Thrash com H

10 ANOS DEPOIS…

segunda-feira, 13 setembro, 2021 por Txuca

… o q “ficaram”?

7 respostas

  1. Jessiê

    Do Anthrax uma ótima guinada para excelentes discos. Pra mim o melhor deles desde o Sound

  2. marZ

    Ficou mais um otimo disco do Anthrax a nao receber o devido credito e merito.

  3. André

    Ficaram três discos que não.

  4. Tiago Rolim

    O do Anthrax é bom. Mas, perde p todos com Bush. Sem exceção.

    O DT começava a mostrar que o baterista era bem mais que a gente supunha. Disco chato como todos que vieram depois. Um porre de corote, sem direito a água pela manhã.

    E o melhor dos 3. Primus. Disco foda. Pena que totalmente despercebido até por muitos fãs da banda.

  5. Marco Txuca

    Pra além da coincidência de terem sido lançados no mesmo dia, mês e ano, vejo 3 discos q meio se falam entre si:

    os do Anthrax e Dream Theater, derrotados pela expectativa criada. Entregaram menos do q prometeram: Anthrax era “a volta do Belladonna”, mas até a página 2.

    Tinham vindo dum anterior, bom, com John Bush regravando repertório oitentista. Daí, mandaram o cara embora e fizeram esse “Worship Music” com um vocalista novo, Dan Nelson (ou algo do tipo), lembram?

    Apagaram o cara e trouxeram Belladonna de volta por conta dum bullying escrotaço desse Nelson pra cima de Frank Bello, q resultou em surra, demissão e regravação de vozes.

    Pra piorar, a banda entraria logo em seguida no modo nostalgia, no rolê do Big Four e praticamente enterrou este repertório.

    ***

    DT era o desgosto do Aquiles, com um baterista fodido no lugar do Portnoy. E lembro (tenho) ser um bom disco, com 2 ou 3 sons no meio q são música mesmo, não catadao de firulas.

    Teria q reouvir pra lembrar os nomes, mas estou sem tempo pelo menos até o Natal ahahah

    Disco subestimado pela banda, com alguns sons presentes nalgum ao vivo (acho q dvd) subsequente, e não mais. Pra piorar, tem um “efeito Justice For All”: sei lá se por bullying ao novato ou retaliação ao demitido, a bateria ficou enterrada na mixagem, atrás e abaixo de todo o resto.

    Fala sério.

    ***

    O Primus, endosso Tiago: puta disco, o melhor deles desde “Tales From the Punchbowl”, pra mim. Pq incluiu uma mudança de baterista: o insosso Brain Mantila estava as voltas com o GNR, aí trouxeram um tal Jay Lane, q parece q tinha sido baterista do trio nos primórdios.

    E o resultado ficou ótimo: trio de virtuosos esbanjando e ostentando firulas, psicodelia e inspiração.

    De certo modo, um álbum inesperado até pra quem é mais fã. Postei no Instagram isso: eu não sabia q a banda sequer tinha acabado, quanto mais (ou menos) estivesse ativa. Por culpa do sr Claypool, q vive lançando discos do Primus com outros nomes-fantasia, o q atrapalha acompanhar.

    Foi na turnê deste q tocaram pela primeira vez aqui no Brasil, naquele SWU, um puta show q curti pela tv. Mas disco q, assim como os outros dos outros aqui, parece ter sido abandonado pelas próprias bandas.

    “Lee Van Cleef” ainda acho um puta som.

    E da turnê, Lane saiu fora, pra se dedicar a uma banda cover de Grateful Dead, na qual ganhava mais dinheiro. Coisa de americano.

  6. marZ

    “Apagaram o cara e trouxeram Belladonna de volta por conta dum bullying escrotaço desse Nelson pra cima de Frank Bello, q resultou em surra, demissão e regravação de vozes.”

    O que houve mesmo?

  7. Marco Txuca

    Q eu me lembre, um episódio de “bullying” bem entre aspas e bem equivocado.

    Parece q o “Worship Music” já tava gravado, com vozes e tudo, e nalgum momento relax, em estúdio ou backstsge de show, o tal Nelson pensou q seria engraçado cagar nas costas de Frank Bello, q cochilava de bruços e obviamente partiu pra cima.

    Demissão sumária e justificada. Apagaram todas as vozes, não podiam chamar Bush de volta, aí pegaram o telefone e recontrataram Belladonna e sua zero auto estima. E estão aí até hoje.

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