agosto 2026
WES BENSCOTER
Capista estadunidense abrangente pra hoje:
- “Divine Intervention”, Slayer
- “Macabre Eternal”, Autopsy
- “Black Winter Day” (ep), Amorphis
- “Ravenous Plague”, Legion Of the Damned
- “Black Seeds Of Vengeance”, Nile
- “The Anthropocene Extinction”, Cattle Decapitation
- “End Of Disclosure”, Hypocrisy
- “De Profundis”, Vader
- “Phantom Antichrist”, Kreator
- “Exploiting Dysfunction”, Cephalic Carnage
Link pra consulta: https://www.metal-archives.com/artists/Wes_Benscoter/25567
WhatsAppin’: Iommi fala, a gente escuta https://loudwire.com/tony-iommi-new-solo-album-ozzy-interview/
Faça o q fizer, virou um estigma na vida dela, pra bem e pra mal. E não por ser mulher https://www.rockbizz.com.br/fernanda-lira-crypta-conta-que-o-cancelamento-de-2023-por-pedir-pix-para-comprar-geladeira-foi-um-choque-de-realidade/
Beijador ama Gojira https://rockcelebrities.net/sepulturas-andreas-kisser-names-the-modern-band-that-reinvented-the-art-of-the-guitar-riff/
TÄGTGREN VERSUS TYLENOL

Pain, “Rebirth”
Acho intrigante o Pain como projeto paralelo. Pq me dá a impressão de realmente paralelo, no sentido dos fãs de Hypocrisy o abraçarem tanto quanto a banda matriz.
Fruto, óbvio, da aura emanada pelo líder (das duas lojas) Peter Tägtgren e suas renomadas produções no metal extremo. E pq o fã de Tägtgren/Hypocrisy/Pain parece mais cabeça aberta q a média metaleira. Impressão.
“Rebirth” foi o segundo álbum do projeto, e mesmo q eu tivesse achado ruim, essa capa salvaria.
Acho um disco ainda incipiente do q Tägtgren faria com o Pain e um pouco derivativo, vide os singles (“Suicide Machine”, “End Of the Line” e “On And On”) e dado o ano de lançamento. Uns instantes Rammstein aqui e ali, um pouco de teclado demais (por intenção comercial assumida) e alguns refrões um pouco “felizes” demais pro meu coração peludo.
Assim: prefiro “Psalms Of Extinction” e “Cynic Paradise” discos mais claustrofóbicos lançados adiante, e daqui “Breathing In, Breathing Out” e as menos acessíveis “Parallel to Ecstasy”, “Crashed” e uma “Dark Fields Of Pain” surpreendente, com o vocal à Type O Negative.
Mas é q gostar de bandas (coisa antiga em tempos de música avulsa e anônima) tem isso de curtir a evolução disco a disco. E não dói (ops) assim.
Ô LOUCO
Por aqui meio acostumando com o tal Sun O))), de q trouxe de viagem o disco auto-intitulado recém-lançado.
Daí me deparo com esse som (mesmo), do 2⁰ álbum dos droidos (“Flight Of the Behemoth”, de 2002) e q o Metal Archives diz ser cover de Metallica:
Hum?
O q o YouTube não quer q a gente saiba é o subtítulo de “FWTBT” entre parêntesis:
“(I Dream Of Lars Ulrich Been Thrown Through the Bus Windows Instead Of My Mystikal Master Kliff Burton)”
Q foda.
E q suponho do Sr. Ulrich não ter sabido (ainda). Processou o Napster por muito menos…
BLACK PANTERA
Cine Jóia, 23.08.26
Não tem muito o q dizer desses caras q o Leo não possa melhor complementar ou q a gente não esteja vendo a olhos vistos.

Um show sem festival nem banda de abertura num domingo (dia tradicionalmente ruim pra shows aqui em São Paulo – ou estaria mudando isso?) quase sold out. Só Black Pantera, lançando o 5⁰ disco em 12 anos, “Continental“.
Q consigo dizer, sem ter ouvido antes (não uso Spotify) e sem ter o artefato à venda, q as músicas novas estão foda. E parecendo fruto de planejamento estético: se em “Ascensão” eles focaram no hardcore e em “Perpétuo” em soar mais acessíveis (à Charlie Brown Jr), “Continental” parece estar mais metal. Bora agregar os metaleiros não reaça ao rolê.
O público me parece heterogêneo e não necessariamente molecada: vi tio grisalho entoando letras. E públicos indie, de hardcore, metaleiros geração SOAD/Slipknot e pardo/preto. Todos com lugar de fala e pertencimento.
Q vinha dos sons ambientes tocados ali no Cine Jóia antes: à exceção dum Faith No More, dum System Of A Down, dum Slipknot e de “Raining Blood”, só banda de negão – Punho de Mahin, Nova Twins, Zepelim e o Sopro do Cão, Body Count, Living Colour – fazendo o aquecimento.
Curadoria.

Defeitos, pra mim, dois: 1) faltar o disco novo físico no merchan, de resto bem variado; 2) prometerem show às 19h e começarem às 19:30. De todo jeito, em relação ao segundo, foi pouco mais de hora e meia de som e papo estritamente necessário. Palestina livre incluído. Pareceu estarem querendo demais mostrar os sons novos, acompanhados dum tecladista q acrescentou bastante em ambiências e harmonias.
Outra bola dentro dos corinthianos + são paulino.
Os sons mais antigos, impressão, ficaram mais pro final e posso dizer q o repertório soou homogêneo e coerente. Charles, Chaene e Pancho estão voando e ocupando espaço.
O q é o ensejo real dessa resenha: com toda a estrutura, puta som e público agregado, vi q os caras tocaram mês passado – e DE GRAÇA – no Sesc Campo Limpo, bairro periférico daqui na Zona Sul.
Deve ter lotado.

Os caras não sobem à cabeça e parecem tocar – com condições – em qualquer lugar, de qualquer tamanho. Pq, reitero, parece objetivo deles ocupar espaços e representar públicos. Estão conseguindo sem se corromper.
Ao mesmo tempo, oponho isso ao público babaca do tal Trovão jeca, q fez mil pessoas no Sesc Belenzinho ainda este mês, de q eu vi matéria (de youtubber) com o pessoal falando em “eles vão tocar lá fora e em Português, representando o Brasil”. Putz.
Grande coisa. Massacration tocou em Londres mês passado – aliás, não vi repercussão ufanista. Faces Of Death, thrash retrô em inglês, anda com shows europeus marcados. O Chaos Synopsis já tocou fora bastante tb.
E ao mesmo tempo, tocar fora e em Português é coisa q Cólera e Ratos de Porão já fizeram demais.
E q recentemente Manger Cadavre?, Agrotóxico, Papangu (bah), Punho de Mahin (18 shows em 12 países em 20 dias no Leste Europeu início do mês) e agora o Lamento (turnê rolando de 7 shows no Japão) estão fazendo. E representando quem curte, e não bravatas patriotárias.
A fila andou: o Sepultura acabou, o Franga gigoleia otário e me parece ter muita banda por aí pra conhecer. E sem ficar produzindo conteúdo pra rede social. Black Pantera e tantos outros estão bugando a Matrix e eu acho isso foda.




