Thrash com H

SCARS

sexta-feira, 7 fevereiro, 2020 por Txuca

versus

THE MAIN MONKEY BUSINESS

quinta-feira, 6 fevereiro, 2020 por Txuca

Com menos saco q Tammy Gretchen e Carlucho Bostonaro juntos de comentar os tais xingamentos de Gloria Sharon Osbourne Cavalera pra cima de Derrick Fumaça. A real é q nem li.

E com menos ainda pra reiterar o padrão. Já aconteceu da última vez em q o Sepultura estava pra lançar disco novo. Nem fui caçar o link antigo pra linkar aqui agora. Nem o da treta atual (deve estar no whiplash). Reitero minha suspeita de q tudo é armado, ajeitado, combinado. Coca-Cola concorrente da Pepsi. Simbiose. Um “lado” ñ vive sem o “outro”.

E quem perde? O público q se animar com o Sepultura novo (“o baterista é foda, meu”/”melhor da fase Derrick”) e for a show pra ver a banda tocar quase só Sepultura da “era Max”; a molecada q for a show do Soulfly q vier pra cá (Claustofobia abrindo?) e tiver o Igggggor participando e tocarem 1/3 de setlist de Sepultura velho mal tocado.

Mas fiquem à vontade. De diferente só tenho a acrescentar uma indagação:

Derrick, um inocente útil?

VITAL SIGNS

quarta-feira, 5 fevereiro, 2020 por Txuca

Gratidão salpicada de auto-flagelação carinhosa, de reconhecimentos devidos e de agressividade rústica assinada coletivamente pelo Celtic Frost no rabicho do caudaloso encarte de “Monotheist” (2006):

GRATITUDE

As we lowered our hands to test the frozen ground to be traversed soon again by this group of moribund creatures collectively known as Celtic Frost, we were able to do so only due the amity, grace, and loyalty of those who believed, a few of whom have done so for two decades and more. It is to these faithful, then, who stood by our side these past intricate years, that we consecurate this work. It is no longer ours, it is theirs, and we are proud to bestow it upon them, as we continue to thread our path in their hallowed presence. Those who opposed, those who interfered, those who lacked faith, may they remain in the darkness of this forest called ‘humanity’ and continue to decay in ignorance.

Nihil verum nisi mors

DIGITAL MAN

quarta-feira, 5 fevereiro, 2020 por Txuca

10 anos depois… o q ficou?

LIMELIGHT

terça-feira, 4 fevereiro, 2020 por Txuca

40 anos depois… o q ficou?

CIRCUMSTANCES

terça-feira, 4 fevereiro, 2020 por Txuca

Som imaginário, disco fake. Obviamente.

Mas sei lá até quando. Às vezes temo q com esse consumo avulso de músicas, downloads por vezes sem contexto/cronologia e vídeos no YouTube mal informados, chegue o dia de alguém JURAR q o “disco” acima foi lançado…

SUPERCONDUCTOR

segunda-feira, 3 fevereiro, 2020 por Txuca

RANQUEANDO FAIXAS-TÍTULO DO ANNIHILATOR:

  1. “King Of the Kill”
  2. “Set the World On Fire”
  3. “For the Demented”
  4. “Suicide Society”
  5. “Refresh the Demon”
  6. “Never, Neverland”
  7. “Criteria For A Black Widow”
  8. “Carnival Diablos”
  9. “All For You”

PS: ñ incluí “Alison Hell” pq o disco chama “Alice In Hell”. Nunca entendi.
PS 2: ñ incluí “Annihilator” pq ñ está no disco “Annihilator”, mas no “King Of the Kill”. Vai entender.

MYSTIC RHYTHMS

sexta-feira, 31 janeiro, 2020 por Txuca

20 anos depois… o q ficou?

CHAIN LIGHTNING

quinta-feira, 30 janeiro, 2020 por Txuca

Nem Ginger Baker, nem Keith Moon. Tampouco Carmine Appice. Muito menos John Bonham. Quem começou com essa história de 2 bumbos na bateria foi um certo Louie Bellson, nos anos 50.

Daquelas coisas q ñ entendo: chega pra mim um solo desse cara, datado de 1957, pelo YouTube do celular, prodigioso tb q é em me indicar talk shows dos EUA (Jimmy Falon, Ellen DeGeneris etc.) e uma repórter incrivelmente deliciosa de Miami q entrevista seus convidados com os peitos (ñ peitões) quase de fora. E q ñ consigo lembrar nome… Jenny alguma coisa.

Mas estou divagando.

Normalmente ñ curto solos de bateria. Só o de Ian Paice em “The Mule” (do “Made In Japan”) e os de Neil Peart, mesmo os achando um tanto extensos nos últimos anos.

No entanto, posto o vídeo acima tb pra tentar exorcizar algum mau agouro pra cima de mim, tocador de bateria q sou, nessa onda recente de mortes de bateristas: Ginger Baker, Neil Peart, o do Cynic, o do Corrosion Of Conformity… Tá foda.

Ano apenas começando. Apenas começando…

LESSONS [ENCARTE: FRAMESHIFT]

quarta-feira, 29 janeiro, 2020 por Txuca

Referência bibliográfica do conceito de “Unweaving the Rainbow” (2004) do prog projeto com vocal convidado, há quase 12 anos resenhado por aqui. Em: http://thrashcomh.com.br/thrash/2008/11/vale-5-conto-2/

Prof. Richard Dawkins is one of today’s leading neo-darwinist writers. He holds the Charles Simonyi Professorship of Public Understanding of Science. His books, which include ‘The Selfish Gene’, ‘The Extended Phenotype’ and ‘The Blind Watchmaker’, have changed evolutionary thinking forever. The title of this album comes from his book by the same name. In the book, he argues that simply because one ‘unweaves’ the rainbow and explains what it is and how it comes into being, it is no less magical. The explanation is even more fascinating than the myth. Each song on this album is based on a chapter out of one of Dawkins’ books. For example, his book ‘Climbing Mount Improbable’ gave birth to “Spiders”, “Message From the Mountain” and “La Mer”. These songs can only hint at the complexity of the chapters they are based on – they do not attempt to be a summary of Dawkins’ ideas“.

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