Thrash com H

30 ANOS DEPOIS…

quarta-feira, 22 junho, 2022 por Txuca

… o q ficou?

6 respostas

  1. Thiago

    Petardo maior, e tenho para mim que melhor que o “13” e mesmo o “The Devil You Know”, embora ambos, especialmente o último, sejam grandes trabalhos.

    De quebra, seu espírito contagiou o melhor disco do Dio nos anos 90: “Strange Highways”.

  2. André

    Concordo com o Thiago. Não é meu favorito, mas é um puta disco.

    Algo esquisito. A música escolhida pra apresentar o disco (música de trabalho uma ova) e pro videoclipe foi a TV Crime que é a pior música do disco. E, parece que ela nunca foi tocado ao vivo. Ou foi tocada uma ou duas vezes.

  3. märZ

    Realmente, ficou um puta disco. Com os anos 90 em andamento, ficaram para trás os excessos farofentos e as baladas melosas; e o sucesso de bandas como Metallica, Pantera, Sepultura, Judas revitalizado e toda a leva grunge deve ter influenciado no estilo de produção desse album. Mais pesado e direto, sem muita firula.

    Só nunca consegui gostar da capa.

  4. Marco Txuca

    Vixe. Eita. Não. Péra…

    “TV Crimes” pior do disco vou humilde e contundentemente discordar. Não foi muito tocada ao vivo pq é dificílima: Iommi e Geezer solam juntos. E eu adoro o videoclipe.

    Minha versão digipack dupla comemorativa do disco tem ela, dentre os sons ao vivo. E digo q Dio foi quem ficou devendo, viu?

    Fiz resenha empolgada no Colecionadores acumuladores, daqui a pouco copio aqui. Deixa repercutir um pouco mais.

  5. André

    Eu não gosto desse som. E acho que nem eles. Po, investiram uma grana pra torná-lá hit e nao tocaram depois.

    Enfim, é o disco que ressuscitou a banda nos EUA. Acho que desde a turnê do Born Again, eles não tocavam por lá.

  6. Marco Txuca

    Pois é, ressuscitou a banda nos EUA até Dio e $haron Osbourne matarem o empreendimento novamente…

    Minha resenha no Colecionadores/Acumuladores:

    Simples pra mim: o melhor Black Sabbath com Dio. Com sobras. “Dio-Manizer”.

    Mas não só pelo duende: Tony Iommi e Geezer Butler voando baixo (ou alto?) aqui. Às vezes solando juntos.

    Cozy Powell não pôde tocar (e nunca soube se rolou mágoa), Vinnie Appice veio e teve o desempenho da vida. Modo troglodita master.

    Trintando hoje, lembro não ter sido bem recebido à época. Não tinha Dio falando em arco-íris e duendes (Iommi vetou), era cavernoso e soturno (Sabbath, pô) e a resenha molóide da Bizz falava em “oportunismo e tentativa de modernizar”… Oi?

    Pessoalmente só não curto “Buried Alive”, último som. Só parar antes. Tem quem desdenhe da capa. Putz, tenho até camiseta. Vergonha, alheia ou não, ZERO.

    Quanto mais tempo passa, melhor fica. Disco q estava à frente do tempo, é um desses raros. E os anos têm sido – já dizia o poeta – contemporâneos. E parceiros.

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