Thrash com H

EMBATE 3

sábado, 21 maio, 2022 por Txuca

versus

20 ANOS DEPOIS…

sábado, 21 maio, 2022 por Txuca

… o q ficou?

O PURO CREME DO MILHO 2

sexta-feira, 20 maio, 2022 por Txuca

Vc consegue citar a melhor música do Ratos de Porão?
(pode ñ ser a preferida, pode coincidir)
(apenas uma resposta aceitável)

Pra mim, “Aids, Pop, Repressão”.

50 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 19 maio, 2022 por Txuca

… o q ficou?

30 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 19 maio, 2022 por Txuca

… o q “ficaram”?

ENCARTE: PINK FLOYD [2]

quarta-feira, 18 maio, 2022 por Txuca

Dando seqüência – iniciada em outubro passado – a depoimentos dos envolvidos nas paranóias, tretas e acordos envolvidos na época de “The Wall” e turnê floydiana subseqüente, eis o de Nick Mason em “Is There Anybody In There? – The Wall Live (1980-81)”:

What gripped me first about The Wall was the narrative idea. I often think that a thematic peg is the hardest thing to come up with for project like our’s, yet for The Wall it was complete and powerful from the beginning.

I’ve never felt as outraged as Roger was by our audiences because, as a rule, drummers don’t get outraged. In some ways I was alarmed by Roger‘s original theatrical idea, which involved playing practically the whole show behind a wall. Fortunately, he altered that initial conception in development.

The Wall is Roger‘s story and much of its power was generated by his personal experiences, but there were always enough instantly recognisable elements in those to give the piece a broad appeal. Not all of us have lost a father in the war, but most of us have been treted badly at school at one time or another. These elements of common ground certainly play a part in its continuing success.

I have to say that the show itself was ground breaking. Most rock’n’roll is conducted by the basis that there are various personalities in a band who want to show off onstage. There’s nothing wrong with that, but Pink Floyd was always more interested in theatrical presentation than in promoting, as stage personalities, its individual members. This subordination of the band to images which relate to the music was always a feature of our work and The Wall in performance was the summit of that development. It pushed rock shows another step in the direction of pure theatre. Nor was this only a matter of building a wall. All through the show there were radical theatral gestures. The opening song, for example, ‘In the Flesh’, appeared to audiences to be performed by Pink Floyd when in fact what they were seeing was the surrogate band wearing moulded life masksof the real band’s faces. This only became apparent after the surrogate band was dramatically ‘frozen’, lowered out of sight, and, as the lights went back up, the real Pink Floyd revealed behind it.

One of the great things about being in a successfull band is that you are able to work with people who are the best in their respective fields. Gerald Scarfe, Mark Fisher, Jonathan Park, James Guthrie… everybody was top notch and so were their contributions.

It was a brilliant team. The team members might occasionally have fought amongs themselves, this is always the case, but there was great co-operation and development. There had to be. It was a long recording process, with a long process of performance afterwards. The work load was immense. Often, when the pressure became huge, people divided up into little groups to do different things. Dave, for instance, might record the guitar parts in one studio and Roger would go off to do the vocals in another.

This had absolutely nothing to do with how people were getting on with one another. It was pure expendiency: how the hell can we best get through this colossal schedule? My satisfaction at he time was entirely in the work. All of us enjoyed doing it despite the pressure. There was a single-mindedness which operated over a considerable period of time.

What is immensly satisfying to me now is The Wall‘s obvious longevity. People still talk about the shows and the CD goes on selling. Most rock music is ephemeral, but The Wall apparently isnt’. That’s surely some testament to the power of its ideas, the power of its music and to its power as a piece of extraordinary theatre“.

666

quarta-feira, 18 maio, 2022 por Txuca

Tá inelegível? Presa ainda?

CINQUENTA filhos adotivos. CASOU com um e o fez assassinar o ex-marido.

Chupa, black metal norueguês. Varg poser.

Minha ação direta antifascista de ontem: comprei. Risquei a mídia, joguei o “conteúdo” todo em lixeiras na rua e fiquei com a caixinha. Recomendo a todos.

Crom abençoa.

CANNIBAL CORPSE

terça-feira, 17 maio, 2022 por Txuca

Carioca Club, 14.05.22

E eu nem lembrava mais como era ver um show.

Muito menos como escrever sobre um. O último tinha sido em 13 de março de 2020 (aquele festival com D.R.I. fechando, no próprio Carioca), véspera de quarentena decretada por aqui. Por isso começo por aresta periférica, embora essencial:

Turnê latino-americana ainda ñ encerrada. 20 shows em 26 dias. O de sábado, o 8º em 10. A ñ ser q haja um backing track perfeito, como é q o pescoçudo George Corpsegrinder Fisher agüenta?

Assim: é o destaque do show. Tecnicamente falando, presencialmente tanto quanto. Até pq os outros todos ñ se mexem ou interagem com o público (Rob Barrett, meio hippie velho, às vezes acenava em fim de música. Mas podia ser pra distencionar a munheca). De minha parte, minha atenção ficou focada em Fisher o tempo todo.

“O Freddie Mercury do death metal”, segundo Björk? Sim. O melhor gutural do metal, e já tem tempo.

***

Tem presença e carisma tb. Entraram no palco, ñ falou um “a”: simplesmente apontou pro peito – usava camiseta do Krisiun – e a galera ovacionou. Só foi dar um primeiro alô já era passado o 4º ou 5º som. E tudo bem.

Erik Rutan tb “vestia” Krisiun e a camisa do Cannibal Corpse como se estivesse na banda desde sempre. Pat O’Brien ficou pra trás mesmo.

Platéia chamou atenção pelo monte de mulher. Linda. Presente. Muitas acompanhadas, mas distantes do “namorada de headbanger só acompanhando”. Berrando junto, fazendo air guitar e reconhecendo os sons, o q meu Google insistia em ñ conseguir identificar ahahahah

Quando foi q as mulheres começaram a curtir death metal? Acho q estava ouvindo Meshuggah e ñ percebi.

Fisher percebeu isso (do mulherio) e fez uma graça. E dedicou a elas “Fucked With A Knife”. Politicamente incorreto? Tvz. Mas ninguém ali na platéia era serial killer (acho), então deixa quieto.

Estava tão “destreinado” em show q ñ reparei a hora q começou (foi pouco após as 20h) e em q terminou (provavelmente às 21h30. Pq 15 minutos depois já estava no metrô, mandando aúdios e fotos pra amigos no celular ahah). Considerando q foi uma hora e meia total, posso atestar:

a banda é uma máquina de moer carne. Precisão técnica, sem saída pra bis, tocando direto o q pareceram 18 sons. Às vezes ficado no escuro entre som e outro, sem ninguém vindo ao microfone pra nos “entreter”. Algo q pode chatear um ou outro.

Mas, considerando q o pescoçudo ñ tem backing vocal em nenhum momento, é o q parece a rotina deles em palco.

***

Reconheci alguns sons, por serem anunciados – “The Wretched Spawn” e “Unleashing the Bloodthirsty” – outros por captar o refrão – “Evisceration Plague” e “I Cum Blood” (senti falta do “backing Google female voice” em português ahahah) – outros ainda por ñ me recordar q existia, e me surpreender: “Devored By Vermin”. Foi absurda, e parecia mais alta. Pq a galera cantou junto.

Melhor música do show. E já era a 15ª.

Rolaram uns papinhos ainda, Fisher perguntando se queríamos ir pra cama dormir, elogios ao Krisiun, agradecimentos do tipo “I love you, without you ñ haveria Cannibal Corpse etc. – e nada de pagar de meiguinho hipócrita-Hetfield. Até pq ñ se registrou nascimento ou aborto durante o show.

Até onde soube.

***

Rodas aconteceram do meio pro final. Com mulherada entrando junto.

E, acabando a última nota da última música (adivinhem?), entrou um áudio dum som country (Google captou: Charley Crokkett) falando de balada de sábado à noite ahahah

Galera ñ ia embora, meio esperando (em vão) um bis, meio sabendo q ñ viria, mas impactada com tudo e demorando a assimilar a pancadaria. E eis q Fisher volta ao palco pra dar risada, dublar os country, jogar palhetas e set-lists pro pessoal, e ainda toalhas molhadas (se secava à Elvis Presley e as jogava prum povo q as disputou).

(gore, né?)

Fui lá pra frente tb, pra ver se fotografava um set-list, achava alguma palheta, baqueta, perna necrosada ou dedo desmembrado, mas só achei um anel. Sério.

Um puta show. Suficiente pra q um terço dos meus encostos tenham dissipado naquela atmosfera suada e atordoada, mas nunca ominosa. Voltei moído pra casa, com camiseta comprada na porta e pensando q se tocassem domingo, eu voltaria.

PS – sobre banda de abertura, apenas digo: inveja do pessoal em BH q teve o Test abrindo.

Set-list: 1. The Time to Kill Is Now 2. Scourge Of Iron 3. Inhumane Harvest 4. Code Of the Slashers 5. Fucked With A Knife 6. The Wretched Spawn 7. Gutted 8. Kill Or Become 9. I Cum Blood 10. Evisceration Plague 11. Death Walking Terror 12. Necrogenic Resurrection 13. Condemnation Contagion 14. Unleashing the Bloodthisty 15. Devoured By Vermin 16. A Skull Full Of Maggots 17. Stripped, Raped And Strangled 18. Hammer Smashed Face

bis“: 1. Saturday Night 2. Welcome to the Hard Times 3. Run Horse Run

FEATURONG

segunda-feira, 16 maio, 2022 por Txuca

TOP 10 PIORES PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS:

  1. Black Sabbath, “The Illusion Of Power” [“Forbidden”] feat Ice T
  2. Motörhead, “I Ain’t No Nice Guy” [“March Ör Die”] feat Ozzy Osbourne
  3. Megadeth, “A Tout Le Monde (Set Me Free)” [“United Abominations”] feat Cristina Scabbia
  4. Nirvana, “Plateau”/”Oh Me”/”Lake Of Fire” [“Mtv Unplugged”] feat Meat Puppets
  5. Sepultura, “Lookaway” [“Roots”] feat Mike Patton, DJ Lethal e Jonathan Davis
  6. Korzus, “Evil Sight” [“Ties Of Blood”] feat André Matos
  7. Sepultura, “Politricks” [“Nation”] feat Jello Biafra
  8. Anthrax, “King Size”/”Riding Shotgun” [“Stomp 442”] feat Dimabag Darrell
  9. Metallica banda de apoio de Lou Reed [“Lulu”]
  10. Ramones, “Substitute” [“Acid Eaters”] feat Pete Townshend

bônus: Sebastian Bach fazendo backings em “Out Of Time” e Traci Lords em “Somebody to Love” (todos os 3 inaudíveis) no mesmo “Acid Eaters”.

bônus off-metal vergonha alheia monstra: Rita Lee, “Mania de Você” [“Acústico Mtv”] feat Milton Nascimento

ADENDO: e esse negócio q James Hetfield chorou e emocionou em BH? Ñ ponho nem link, por birra. Coisa de verdade ou media training?

ADENDO 2: criadores visitando criaturas. Isso pra mim é destaque. Divertido demais. https://blabbermouth.net/news/rushs-geddy-lee-and-alex-lifeson-watch-primus-perform-a-farewell-to-kings-in-its-entirety-in-toronto

30 ANOS DEPOIS…

domingo, 15 maio, 2022 por Txuca

… o q ficou?

« Previous Entries Next Entries »