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6 Comments

  1. André
    30 de outubro de 2025 @ 15:04

    Do Pato Fu, ficou uma continuação bem menos inspirada do primeiro. E o primeiro hit da horda (Sobre o Tempo). E o cover oportunista de Mutantes pra surfar no hype. Não chegam nem na sujeira do pé.

    Do Planet Hemp, nunca gostei, então nem sei o que dizer. Sempre achei oportunista tb.

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  2. Leo
    30 de outubro de 2025 @ 17:20

    Pato Fu desconheço. E não tenho nem muito interesse em conhecer, sinceramente. Apesar de já ter ouvido que tem virtudes, não é um som que me pega. E tenho ficado mais chato e seletivo, afinal como ouvi Gian Oddi dizer, não tenho mais muita idade pra perder tempo com coisas que eu sei que não vou gostar.

    Do planet Hemp, ficou uma estréia das mais icônicas dos anos 1990 no Brasil. 3 das 5 músicas mais ouvidas da banda no Spotify são desse CD. Mantenha o respeito tem 37 milhões de audições. São ótimos números. Skunk e D2 estavam super conectados com coisas que vinham sendo feitas lá fora pra fazer esse “Raprocknrollpsicodeliahardcoreragga”
    Peso, batida, pegada, Groove, … tudo certo.

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  3. märZ
    31 de outubro de 2025 @ 09:42

    PF ficou a estreia por um selo major, que domou as pirações e tentou fazer algo minimamente palatável comercialmente. Na época eu era um entusiasta do primeiro album – que tive em LP da Cogumelo – e esperava ansiosamente pelo segundo disco. Não curti tanto quanto o primeiro e foi meio broxante.

    PH foi um fenômeno musical e social, juntamente com Raimundos. Ficou uma estreia de peso, que se não gerou imitadores, ainda assim frequentou os cd players de todo mundo no Brasil; um crossover irresistível.

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  4. Tiago Rolim e Silva
    31 de outubro de 2025 @ 16:54

    Nunca curti Patu Fu. Sempre achei chato. Até tentei, mas não rolou

    Já do Planeta Maconha, a conversa é outra. Disco clássico e perfeito.

    Quem viveu a época lembra como era massa tudo isso. Num dia o Raimundos, depois Chico Science, aí vem isso aí! Carai. Uma banda que só fala de maconha!!!!!!????? Muito massa.

    O som era novo, para os padrões nacionais. E diferente de todas as bandas citadas.

    Legalize Já é hino.

    E não envelheceu um ano sequer. Disco atemporal.

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  5. märZ
    1 de novembro de 2025 @ 06:40

    Alias, que período maravilhoso para a musica foi a primeira metade da década de 90, não? Foi certamente o mais fértil que vivi, com meus 20 e poucos anos. Muito mais que a segunda metade dos 80, marcado pra mim pela descoberta, o que também foi foda. Mas a efervescência de 91 a 96 foi algo incrível; novo rock produzido no Brasil, metal, alternativo, punk, misturas nunca feitas antes… tinha de tudo. Grande parte disso graças a MTV. Nunca vai se repetir.

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  6. Leo
    1 de novembro de 2025 @ 17:11

    O relato do Marz é ótimo gancho pra falar da MTV que recentemente acabou de vez.

    À fala dele coloco uma perspectiva geracional seguinte: se ela teve esse papel pra quem já tinha ingressado nesses universo da música, imagine pra quem entrou nele pela porta que ela abriu… Foi extremamente definidor de identidades.

    E, como havia essa profunda vinculação entre a produção estética e o modo de vida noventista, não é exagero nenhum dizer que ela definiu essa geração. E planet hemp, largamente veiculado por ela, é um dos elementos fundamentais, e não só musical.

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