O som q poderia ser Slayer nada tem de Slayer, o de referência ao Metallica, nada tem de Metallica. Vinny Appice tocando poderia ser bateria eletrônica, o mesmo valendo pro Igor. Ah, e quanto aos solos do Skolnick? Comparecem, mas parecendo coisa de quem os fez dormindo.
(Ou sob a mira dum cano?)
Fui pesquisar: o tal Necro é algum rapper ovelha negra, freak dos freaks, q parece tratar em seus “sons” de temáticas gore, filmes de horror e apologia às drogas. Viessem as letras no encarte, ainda quiçá desse pra dar alguma chance. Ñ vêm. Ñ dá. Ñ rola. E pus pra rolar de novo escrevendo a respeito, mas como da 1ª vez, e como o anterior acima, ñ agüentarei até o final e tirarei. Tirei.
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Ambos os cd’s vão pra prateleira dos fundos, pra virar assunto a hora em q algum outro OTÁRIO descobrí-los nalguma liquidação – ou perder horas irrecuperáveis em download vão – e vier querer trocar idéia a respeito. Pode ser q nunca ocorra.
E o do Myatan, caso interessar a alguém (alô, Rodrigo!), poderei até disponibilizar nalguma futura promoção Thrash Com H. Mesmo q configurando o infalível “presente de grego”.
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CATA PIOLHO CLXXXII – “A Moment Of Clarity”: Therapy? ou Death? // “In Rememberance”: Morbid Angel ou Therion? // “More Than Meets the Eye”: Napalm Death ou Testament?






