Entrevista muito boa com Jeff Walker e Bill Steer do Carcass.
Não consegui precisar de quando é, mas como não citam “SurgicalSteel”, então pode ser de um pouco antes, já q a banda tinha voltado antes. E Walker está grisalho e mais envelhecido desde ano passado.
3 pontos me chamaram atenção:
1) a honestidade com relação ao “passado glorioso” e sua mistificação. Ou desmistificação
Considerar “amador” o disco de estréia, tocar pra 10 pessoas em Nashville na “turnê” de “Heartwork“, a idéia de q o grindcore atualmente é mais legítimo de q quando Mick Harris criou o termo. A repulsa a qualquer core ou crossover.
Desapontamento com relação a capas “cartoonish” de deathmetal, como as de Ed Repka pro Death
2) a lucidez e modéstia com relação à própria banda e suposto legado
Serem melhores músicos agora não fazem o Carcass melhor. “Estávamos preenchendo um vácuo”; “Não somos mais extremos: o passar dos anos amenizou tudo o q fazíamos/fizemos”(Steer).
Concordam com terem ficado maiores – eles e o AttheGates – enquanto estavam “fora”. Mudança de opinião com relação a reunions.
Idéia de q não existiriam hoje se surgissem no atual cenário. “Nostalgia é o novo rock’n’roll” (Walker)
3) a zoeira franca com o FiveFingerDeathPunch (som pra marombeiros ouvirem na academia) e velada ao newmetal, música mainstream
***
Enfim, me empolguei e a idéia não era resenhar. Daquelas entrevistas avulsas ali pelo YouTube feitas pela Bangertv. Usufruam!
André acabou de me mandar. Não sigo o Crypta, então obrigado.
E não é a primeira vez. De outra, uma outra baterista careca fez uns shows e meio q não se comentou, ou foi bem por alto. Lembro de imagens não pegando a substituta.
Q não sei se é a mesma.
O q me pega é a idéia de q não falariam nada caso alguém não tivesse percebido. “As some you might have noticed already”.