Thrash com H

UM OUTRRRO, Ñ AQQQUELE

terça-feira, 15 setembro, 2020 por Txuca

Algoritmos do celular funcionando como ego auxiliar, me prestando ótimo serviço de prospecção de novidades e/ou maluquices. Q a da vez abordo aqui em 3 perspectivas:

I

O vídeo acima aparece pra mim. Fácil cair na sugestão, meio dando pra entender um certo povo q engole fake news e agora tem medo de q tirar a temperatura em supermercado vai fazer com q as pessoas consigam acessar dados bancários q temos na cabeça…

Sim e ñ. Ninguém aqui é idiota nesse quilate.

Mas enfim: vi o nome, tem um logo q me lembrou o ‘S’ do Sepultura, e o barbudo aí até me pareceu aquele Igggor. Pra completar, ainda tocando bateria. Fácil chegar por aí – caso o metal tivesse a popularidade dum gênero “universitário” subcelebritístico – e cravar “ó, a banda nova do baterista do Sepultura.

Q nem é mais baterista do Sepultura há 14 anos.

Ñ é aquele Igggor. Pq é Igorrr. Nome fantasia dum francês maluco.

II

Nome do sujeito: Gautier Serre, 36 anos. Nem velhão, como eu, nem moleque millenial. Tem 4 discos (um recém-lançado, “Spirituality And Distortion”) e 2 eps já lançados. Nunca tinha ouvido (falar). E fora a maluquice sonora, me chamou atenção a mistureba organizada. Orgânica. Ñ é um bando de referências juntadas abrupta e randomicamente, via Pro Tools ou sei lá o quê.

Ele e os músicos envolvidos sabem (ou fingem bem saber) tocar. Claro q ñ fiquei ouvindo muito, então ainda ñ enjoei; como acontece com vídeos de paródia ou de covers bizarros. Mas isso aqui ñ parece paródia, e sim alguém q integra diversos estilos e instrumentos de modo bastante peculiar. Com assinatura.

(achei engraçada e pertinente uma descrição – nos comentários – desta “Cheval”: industrial death polka ahah)

Como foi quando o Faith No More apareceu com “The Real Thing”. Mistura, mas numa pegada própria. Será q a tecnologia e o tanto de informação disponível estaria começando a render bons frutos?

Outro aspecto ainda: sobretudo no “Downgrade Desert” primeiro acima, o tanto de comentários com a diversidade de referências citadas (“Mad Max”, Darkthrone, vídeos soviéticos e filmes apocalípticos variados) me pareceu bem positivo. Banda/artista repleto de referências, público-alvo tanto quanto.

III

Videoclipe. Quem ainda assiste videoclipe? Quem ainda produz videoclipe? Tem retorno financeiro? Ñ parecem baratos nem um, nem outro, nem o acima.

Teria ficado mais fácil fazer, daí tantos disponíveis? Muita gente formada no campo do audiovisual querendo mostrar serviço? Tantos do próprio Igorrr, q nem vi mais q estes 3. Mas q suponho terem a mesma qualidade.

Mentira: vi 4. Tem um outro som, “Parpaing”, filmado em estúdio, com participação nefanda de George Corpsegrinder Fisher. Mas ñ vou postar, pq senão o post fica muito extenso.

E pra incentivar o pessoal aqui a fuçar o YouTube. E discutir essa maluquice toda. Ou ñ.

ANOS 70 (1970-79)

segunda-feira, 14 setembro, 2020 por Txuca

Seguindo o fluxo…

DISCOS PESADOS PREFERIDOS DOS ANOS 70:

  1. “Black Sabbath”, Black Sabbath
  2. “Sabbath Bloody Sabbath”, Black Sabbath
  3. “Rising”, Rainbow
  4. “Made In Japan”, Deep Purple
  5. “Rocket to Russia”, Ramones
  6. “A Farewell to Kings”, Rush
  7. “Overkill”, Motörhead
  8. “Highway to Hell”, AC/DC
  9. “Red”, King Crimson
  10. “Never Mind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols”, Sex Pistols

OBS: a partir dos 70’s, já podemos falar propriamente de metal e de punk. Idéia é focar nestes. Quem quiser incluir outros artistas e/ou gêneros, dá pra fazer (como o Tiago Rolim abriu precedente) listas paralelas de MPBD, pop, progressivo, soul/funk e etc.

A lista semanal do bonna está em: https://www.youtube.com/playlist?list=PLtXEhRLvKtRr1Ogi4O0aTHKo4E06ObM5z

20 ANOS DEPOIS…

domingo, 13 setembro, 2020 por Txuca

… o q ficou?

EMBATE 2

sábado, 12 setembro, 2020 por Txuca

versus

30 ANOS DEPOIS…

sexta-feira, 11 setembro, 2020 por Txuca

… o q ficou?

TRUTH BE TOLD

sexta-feira, 11 setembro, 2020 por Txuca

Historinha até conhecida sobre o Obituary e a capa de “Cause Of Death”:

A capa, como a conhecemos, “era pra ser a capa do ‘Beneath the Remains’, do Sepultura, mas a Roadrunner deixou o Obituary usar primeiro*, mesmo com ‘Cause Of Death’ sendo lançado em 1990, um ano após ‘Beneath the Remains’. O Sepultura havia escolhido uma outra pintura de Michael Whelan, de todo modo”.

Fonte: Metal Archieves, menu “additional notes” da página de “Cause Of Death” https://www.metal-archives.com/albums/Obituary/Cause_of_Death/719

* esquisito isso

MALDIÇÃO

quinta-feira, 10 setembro, 2020 por Txuca

Recado q o Leo me mandou por WhatsApp anteontem:

“Pare tudo que estiver fazendo agora. Se não conhecer esse DVD e assista, pelo menos os 10 primeiros minutos!

MUITO MELHOR QUE MUITO METAL NACIONAL!

Luiz Caldas!

SIM! LUIZ CALDAS!

Cenário de Alice Cooper, guitarra flying-V e tudo!

Acho até que merece um post especial no TcH! Hahahaha”

30 ANOS DEPOIS…

quarta-feira, 9 setembro, 2020 por Txuca

… o q ficou?

ENCARTE: FRANK ZAPPA [4]

quarta-feira, 9 setembro, 2020 por Txuca

A série de 6 cd’s duplos “You Can’t Do That On Stage Anymore” q FZ lançou ao fim de sua carreira/vida compila 20 anos de trechos de sons ao vivo (apenas o Vol. 2 é o único com show na íntegra, em 1974 em Helsinque), alternando versões inéditas, músicas (poucas) ñ lançadas e curiosidades para fãs. Todos os volumes contêm as justificativas para conter este e aquele outro som etc.

Fora isso, existe a descrição meticulosa, som a som, dos músicos participantes, do modelo de guitarra usada por ele, quantos canais tinha a mesa de som, tipo de fita utilizada, nome do operador da mesma e datas de apresentações específicas. Além de compositor, guitarrista e frasista de 1ª grandeza, FZ foi seu melhor curador.

Mas Zappa ñ tinha paciência com fã true ahahah Segue descrição singular contida no Vol. 5 dessa série:

This collection has taken more than 20 years to put together. It provides a comprehensive sampling of unreleased live material with absolutely no over-dubs, and, in this set, a few unreleased studio cuts. Disc One of this set deals with the early years from 1965 to 1969. Great care has been taken to ensure the best audio quality, however, the selections on Disc One, though not exactly ‘hi-fi’, have been included specifically for the amusement of those collectors who still believe that the only ‘good’ material was performed by those early line-ups“.

DE ONDE MENOS SE ESPERA

terça-feira, 8 setembro, 2020 por Txuca

Covid meio trancou o mundo, as lives se tornaram norma e a música se recusa a se render, pelo jeito. Os algoritmos do celular andam bem calibrados, e ainda q seja inútil render-lhes crédito (ahahah), compartilho as surpresas da vez.

O Fates Warning é aquela banda q até sei q ainda existe, mas – e acho q ñ só eu – só fico sabendo q estão ativos quando soltam algo.

Nunca fui exatamente fã, e sei do lugar deles no ecossistema do heavy metal enquanto criadores do metal progressivo (Dream Theater foi lá e popularizou a franquia)… pra bem e pra mal ahah

Então de onde menos se espera, soube estarem pra desovar álbum novo, “Long Day Good Night”, em 20 de novembro – haverá 20 de novembro? – e curti bastante “Scars”, o som acima. Pesado e acessível como tvz só a maturidade garanta. Ñ é q vou comprar o disco, e a amostragem é risível – de repente, o único som legal da safra – mas achei legal demais.

Já o Deep Purple, de onde menos se esperava (aposentadoria descartada) soltaram disco novo, “Woosh!”, bastante elogiado pq aparentemente deixaram Don Airey trabalhar, tocar a lojinha. Eterno substituto do insubstituível Jon Lord, parece q saiu da coadjuvância e quis jogo.

Baita som, baita videoclipe.

Engraçada ainda outra coisa: enviando pra amigo roqueiro mais antigo (uns 15 anos mais velho), sujeito manda um “ñ curti, e a real é q depois q o Blackmore saiu perdi o interessse na banda”. Normal.

Até eu falar q com Steve Morse já seriam 7 os discos, fora os ao vivo: “Purplendicular”, “Abandon”, “Bananas”, “Rapture Of the Deep”, “Now That?!”, “Infinite” e esse novo. E q é uma outra banda, de fato.

O amigo vem falar q parou no “Come Taste the Band”

Killer Be Killed, de onde menos se espera, é Max trampando na quarentena. “Reluctant Hero”, disco novo, vem aí, tb em 20 de novembro. Vai virar 2021 e ele precisa dos trocados pro IPTU e pra bancar a molecada mulamba porra caralho porra caralho no fio da navalha no fio da navalha.

Curti demais o som, acima da média em composição e execução. Mas os vocais q ñ o do Max ferram tudo.

A maior surpresa, por fim, vem da Holanda. Q agora chama Países Baixos. De onde menos se espera, o tal Ayreon, daquele tal guitarrista incensado e dito gênio (tô com preguiça de buscar o nome), tá soltando disco novo, “Transitus”, daquela pegada “sons com convidados ilustres pq sou rico e pago pros outros e tenho um projeto cult q ñ é uma banda”.

E uau. Alô, Simone Simmons.

“Nice!”

Cantando melhor. E ainda mais (desculpem o machismo) gostosa. Minha nossa. 35 anos apenas e muito a apresentar. Mulherão da porra existe?

É a Simone q eu gostaria q chegasse pra mim daqui uns 3 meses e me perguntasse “então é Natal, e o q vc fez?”

Eu faria tudo o q essa moça me pedisse.

(e se a namorada ler isto aqui, brincadeira tá?)

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