Thrash com H

DOIS ANO2 DEPOIS…

quinta-feira, 2 agosto, 2018 por Txuca

… o q ficou?

30 ANOS DEPOIS…

quarta-feira, 1 agosto, 2018 por Txuca

… o q ficou?

ENCARTE: WÜRZEL

quarta-feira, 1 agosto, 2018 por Txuca

Texto-entrevista por Jason Amopp, sobre processo criativo envolvendo os sons ambientes de “Chill-Out Or Die (the ambient album)” (1997) com a esposa-autora Jem:

Neverthelss, Würzel was getting to like this ambient lark. Enlisting the writing skills of his good lady Jem, he set about bringing her never-ending ideas to fruition. Many a long night was spent slaving over a hot four-track Fostex machine, evoking sonic spirits left, right and centre.

Würzel could describe it in similarity enchanting terms, but frankly that’s not his way.

‘Me and Jem would get fucking wasted, and sit there ‘til the early hours of the morning. When I was playing for about four hours at a time, some of the stuff went a bit off the track, after a while. It would start getting away from ambient, getting heavier and heavier. I couldn’t resist it! All of a sudden there was all theses waves of distortion coming in. Jem would say things like, ‘What’s that buzzing noise all the way through?’. I said, ‘That’s a fucking guitar!’ But she didn’t like it so we took some of that stuff out. As a result, there are some very smooth-flowing pieces in there’.

Not to say that ‘Chill Out’ doesn’t feature guitars. Good god, there are plenty of them. They just don’t make your eyes and ears bleed. This, ladies and gentlemen (drum roll optional) is Würzel‘s Long-Awaited Mellow Side. Isn’t it?

‘Well, a mellow side came out of me when I wrote ‘Bess’, he notes. ‘I don’t think this is that mellow, although it’s great music to chill out and relax to. To be honest with you, I’ve been thinking about playing something like this since the early seventies, when I heard stuff like Tangerine Dream‘.

‘I have no intention of calming down on the guitar at all’, he pledges. ‘I’m not to do an Eric fucking Clapton and start playing bollocks. As soon as this one’s out, I’ll be kicking ass again!

ENCOSTO É POUCO

terça-feira, 31 julho, 2018 por Txuca

E eu ñ dizia q o Gangrena Gasosa estava tinindo? Profissionalizaram, deixaram de zoeira fuleira, agenda de show e o caralho.

Dizia até q se forem tocar fora, gringo chapa e adota. Por fazerem agora o q o Sepultura poderia estar fazendo.

Provavelmente tá entrando grana. Aí aparecem ex-integrantes oportunistas filhos da puta tentando tirar proveito…

http://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2018/07/26/disputa-de-membros-atuais-e-antigos-de-banda-de-sarava-metal-vira-caso-de-policia.htm

Dilema o do Arede, q ressuscitou a parada: continuar o caminho reiniciado ou juntar ex-integrantes pra show comemorativo do primeiro disco q nem existe mais?

Encruzilhada nenhuma: tem q meter processo mesmo nesses pau no cu.

***

Aconteceu com o Sepultura lá atrás, lembram? Apareceram uns oportunistas de Brasília, nada a ver nem com heavy metal, se dizendo o “Sepultura de verdade”.

Deu em nada. Provavelmente Glória Cavalera os comeu com farinha.

10 ÚLTIMOS COMPRADOS

segunda-feira, 30 julho, 2018 por Txuca

Aquela lista sazonal sobre aquele hábito q, se ñ morre logo, vai “cheirando estranho”… Quem quiser citar download, à vontade.

Dentre os 16 adquiridos* neste mês:

  1. “Century Child”, Nightwish
  2. “Tonight”, Franz Ferdinand
  3. “The Fall”, Norah Jones
  4. “1979 – 1983, Volume One”, Bauhaus
  5. “October Rust”, Type O Negative [aposentando fita]
  6. “Nine Lives”, Aerosmtv
  7. “Lapadas do Povo”, Raimundos
  8. “The 2nd Law”, Muse
  9. “Fires Within Fires”, Neurosis
  10. “Coded Smears And More Uncommon Slurs”, Napalm Death

* houve ainda o “XI”, do Metal Church, q comprei (copiei) e enviei ao amigo märZiano. Já chegou?

10 ANOS DEPOIS…

domingo, 29 julho, 2018 por Txuca

… o q ficou?

20 ANOS DEPOIS…

sábado, 28 julho, 2018 por Txuca

… o q “ficaram”?

OBSTINADA OBSOLESCÊNCIA

sexta-feira, 27 julho, 2018 por Txuca

Tem tempo q conversamos por aqui sobre as tais plataformas digitais. Spotify, Deezer e etc. Q começaram lá atrás (há ñ muito tempo) com o Napster e toda aquela ganância – hj até justificada – de Lars Ulrich pra cima dos direitos autorais.

Cassaram o programa, surgiram vários outros, perdeu-se o controle. “Compartilhar” passou a ser o verbo q toda uma geração passou a usar. “Comprar música” voltou a valer – Spotify, Deezer e etc. – mas tvz como algo alienígena pra toda uma molecada q jamais pagou por música. E provavelmente ñ o fará. Como uma nostalgia digital pra dinossauros como nós, às vezes “sem tempo” pra ouvir cd ou passá-los a pendrives.

Cenas punk/hardcore/indie: qualquer banda com 2 meses de atividade põe sons no Sonicloud e em outras plataformas das quais desconheço nome. Se gravam cd, é de forma independente, pra recuperar os gastos vendendo-os debaixo do braço em shows. Música eletrônica: montes de projetos, dj’s e quetais, conhecidos adoidado ñ só por quem fica no pula-pula nas raves à Skol Beats, mas tb… graças a internet.

E aí o heavy metal, o “metal nacional”… Mais q conservador, até mais q reacionário, RETRÓGRADO por vocação e convicção, tem como grande lançamento do ano um cd DUPLO de bandas brasileiras rendendo tributo ao Black Sabbath.

Pra quem?

***

Galeria do Rock, outrora reduto com 15o lojas de disco, Guinness Book por isso e o caralho, hj mal tem 15 (QUINZE) lojas vendendo cd’s. Ainda continua freqüentada… por gente q vai fazer tatuagem, comprar camisetas, levar filhos pra comprar camisetinhas de banda, pela fama de lugar roqueiro, pra tomar cerveja importada. Ou, ultimamente, pra ver os escombros do prédio abandonado/invadido q desabou em chamas.

“Escombro” tvz seja a palavra-chave. Metade das parcas lojas voltada a “colecionadores”, vendendo cd’s e lp’s a preços de 3 dígitos; a outra metade quase pagando almoço a quem entrar e comprar alguma coisa. Modos diferentes de lidar com o iminente colapso.

De minha parte, aproveito indo atrás de promoções, em lojas q tentam desovar o q podem dos lautos estoques. Há loja vendendo a 5 golpes cd’s de metal (de 5ª divisão) pq o gasto de manter o depósito de cd’s anda proibitivo.

E aí o “metal nacional”… Ñ tem como salvação da lavoura pret-a-porter a Sandy & Júnior participando de disco novo do Franga. Tem como grande carta na manga (furada) um cd DUPLO de 30 bandas brasileiras rendendo “primoroso” tributo ao Black Sabbath.

Q a assessoria de imprensa tenta vender com hipérbole escrotamente herética: algumas das versões RIVALIZAM com as originais!

https://whiplash.net/materias/news_765/286657-blacksabbath.html

Tá, cd está morto. Comprar cd é coisa de gente antiga. Resenhar cd, num blog, é coisa ainda mais arcaica. E esta é uma resenha.

A primeira q faço no estilo: “ñ ouvi e ñ gostei”. Deu pra vcs? Deu pra mim. Baixo astral.

*
*

CATA PIOLHO CCLXVIII – “Superhero”: Jane’s Addiction ou Faith No More? // “Hellfire”: Accept ou Cavalera Conspiracy? // “St. Vitus Dance”: Black Sabbath ou Bauhaus?

25 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 26 julho, 2018 por Txuca

… o q ficou?

ENCARTE: SINERGY

quarta-feira, 25 julho, 2018 por Txuca

Toda uma maldade e sinceridade na dedicatória de “To Hell And Back” (2000):

SINERGY would like to thank:
All their friends!

SINERGY would like to kill:
All their enemies!

« Previous Entries Next Entries »