Thrash com H

30 ANOS DEPOIS…

sexta-feira, 9 outubro, 2020 por Txuca

… o q “ficaram”?

11 respostas

  1. Leo

    Gosto do Testament, mas beira à sacanagem comparar qualquer coisa com o Seasons in the Abyss. Rs

  2. Leo

    Pra não ser injusto, a capa do Testament é entre 1.589 e 1.674 vezes melhor. Rs

  3. märZ

    Slayer, que pra mim é seu melhor trabalho em toda a discografia.

  4. Jessiê

    Testament é penúltimo na minha discografia da banda. Continuidade ainda mais heavy do anterior.

    É interessante que quase a totalidade das músicas são retrabalhos de sons que a banda tinha no início da carreira e que nunca havia sido gravados.

    A própria banda abandonou o play, 4 de 10 nunca foram tocadas, 4 só na turnê do álbum, uma até 2011 e apenas a faixa-título frequenta o setlist.

    Já o Slayer é a obra-prima do mal. Praticamente o melhor assassinato de Lecter, se perguntado fosse. Comparável seu opus “Reigni in Blood”, inclusive não raro, como o marZ, preferirem este àquele. É clássico do início ao fim, disco moderno até hoje com uma sonoridade maravilhosa. Ouço sempre, até mais que o Reign.

  5. Leo

    Estou com o märZ.

  6. Marco Txuca

    Opa.

    Pera lá. Pera aí. My mistake. My bad. Desculpe a “nossa falha”. Errei. Me confundi. Fui “se” consagrar e chutei fora.

    Q fase!

    Ñ era pra ser “pauta embate”; essa será amanhã à tarde, entre outros 2 discos bem específicos e distintos.

    Ñ atrapalha as análises cometidas até agora, mas a pauta hoje é de simultaneidade + q de exclusão. Ambos os discos, em momentos diferentes das bandas, tendo sido lançados num mesmo 9 de outubro, mas em 1990.

    Mal ae, gente.

  7. Leo

    Acho que o erro de interpretação de texto foi meu.

    Aliás, como bom brasileiro, às vezes, falta interpretação de texto, consciência de classe e terapia. Rs

    Acho impressionante como são duas bandas em momentos muito diferentes.
    Momentos que, talvez, tenham até se invertido mais recentemente (particularmente, acho os últimos do Testament melhores que os últimos do Slayer – o que é compreensível, principalmente, a partir do momento que perderam Jeff Hannemann).

    Slayer coroando uma trinca antológica e Testament ainda sem encaixar um petardo. Como disse, ficou o CD que talvez seja o que mais goste do Slayer, e uma excelente capa do Testament.

  8. André

    Mas, que capa bosta essa do Slayer.

  9. André

    Quanto aos discos.

    Melhor disco do Slayer, na minha opinião. Reign In Blood é mais icônico, mas, esse está além, musicalmente. A maioria dos sons, só musicaralhaço. Fico pensando qual seria o próximo passo se o Lombardo não tivesse pulado fora.

    O Testament fez uma continuação do Practice What You Preach. Bom disco, coeso. Derrapariam no disco seguinte, mas, colocariam as coisas em ordem com Low.

  10. Marco Txuca

    Cara, eu amo essa capa. É minha preferida do Slayer de todos os tempos, e a coisa q mais lamento foi ter me desfeito do Lp (doei pra alguém, pra iniciar outrem) quando comprei o cd: hoje eu emolduraria pra pôr na parede. E a contracapa tinha um cemitério de cruzes invertidas, q parece q por defeito da gravadora.

    Sim, “Reign In Blood” é icônico. Totêmico. E quase unânime. Mudou o modo de se gravar thrash (TODOS os discos de thrash posteriores excluíram reverbs e ambiências; os q ñ o fizeram naufragaram) e de se compor thrash. Kudos a Jeff Hanneman e Dave Lombardo por isso.

    Mas “Seasons In the Abyss”, meu favorito tb (“Reign In Blood” ñ conta) pra mim é o auge da psicopatia e da insanidade no Slayer. Os dias de diabo, enxofre e anticristo há muito haviam passado: o ser humano é o pior dos monstros. Sem segundo lugar.

    Riffs mórbidos (porra, “Dead Skin Mask”!), faixas emendadas umas nas outras (fôlego pra quê?), Jeff Hannaman ins-piradaço, Tom Araya totalmente lunático e rábico (vozes e letras), Dave Lombardo absurdo e dado a requintes de crueldade (ápice baterístico dele na banda), e até mesmo sons diferenciados de Kerry King (“Skeletons Of Society” e “Temptation” + “Expendable Youth”, dele mas com letra do Araya), eterno e vitalício compositor menor da banda.

    Fez 30 anos o álbum, a banda jamais seria a mesma, e daqui a 30 anos terá o mesmo impacto. Torcicolo é mato.

  11. Marco Txuca

    “Souls Of Black” eu acho legalzinho. Mais focado q o anterior e mais coeso q o seguinte. Como ponderou bem Jessiê, a banda meio q abandonou/esqueceu esse repertório. Q com a atual pegada creio q mereceria uma revisita…

    O q atrapalhou muito a banda nesses anos Atlantic foi a obrigação de cometerem um disco por ano: “Souls Of Black” já demonstrava algum cansaço, “The Ritual” entregou os pontos.

    Falava em off com o Leo, mando aqui tb: me caiu a ficha da minha implicância com esse Testament inicial, até “The Ritual”. Fora da obrigação contratual, os caras parece q faziam música pra se adequar ao guitar hero e ficavam sempre num meio termo entre o pesado e o acessível.

    O q é completamente inverso atualmente: Alex Skolnick é q tem q se adaptar à banda. O q ñ é a maturidade e a necessidade de baixar afinação eheh

    E tb a troca de baterista: tiraram o pior do thrash e passaram a esbanjar os melhores (Hoglan, Lombardo, Tesmpesta, Bostaph, Dette etc.)

    Reiterando: gosto de “Souls Of Black”, o único da banda q ainda ñ tenho físico (só uma fita, gravada de lp), mas ñ arriscaria pagar mais de 30 contos por ele. E na comparação com o Slayer lançado no mesmo dia… diferença “abissal”, hum?

    (valeu, Leo)

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