Thrash com H

ATÉ HOJE À FRENTE (de tudo)

segunda-feira, 4 dezembro, 2017 por Txuca

24 anos sem Frank Zappa, falecido aos 52. 24 anos sem q OS ANOS o tenham alcançado.

Aliás, aonde estávamos aos 22 anos? O q fazia o teu ídolo do “metal nacional” nessa idade? Zappa tocava bicicleta na tv ao vivo (ainda sem bigode) enquanto ousava reger a orquestra do programa.

https://www.youtube.com/watch?v=1MewcnFl_6Y

Confiram o vaticínio do apresentador ao final. Indefectível.

10 ÚLTIMOS COMPRADOS

segunda-feira, 4 dezembro, 2017 por Txuca

Aquela pauta semestral e sazonal de consumo anacrônico e fetichista de música. De minha parte, vale sempre os adquiridos fisicamente, mas quem quiser colocar os baixados peço q apontem os mesmos.

Todos adquiridos em novembro último:

  1. “The End”, Black Sabbath
  2. “Destroyer Of Worlds”, Bathory
  3. “Misled By Certainty”, Cephalic Carnage *
  4. “5,000,000”, Dread Zeppelin *
  5. “Welcome to Hell”, Venom *
  6. “Unborn Again”, Whiplash
  7. “Frizzle Fry”, Primus [aposentando fita]
  8. “Eaten Back to Life”, Cannibal Corpse [aposentando fita]
  9. “Testimonium”, Lacrimosa
  10. “Strenght Of Steel”, Anvil

* comprados do amigo märZ

UM ANO DEPO1S…

sábado, 2 dezembro, 2017 por Txuca

… o q ficou?

EMBATE

sexta-feira, 1 dezembro, 2017 por Txuca

versus

RATOS DE PORÃO/LIXOMANIA

quinta-feira, 30 novembro, 2017 por Txuca

Noite de quinta-feira (passada) catártica por aqui.

Apesar do dia estranho pra show, condições pra lá de favoráveis: no Sesc Pompéia às 21h30min e a 20 golpes um baita show da melhor banda crossover do mundo, Ratos de Porão, com abertura de banda punk “raiz”, daquelas q foi da 3ª divisão do punk paulistano histórico, sem nem deixar muito registro (encerrada em 1983, retomada em 2002), o Lixomania.

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Ao RDP: só fazem show ruim se quiserem. Plenitude da forma E do conteúdo. Som absurdo, desempenho ainda mais absurdo do Boka. Mudassem o nome pra “Máquina de Precisão” ñ ficaria descabido. Porrada, acidez, sangue nos olhos, “machadada no pescoço” (sic), virulência, contundência, relevância, urgência e visceralidade.

“O rock brasileiro é uma farsa comercial”? Cada vez mais limpinho e omisso, isso sim.

Gordo estava claramente alterado, e ñ por causa da Heineken (mais de uma?) q ostentou durante boa parte da apresentação. Se mostrou nitidamente perplexo, revoltado, inconformado e ranzinza perante a situação política nacional. Consonante ao artigo no UOL recente e lembrado pelo amigo Jessiê por aqui semana passada – http://www.uol/entretenimento/especiais/joao-gordo.htm#o-punk-de-saco-cheio

“Política”? Caralho, era um evento punk.

90% de seus comentários foram na linha do “pau no cu do Bolsonaro”, “vamos votar, pq voto nulo vai eleger esse nazista”, “bancada evangélica do caralho” (antes de “Igreja Universal”), “Escola Sem Partido e MBL filhos da puta” e “sempre fomos contra tudo isso aí”. O q a História ñ desmente.

A minha perplexidade ante isso foi perceber a APATIA das pessoas nos primeiros comentários. Passividade e indiferença perigosa, sintoma de descrença e desamparo, mas tb de conformismo? Só escapismo em vigor? Alguém no falido rock brasuca – fora o desacreditado Tico Santa Cruz, Nação Zumbi e Ratos de Porão – tem mostrado a cara e falado a real? Tá foda.

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Ñ me recordo do setlist na ordem: começaram com material recente (do pertinentaço “Século Sinistro”) e foram desovando som após som, de praticamente toda discografia – faltou só do fraquinho “Onisciente Coletivo”, do “Descanse Em Paz” e de “Guerra Civil Canibal”– em algo q deve ter durado hora, hora e meia.

Muito mais consistente q horas initerruptas de Globo News e de décadas de capas de Isto É, Veja e Época.

“Ódio”, “Lei do Silêncio”, “Amazônia Nunca Mais”, “Asas da Vingança”, “Não Me Importo”, “Crocodila”, “Crianças Sem Futuro”, “Ignorância”, “Crise Geral”, “Crucificados Pelo Sistema”, “Beber Até Morrer”, “Testemunhas do Apocalipse”, “Igreja Universal” (melhor riff de Jão), “Aids, Pop, Repressão”, “Morrer”, “Herança” (a melhor), “Periferia”, “Desemprego” e etc.

Faltou coisa? “Terra do Carnaval” deveria virar Hino Nacional. Uma ou outra coisa do “Feijoada Acidente – Nacional”, pra celebrar o evento, esclareço abaixo. “Retrocesso” (pra falar de Bolsonóia)… Tvz tenham faltado pra alguém chato como eu. No fim, ninguém reclamou. E se havia gente – tvz houvesse – q estava ali pela 1ª vez, no embalo de ver a “banda do Gordo do You Tube, da Mtv”, das duas uma: ou saiu cagado de medo sem entender nada até agora, ou teve a vida mudada abruptamente. Ratos de Porão ñ é pra qualquer um.

Mas deveria ser.

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Ao Lixomania tb fui simpático. Apenas achei q tocaram demais. Punk veia 1977, com 2 veteranos (vocalista Moreno e baterista Miro) e mais 2 moleques – q eles, ñ mais jovens q eu – completando o time na guitarra e no baixo.

Muito punk das antigas no recinto, sabendo de quem se tratava quando o vocalista dedicava um ou outro som ao povo “das antigas”. Gente já ñ velha e gorda, mas QUADRADA: se puserem bermuda ficam no naipe Bob Esponja. Dedicaram 2 sons do Fogo Cruzado a um integrante recém-falecido destes, Frangão. E contaram com participações de Gabriel Thomáz (Autoramas) num som e de Jão (cada vez mais seu Madruga e velhão, em seu bigodão e cabelo tigela de surfista véio) num outro. Foram dignos, pertinentes e capazes. Zero naftalina.

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Pois se tratava tudo dum evento intitulado “40 Anos de Punk”, q teve em dias anteriores e posteriores, ali no mesmo Sesc, shows de AI-5 e Restos De Nada (reformuladas e provavelmente capengas; na véspera), de Mercenárias e Patife Band (tb reformuladas e longe do q foram; representando o “pós-punk” brasileiro) no dia seguinte, e q contou com show celebratório final no domingo, com banda jam session (vocalistas da época revezando) de titularidade contando com Clemente (Inocentes), Mingau (atual Ultraje a Rigor) e Muniz (Fogo Cruzado) tocando sons de bandas q pariticparam d'”O Começo do Fim do Mundo”, festival punk lendário, ocorrido naquele mesmo Sesc Pompéia.

O punk brasileiro tem História, q graças a Clemente (curador no Sesc) nunca deixa de ser contada. No meu entender, algo q tem seus prós e contras, sendo o maior “contra” o saudosismo meio estéril, meio Jovem Guarda. Mas tvz seja melhor alguma memória do q nenhuma. Ou do q achar q Capital Inicial é rock pauleira com crítica social, tocando Legião Urbana e mandando “fora Temer” no último Rock In Rio…

“O Q É Q EU FIZ PARA MERECER ISSO?”

ENCARTE: AXEL RUDI PELL

quarta-feira, 29 novembro, 2017 por Txuca

Sinceridade a toda prova – mas ñ à prova de You Tube? – no encarte de “Live Over Europe” (dvd, 2008):

This is a true live recording as it happened on that day, but due to technical problems of the Bass during the first three songs, we had to overdub the Bass on that tracks in the studio“.

CLASSIFICADOS

terça-feira, 28 novembro, 2017 por Txuca

por märZ

Pessoal, o dono do boteco me convenceu a fazer uma lista com os cds que estou vendendo e/ou trocando. Alguns são nacionais, outros importados. Preço em reaus na frente de cada item. Se alguém tiver algum interesse, meu email é radio.marcio@hotmail.com

Obrigadoz!

 

ALLHELLUJA: INFERNO MUSEUM 15

ANYA MARINA: SLOW & STEADY SEDUCTION 15

AT THE GATES: SLAUGHTER OF THE SOUL 20

BLOOD SWEAT & TEARS: GREATEST HITS 15

BLUE BARREL: THE OVERSIZE LOAD 10

BRAND NEW SIN: RECIPE FOR DISASTER 15

CHERRY POPPIN’ DADDIES: ZOOT SUIT RIOT 20

CHIMAIRA: RESURRECTION 15

CHROME DIVISION: DOOMSDAY ROCK N ROLL 15

CLARICE FALCÃO: MONOMANIA 15

CLAWFINGER: HATE YOURSELF WITH STYLE 15

CURTIS MAYFIELD: BACK TO THE WORLD 20

CYNDI LAUPER: AT LAST 20

CYPRESS HILL: IV 15

DIRE STRAITS: ON EVERY CORNER 20

DUFF MCKAGAN’S LOADED: SICK 15

DUFFY: ENDLESSLY 15

DURAN DURAN: RED CARPET MASSACRE 15

DYING FETUS: REIGN SUPREME 20

EASY STAR ALL-STARS: RADIODREAD 20

ELZA SOARES: ELZA PEDE PASSAGEM 15

FARSCAPE: KILLERS ON THE LOOSE 20

GEORDIE: NO SWEAT 15

JOHN BUTLER TRIO: LIVE AT ST. GALLEN (DUPLO) 25

JOHNNY WINTER: CAPTURED LIVE! 15

KADAVAR: ABRA KADAVAR 20

KOSMUS: KOSMUS 15

LENNY KRAVITZ: ARE YOU GONNA GO MY WAY 20

MORCHEEBA: CHARANGO 20

MASSAGRAV: THIS WAR WILL BE WON BY MEAT EATERS 20

MATT COSTA: UNFAMILIAR FACES 15

METALLICA: KILL ‘EM ALL 20

METALLICA: RIDE THE LIGHTNING 20

MILES DAVIS: BIRTH OF THE COOL 20

MOJO PROUDLY PRESENTS: PHYSICAL GRAFFITI REDRAWN 15

MUKEKA DI RATO: ATLETAS DE FRISTO 15

ONE MAN ARMY: 21ST CENTURY KILLING MACHINE 20

ORIGINAL SOUNDTRACK: I KNOW WHAT YOU DID LAST SUMMER 20

PARADISE LOST: IN REQUIEM 20

PLASTILINA MOSH: AQUAMOSH 20

POWERMAN 5000: MEGA KUNG FU RADIO 20

PUBLIC ENEMY: REVOLVERLUTION 20

RAMONES: RAMONES & ROCKET TO RUSSIA (DUPLO) 25

SERGIO MENDES: TIMELESS 15

SHAMAN: REASON 20

SICK OF IT ALL: BUILT TO LAST 20

SILVERCHAIR: NEON BALLROOM 15

SUPERSUCKERS: BECAME THE GREATEST ROCK AND ROLL BAND IN THE WORLD 20

TEMPLE OF BRUTALITY: LETHAL AGENDA 20

THE BLACK DAHLIA MURDER: EVERBLACK 20

THE GADJITS: AT EASE 15

THE HAUNTED: THE DEAD EYE 20

THE HAUNTED: VERSUS 20

THE ROCKEFELLERS: KING SIZE 15

THE WOLFGANG PRESS: FUNKY LITTLE DEMONS 15

TORA TORA: SURPRISE ATTACK 20

WOLFMOTHER: WOLFMOTHER 15

10 ANOS DEPOIS…

terça-feira, 28 novembro, 2017 por Txuca

… o q ficou?

BELGICANOS

segunda-feira, 27 novembro, 2017 por Txuca

DISCOS DE FRONT 242 PRA MIM:

  1. “Tyranny (For You)”
  2. “Official Version”
  3. “Front By Front”
  4. “05:22:03:11 Off”

E parei neles mesmo

URBAN EXPLORATION

sábado, 25 novembro, 2017 por Txuca

“Abandoned Places”, Henk van Rensbergen, 2013, 160 pp., Lannoo

O autor é belga e piloto de Boeing 787, o q lhe permitiu aprimorar um hobby fotográfico de longa data: buscar lugares abandonados (ñ é o mesmo q “desertos”) pelo mundo e fotografá-los, inicialmente para um site próprio chamado ‘industrial art’, posteriormente para fazer carreira desse tipo de registro, o q inclui seguidores, imitadores e até um estilo consolidado.

Desconheço realmente se Rensbergen foi o primeiro a fazê-lo: seus relatos pessoais, em prefácio, epílogo e casos envolvendo algumas locações e percalços são exatamente pessoais, sem pretensões de isenção ou coisa assim. E tanto faz, na verdade.

O livro em questão é uma coletânea de outros ‘abandoned places’ lançados pela mesma editora, e em versões ‘1’, ‘2’, ‘3’ e ‘melhores momentos’. E oferecem um tema q é de meu interesse, tvz mórbido, o q a capa entrega de imediato. Aliás, a foto em questão parece algo ártico, mas é no litoral da Flórida.

Ñ q eu tenha nascido com fascínio por fotos de lugares abandonados, ou tenha adquirido gosto em algum momento da minha vida por isso especificamente (nem imaginava se tratar dum segmento em fotografia), mas tenho apreço por distopias, filmes de cenários futuristas esvaziados/apocalípticos, coisas assim.

***

E o q o livro entrega é tudo isso: viagens pelo mundo (mais pelo mundo civilizado; p.ex., nada de África) retratando construções outrora úteis, imponentes ou significativas totalmente abandonadas, tantas vezes sem uma razão específica. Apenas abandonadas, tornadas obsoletas, esquecidas quase q por completo.

E ñ por serem ruínas ou destroços: shopping center em Nova Jérsei, monumento comunista inóspito na Bulgária, motel, bar retrô setentista – com mecanismo ainda funcionando quando das fotos – e parque de diversões no Japão (fotos noturnas, coisa de filme de terror b), castelo europeu do século XVIII, fábricas imponentes, teatros, hospitais, bancos, igrejas, q tantas vezes sugerem uma reforma para voltarem a ter utilidade, função. Fantasmagorias urbanas. Construções às vezes intactas, apenas deixadas pra lá.

Sem o tal do ser humano. Fotos ñ óbvias: ruínas sugeririam destruição e impactam menos; abandono sugere descaso, desdém. Causam dúvidas, geram espanto. Parecem aquela nota desafinada no meio dum solo, ou aquela banda q propõe algo diferente q demora a assimilarmos. Por isso chocam. Por isso curti.

O título do post, acima, alude a como o autor denomina esse seu trabalho, dentro duma certa ética: entrar nos lugares sem invadir, apenas tirando as fotos e deixando pegadas pra trás. Mais um dos tantos livros q trouxe de Londres e q valeram muito a pena. E q recomendo.

E o site do autor a quem interessar é: http://www.henkvanrensbergen.com/

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CATA PIOLHO CCLXII – fotógrafo conhecido é o holandês Anton Corbijn, de colaborações com Depeche Mode, U2, Metallica fases “Load/Reload/S & M”, entre outros. Colaborações muitas vezes instantânea e imediatamente reconhecidas.

A dúvida abaixo, citando duas capas específicas, seria: estilo ou auto-plágio envolvido?

“Infernal Love”, Therapy? (1995)

“Stoosh”, Skunk Anansie (1996)

 

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