Thrash com H

OLD… IS COOL?

terça-feira, 12 outubro, 2021 por Txuca

por Leo Musumeci
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Podem falar o que quiserem, menos que o Machine Head não tem um marketing trabalhando muito bem.

Uma das coisas que mais se fala no meio é que o Rob Flynn é um cara difícil… E o que os caras fazem no vídeo de 30 anos?

Chamam todo mundo, de bandas hiper conhecidas do mais true thrash oitentista até bandas novas, pouco conhecidas, ou do New Metal, passando até (em baixíssima medida – o que denuncia o viés absolutamente estadunidense da banda) por expoentes europeus.

Bola muito dentro.

Agora só falta os caras sentarem e fazerem uns discos no nível daquela trinca entre os dois ao vivo, pra recuperarem o patamar… E pode ser que isso leve os caras longe.

10 respostas

  1. André

    É tipo o que o Faustão fazia. Só faltou o Antônio Fagundes ou a Fátima Bernardes.

  2. Leo

    Hahaha
    Acho que é isso mesmo, mas acho que, nesse caso, fazer isso é o melhor tiro pra conseguirem um passaporte pra próxima divisão (pra usar a metáfora de sempre do Marcão) do metal!

    Só falta voltar a fazer música boa, como já fizeram!

  3. FC

    1 – Robb e Kerry King não eram mortalmente tretados? Acho que fizeram as pazes.

    2 – Iron Maiden considera tanto o Machine Head que quem gravou o vídeo foi o empresário. Tinha pouca opção de integrante na banda pra gravar um depoimento de 15 segundos, né?

  4. marZ

    Cade o Phil Anselmo, ele nao curte Machine Head?

  5. Leo

    FC,

    1. Sim, mas desde a época do The Blackening se entenderam.

    2. Parece que tinha acabado o plano de dados. Rs
    Mas falando sério: acho que a “cota europeia” foi cumprida com o Nergal.
    O foco do Machine Head é EUA. Com o fim do Slayer, vão buscar se consolidar como banda de primeira prateleira lá, e duvido que busquem algo fora.


    marZ,

    Estranhei tb.

  6. André

    O Robb foi um dos que desceu o pau no Phil por conta daquela saudação nazista. De repente, nem rolou o convite ou o Phil mandou ele tmnc.

  7. Marco Txuca

    Leo: a informação q tive, há alguns anos, daquele conhecido q é roadie deles (pagam ele pra ir lá ajudar) é q eles estavam “desistindo de festivais europeus” e focando só nos EUA e no fã-clube, fanbase.

    Realista, por um lado. Antropocêntrico, por outro.

  8. Leo

    Marcão,

    Robb sempre quis ser primeira prateleira.
    Mas sabe que é absolutamente impossível no mercado europeu que tem uma rejeição a priori ao tipo de som que eles fazem.

    Isso é muito consolidado e não só com o Machine Head: se olharmos para o site do Knotfest, festival do Slipknot, veremos 2 países na Europa e 4 na América Latina… E, nos EUA, tratam por cidade. Rs

    Mas, voltando à “Old… Is Cool”, não lembro se debatemos por aqui os últimos lançamentos do Machine Head, mas eu tenho uma expectativa alta pro próximo álbum. Vide esse som aqui para o qual gostaria da impressão dos doutos colegas:
    https://youtu.be/6MgCSsYGL_Y

  9. André

    O mercado japônes também não deve ser muito receptivo a esse som, pelo jeito. Li uma entrevista do Rammstein em que eles falam que os asiáticos cagam pra eles.

  10. Leo

    Boa questão, André!

    O Japão consome bastante, mas produz pouquíssimo nesse mercado do metal.

    Acho que, de alguma forma, por lá há uma linha melódica (que vai do heavy mais tradicional ao death melódico) dominante, que passa menos pelo thrash – e menos ainda pelo groove ou new metal.

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