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	<title>Thrash com H</title>
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		<title>PUTZ (BLOODY PUTZ)</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 04:39:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Txuca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Se Disse]]></category>
		<category><![CDATA[André Barcinski]]></category>
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		<description><![CDATA[Agüentei ler inteiro. Acho q o povo por aqui tb agüenta. Roadie Crew pra quê? Nem André Barcinski, em priscas eras, chegou a tanto. E uma dúvida: ainda se cheira lança-perfume?? . Do whiplash: Soulfly: Max, o Villa Lobos do Metal, desembarca no Brasil Nesse dia 25/02, apresenta-se em São Paulo, a banda fundada – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agüentei ler inteiro. Acho q o povo por aqui tb agüenta.</p>
<p><em>Roadie Crew</em> pra quê? Nem André Barcinski, em priscas eras, chegou a tanto.</p>
<p>E uma dúvida: ainda se cheira lança-perfume??</p>
<p>.</p>
<p>Do <em>whiplash</em>:</p>
<h2 id="materiaTitulo"><em>Soulfly: Max, o Villa Lobos do Metal, desembarca no Brasil</em></h2>
<p><em>Nesse dia 25/02, apresenta-se em São Paulo, a banda fundada – e liderada tribalmente – por MAX CAVALERA, o <strong>Soulfly</strong>. Será uma das raríssimas ocasiões em que Max aporta para show no Brasil, e tal evento, a despeito de local, dia, ou hora, tem sempre uma importância cuja magnitude ainda parece não ser percebida pelo povo brasileiro.</em></p>
<p><em>Tal qual o maestro <strong>Heitor Villa Lobos</strong> na década de 20, o <strong>Sepultura</strong> (grupo que dispensa apresentações) foi até a Europa e firmou o Brasil como centro exportador de músicos de Heavy Metal, o que até então só não era impensável porque no imaginário internacional chegava a cair no ridículo. Quando Max, molambo e pobre, se passou por um funcionário da extinta Pan Am para levar cópias do disco </em>‘Schizophrenia’<em> debaixo do braço até Nova Iorque, ele não estava somente tentando vender seus peixes para as gravadoras gringas: ele estava fazendo algo que dentro da história da música brasileira, só encontra similares na Semana de Arte Moderna, no surgimento da Bossa Nova e no Tropicalismo. Ele começou ali a sedimentar uma nova mentalidade em todo e qualquer músico brasileiro que quisesse ter uma carreira que não dependesse da Rede Globo, de clipes dirigidos pelo Boninho para serem exibidos no Fantástico, ou pular como um mico no Cassino do Chacrinha. Entre tantas bandas que chegaram ao cúmulo da pretensão de se acharem com potencial para gravar em inglês e tentar o mercado estadunidense ou inglês (vide <strong>RPM</strong>), Max e seus asseclas tinham outro plano.</em></p>
<p><em>Todo o movimento que foi construído com o <strong>Sepultura</strong> – que tem um legado irretocável até hoje – teve sequência com o <strong>Soulfly</strong>, que ele fundou após romper com seu antigo grupo no fim dos anos 90. A criação do <strong>Soulfly</strong> equivale ao ‘estalo’ que <strong>Villa Lobos</strong> teve quando percebeu que por melhor músico que fosse, não havia propósito em tentar copiar os Europeus – ele sempre estaria dois passos atrás. Daquele momento em diante, o maior maestro da nossa história optou por inserir a rica musicalidade brasileira no meio erudita europeu, e isso acabou diferenciando-os de seus esnobes colegas do velho continente e estabelecendo sua reputação de gênio.</em></p>
<p><em>É exatamente o que Max fez – e continua fazendo. Ao invés de gravar um </em>‘Arise’<em> a cada dois anos, o guitarrista e vocalista preferiu explorar todas as sonoridades que lhe tinham sido embutidas por sua infância no Brasil e suas viagens ao redor do globo. O que já se esboçava nos dois últimos álbuns do <strong>Sepultura</strong> com ele, </em>‘Chaos A.D.’<em> e </em>‘Roots’<em> tomou forma bem definida com o primeiro disco «em 1998» de uma série de obras que o tornaram ainda mais famoso – em especial nos EUA—do que sua ex-banda.</em></p>
<p><em>Caso você não seja grande fã do <strong>Sepultura</strong>, ou do <strong>Soulfly</strong>, ou mesmo de Metal, ainda assim considere assistir à performance sempre nuclear de Max no palco (o que já lhe custou um joelho) no Via Marquês, às 19 horas, nesse sábado. Um dia, você poderá ajudar seu filho – ou neto – com o dever de história da escola dizendo que viu Max Cavalera ao vivo, tocando, no auge de sua carreira.</em></p>
<p><em>VIA MARQUÊS</em><br />
<em>Av. Marquês de São Vicente, 1589 – Barra Funda – São Paulo – SP – Tel.: (11) 3615-2060.</em></p>
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		<title>20 ANOS DEPOIS&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 04:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Txuca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cronofagia]]></category>
		<category><![CDATA[anos]]></category>
		<category><![CDATA[Pantera]]></category>

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		<description><![CDATA[O q ficou?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/Pantera-d132341b24x.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-4654" title="Pantera d132341b24x" src="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/Pantera-d132341b24x-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>O q ficou?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A SHOW OF HANDS</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 21:16:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Txuca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA["Rock In Rio"]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Dickinson]]></category>
		<category><![CDATA[Guns N'Roses]]></category>
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		<description><![CDATA[A idéia é listar os melhores shows q gravamos (tempos de vhs) (se bem q vale tb gravação em hd de caixinha de tv), ou vimos em inúmeras reprises televisivas e q quase enjoamos de tanto ver 10 MELHORES SHOWS REPETIDOS/VIRTUAIS PRA MIM: Megadeth no 2º Rock In Rio &#8211; 1991 Guns N&#8217;Roses ao vivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A idéia é listar os melhores <em>shows</em> q gravamos (tempos de <em>vhs</em>) (se bem q vale tb gravação em hd de caixinha de tv), ou vimos em inúmeras reprises televisivas e q quase enjoamos de tanto ver</p>
<p><strong>10 MELHORES SHOWS REPETIDOS/VIRTUAIS PRA MIM</strong>:</p>
<ol>
<li><strong>Megadeth</strong> no 2º <em>Rock In Rio</em> &#8211; 1991</li>
<li><strong>Guns N&#8217;Roses</strong> ao vivo no Ritz &#8211; gravado da tv Gazeta, muitíssimo reprisado</li>
<li><em>&#8220;Exit&#8230; Stage Left&#8221;</em>, <strong>Rush</strong> &#8211; copiado de <em>laser disc</em> na finada Woodstock. Em <em>vhs</em></li>
<li><em>&#8220;A Show Of Hands&#8221;</em>, <strong>Rush</strong> &#8211; copiado de <em>vhs</em> de amigo</li>
<li><strong>Bruce Dickinson</strong> no <em>Skol Rock</em> &#8211; 1997, gravado em <em>vhs</em> ao vivo da transmissão da mtv. Turnê <em>&#8220;Accident Of Birth&#8221;</em></li>
<li><strong>Motörhead</strong> no <em>Philips Monsters</em> &#8211; 1996, gravado em <em>vhs</em> do &#8220;melhores momentos&#8221;, tv Gazeta</li>
<li><strong>Ira!</strong>, especial lançamento<em> &#8220;Clandestino&#8221;</em> &#8211; 1990 ou 1991, gravado de especial tv Manchete</li>
<li><strong>Halford</strong> no 3º <em>Rock In Rio</em> &#8211; 2000, gravado do <em>Multishow</em></li>
<li><strong>Kreator</strong> no <em>Super Metal Festival</em> &#8211; 1993 ou 1994, passado na mtv</li>
<li><strong>Iron Maiden</strong> no 3º <em>Rock In Rio</em> &#8211; 2000; gravei ao vivo, ligeiramente diferente do dvd q saiu</li>
</ol>
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		<title>MELHOR DE CADA ÁLBUM</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 05:50:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Txuca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[Faith No More]]></category>
		<category><![CDATA[new metal]]></category>
		<category><![CDATA[Scars On Broadway]]></category>
		<category><![CDATA[Serj Tankian]]></category>
		<category><![CDATA[System Of A Down]]></category>

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		<description><![CDATA[Apostando se dará jogo esses daqui Regra única e irrestrita: poder empatar 2 sons em apenas 3 álbuns. Mesmo os caras tendo 5. Pra mim: &#8220;System Of A Down&#8221; &#8211; &#8220;Suite-Pee&#8221; e &#8220;Sugar&#8221; &#8220;Toxicity&#8221; &#8211; &#8220;Prison Song&#8221; e &#8220;X&#8221; &#8220;Steal This Album!&#8221; &#8211; &#8220;I-E-A-I-A-I-O&#8221; e &#8220;Fuck the System&#8221; &#8220;Mesmerize&#8221;- &#8220;B.Y.O.B.&#8221; &#8220;Hypnotize&#8221; &#8211; &#8220;U-Fig&#8221; - QUESTÕES [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apostando se dará jogo esses daqui</p>
<p><a href="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/System+of+a+Down.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4644" title="System+of+a+Down" src="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/System+of+a+Down-300x288.jpg" alt="" width="300" height="288" /></a></p>
<p>Regra única e irrestrita: poder empatar 2 sons em apenas 3 álbuns. Mesmo os caras tendo 5.</p>
<p>Pra mim:</p>
<div><em>&#8220;System Of A Down&#8221;</em> &#8211; &#8220;Suite-Pee&#8221; e &#8220;Sugar&#8221;</div>
<div><em>&#8220;Toxicity&#8221;</em> &#8211; &#8220;Prison Song&#8221; e &#8220;X&#8221;</div>
<div><em>&#8220;Steal This Album!&#8221;</em> &#8211; &#8220;I-E-A-I-A-I-O&#8221; e &#8220;Fuck the System&#8221;</div>
<div><em>&#8220;Mesmerize&#8221;</em>- &#8220;B.Y.O.B.&#8221;</p>
<div><em>&#8220;Hypnotize&#8221;</em> &#8211; &#8220;U-Fig&#8221;</div>
<div>-</div>
</div>
<p>QUESTÕES PERIFÉRICAS OUTRAS:</p>
<ul>
<li>tinham/têm influência de <strong>Faith No More</strong> descarada? SIM. A BANDA MAIS PRÓXIMA DISSO ATÉ HOJE</li>
<li>vala comum do <em>new metal</em>? Ñ, APESAR DE Q MAIS PRÓXIMOS DISSO Q O SLIPKNOT</li>
<li>banda q te fez a cabeça? NEM TANTO</li>
<li>melhor álbum? &#8220;SYSTEM OF A DOWN&#8221;</li>
<li>pior álbum? &#8220;HYPNOTIZE&#8221;</li>
<li>disco do <strong>Scars On Broadway</strong> vale a pena ir atrás? NUNCA OUVI</li>
<li>discos solo do<strong> Serj Tankian</strong> valem? IDEM</li>
</ul>
<div><em>melhor formação</em>: Tankian, Malakian, Odadjian, Dolmayan</div>
<div><em>pior formação</em>: Tankian, Malakian, Odadjian, Dolmayan</div>
<div>.</div>
<div><em>melhor capa</em>: &#8220;System Of A Down&#8221;</div>
<div><em>pior capa</em>: &#8220;Hypnotize&#8221;</div>
<div>.</div>
<div><em>2 melhores clipes</em>: &#8220;B.Y.O.B.&#8221; e &#8220;Lonely Day&#8221;</div>
<div><em>2 piores clipes</em>: &#8220;Boom!&#8221; e (sei lá)</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>UM ANO DEPO1S&#8230;</title>
		<link>http://thrashcomh.com.br/thrash/2012/02/um-ano-depo1s-21/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 15:06:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Txuca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cronofagia]]></category>
		<category><![CDATA[ano]]></category>
		<category><![CDATA[Deicide]]></category>

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		<description><![CDATA[O q ficou?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/Deicide-291123.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-4640" title="Deicide 291123" src="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/Deicide-291123-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>O q ficou?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;PEGANDO PESADO&#8221;</title>
		<link>http://thrashcomh.com.br/thrash/2012/02/pegando-pesado/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 01:32:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Txuca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Se Disse]]></category>
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		<category><![CDATA[Sepultura]]></category>
		<category><![CDATA[Shaman]]></category>
		<category><![CDATA[Vlad Rocha]]></category>

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		<description><![CDATA[Salvo engano, foi em dezembro de 1987 ou janeiro de 1988 q li, na finada Bizz, uma iniciativa assim. De juntar figuras ilustres do rock brasileiro (João Gordo incluído) pra discutir os estilos, o potencial comercial, as gravadoras etc. 2012 chegou e acho VEXATÓRIO q nenhuma publicação da &#8220;nossa&#8221; &#8220;imprensa&#8221; metálica jamais tenha articulado o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salvo engano, foi em dezembro de 1987 ou janeiro de 1988 q li, na finada <em>Bizz</em>, uma iniciativa assim. De juntar figuras ilustres do <em>rock</em> brasileiro (João Gordo incluído) pra discutir os estilos, o potencial comercial, as gravadoras etc.</p>
<p><a href="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/MD-139.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4629" title="MD 139" src="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/MD-139.jpg" alt="" width="200" height="268" /></a></p>
<p>2012 chegou e acho VEXATÓRIO q nenhuma publicação da &#8220;nossa&#8221; &#8220;imprensa&#8221; metálica jamais tenha articulado o q a <em>Modern Drummer Brasil</em> fez na edição de janeiro último (comprada semana passada): juntou 7 bateristas iminentes do <em>metal</em> brasileiro pruma mesa-redonda, geradora de densa matéria de capa de 12 páginas.</p>
<p>Da qual copio aqui alguns momentos, limados os hermetismos mas ñ as pérolas, a meu ver bastante reveladores, pra discussão e deleite.</p>
<p>Satisfação adicional de ver um velho conhecido, Vlad Rocha, colaborador há tempos da revista, entre os articuladores da conversa &#8211; o outro é um certo Christiano Rocha. Ñ te pedi autorização, mas tô copiando, Vlad!!</p>
<p>DEBATEDORES REUNIDOS:</p>
<ul>
<li>Aquiles Priester [ex-<strong>Franga</strong> (q ele ñ gosta de citar, hum?) ex-quase-<strong>Dream Theater</strong>, <strong>Hangar</strong>, <strong>Vinnie Moore</strong> e montes de bandinhas imaginárias]</li>
<li>Elóy Casagrande [novo queridinho. Moleque q tocava com <strong>André Chatos</strong> até outro dia, tocou no <strong>Glória</strong> no <em>Rock In Rio</em> e deu em nada, agora militando no <strong>Sepultura</strong>]</li>
<li>Fernando Schaefer [ex-<strong>Korzus</strong>, <strong>Rodox</strong> e <strong>Endrah</strong>, <strong>Pavilhão 9</strong>, <strong>The Silence</strong> e <strong>Treta</strong>]</li>
<li>Jean Dolabella [ex-<strong>Udora</strong> e <strong>Sepultura</strong>, <strong>Indireto</strong>]</li>
<li>Ricardo Confessori [ex-<strong>Korzus</strong>, ex e atual <strong>Franga</strong>, ex e atual <strong>Shamerda</strong>, ex-<strong>Shaaamerda</strong>]</li>
<li>Rodrigo Oliveira [ex-<strong>Carrascos</strong>, <strong>Korzus</strong>]</li>
<li>Max Kolesne [<strong>Krisiun</strong>]</li>
</ul>
<p>-</p>
<p><strong>I.</strong> <strong>ÍDOLOS</strong></p>
<p>Vlad perguntou: <em>&#8220;A maioria dos grandes nomes da bateria do metal brasileiro está aqui, mas e os gringos? Quem são &#8216;os caras do metal?</em></p>
<p><strong><em>Rodrigo Oliveira</em></strong>: Dave Lombardo.</p>
<p><strong><em>Dolabella</em></strong>: Dave Lombardo, Vinnie Paul, tem tantos&#8230;</p>
<p><strong><em>Aquiles</em></strong>: Tommy Aldridge.</p>
<p><em><strong>Max</strong></em>: Pete Sandoval.</p>
<p><strong><em>Rodrigo</em></strong>: Deen Castronovo.</p>
<p><strong><em>Max</em></strong>: Derek Roddy, Nicko McBrain &#8211; um cara que usa um pedal só de forma extraordinária.</p>
<p><strong><em>Aquiles</em></strong>: Scott Travis.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><strong>II. METAL ATUAL</strong></p>
<p>Vlad perguntou: <em>&#8220;Como anda o metal atualmente?&#8221;</em></p>
<p><strong><em>Aquiles</em></strong>: Acho que o cenário está bom para as bandas de fora. O dólar baixou e todos vêm tocar aqui. O <strong>Rush</strong> demorou a vir ao Brasil e teve o maior público deles. <strong>Iron Maiden</strong> também teve seu maior público em 2009, em um <em>show</em> individual da banda. A cena de <em>metal</em> existe no Brasil, mas infelizmente não para as bandas brasileiras. Falta o brasileiro entender que para a cena ser forte e para que nossa música seja respeitada, é preciso dar mais apoio às bandas que estão aqui.</p>
<p><strong><em>Dolabella</em></strong>: Isso é um problema sério em tudo. Existe muita diferença no tratamento do povo brasileiro com alguém que é de fora. Só pelo cara ser gringo, nossa&#8230; &#8216;É gringo, então é bom demais&#8217;. Enquanto não houver uma virada nesse pensamento, será difícil.</p>
<p><strong><em>Max</em></strong>: Mas acho que o Brasil tem um público fiel, independente do que está na moda. Tem esse lado também, de as pessoas acompanharem determinada banda em diversos locais. Mas, claro, isso não vale para a grande massa.</p>
<p><em><strong>Rodrigo</strong></em>: Mas mesmo fora do <em>mainstream</em>. Na Europa você vê bandas que tocam para 100 pessoas e quando vêm ao Brasil, tocam pra 1500. As bandas não são nada lá, mas aqui são endeusadas.</p>
<p><strong><em>Aquiles</em></strong>: E muitas vezes as bandas vêm com <em>playbacks</em>. Ja vi casos em que a voz já estava rolando e o vocalista nem estava no palco ainda. De um tempo para cá o <em>metal</em> ficu muito pasteurizado. Você ouve um disco e fala: &#8216;Isso aqui é muito legal, mas preciso ver ao vivo&#8217;.</p>
<p><a href="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/imago-metal.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4635" title="imago metal" src="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/imago-metal-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><strong>III. MÚSICO BRASILEIRO</strong></p>
<p>Vlad perguntou: <em>&#8220;O aeroporto ainda é a melhor saída para o músico brasileiro ou não é bem assim?&#8221;</em></p>
<p><strong><em>Confessori</em></strong>: No sentido de sair para trabalhar, ganhar em dólar, é uma boa saída. Mas sair e voltar.</p>
<p><strong><em>Max</em></strong>: Primeiro o cara tem que conhecer bastante o Brasil, fazer um público e depois pensar lá fora. Acho que tem gente que põe a carroça na frente dos bois. Tem banda que fez meia dúzia de <em>shows</em> aqui e já está pensando em tocar no exterior.</p>
<p><em><strong>Confessori</strong></em>: Trabalhar fora é muito mais organizado. Você tem horário para passar som, para entrar no palco, para acabar. Aqui muitas vezes isso não funciona. Então você gosta do jeito que se trabalha lá e queria que aqui fosse assim. E não funciona. Às vezes você vai tocar em alguns lugares no Brasil e já pensa que &#8216;ih, lá é crítico, hein?&#8217;. A verdade é que a Europa, o Japão e os EUA são lugares que funcionam.</p>
<p><a href="http://thrashcomh.com.br/thrash/2012/02/pegando-pesado/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>IV. BARREIRAS (BUROCRÁTICAS) NO EXTERIOR</strong></p>
<p>Vlad perguntou: <em>&#8220;Quais são as maiores barreiras para o músico brasileiro se dar bem lá fora?&#8221;</em></p>
<p><strong><em>Aquiles</em></strong>: Eu me ferrei para conseguir o visto para fazer o teste com o <strong>Dream Theater</strong>. A banda mandou 3 ou 4 cartas recomendando, mas mesmo assim foi difícil.</p>
<p><strong><em>Dolabella</em></strong>: Isso porque mandaram uma carta&#8230;</p>
<p><strong><em>Aquiles</em></strong>: Eu tive que sair de São Paulo e ir ao Recife conseguir o visto. Entrei em uma fila de espera enorme. O tempo acabando e eu me preocupando com isso. Em vez de ficar praticando, tinha de resolver isso.</p>
<p><strong><em>Schaefer</em></strong>: Para conseguir o visto de artista tem um detalhe. Se você fala que é um baterista brasileiro de <em>metal</em>, que pode tomar o lugar de um baterista americano de <em>metal</em>, eles fazem jogo duro. Você precisa dizer que é um baterista brasileiro que vai lá tocar <em>samba</em> e mostrar a sua cultura.</p>
<p><strong><em>Max</em></strong>: Para o visto de trabalho, tem também o lance da petição. A agência que contrata os <em>shows</em> do <strong>Krisiun</strong> envia uma petição, informando que a banda ficará por determinado tempo lá. Isso facilita um pouco.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><strong><em>Dolabella</em></strong>: Para quem não toca em uma banda conhecida e está saindo para tentar a vida lá fora, acho importante falar que quando fui para lá, em 2001, com minha banda e morei 5 anos em Los Angeles, fui com essa idéia de morar em uma <em>van</em> e ter um subemprego. Uma coisa muito perigosa é o lance do consumismo. Ele te engole. (&#8230;) Você chega lá e arruma um subemprego. Aí ganha uma grana e compra um computador. Só que aí você já pensa sobre a banda e diz: &#8216;Ah, vamos ensaiar só na 4ª&#8217;, e o tempo vai passando (&#8230;) Então você passou do limite, comprou tudo o que quer, mas não consegue fazer nada com a banda. Fica o tempo todo trabalhando e já não tem cabeça para chegar em casa e pensar em fazer um som com a banda. Isso é algo que deve ser levado em consideração para quem está pensando em ir. Não caia nessa. Quando for sair, vá com um objetivo bem definido na cabeça. Porque se a coisa começar a desandar, melhor vir embora antes de cair no limbo.</p>
<p><a href="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/imago-immortal-1503658935_n.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4633" title="imago immortal 1503658935_n" src="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/imago-immortal-1503658935_n.jpg" alt="" width="320" height="139" /></a></p>
<p><strong>V. RETORNO/MONITORAMENTO/SE OUVIR, OUVIR A BANDA</strong></p>
<p>Vlad pondera e pergunta: <em>&#8220;A idéia desse encontro também é mostrar como funciona o dia a dia de vocês. As pessoas podem pensar muita coisa que não é. E, mudando um pouco de assunto, como vocês fazem o monitoramento?&#8221;</em></p>
<p><strong><em>Rodrigo</em></strong>: Uso <em>in-ear</em> e monitor, porque se &#8220;der pau&#8221; no meio do <em>show</em>, o monitor segura. Quem me ensinou isso foi o Aquiles. Ele perguntou se eu era louco de usar só <em>in-ear</em>. Teve um <em>show</em> que fiz no Centro Cultural e, no meio dele, falhou um lado, e na outra música falhou o outro. A casa caiu. Fiz o <em>show</em> lembrando como eram as músicas. Depois disso comecei a usar <em>in-ear</em> e monitor.</p>
<p><strong><em>Dolabella</em></strong>: Comecei a usar <em>in-ear</em> ano passado e fiz uma turnê de 5 meses seguidos. Usei aquele com o molde do ouvido, que você manda fazer. Gostei muito, mas chegou uma hora em que comecei a ficar meio cismado. O <em>in-ear</em> deixa tudo muito limpo, mas para tocar <em>metal</em>, pelo menos para mim, fica faltando algo. Meu maior problema é que não queria ficar surdo, pois é o que estava acontecendo. Você já toca alto, a banda toca alto e o monitor está alto. Isso em uma seqüência de 20 <em>shows</em> sem parar. Uma hora eu ia ficar surdo. Por isso me forcei a usar o <em>in-ear</em>, mas não consegui me acostumar (&#8230;) voltei para o monitor e usei uma proteção auricular, com o mesmo molde do <em>in-ear</em>. É um protetor de ouvido com um filtro de som que diminui as freqüências. Ele só abaixa o volume e não veda tudo.</p>
<p><strong><em>Aquiles</em></strong>: Uso subgrave, caixa de 3 vias mais o fone. Sempre peço para o técnico me mandar um canal com os 2 bumbos e todos os tons e surdos. Não peço caixa nem <em>over</em>. Meu fone é <em>in-ear</em>, mas não é feito com molde. Então ele vaza um pouquinho.</p>
<p><strong>Christiano Rocha -</strong><em> &#8220;Mas no monitor tem baixo, guitarra&#8230;&#8221;</em></p>
<p><em><strong>Aquiles</strong></em>: Não. Só a bateria. Escuto o resto do palco. Não coloco nem voz principal.</p>
<p><strong><em>Rodrigo</em></strong>: No <em>show</em> peço guitarra e voz, mas baixo não. Ele já sobra no palco. No estúdio só escuto o metrônomo.</p>
<p><em><strong>Christiano Rocha  -</strong></em> <em>&#8220;Você decora a música e grava.&#8221;</em></p>
<p><em><strong>Rodrigo</strong></em>: Sim.</p>
<p><strong><em>Schaefer</em></strong>: Mas quando a composição é mais elaborada, tem mudança de andamento, é embaçado tocar sozinho.</p>
<p><strong><em>Rodrigo</em></strong>: Mas já faço os mapas do metrônomo antes. No estúdio não quero ouvir nada.</p>
<p><strong><em>Schaefer</em></strong>: Eu uso &#8220;monitorzão&#8221; mesmo e protetor de ouvido. Procuro alertar os bateras de que usar proteção é primordial.</p>
<p><strong><em>Elóy</em></strong>: Sempre toco ao vivo com metrônomo. Uso <em>in-ear </em>só com o metrônomo e o resto no monitor.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><strong><em>Max</em></strong>: Sou <em>old-school</em>. Uso monitor normal, com bastante bumbo, guitarra, voz e um pouco de baixo, dependendo da situação. Uso protetor de ouvido daqueles de farmácia mesmo.</p>
<p>(&#8230;)</p>
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		<title>SHOW DON&#8217;T TELL</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 05:09:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Txuca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Dickinson]]></category>
		<category><![CDATA[Carcass]]></category>
		<category><![CDATA[Einstürzende Neubauten]]></category>
		<category><![CDATA[golpe de estado]]></category>
		<category><![CDATA[Kraftwerk]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto SP]]></category>
		<category><![CDATA[Ramones]]></category>
		<category><![CDATA[Ratos De Porão]]></category>
		<category><![CDATA[Rush]]></category>
		<category><![CDATA[Sepultura]]></category>
		<category><![CDATA[slayer]]></category>
		<category><![CDATA[Via Funchal]]></category>
		<category><![CDATA[Young Gods]]></category>

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		<description><![CDATA[Listinha complicada hoje. E espero q tb controversa. OS 10 SHOWS DA MINHA VIDA (até o momento): Rush &#8211; 2002, Morumbi Kraftwerk &#8211; 2004, Chácara do Jockey (Tim Festival) Carcass &#8211; 2008, Santana Hall Slayer &#8211; 2011, Via Funchal qualquer show do Golpe de Estado entre 1990 e 1995 (devo ter ido nuns 6 ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Listinha complicada hoje. E espero q tb controversa.</p>
<p><strong>OS 10 SHOWS DA MINHA VIDA (até o momento):</strong></p>
<ol>
<li><strong>Rush</strong> &#8211; 2002, <em>Morumbi</em></li>
<li><strong>Kraftwerk</strong> &#8211; 2004, <em>Chácara do Jockey</em> (Tim Festival)</li>
<li><strong>Carcass</strong> &#8211; 2008, <em>Santana Hall</em></li>
<li><strong>Slayer</strong> &#8211; 2011, <em>Via Funchal</em></li>
<li>qualquer <em>show</em> do <strong>Golpe de Estado</strong> entre 1990 e 1995 (devo ter ido nuns 6 ou 7) &#8211; <em>Centro Cultural Vergueiro</em></li>
<li><strong>Sepultura</strong> e <strong>Ratos De Porão</strong> &#8211; 1989, <em>Projeto SP</em></li>
<li><strong>Ramones</strong> &#8211; 1992, <em>Olympia</em></li>
<li><strong>Einstürzende Neubauten</strong> &#8211; 1999, <em>SESC Belenzinho</em></li>
<li><strong>Young Gods</strong> &#8211; 2008,<em> SESC Pompéia</em></li>
<li><strong>Bruce Dickinson</strong> &#8211; 1999 (?), <em>Via Funchal</em></li>
</ol>
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		<title>1º SOM &#8211; 1º ÁLBUM</title>
		<link>http://thrashcomh.com.br/thrash/2012/02/1%c2%ba-som-1%c2%ba-album-11/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 04:26:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Txuca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Fúria Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria Do Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Voivod]]></category>

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		<description><![CDATA[Voïvod 1º som: como provavelmente muita gente por aqui, o clipe no Fúria Metal da claustrofóbica versão pra &#8220;Astronomy Domine&#8221; 1º álbum: o &#8220;Nothingface&#8221; em si, gravado em cassete dum amigo q viu o clipe no mesmo dia e correu à Galeria do Rock comprá-lo. Já em cd. Álbum q jamais recomprei em cd ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/Voivod-2044.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-4620" title="Voivod 2044" src="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/Voivod-2044-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><strong></strong></p>
<p><strong>Voïvod</strong></p>
<p><em>1º som</em>: como provavelmente muita gente por aqui, o clipe no Fúria Metal da claustrofóbica versão pra &#8220;Astronomy Domine&#8221;</p>
<p><em>1º álbum</em>: o <em>&#8220;Nothingface&#8221;</em> em si, gravado em cassete dum amigo q viu o clipe no mesmo dia e correu à Galeria do Rock comprá-lo. Já em cd. Álbum q jamais recomprei em cd ou vinil, tampouco reavi (reouvi?) a fita, q em meados de 1997 emprestei a colega da faculdade de quem perdi contato e jamais me devolveu</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>HOLY MOSES NOVO</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 03:25:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Txuca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Holy Moses]]></category>
		<category><![CDATA[Kreator]]></category>
		<category><![CDATA[Schmier]]></category>
		<category><![CDATA[Trevor Peres]]></category>
		<category><![CDATA[Uli Kusch]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem umas duas semanas já q adquiri este artefato E ñ curti: achei a produção muito digitalizada achei q, ou as letras estavam já todas feitas e os sons foram feitos &#8220;em cima&#8221;, ou q as mesmas foram &#8220;socadas&#8221; de qualquer jeito nos sons apesar de ter gostado de muitas das letras achei as participações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem umas duas semanas já q adquiri este artefato</p>
<p><a href="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/Holy-Moses-206137.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4615" title="Holy Moses 206137" src="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/Holy-Moses-206137-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>E ñ curti:</p>
<ol>
<li>achei a produção muito digitalizada</li>
<li>achei q, ou as letras estavam já todas feitas e os sons foram feitos &#8220;em cima&#8221;, ou q as mesmas foram &#8220;socadas&#8221; de qualquer jeito nos sons</li>
<li>apesar de ter gostado de muitas das letras</li>
<li>achei as participações especiais muito de 2º escalão &#8211; Freddy Doernberg, Ralph Santolla, Trevor Peres, Henning Basse, The Wolf, Janos Murri, Karlos Medina (exceção: Schmier) &#8211; e irrelevantes pro todo da obra</li>
<li>ñ curti o vocal: achei muito estereotipado, claramente digitalizado e modorrento. Tvz servisse pra cantar <strong>Kreator</strong> velho em <em>shows</em> atuais do <strong>Kreator</strong> novo</li>
</ol>
<p>Mas a maior dúvida do neófito aqui em <strong>Holy Moses</strong> é: vale a pena catar material anterior?</p>
<p>Vi por aí q até o Uli Kusch (cuzão, mas estupendo baterista) fez parte da banda. Ajuda alguma coisa?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>AMORPHIS</title>
		<link>http://thrashcomh.com.br/thrash/2012/02/amorphis/</link>
		<comments>http://thrashcomh.com.br/thrash/2012/02/amorphis/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 05:07:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Txuca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Aborhence]]></category>
		<category><![CDATA[Amorphis]]></category>
		<category><![CDATA[Annihilator]]></category>
		<category><![CDATA[Children Of Boredom]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria Do Rock]]></category>
		<category><![CDATA[iron maiden]]></category>
		<category><![CDATA[Perception]]></category>

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		<description><![CDATA[Fui à Galeria do Rock ontem à tarde, comprar (já) o ingresso pro Annihilator (feito!), mas tb pra acabar constatando algo: metade do público no show do Amorphis neste último domingo era de vendedores da Galeria! ahah A 2ª melhor coisa do evento, fora o show em si, foi q desta vez ñ teve o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fui à Galeria do Rock ontem à tarde, comprar (já) o ingresso pro <strong>Annihilator</strong> (feito!), mas tb pra acabar constatando algo: metade do público no <em>show</em> do <strong>Amorphis</strong> neste último domingo era de vendedores da Galeria! ahah</p>
<p>A 2ª melhor coisa do evento, fora o <em>show</em> em si, foi q desta vez ñ teve o <strong>Children Of Boredom</strong> pra atrapalhar. Finalmente estes finlandeses tiveram oportunidade de fazer o <em>show</em> deles, para o público deles.</p>
<p>E q se ñ foi uma multidão total (dado q as resenhas oficiais provavelmente omitirão: a pista do Carioca Club estava pela metade&#8230; se muito), foi um pessoal realmente devoto e fã da banda. Monte de gente cantando junto todas as letras, vibrando com material recente, mas tb muitíssimo com as coisas antigas (bem poucas) executadas. Monte de gente com camisetas, q ñ eram as do <em>merchan</em> &#8220;oficial&#8221; à venda, incluindo várias com <em>logo</em> dos tempos primordiais.</p>
<p>Um evento realmente <em>underground</em> &#8211; nestes tempos de hipérboles vãs &#8211; eu diria. O q ñ acho em nada demeritório.</p>
<p><a href="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/amorphisshow.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4609" title="amorphisshow" src="http://thrashcomh.com.br/thrash/wp-content/uploads/2012/02/amorphisshow-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" /></a></p>
<p>Teve banda de abertura, <strong>Perception</strong>, do qual abordarei de modo diferente: fazem um <em>prog de macho</em> (sem teclado, inclusive), pouquíssimo afetado. Nada a ver com o <strong>Amorphis</strong>, mas tudo bem. Tocaram &#8211; bem &#8211; o indefectível <em>cover</em> de <strong>Iron Maiden</strong> (&#8220;Dèja-Vu&#8221;) pra ganhar a galera, q ñ os rejeitou. Tinham <em>merchan</em> próprio &#8211; ep, demo, adesivos, camisetas &#8211; à venda, e devem ter conseguido vender alguma coisa.</p>
<p>Cheguei a curtir o único som de q consegui lembrar nome: &#8220;Illuminatti&#8221;. E torço pra q ñ se tornem banda representativa de cena virtual. Pra q ñ enriqueçam currículo só com aberturas de <em>show</em> gringo (parece q foi a 3ª). O baterista é bão e o baixista veio diretamente da ilha de &#8220;Lost&#8221;.</p>
<p>-</p>
<p>A atração principal ñ tardou a chegar, e fazem <em>show</em> sem frescuras. Música após música. Uma breve <em>intro</em> pro 1º som (ñ consegui saber o nome), e o q se seguiu foi apresentação de banda tipicamente finlandesa: tirando o vocalista portuga, Tomi Joutsen (do microfone esquisito e q soava mais &#8220;alto&#8221; falando q cantando), os 5 outros pouco interagem com a platéia. O co-fundador, Esa Holopainen, manteve a mesma expressão nula todo o tempo; parece preocupar-se em expressar-se guitarristicamente, no q faz bem.</p>
<p>Ñ foi <em>show</em> demagógico do tipo usarem camisa da Seleção Brasileira, ficarem puxando o saco da gente (&#8220;melhor público do mundo&#8221;, essas merdas), e isso pra mim é diferencial: são sinceros.</p>
<p>Minha expectativa &#8211; pouca &#8211; era pra com sons do <em>&#8220;Elegy&#8221;</em>. Infelizmente, fizeram ali mesmo votação conosco pra se decidirem entre &#8220;Against Widows&#8221; ou &#8220;On Rich And Poor&#8221;, no q segundo o baterista Jan Rechberger teria dado a 2ª. Muito foda, mas esperar q tocassem o álbum inteiro e na ordem tvz fosse um pouco demais. Ah, tocaram &#8220;My Kantele&#8221; mais pro fim, menos mal.</p>
<p><a href="http://thrashcomh.com.br/thrash/2012/02/amorphis/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Tocaram &#8220;Vulgar Necrolatry&#8221;,<em> cover</em> do <strong>Aborhence</strong>, do 1º álbum (mas recentemente regravada), q gerou comoção generalizada. E sons marcantes, já presentes no dvd recente, <em>&#8220;Forging the Land Of Thousand Lakes&#8221;</em>, ñ faltaram: &#8220;Towards &amp; Against&#8221;, &#8220;Alone&#8221; (pra mim, a única realmente boa de <em>&#8220;Am Universum&#8221;</em>), &#8220;Sampo&#8221; (e foram 5 sons do<em> &#8220;Skyforger&#8221;</em>), &#8220;Black Winter Day&#8221; fechando antes do <em>bis</em> etc.</p>
<p>Sons novos, do <em>&#8220;The Beginning Of Times&#8221;</em> novo (ainda ñ ouvi), foram poucos: uns 2, no máximo 3.</p>
<p>Uma hora cravada de <em>show</em>, já iam encerrando. A Patroa, chiando: &#8220;como assim??&#8221;. Achei q fariam uns 2 sons de <em>bis</em>, protocolares: fizeram 3. Foram aproximadamente 17 sons &#8211; tirei foto do <em>set list</em>, mas ñ consegui identificar som de abertura (câmera de celular!&#8230;), como acho q tb alteraram algum coisa: ñ constava ali &#8220;In Hiding&#8221;, q me pareceu ter sido tocada.</p>
<p><a href="http://thrashcomh.com.br/thrash/2012/02/amorphis/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>O q me fica do <strong>Amorphis</strong> é a impressão de serem uma banda bastante prolífica &#8211; já uns 11 álbuns &#8211; q nitidamente se diverte mais tocando os sons mais recentes, o q me soa interessante, no sentido de ser banda (ainda) ñ /(já ñ mais) acomodada. Nada saudosista. E q aparentaram ñ ter aquele público &#8220;viúvo&#8221; de eras outras: quem estava ali era realmente fã e curtiu tudo.</p>
<p>Por outro lado, se da parte dos promotores se esperava público imenso e margem de lucro estratosférica, tvz ñ tenha havido muito disso. O q tvz inviabilize novas voltas, ou então volta a lugar modesto (e agradável) como o Carioca Club, ou até mesmo ao Hangar 110.</p>
<p>1º <em>show</em> do ano. Legal, no sentido de eu precisar retomar mais a discografia da banda. E acho q farei.</p>
<p><em>set-list</em>:</p>
<p>1. provavelmente algo do álbum novo, ñ identifiquei 2. &#8220;Song Of the Sage&#8221; 3. &#8220;Towards And Against&#8221; 4. &#8220;The Smoke&#8221; 5. &#8220;Sky Is Mine&#8221; 6. &#8220;On Rich And Poor&#8221; 7. &#8220;Sampo&#8221; 8. &#8220;You I Need&#8221; 9. outra q ñ identifiquei, mas supus ser &#8220;In Hiding&#8221; 10. &#8220;Vulgar Necrolatry&#8221; 11. outra q ñ identifiquei 12. &#8220;Majestic Beast&#8221; 13. &#8220;Alone&#8221; 14. &#8220;Black Winter Day&#8221; / 15. &#8220;Silver Bride&#8221; 16. &#8220;My Kantele&#8221; 17. &#8220;House Of Sleep&#8221;</p>
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