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Thrash com H
Por Marco Txuca
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28 de agosto de 2026 @ 11:08
Foi a partir desse que escancararam de vez a proposta de músicas longas. Como em todos os discos pós 7th son, tem sons no máximo interessantes, que integrariam uma coletânea ok.
28 de agosto de 2026 @ 20:54
Ficaram:
1. Uma baita resenha q o Jessie postou lá no bangersbrasil
2. O culhão dos caras em turnê tocando o disco inteiro e na ordem. O público não curtiu e quase cancelou o Maiden ahahah
3. Ficou “Brighter Than A Thousand Suns”, subestimadíssima
***
Pessoalmente em algum momento deste ano ou fim do ano passado, resolvi ouvi-lo todo. Em partes e em dias. Tirando “Different World” (pra mim, a pior faixa de abertura dum disco deles) e “Out Of the Shadows”, são todas músicas ótimas. Q – senso comum – não foram devidamente produzidas (Kevin Shirley só aperta o Rec e vaza?), pois todas muito parecidas na estrutura modorrenta e anticlimática.
Se “A Matter Of Life And Death” fosse só “These Colours Don’t Run”, “Brighter Than A Thousand Suns”, “The Reincarnation Of Benjamin Breeg” e “For the Greater Good Of God”, com “The Pilgrim” ou “The Legacy” (me perguntem por q) de bônus, seria um puta disco.
Mas não a ponto de convencer quem criou ranço da banda nos últimos 26 anos ahahah
28 de agosto de 2026 @ 21:02
“Brighter Than A Thousand Suns”: a única música por aqui, e uma das poucas dos últimos 26 anos q merece ser chamada de prog.
Tentem acompanhar e encontrar quando entra o vocal. Música em compasso estranho, elíptica e difícil. Quase polirritmica. Mas ninguém ligou.
28 de agosto de 2026 @ 23:49
Comentei na resenha do Jessie que talvez falte uma boa vontade com o Iron Maiden mais “recente”. Albuns longos, músicas prolixas que demoram a atingir um clímax, som que demanda atenção. Mas nem sempre é interessante o suficiente.
Acho que Iron é banda que prega para convertidos. Estêvão é assim e pronto!
29 de agosto de 2026 @ 16:45
Realmente é um disco estranho. Demanda tempo e disposição p entender. Mas, eu acho ele chato. Ja dei várias chances e nada.
Mas, a turnê dele é lendária. Realmente louvável. E ainda de quebra mostrou que fa de.maiden é meio coisado das ideia em todo canto mesmo…
30 de agosto de 2026 @ 09:41
Continuo achando chatérrimo! Mal lapidado, preguiçoso, burocrático, com um ou outro momento bom, pra justificar a manutenção da franquia/seita que se encontra obrigatoriamente pra reunião de pauta a cada 5/6 anos sem dar a mínima pra identidade ou pro passado da banda.
Se olharmos para o Judas nos últimos anos, ou pro próprio Iommi lançando disco novo, vamos ver que caras até mais velhos ainda querem fazer música. Não é o caso do Iron. Eles querem administrar a empresa, garantir o faturamento, abrir mercados, ampliar o dízimo, os fiéis, criar cultos exóticos,… E segue o processo de kissenização, metallicanização,… Tem tudo pra acabar de forma melancólica.