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Thrash com H
Por Marco Txuca
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1 de novembro de 2025 @ 23:30
O pior da trilogia de Quincy Jones. Aí d assim, um grande disco. Mas, mostrava que o pedofilo racista já tava se achando grande demais, p que ele realmente era…
Morro com essa tese: Michael Jackson é o maior SUPERESTIMADO da música.
Digo e provo; tirando os 3 discos produzidos por Quincy Jones, o que esse doido fez de bom?
Alguns vão falar o Dangerous, que é bom, mas milhas abaixo desse trilogia já citada.
O resto, que é bem pouco, digassedepassage, é uma mistura de ruim com vergonha alheia.
1 de novembro de 2025 @ 23:42
O último respiro criativo de MJ. Daí pra frente, foi só pra trás. Deveria ter seguido uma linha parecida de criação e composição nos álbuns subsequentes, mas aí a carreira dele já tinha ido pro vinagre.
2 de novembro de 2025 @ 12:35
Acho que o declínio da produção musical e da carreira, no caso dele, tem a ver com a cabeça do sujeito. Inclusive, o fim da parceria com quincy Jones tb me parece mais ligado a isso (portanto, é mais consequência que causa).
O cara era totalmente traumatizado e ferrado. Comparo com Elvis: sucesso brutal, lacunas fodidas na história, mas nada justifica o que fez.
Quanto aos discos, acho que está falado. Só prefiro este ao primeiro. E, quanto ao dangerous, talvez seja a primeira capa mais icônica de que me lembro. Que tinha em todo lugar e era super detalhada. Era bem impressionante pra uma criança.
2 de novembro de 2025 @ 22:33
Primeiro álbum do sósia chegado num pé de moleque. Primeiro álbum que comprei na vida ainda em fita k7. Quase uma coletânea de hits.
Mas concordo com o Tiago. Sujeito tem uma fama desproporcional ao que ele produziu
3 de novembro de 2025 @ 06:48
MJ da uma boa coletânea de 10 musicas.
3 de novembro de 2025 @ 10:22
Agora uma coisa; esse dsico não é de 1985. E sim de 1987. Tava na duvida e fui ver no meu cd. Sim, tenho os 3 de Quincy mais o Dangerous.
5 de novembro de 2025 @ 18:11
O History completou 30 anos. Ali já era raspo do tacho.