Skip to content

15 Comments

  1. Leo
    5 de novembro de 2025 @ 09:22

    Não ouvi o Suffocation.

    Do Angra, acho que ficou a derradeira decadência. Gente no automático, cumprindo contrato, sem um bom produtor que colocasse os caras pra trabalhar (curiosamente, foi coprodutor do “Helloween” do Helloween, que acho bem bom), … Só Fabio Lione parece se esforçar nesse disco. Nas palavras de um amigo que já foi fã, é o Noé da banda, carregando uma barca cheia de animais.

    Reply

  2. FC
    5 de novembro de 2025 @ 17:03

    Suffocation não ouvi. Do Angra só conheci as músicas dos clipes e achei completamente insossas, sem pegada, no automático como disse o Leo. O produtor é o Dennis Ward, que tem baita currículo dentro desse nicho (era músico do Pink Cream 69, Place Vendome, produziu três discos do Angra anteriormente), mas nem ele deu jeito.

    Reply

  3. André
    5 de novembro de 2025 @ 18:00

    Ouvi um som desse álbum do Suffo e achei legal. Não ouvi os outros.

    Do Angra, ouvi umas duas músicas e nem lembro.

    Nem sei o que dizer.

    Reply

  4. Leo
    5 de novembro de 2025 @ 21:29

    Pergunta: Angra, dois anos atrás, já era uma ex-banda em atividade?

    Reply

    • FC
      5 de novembro de 2025 @ 22:25

      Sim, mas já era bem antes, desde quando o Kiko saiu.

      Reply

  5. André
    6 de novembro de 2025 @ 10:17

    Já é tem uns 15 anos. Pelo menos.

    Reply

  6. André
    6 de novembro de 2025 @ 10:18

    Aliás, toda banda com mais de 20 anos é ex banda em atividade.

    Reply

    • Leo
      6 de novembro de 2025 @ 13:18

      Ótima medida, André.

      Aliás, não lembro se já fizemos uma lista de melhores discos de ex-bandas em atividade (depois de 20 anos). Sairiam listas, no mínimo, curiosas.

      Reply

  7. Marco Txuca
    6 de novembro de 2025 @ 14:28

    Essa é uma frase forte. E à luz da lista de sebunda feira, ganha tônus. Mas há exceções.

    Rush, Kiss, King Crimson (q acabou duas vezes), Black Sabbath…

    Reply

  8. Tiago Rolim e Silva
    6 de novembro de 2025 @ 19:34

    Discordo Marco. Black Sabbath é exemplo cristalino disso. Durou 25 anos. Acabou em 1995. Com o Forbbiden.

    De lá em diante foi só banda cover em atividade. Hora com ozzy (tocando as mesmas 16 ou 17 músicas ad infinitum) ou com Dio. Que o destino não quis que tivesse futuro…

    Daí volta com Ozzy, sai um disco a forceps e voltam as mesmas 16 ou 17 músicas de sempre….

    Reply

    • André
      9 de novembro de 2025 @ 10:40

      O timing do acústico do Kiss é perfeitamente sintomático. Depois disso, virou baile da saudade total.

      Reply

  9. Leo
    7 de novembro de 2025 @ 08:26

    Não sou grande entendido de Kiss, então posso estar falando besteira, mas fui checar e vi que o primeiro disco deles depois de 20 anos é o Acústico MTV. Achei sintomático. Rs

    De toda forma, isso não quer dizer que não haja possibilidades de “ressurreição” dessas ex-bandas. Estou pensando no exemplo do Judas. Com todos os problemas de idade e muitas inconsistências desde a volta (Nostradamus que o diga!), desde o Firepower voltaram a um alto nível, tanto nos discos como nas turnês.

    Reply

  10. Marco Txuca
    7 de novembro de 2025 @ 12:02

    Não ter carteirinha de fã de Kiss me dá guarida de afirmar q o Acústico Mtv deles é um dos melhores feitos. Pq praticamente só de lados B. Já fizemos embate por aqui e tudo.

    Um álbum subestimado.

    Reply

    • Tiago Rolim e Silva
      8 de novembro de 2025 @ 10:27

      O acústico do Kiss é top5 dos acusticos gringos.

      Sem ordem:

      Kiss
      Alice in Chains
      Nirvana
      Elton John ( só assistam)
      Eric Clapton

      Reply

  11. Marco Txuca
    8 de novembro de 2025 @ 22:47

    Pra mim Kiss, Neil Young, Liam Gallagher (só assistam), Eric Clapton e 10.000 Maniacs.

    Mas é provável q já tenhamos listado isso. E tudo bem.

    Reply

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *