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2 Comments

  1. Leo
    27 de janeiro de 2026 @ 16:14

    Disse isso no dia e repito: tem shows que são pra curtir, e outros que são pra admirar. Esse, claramente, é um show do segundo grupo. Não tenho dúvidas que aparecerá em muitas listas de melhores do ano (faltando 340 dias).

    Fora isso e tudo que Marco já disse, algumas notas esparsas:

    1. Phelps está em processo de transição genética para se tornar o Chuck. É chocante. Não só nos vocais, mas no jeito, roupa, cabelo, … Um amigo que trocava ideia com ele na década passada pelo facebook disse que foi Masvidal quem fez a ponte.

    2. diGiorgio faz o que bem entende com o baixo – que, pelo tamanho dele, fica parecendo um banjo. É um nível de domínio bizarro. Coisa de quem pratica 20h por dia.

    3. Uma pena a bateria de Hoglan ficar atrás no palco. Mereceria primeiro plano, pq tem tanta coisa acontecendo antes que fica até difícil olhar pra trás.

    4. Som impecável desde o primeiro acorde. Como é bom ver shows assim.

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  2. André
    29 de janeiro de 2026 @ 12:27

    Banda cover justificável. Serviço de utilidade pública. Estão passando a palavra adiante. Se rolar uma próxima, irei.

    Ainda sobre o Chuck, há uns 15 anos, o Richard Christy fez uma campanha para arrecadar fundos para a gravação de um segundo disco do Control Denied que estaria pronto. Mas desde entao, nada. Parece que a família interferiu ou algo do tipo.

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