Disco novo do Yes, “Aurora“, 24⁰, prestes a sair. Em 12 de junho.
Videoclipe de IA com Disney?
https://youtu.be/ETEGJTM6plw?si=AOUa2DRVD-Eceo5D
Achava q o nome fosse de ChrisSquire, único membro constante. E q já morreu. Alan White, “baterista novo” por 50 anos, tb já morreu. JonAnderson não foi convidado, parece. RickWakeman é meio vaga lembrança.
Nao fui ao BangersOpenAir2026. Pura birra. Grouxomarxiando: me recuso a ir a eventos q tenham Korzus e Angraverso envolvidos.
Na expectativa da cota de Angraverso ter sido preenchida nos últimos anos, pretendo ir ano q vem.
O Leo foi sábado e o post é aberto a q ele comente.
Da minha parte, e sabedouro de q nãoénecessárioir(degraça)aumshowpraresenhá-lo, bora listar algumas coisas q me foram chegando pelas redes antissociais:
1) Queria ter ido no domingo pra ver ChaosSynopsis (q parecem ter tido som e palco bons) e o Krisiun, q com palco e som fodas (amigo foi e os viu de trás do palco) devem ter impressionado.
Ainda q o pouco q vi de comentário sobre os gaúchos tenha sido banalidades do tipo “deathmetal brasileiro impressiona”. Até a quem não conhece Krisiun (direito) e teve q comentar, hum?
Doa a quem doer nessa porra.
2) de sábado parece q só teve o Korzus, 8 de 10 views eram sobre eles. Ênfase na Jéssica e todos genéricos. Teve InFlames e ArchEnemyheadliner arrebentando, mas com ênfase nos problemas técnicos mais q nas virtudes.
Pq não se pode falar q algo foi maior q o FrangaReunion?
3)ArchEnemy estreou vocalista nova e pareceram ser muito bem recebidos. Bombásticos. Telão verde e amarelo ao final com um “Tamo Junto”. Vocalista chorando emocionada, e deve ter sido impactante. Mas não pode falar q eventualmente foram do mesmo nível do FrangaReunion, quanto mais q foi melhor
Shhhhhh
4) achei legal de verdade vídeo enaltecendo o Gastão, presença (rara) e legado, feito pelo filho (adulto) e nora. É um isentão, mas tem mais serviço prestado q muito youtubber e tiktoker metaleiro. Tá no Instagram
5) não fiquei sabendo do Nevermore pq nenhum desses tiktokers parece ter chegado antes das 14h domingo pra comentar. Se disserem q nem tocaram, periga eu acreditar
Deve ser muito difícil ir de graça a festival e “não conseguir” ver tudo
6) ninguém assistiu o BlackLabelSociety ou ninguém conhecia BlackLabelSociety ou foi ruim ou foi melhor q o FrangaReunion e melhor não comentar?
Vai ver, culpa dos meus algoritmos.
7)Crypta tocou estreando guitarrista nova e tiraram onda com fãs (aham?) dando a ela RG brasileiro e carteirinha do SUS estilizada no camarim. Mas o Korzus claro q foi maior, hum?
Não vi maiores menções fora isso. Meu algoritmo tá capenga?
8)TortureSquad parece q tocou. Reza a lenda. Mayara fez participação no ArchEnemy? Então…
9)FrangaReunion me recuso comentar. Mas tá aberto espaço nos comentários. 3 vocalistas, 3 guitarristas, 1 baixista e duas baterias, a do “polvo” contendo QUATRO bumbos. Só menor q o UMBIGO do sujeito
Amanhã terá show extra dos tranqueiras na Audio. Se lotar, não me surpreende. Fã de Angra merece o Angra. Se flopar, vão chorar.
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E de verdade: me rendo a achar legal q já esteja um festival estabelecido e com datas já agendadas pra 2027. Tvz eu vá.
Tom Warrior escreveu ele mesmo o livro, nada de ghostwriter, e diretamente em inglês, uma língua que aparentemente não domina com total fluência. O mesmo menciona que fala francês e alemão como línguas nativas, mas seu inglês, apesar de bom, deixa um tanto a desejar.
Aparentemente faltou também um bom revisor. Além da narrativa truncada, às vezes excessivamente formal e formulaica, abundam erros gramaticais simplórios que poderiam ser facilmente corrigidos. Mas nada disso impede a leitura ou diminui o impacto da história.
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Tom não ficou satisfeito com “ToMegaTherion” por ter escrito o álbum inteiro sozinho, pois na época seu parceiro de composição Martin havia deixado a banda. Considerava o álbum limitado e unidimensional, pois necessitava de idéias e colaborações diversas, o que nao aconteceu (Reed e o novo baixista Dominic nao compunham).
Refletindo as influências de Fischer vindas do gótico e post-punk, o álbum soa lento e arrastado, assentando as bases para o doommetal que viria a surgir mais tarde (bandas como ParadiseLost, Anathema, MyDyingBride e Moonspell beberam muito dessa fonte). Notável que Fischer ja havia percebido algo que o Metallica em breve enxergaria com clareza: o thrashmetal era um beco criativo sem saída.
O baterista americano Reed St. Mark nunca se tornou oficialmente membro do CelticFrost; apesar de ter sido oferecido vários contratos para assinar, sempre recusou. Isso o mantinha livre para deixar a banda quando quisesse, sem nenhuma obrigação contratual, o que de fato fez eventualmente. Anos mais tarde, apos a consolidação do CF no cenario mundial e contratos de distribuição de merchandising e novos formatos de discos, processou a banda por direitos autorais passados. Perdeu.
Apesar do surpreendente sucesso de “ToMegaTherion”, Karl Walterbach liberou um orçamento baixíssimo para a gravação de “IntothePandemonium”, alugando um pequeno estúdio na Alemanha e contratando somente um engenheiro de som para a equipe.
Na época chegaram a cogitar Rick Rubin para a produção, o que nunca aconteceu. No fim, o disco foi produzido por Fischer e Ain, mas a Noise deu o crédito ao engenheiro de som sem experiência com metal, Jan Nemec. A banda detestou a sonoridade da produção e mix final. Karl odiou as músicas e disse que nao lançaria o disco e romperia o contrato com a banda. Esperava um som mais voltado a Slayer e Exodus, algo de que Fischer tentava a todo custo se afastar. No fim, para não se perder o investimento, o álbum foi lançado sem muita empolgação ou promoção (talvez por isso não tenha chegado ao Brasil, como o anterior). Seu sucesso surpreendeu a todos, menos Tom.
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Toda banda de metal tem seu nemesis, seu rival, seu inimigo odiado. O do CelticFrost era o Destruction, originários de uma cidade próxima da fronteira com a Suíça. Tinham sotaques parecidos, habitavam a mesma esfera social e se odiavam mutuamente, aparentemente sem nenhuma razão específica ou justificável. Coisa de macho adolescente imaturo, como o proprio Tom comenta no livro.
Tom em geral parece ser uma pessoa decente e profunda, constantemente exercitando auto-critica, especialmente ao relatar e analisar fatos passados que envolveram decisões suas. Nao bebia nem usava qualquer tipo de droga. De origem rural humilde e rígidos princípios familiares, foi pego de surpresa em sua primeira tour americana com a adulação dos fãs, algo ainda inédito para a banda em 1986. Após um período de resistência, eventualmente cedeu aos excessos da estrada e assédio das groupies tornando-se, em suas próprias palavras, um “viciado em sexo”.
Um dos motivos da mudança de som da banda já em “Pandemonium” e mais ostensivamente em “ColdLake” foi o descontentamento de seus membros com a cena de metal extremo e seus fãs, notoriamente agressivos e beligerantes uns com os outros e com a própria banda nos shows. Garotos subindo no palco, pisando em pedais, tropeçando em fios, derrubando microfones e partes da bateria, agarrando os musicos. Tudo isso incomodava demasiado principalmente Tom e o baterista Reed, que ansiavam por um comportamento mais comedido e a presença de mais fãs do sexo feminino.
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Junto com sua inteligência e criatividade, Tom demonstra também uma boa dose de arrogancia ao comparar sua banda com contemporâneos: ainda que tenha os membros de outras bandas com quem dividiu o palco no inicio como Exodus, NuclearAssault, Destruction, Helloween, Kreator e Voivod em boa estima (alguns menos que outros), não mede palavras ao dizer que nenhuma delas se equipara ao CelticFrost em termos de qualidade, importância e performance ao vivo.
Parceiros de turnê como RunningWild e GraveDigger são descritos como caricatos e ultrapassados (isso ainda em 1987!). A unica banda citada totalmente em tons positivos é o Anthrax, destacando a amizade e camaradagem entre eles. Metallica é brevemente mencionado com reverência, principalmente pela mudança em seu som a partir do “BlackAlbum”.
Alem da manutenção de sua integridade artística, a única coisa que parece nao mudar na vida de Tom Warrior, aparecendo constantemente por todo o livro, é seu ódio por Karl Walterbach. E aparentemente era recíproco.
“Viver é mudar, seu imbecil! Se você nunca mudou na vida, você nunca viveu” – Totonho
Aí tô eu vagabundeando no YouTube e me aparece um SistersOfMercy IA:
E não só esse som, pelo menos outros 4 ou 5. Ou 6, parei de contar no 6⁰.
Assumidamente IA e homônimos de músicas inéditas deles tocadas ao vivo nos últimos anos e sem lançamento oficial. E aí a coisa fica surpreendentemente foda.
Versões assumidamente ruins (o vocal nessa parece o cara do TheMission com o vocal do Moonspell fanhos) e assim descritos por seu “criador”:
Even better than the real thing? Absolutely not, but the band simply refuse to release proper studio albums since 1990.
Don’t drive on ice is another unreleased song. Music and lyrics: Christo/Eldritch/Smith
Remixed with ai tools by Heroldmusic
Note: if the band release a official version of this song then I Will delete this ai version