Thrash com H

1º SOM – 1º ÁLBUM

sexta-feira, 12 abril, 2019 por Txuca

Tool

1º som: clipe de “Sober”, Mtv Brasil, anos 90. Curti, mas ñ empolguei. Ñ fui atrás. E desconheci completamente o fato de serem uma cult band até recentemente

1º álbum: “Undertow”, comprado a 15 conto em sebo há uns 10 anos, importado e com a caixinha quebrada. Mais pela oferta q pelo som. Aproveitando o ensejo de conhecer melhor o trabalho.

Ainda estou a digerir. Meshuggah já foi, Zappa é tarefa duma vida. Em caso de persistirem os sintomas, um Ramones pra desintoxicar. Vamos q vamos.

POST EM DUAS PARTES, I

quinta-feira, 11 abril, 2019 por Txuca

por märZ

Estava reparando que alguns dos meus álbuns favoritos de artistas que admiro não são necessariamente considerados entre seus melhores trabalhos. Alguns foram muito criticados por serem comerciais, outros por serem fracos e outros tantos, simplesmente equivocados.

Não que eu os ache fantásticos, mas tenho por vezes uma relação afetiva com esses álbuns, muitos deles descobertos décadas atrás, ainda na era dos LPs, quando pouco chegava até nós. Então qualquer coisa virava ouro, devido à raridade. Eis alguns de que me lembro agora:

Judas Priest: “Ram It Down”

Feito com as sobras do álbum anterior, que por sua vez já não foi grandes coisas. A produção é limpa e cristalina demais e o som não tem peso nem graves. Mas curto muito algumas músicas e acho que funcionariam muito bem ao vivo. E Halford está cantando muito.

At War: “Ordered to Kill”

Tosqueira de estréia desse trio terceira divisão da Virgínia. Curtia muito seu som limitado, bem calcado em Motörhead. Música burra, porém honesta.

Ozzy Osbourne: “The Ultimate Sin”

Alguns consideram este o ponto mais baixo da carreira solo do Madman, e talvez até seja. Foi o primeiro álbum inteiro do Ozzy que tive e ouvi, ainda em cassete original. Tem algumas boas canções: o que mata mesmo é a produção da época, tentando transformar seu som para o gosto do público hair metal.

Rolling Stones: “Dirty Work”

Stones tentando sobreviver aos coloridos anos 80 e à dominância da new wave. Mas o álbum nada tem de feliz, e notoriamente Mick e Keith nem estavam se falando durante sua composição, gravação e tour que sucedeu. Tem uns climas meio sombrios e traz a guitarra de Keith bem pesada em alguns momentos. Como bônus, solo não creditado de Jimmy Page em duas músicas.

Kiss: “The Elder”

Quando coloquei minhas mãos nesse LP, só conhecia então “Creatures Of the Night” e a coletânea “Kiss Killers”. Apesar de toda a controvérsia que o acompanha, acho um bom álbum, com passagens bem pesadas, quase heavy metal. Não soa como Kiss, e talvez por isso seja tão interessante.

AC/DC: “Fly On the Wall”

Primeiro LP da banda que tive, e ouvi muito. Talvez as composições não sejam muito inspiradas, mas as guitarras estão rasgando tudo e o vocal de Brian Johnson nunca esteve tão esganiçado.

Titãs: “Tudo Ao Mesmo Tempo Agora”

Disco maldito da banda, vindo na seqüência de três clássicos. Duro, pesado, distorcido, ácido, cheio de palavrões. Ninguém ouviu, as rádios não tocaram, mas comprei assim que saiu e ouço até hoje.

Motörhead“Another Perfect Day”

Eu até entendo a implicância com esse disco. É bem diferente do que se esperava na época de um álbum da banda. A guitarra e o visual de Brian Robertson mudaram a identidade do trio, mas as músicas são excelentes. Diferente, sim. Ruim, não. As canções têm gancho e swing, e desde quando isso é um problema?

ENCARTE: PRIMUS

quarta-feira, 10 abril, 2019 por Txuca

Causas, razões, motivos e circunstâncias de “Suck On This” (1989) descritas pelo próprio Les Claypool em sua versão relançada (remasterizada?) (2002):

“In late 1988 we decided to put out a record to the ever-expanding mass of Primus followers that hovered around the Bay Area. Opting to avoid the big labels and the endless compromises that they wanted from us at that time, we borrowed three thousand dollars from my father, recorded a couple of live shows and printed up one thousand copies of Suck On This, our first album. Though the band was formed in 1984, the incarnation on Suck On This had only been playing together for about two months. The shows were recorded by the then eighteen year old Matt Winegar on an old Tascam quarter inch eight track Porta-Studio, and mixed onto a Hi-Fi VHS video cassette. Suck On This launched Primus on what has been an incredible career and the album is a testimony to what can be accomplished with limited resources if the initiative is there.

Thanks for the support, Les Claypool

ESTAÇÕES NO ABISMO

terça-feira, 9 abril, 2019 por Txuca

As coisas andam esquisitas por aqui. Q é capital. Imagina na Copa.

Público: procura-se.



Quanto ao bailão abaixo, cabe lembrar aos mais novos q Jesus Jones ñ faz o mesmo tipo de som de Rotting Christ ou Impaled Nazarene, hum?

Vai q alguém se engana.

Vai q alguém vai.

A 7 CHAVES RELOADED

segunda-feira, 8 abril, 2019 por Txuca

Em 13.09.10, postei “A 7 Chaves Guardadas?”, ranqueando os discos do Helloween pra mim à época. Naquele tempo, tinha parado em “Gambling With the Devil” e ñ tinha ainda os 4 últimos lançados. Refaço, atualizando.

  1. “Better Than Raw”
  2. “Pink Bubbles Go Ape”
  3. “The Time Of the Oath”
  4. “Live In the U.K.”
  5. “The Dark Ride”
  6. “7 Sinners”
  7. “Master Of the Rings” – disco bônus
  8. “Keeper Of the Seven Keys 2”
  9. “Gambling With the Devil”
  10. “Keeper Of the Seven Keys” 

30 ANOS DEPOIS…

sábado, 6 abril, 2019 por Txuca

… o q ficou?

EMBATE

sexta-feira, 5 abril, 2019 por Txuca

versus

VORSPRUNG DURCH TECHNIK

quinta-feira, 4 abril, 2019 por Txuca

Ainda ñ li a letra. O som, ñ curti tanto. Mais do mesmo.

Mas essa porra desse clipe, ainda mais nessa hora em q “gente” eleita (aspas e minha resoluta recusa em chamar de “presidente”) e tornada ministerial caga pela boca sobre “nazismo de esquerda”, menino abrir porta, menina ganhar flor, “universidade ñ é pra todo mundo” e etc.

A porra desse clipe, repleta de referências (inclusive ao grupo Baader-Meinhof?), super produzido ao extremo, tvz seja o q a presente zeitgeist mais precisava. Sei lá. Como me recomendou o amigo Leo: “os caras se propuseram a fazer uma síntese estético-histórico-cultural de um país complexo pra caralho como a Alemanha, e DEU CERTO!”

Ou ñ. Quem vai aguentar ver clipe de 8 minutos? Temos tempo para tal tipo de polêmica?

Já tem vídeo entregando as “referências” mastigadas.

O q acho, por hora, é q o Rammstein acertou. Mesmo q o zeitgeist seja outro agora. Bem pior. Os caras progridem, nós aqui só regredimos. Cada vez mais, ainda mais nos últimos 3 meses. Mitando e andando. Puta q pariu.

OBS: se o link ñ abrir, é pq o You Tube tá considerando impróprio pra menor. No celular, consegui abrir e ver.

ENCARTE: ABBATH

quarta-feira, 3 abril, 2019 por Txuca

Jogando merda e muito rancor no ventilador na página central do encarte de “Abbath” (2016):

TO THE MIGHTY HORDES OF IMMORTAL!… DIE HARD!

NETFLIX/MATRIX

terça-feira, 2 abril, 2019 por Txuca

Ñ tenho Netflix, por isso ñ assisti ao tal “Lords Of Chaos”.

Mas os amigos aqui q assistirem, podem contar por aqui. De minha parte, só uma sugestão de anúncios pertinentes eheh

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